Gameboy Advance: O Meu “Primeiro” Nintendo


Como vão, caros leitores? Todos bem? Preparados para mais um capítulo da minha história com os games? Então vamos lá.

Dessa vez falarei do meu “terceiro” portátil e “segundo” Nintendo. Por que as aspas? Talvez vocês não tenham visto os posts que explicam que meu pai já teve um Gameboy e que eu tive um Game Gear.

Breve história sobre o console

Em meados de 1997, surgiram rumores de que a Nintendo estaria desenvolvendo um portátil com potencial parecido com o do Super Nintendo, utilizando o nome Projeto Atlantis. Nada mais foi dito a respeito do projeto, até que anos mais tarde, em Março de 2001, a Big N lançou no Japão o Game Boy Advance. Entretanto, até hoje não está claro se o projeto e o Game Boy Advance são a mesma coisa. O portátil foi lançado na Europa e na América do Norte em Junho de 2001. Dois anos e meio mais tarde, no final de 2003, a Nintendo lançaria uma nova versão do aparelho, chamado Game Boy Advance SP, que tinha como grandes vantagens uma luz interna (que pode ser desligada), tornando possível jogar no escuro e uma bateria interna, evitando o gasto dos jogadores com pilhas.

Usei como fontes a Wikipedia brasileira e americana, onde vocês podem encontrar mais informações.

Minhas Considerações

Na minha humilde opinião, o GBA é um dos melhores portáteis já lançados. Pode não ser tão nostálgico quanto o primeiro Game Boy e o Color, mas ele possui jogos de qualidade muito superior e que não perderam sua diversão. Aliás, ele não poderia ser lançado numa época melhor. Enquanto os consoles se preocupavam em lançar jogos em 3D e eram cada vez mais diferentes dos jogos das gerações anteriores, o portátil recebia jogos mais old school. Isso pra mim foi ótimo, pois eu não conseguia me acostumar com jogos de ação/aventura em 3D, preferia mil vezes os side scrollers em 2D mesmo. Demorei muito a me acostumar.

Outra coisa que eu acho genial do aparelho, embora não tenha usado, é a conectividade dele com o Game Cube. Além disso, também gostava da possibilidade de jogar multiplayer com um cartucho só (através do cabo) e principalmente da retrocompatibilidade com os portáteis anteriores da Nintendo. Retrocompatibilidade sempre foi, é e sempre será algo muito valioso pra mim e acredito que para a maioria dos gamers que já atingiram certa idade.

Minha História

O que restou do GBA, hoje com meu pai.

Conheci o GBA através de um amigo meu. Foi entre 2003 e 2004, não sei exatamente quando. Ele me mostrou o portátil que ele havia comprado e diversos jogos. Eu fiquei doido, passei a querer um também, até porque seria interessante carregar um portátil com jogos de bastante qualidade e que não comia pilha como acontecia com o Game Gear (que nessa altura do campeonato nem funcionava mais).

Embora eu tivesse minhas preferências, nunca fui um “ista”. Minhas preferências sempre apontaram para Sega e Sony, mas sempre gostei de diversos jogos da Nintendo. Inclusive queria muito destrinchar o Super Mario World em algum momento da minha vida, ter um GBA seria a oportunidade para conhecê-lo melhor, além de outros jogos é claro.

Depois daquela economizada de salário, juntei meus cacos e fui atrás do meu portátil. Meu amigo em questão foi junto, aproveitei pra levar também um cabo pra jogar multiplayer. Foi por causa desse maldito cabo que eu perdi inúmeras vezes no Street Fighter Alpha 3, jogos de luta nunca foram meu forte. Outro jogo que foi bastante jogado “de dois” foi o Mario Kart, que sempre rende muitas risadas. A série sempre foi diversão pura, em todas as versões de todas as plataformas. No GBA não foi diferente. Como trabalhávamos na mesma empresa, muitos horários de almoço foram aproveitados para os “contras”.

