Cybergame: Um Presente Inesperado


Olá para todos os leitores. Hoje vou contar a história do console que acabei ganhando através de um sorteio realizado em Fevereiro de 2011 e que tem uma proposta muito boa: o console emulador Cybergame, da Dynacom.

Para esse post, gostaria de sugerir a todos que escutem inicialmente a música abaixo, um incrível remix da música Rise of Fall do Phantasy Star II feito pelo Eric Fraga, o Cosmonal do Cosmic Effect. Para quem não conhece, a música é o tema das batalhas aleatórias do jogo e foi a que eu escolhi para ser remixada, pois este era um dos prêmios do sorteio. Cliquem no play aí embaixo e divirtam-se:

Acredito que o texto é mais longo que o remix, então eu recomendo muito que vocês escutem os outros remixes feitos Cosmonal, que podem ser escutados através de sua página no Soundcloud. Realmente vale a pena escutar cada um, todos eles são ótimos, possuem muita qualidade.

Preparados para começarem a ler o post? Vamos lá!

Breve história sobre o console

O console.

Para ser sincero, não sei muito sobre a história do console. Sei que foi lançado no final de 2010 (acredito que em Dezembro) prometendo ser um emulador de diversas plataformas. Foi uma das últimas investidas da Dynacom antes que a empresa entrasse em uma possível falência.

O console foi enviado ao Gagá do Gagá Games para que fosse testado. O resultado e as opiniões dele podem ser visualizadas neste link (texto) ou neste (video).

Minhas considerações

Em um dos últimos lugares onde joguei futebol semanalmente, havia um senhor que sempre dizia “a intenção foi boa, só faltou acertar” quando alguém tentava algo na quadra mas acabava errando. E a frase se adequa perfeitamente para o Cybergame. Um console emulador que te permite jogar plataformas antigas sentado no sofá da sua casa é uma idéia genial! Conheço muita gente, incluindo eu mesmo, que não gosta de jogar no PC, prefere os consoles (por N razões).

Entretando, a idéia começa a ir por água abaixo quando você percebe que o console não consegue emular tudo da melhor maneira possível. Em alguns emuladores, ou falha o som ou não consegue manter a mesma quantidade de frames por segundo do console original. Ou ambos. O controle também é de qualidade ruim, tem um bom formato mas os botões e o direcional são meio durões. Com controles assim, hardware fraco e emuladores não funcionando 100%, fica difícil ver o console com bons olhos.

Apesar do bom formato (DualShock), os controles são meio que durões.

Outra coisa complicada é o próprio design do aparelho. Não que eu me importe com isso, mas é difícil querer deixar exposto na sala da sua casa um console que mais parece um brinquedo.

O Cybergame é uma grande idéia que não foi bem executada, assim como aquele chute pra pegar o goleiro adiantado que acabou batendo no travessão. Espero muito que algum dia alguma empresa possa desenvolver um videogame/emulador com melhores características. Algo como um Dingoo (ou similares) de mesa seria muito bem vindo. O que talvez complique são as questões legais envolvendo direitos autorais das ROMs. O que eu não concordo muito, já que são muitos os jogos que não trazem mais nenhum lucro para as empresas e/ou desenvolvedores dos mesmos. Nem que façam um Virtual Console que na verdade seja REAL, com jogos sendo comprados por download por preços extremamente baixos. São apenas idéias.

Minha história

Todo o kit do Cybergame

Eu gosto de lembrar da minha história com o Cybergame, mesmo que por trás dela estejam envolvidos fatos muito tristes que aconteceram com muitas pessoas da região serrana do Rio de Janeiro.

Estávamos no final de Janeiro de 2011, a região em questão estava sendo terrivelmente castigada pelas chuvas. Em uma iniciativa muito bacana, alguns blogs se uniram para tentar incentivar que seus leitores ajudassem as pessoas com contribuições, usando algumas das formas oficiais de se fazer isso (estavam todas em um link no próprio post).

Sincera e honestamente, a primeira vez em que o Gagá anunciou no Twitter e em seu blog sobre a ajuda, eu prometi ajudar com a quantia que eu pudesse doar. Porém, o dia passou e eu acabei me esquecendo. Em um dos últimos dias antes do sorteio, ele fez um novo apelo e eu coloquei um lembrete para não esquecer mais uma vez, já que não tenho a cabeça muito boa pra lembrar das coisas.

Dia 30 de Janeiro fiz a transferência para uma das contas credenciadas. Juro que na hora pensei se mandaria o comprovante ou não para o Gagá Games, já que eu não sou uma pessoa lá muito sortuda com sorteios. Mas resolvi que mandaria, já havia ajudado, não via problemas em fazer isso.

O tempo passou, eu acabei me esquecendo do sorteio. Chegou dia 03 de Fevereiro, que nem todo mundo sabe, mas é o dia do meu aniversário (não que eu me orgulhe disso, mas…). Enquanto eu fazia aquele check de redes sociais pra ver quem se lembrou dessa data tão mequetrefe (som de violino, por favor), vi um tweet do Gagá dizendo que o sorteio havia sido realizado, com um link que continha a lista de ganhadores. Como quem não quer nada, cliquei no link pra ver quais foram os felizardos a ganharem os prêmios sorteados pelos blogs. 5o colocado, 4o colocado, 3o colocado, 2o colocado, 1o colocado e… peraí, este sou eu! Caraca, ganhei! Como assim? Não acredito! Eu estava no meio do meu expediente, tava com trabalho até a tampa, mesmo assim tinha parado pra dar uma acalmada no estresse e acabei ficando feliz pacas, cheguei a comemorar meio alto, chamando atenção de alguns que trabalhavam em volta (imaginem a vergonha).

Como prêmios, ganhei o Cybergame, o direito de escolha de uma música de algum jogo retrô a ser remixada pelo Cosmonal (já mencionada no começo do post, espero que estejam ouvindo) e mais o jogo Freedom Force no Steam, doado pelo David Laks.

Um dos lados do manual do Cybergame.

Eu gostei muito de todos os prêmios, mesmo que eu não tenha conseguido jogar muito o Freedom Force por problemas com notebook esquentando. O Cybergame entrou para a coleção e a música eu realmente só tenho elogios e vivo escutando, já que no trabalho eu escuto 90% do tempo game music e remixes, já que estão em uma pequena lista de tipos de música que me relaxam em momentos de estresse.

Mais uma vez fica difícil elaborar Top 15, menções honrosas e piores jogos, já que dessa vez o post se trata de um console emulador. Então a minha proposta é avaliar cada um dos consoles que ele emula usando o