Outra coisa que me chamou bastante a atenção no portátil foi quando a Sega lançou Sonic Advance. Assustador ver um jogo do ouriço para uma plataforma da Nintendo na época, mas na minha opinião acabou sendo uma bela parceria entre as empresas. Todos os três jogos lançados são ótimos, pena que eu não terminei nenhum (olha o tabu surgindo).

Por falar em tabu, o GBA me ajudou a quebrar um que eu tinha da época do Mega Drive. Foi nele que joguei pra valer até o fim o Phantasy Star II. Um dos jogos que mais me surpreenderam tanto com história quanto com a dificuldade.

Já que estou falando de jogos, boa hora de listar os melhores, bons e piores games lançados, na minha humilde opinião.

Jogo fantástico, honrou a franquia.

TOP15

1. Mario Kart Super Circuit
2. Street Fighter Alpha 3
3. Phantasy Star Collection (Phantasy Star II)
4. Mega Man Zero
5. Sonic Advance
6. Super Mario Advance 2 (Super Mario World)
7. Castlevania: Harmony of Dissonance
8. Teenage Mutant Ninja Turtles 2
9. Sonic Advance 2
10. Dragon Ball Z – Buu’s Fury
11. Mario and Luigi Superstar Saga
12. Megaman & Bass
13. Final Fight One
14. Klonoa 2 – Dream Champ Tournament
15. Super Ghouls and Ghosts

Menções Honrosas

Altered Beast – Guardian of the Realms, Bomberman Max 2, Breath of Fire, Castlevania:Aria of Sorrow, Castlevania – Circle of the Moon, Dragon Ball Z – Legacy of Goku , Dragon Ball Z – Legacy of Goku 2, Final Fantasy Tactics Advance, Lego Racers 2, Mario vs Donkey Kong, Rayman Advance, Road Rash: Jailbreak, Space Invaders, Shining Force – Resurrection of the Dark, Sonic Advance 3, Super Street Fighter II Turbo Revival, Tactics Ogre – The Knight of Lodis, Tales of Phantasia, Teenage Mutant Ninja Turtles, The Revenge of Shinobi, X-Men: Reign of Apocalypse, Virtua Tennis, WarioWare: Twisted!

Além dos ports de diversos jogos, entre eles os Final Fantasy (I, II, IV, V, VI), Sonic the Hedgehog e boa parte dos jogos de NES Clássico.

Jogabilidade muito travada

5 Piores

1. Mortal Kombat: Deadly Alliance
2. Superman Returns – Fortress of Solitude
3. Mortal Kombat Advance
4. Doom
5. Batman Begins
.

Foram inclusos no top 15 dois jogos que não foram feitos especificamente para esta plataforma, mas que foram portados e foi onde eu tive a oportunidade de jogá-los pra valer, no caso são o Phantasy Star II e o Super Mario World. Acabei tomando esta decisão por conhecer poucos jogos, os cartuchos sempre foram caros (mesmo os piratas). Muitos aí conheci através de emuladores/Dingoo.

Atualmente, não jogo mais o GBA. Como foi dito no post sobre o Gameboy, meu portátil foi afanado pelo cara que me colocou no mundo, para que ele pudesse jogar Tetris. Isso aconteceu antes que eu conseguisse investir em um Flashcard, sempre tive curiosidade de ter um, já que os cartuchos, digamos, “alternativos”, sofriam com o problema da bateria que descarregava e matava todos os save games.

Bom, pessoal. É isso aí. E quanto a vocês? Tiveram também um GBA? Quiseram ter? Sintam-se a vontade para contar suas experiências nos comentários.

Grande abraço a todos.

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Sobre Gamer Caduco

Menino novo, com mais de 30 anos de idade, fanático por games de todas as gerações.
Esse post foi publicado em Consoles, GameBoy Advance, Nintendo, Portátil e marcado , , , , , , , . Guardar link permanente.

28 respostas para Gameboy Advance: O Meu “Primeiro” Nintendo

  1. Eduardo Bogik disse:

    Esse é o meu preferido…..tanto que roubei ele de vc, para jogar meu Tetris

    auhauahauahauahauahauahauahauahaua

    Bjus….seu Pai

  2. Sol disse:

    E eu bati todos os recordes no Tetris lá na Game on =P

    bjos

  3. Willi JRCW disse:

    Cara, joguei muito GBA no emulador quando só tinha meu SNES! Foi o primeiro console que eu consegui emular. Se me permite, até quero contar a história: Eu colecionava as revistas Recreio, e na página “Games”, quase sempre vinha um review de um jogo de Game Boy Advance. Na época eu não conhecia nem tinha jogado nenhum jogo 3D (conhecia só por imagens na internet) então aqueles jogos de GBA que eu via na revista pareciam um “SNES avançado”, eu me apaixonava por aqueles games!

    Sou muito fã de Sonic, mas muito mesmo. Certo dia apareceu, na revista, o review do Sonic Advance 3. Cara, eu enlouqueci. Eu olhava aquele review todo o dia, ficava namorando as fotos! Até que eu pensei: “Eu não tenho GBA, será que eu nunca vou ter esse jogo? Será que nunca vou poder jogá-lo?”. Cheguei até a sonhar com o bendito Sonic Advance 3.

    Foi então que, num belo dia, eu tomei uma atitude: “Hoje vou descobrir o que são esses tais de emuladores [na época nem sabia direito o que eram] e vou dar um jeito de emular esse Sonic Advance 3”. Em uma ou duas horas, aprendi como tudo funcionava, e foi então que, pela primeira vez na minha vida, emulei um game. SONIC ADVANCE 3, rodando suavezinho na tela do PC. Foi um dos momentos da minha vida que mais fiquei feliz. Nem preciso dizer que joguei MUITO aquele game, não é?

    Com o tempo, fui jogando outros jogos e escolhendo os meus favoritos. E posso dizer que joguei muito GBA, pelo PC claro, mas foi muito divertido. Não gosto de RPG, e o GBA está cheio de RPGs, mas eu me divertia mesmo era com os side-scrollers. Enfim, GBA foi um marco na minha vida, por ter me divertido bastante e por ser o primeiro que emulei.

    Abraços, Gamer Caduco!

    • Gamer Caduco disse:

      Olha, só as palavras “Sou muito fã de Sonic, mas muito mesmo” do seu comentário já me deram uma empolgação tremenda, pois eu sou mais um grande fã do ouriço.
      Muito legal saber que o primeiro jogo que vc emulou na vida foi o Sonic Advance 3, curiosamente foi o que menos joguei da trilogia lançada pro GBA (pela foto do post acho que já dava pra desconfiar). Aliás, não faço idéia de qual foi o primeiro jogo que emulei, mas muito provavelmente foi algo de Master System ou mesmo Atari. De qualquer forma, preciso jogar a trilogia novamente até o fim!
      O GBA tem excelente opções de side-scrollers mesmo, aposto que foi uma época muito memorável pra vc. A diversão existe independentemente de vc estar jogando no PC ou no próprio console.
      Abraços e novamente obrigado pela visita e pelo comentário.

    • TH disse:

      Lembrou muito quando eu ainda não tinha o mega nem o Snes, e só falava disso nas revistas de video game, não tinha mais nada de Nes.

      Ficava namorando as revistas, olhava cada foto imaginando como deveria ser jogar. Até desenhava, e inventava a continuação daquela foto, rs.

      Quando eu finalmente ganhei meu Snes (na época já tinha sido lançado até o playstation), fiquei igual a vc, nem dormia, era muita felicidade. Com certeza um dos momentos mais felizes de minha vida junto com quando eu ganhei meu Bit System XD

      Me identifiquei muito com seu comentário!

  4. Bom artigo. Sempre quis ter um portátil pra passar o tempo que gasto em ônibus nas indas e vindas do trabalho. Porém, nunca tive condições. Hoje, considero um Dingoo. Pelo pouco que li, a emulação dele é satisfatória, mas tenho receio de que ele não consiga emular perfeitamente certos jogos de GBA, Super Nes, Arcade…

    • Gamer Caduco disse:

      Opa, obrigado pela visita e comentário.
      Então, eu tenho um Dingoo, inclusive foi nele que conheci alguns desses jogos de GBA. Isso no emulador nativo mesmo. Praticamente todos os jogos que tentei rodar nele funcionaram normalmente, exceto alguns que davam mensagem de que não poderia rodar no hardware, como se tivesse alguma trava anti-pirataria ou mesmo trava de região (por exemplo, os Dragon Ball: Legacy of Goku e o Buu’s Fury depois de certa parte).
      Super Nes eu não consegui rodar muito bem nem no Dingux, ao contrário de Mega e Atari que ficaram bons. NES, Master, Game Boy (classic e Color) e Game Gear rodaram bem no próprio sistema e emuladores nativos.
      Mais pra frente eu farei um post sobre o Dingoo, está na lista aqui. 🙂

  5. Cara, quando o GBA foi lançado eu pirei no treco, juntei toda a minha grana e comprei no lançamento, mas como eu ganhava pouco não cheguei a ter muitos jogos, e os alternativos eram horríveis porque simplesmente deixavam de salvar com o tempo, mas ainda sim conheci muito jogo bom para ele. Uns dois anos depois eu acabei trocando ele em uma tchulanga nova, e isso se tornou o meu segundo arrependimento com relação a vídeo-games (o primeiro foi ter vendido meu Super Nintendo). Mas felizmente no natal do ano passado minha esposa me deu um Game Boy Advance SP, minha salvação dentro do balaio lotado para o trabalho 😀

    • Gamer Caduco disse:

      Putz, eu sei como é. Pior que os cartuchos alternativos eram caros e tinham esse problema. Todos os que vc vê na foto aí são alternativos e todos já deixaram de salvar faz tempo, a bateria simplesmente não recarrega e vc se lasca. É triste. Ainda bem que vc recuperou o GBA, ainda pegou o SP, que na minha opinião é melhor que a primeira versão. Transporte público lotado e lento acaba se tornando momento de muita diversão com pouco conforto pelo visto, não? hehe
      Novamente, obrigado pela visita e pelo comentário! 🙂

      • Pois é, na época o único original que tinha era Mario Kart, tanto que foi o primeiro que comprei esse ano, e agora vou abastecer o bicho só com originais mesmo. O SP é bom por conta da iluminação e bateria interna, mas ele fica muito pequeno na mão e precisa de adaptador para os fones, isso é meio foda.

  6. TH disse:

    Muito Bom Cadu. Como vc disse, esse foi um video game muito bem vindo em uma época que só se pensava em 3D. Ele nos salvou e muito.

    Uma pena mesmo que na época em que jogávamos mais, tinha que suportar os cartuchos piratas perdendo os saves, dava muita raiva. Depois eu comprei o Flash Card e junto com vc fui lá trocar por um lite.

    Os Castlevanias dele são muito bons. E os Mega Man Zero são muito difíceis, o 2 está bem perto da dificuldade 8 bits que adoro.

    Esse foi meu primeiro video game que comprei com meu próprio dinheiro. Fiquei muito feliz quando o consegui, pois foi tb a primeira vez que comprei um video game logo em seu lançamento, pois na maioria das vezes, eu sempre demorava a ganhar o video game da vez. Muita satisfação.

    Realmente eu sempre ganhava de vc no Street mas sempre perdia no Kart, kkkkkkkkkkk. E já que foi depois de ver o meu gba que vc acabou comprando, eu preciso te mostrar mais uma vez o meu 3DS, agora com o Kart talvez fique mais fácil que vc resolva comprar um para a gente poder jogar novamente juntos, XD. Eu vou com vc novamente! Temos que manter as tradições.

    • Gamer Caduco disse:

      HUAHAUHAUA… “COOOOMPRE BATOM”!
      Quanto ao 3DS, vamos esperar o Vita sair, se for muito caro e eu ficar puto (o que deve acontecer), vou optar pelo Nintendo antes do Sony mais uma vez e aí mantemos todas as tradições.
      Vc lembra da dor de cabeça era esse negócio com cartuchos piratas? Eles não eram baratos e a gente vivia se lascando com perda de save games. Lembro-me muito bem do dia que perdi o save de Sonic Advance, eu fiquei muito irritado.
      E eu me lembro muito bem do dia do Lite, eu queria um também, além do Flashcard. Esse último eu achava fantástico! Mano, bons tempos, não? Era uma época muito mais tranquila que a atual.
      Cara, se não me falha a memória eu NUNCA ganhei 2 rounds em uma luta de vc. Era tipo uns 2 rounds por semana e olhe lá, era uma proporção absurda. No Mario Kart não era tão absurda assim a diferença entre as vitórias. Ou então eu sou pessimista e só lembro das derrotas! huahuaahu
      Valeu pela visita e pelo comentário, TH! Te avisei de que vc seria citado, o post já estava rascunhado na época.
      Abraços

  7. Willi JRCW disse:

    Gamer Caduco, o que eu vou escrever agora não é exatamente sobre a postagem, mas sobre o seu blog em geral.

    Você conseguiu realizar uma façanha que nenhum blog até agora conseguiu fazer, pelo menos comigo: você criou meio que uma “saga” da sua vida por meio de postagens, e todo dia eu entro aqui pra ver se tem uma postagem nova. Em outras palavras, você conseguiu que o leitor se prenda nessa sua saga e se interesse em saber como ela continua.

    A gente gosta de muitos blogs, acompanha muitos blogs, e claro, SEMPRE fica muito contente ao ver que o blog tem uma postagem nova. Mas no seu caso, a gente (eu pelo menos) chego a “ansiar” pelo próximo post, só para ver o que vai acontecer na “saga”.

    Caduco, eu tive que passar aqui pra escrever isso, porque você merece. Você tem um ótimo blog, e o seu dom de cativar as pessoas com os seus textos, pelo menos pra mim, me pegou em cheio. Uma vez alguém me disse: “Jamais diga ‘continue assim’, pois aí a pessoa vai continuar do mesmo jeito, e mesmo que já esteja bom, ela vai relaxar e não vai procurar melhorar. Nunca diga ‘continue assim’, diga ‘continue melhorando’, pois aí a pessoa não vai relaxar e aí sim, vai continuar o ótimo trabalho”. É o que eu digo a você agora, continue melhorando, seu blog tá muito bom e essa sua “saga” tá me prendendo pra valer.

    Grande abraço. Willi.

    • Gamer Caduco disse:

      Willi, fico lisonjeado com o seu comentário. Sério mesmo, li ele em um momento em que estava meio mal humorado aqui e meu humor mudou radicalmente e ficou ótimo!
      Eu fico muito contente que essas histórias acabam cativando as pessoas, até pq a maior parte das pessoas que conheço abrem os blogs mais pra procurar informações e reviews do que posts como os que estou fazendo, mais pessoais, focados nas minhas histórias com os consoles e mais pra frente com os jogos. São poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de post e eu sou uma dessas pessoas, sempre piro quando vejo uma história contada em um blog, é como um texto vivo, não sei explicar, mas acredito que vc entenda o que quero dizer.
      Quero agradecer de coração mesmo pelas suas palavras, se eu já tenho muita empolgação pra escrever aqui (apesar do pouco tempo), saber de tudo isso só aumenta a vontade de continuar . Gostei da explicação da diferença entre as palavras, portanto vou me empenhar aqui pra continuar melhorando. Isso é lição que fica pra vida toda, pra tudo que a gente faz, né? Acomodar jamais!
      Mais uma vez, obrigado pelos elogios. E pela visita contínua também.
      Abraços

      • Willi JRCW disse:

        Eu sou uma das pessoas que se interessa por esse tipo de texto também ^^

        Entre os textos que vejo nos blogs de games, os que eu mais curto são essas histórias. Inclusive, em matéria de gêneros de texto, essas histórias são o gênero que mais gosto de escrever, isso entre todos os gêneros, entre reviews, entre tutoriais, entre notícias, TUDO, o que eu particularmente mais gosto de escrever (e acompanhar, ler dos outros) são as histórias.

        Sobre aquela “lição de vida”, minha antiga professora de artes me disse uma vez. Acho que dá pra levar pra vida toda sim, é algo valioso!

        E não tem do que agradecer cara, a gente faz do coração mesmo! =D

        Grande abraço!

        • Gamer Caduco disse:

          Nesse ponto somos iguais então. Inclusive deixei isso claro em alguns blogs que misturam todos os tipos de posts.
          Bom, de novo agradeço visita e comentário! 🙂

  8. kanonclint disse:

    Bom, não não sou muito chegado à portateis, eu passo mau,devido ao fato de nunca conseguir encontrar a melhor posição para jogar , começa à me dar tontura, igualzinho quando leio alguma coisa no carro, ou no ônibus. Mas eu tenho o emulador aqui com alguns jogos que tenho a obrigação de jogar como os Castlevanias, por exemplo. Recentemente , eu cogitava comprar um 3DS , mas depois de jogar uma partida de Super Street Fighter IV, eu desisti. O portátil é muito bom, o efeito 3d é bem legal, e até a conversão do SSFIV tava excelente, o problema foi eu mesmo. Após a jogatina que deve ter durado uns 20 minutos, minha vista estava MUITO cansada, era um cansaço equivalente a um dia inteiro jogando PS3 na minha plasma de 42 , dai desisti de vez. Sorte que existe os emuladores para que eu possa aproveitar os grandes jogos destes pequenos consoles.

    • Gamer Caduco disse:

      Putz, Kanon, verdade! Já discutimos esse lance de enjôo antes lá no Retroplayers, não? É o tal do Motion Sickness. Vc não sente isso ao jogar o Batman? Eu tive esse problema ao jogar o Arkham Asylum, tô enrolando pra começar o City justamente por não querer passar mal.
      Enfim, ainda bem que os emuladores rodam bem os jogos dos portáteis mais antigos, assim vc não deixa de conhecer ótimos jogos. É ruim só que a geração que for a atual normalmente não roda, que é o caso do 3DS e provavelmente será o do Vita. Aliás, o 3DS estou com o mesmo medo que vc, estou achando que com alguns minutos de jogo eu vou estar enjoado e cansado, a não ser que eu desligue o efeito 3D. Mas daí vc mata o principal do videogame, isso desanima. Mas o TH está em campanha pra me fazer comprar um, só ler o comentário dele… hahaha!
      Vc já tentou jogar com ele mais afastado? Ou tipo tirando o olho da tela por alguns segundos a cada 10~15 minutos? As vezes ajuda um pouco, pra mim pelo menos dá certo.
      Valeu, Kanon!

  9. João Roberto disse:

    Muito bom teu texto.

    Lembro que quando vi pela primeira vez o GBA fiquei louco pra ter um, mas aqui na minha cidade era muito caro e não tinha jogos a venda por aqui, originais ou alternativos. Até o próprio vendedor disse que não compensava trazer do Paraguai, pois na época o povo só queria saber de PS2.
    Passei muito tempo pensando nele até que conheci os emuladores, mas nunca foi a mesma coisa. Quando consegui meu PSP tasquei o emulador nele e joguei muito mais os games para GBA do que os do próprio PSP (rsrs).
    E a retrocompatibilidade é um negócio muito bom mesmo, tanto que tenho alguns jogos do GBA que jogo no meu DS. Pena que nunca tive um GBA, mas quem sabe o que o futuro reserva.

    Mais uma vez, muito bom o texto e eu não conhecia o Gamercaduco, mas agora vou acompanhar.

    Valeu e T+.

    • Gamer Caduco disse:

      Nossa, eu me lembro que realmente na época do GBA a febre era o PS2, tanto que não era em qualquer loja do centrão daqui de SP que tinha o portátil.
      Eu nunca tentei emular o GBA no PSP, pelo visto fica bom, né? No PC não é a mesma coisa, tenho que concordar contigo.
      Sobre a retrocompatibilidade, legal que vc pode jogar o GBA no DS, fica uma experiência boa. Uma pena que o 3DS também não tem entrada para cartuchos do GBA, roda apenas do 3DS e DS. Seria bem legal se fizesse isso.
      Obrigado pela visita e pelo comentário!
      Abraços

  10. Pingback: Um Sonic na vida do Gamer Caduco – parte 3 | Gamer Caduco

  11. aki é rock disse:

    E ai Caduco beleza cara olha esse seu post foi muito bom lendo agora me fez lembrar de quanto eu queria um portatil pois nunca tive um e meus pais não tinha condições de me dar pois bem só fui ter o meu em 2008 .Tendo um PS2 com varios jogos legais mas sempre quiz ter um portatil para jogar quando coisas diferentes comprei ele usado me lembro de ter pagado R$ 240 reias nele cara.Ja´tinha visto ele por menos mas não vinha com caixa e manual e preferi pegar esse com tudo me lembro de ter parcelado em 3 x no cartão logo na outra semana comprei o The Legend of Zelda – Links Awakening DX usado na loja onde costumava comprar jogos de PSX e PS2 .
    Fora que um amigo meu me deu o F-Zero – Maximu Velocity hoje em dia compro alguns jogos e tenho o Golden Sun 1 e 2 com caixa só o primeiro tem manual e o Riviera – The Promised Land é isso ai continue sempre com belos post cara .

    • Gamer Caduco disse:

      Caraca, saiu num preço bom o GBA completo. Engraçado que dos jogos que vc citou eu acabei não jogando nenhum, acabei focando em outros tipos de jogos quando o tive (como eu disse, meu pai ficou com ele, GBA agora eu acabo jogando no Dingoo mesmo). O F-Zero eu nem sabia que tinha saído pro GBA, agora fiquei curioso, vou pegar e testar pra ver se é bom.
      E é muito bom ter portátil até mesmo pra jogar dentro de casa. As vezes alguém tá usando a TV e vc tá afim de jogar algo, acaba sendo a melhor saída. Muito bacana sua história com ele.
      Valeu Rock!
      Abraço

  12. Rapaz, esse portátil é fera mesmo! Eu quase comprei um mas na época o DS estava saindo e aí resolvi esperar pra pegar o DS. Mas GB Advance fez a minha alegria no emulador, e ainda hoje no meu Dingoo ele dá um show! Tem muito game divertido: Wario Ware, Rhythm Tengoku, Konami Crazy Racers, Puyo Puyo Fever, os Mario Advance, Riviera, entre outros clássicos! Foi um belo console e um sucessor adequado para o Gameboy original.

    Abraços

    • Gamer Caduco disse:

      Este foi um dos melhores portáteis de todos os tempos. A Nintendo querendo ou não é mestre nesse ramo, ela sabe como fazer e sempre contou com muito apoio das Third Parties.
      Cara, impressionante como o Dingoo roda bem os jogos de GBA, né? Também tenho jogado os jogos dele no portátil chinês. Mas o que eu queria mesmo era ter o DS pra jogar os jogos de GBA nele, queria ver se fica bom. Vc já fez esse teste?
      Aliás, o DS era um portátil que mereceria um post por aqui, muito embora eu jogue seus jogos no 3DS.
      Valeu Adinan.
      Abraço

  13. Pingback: PS Vita: Hardware não é tudo | Gamer Caduco

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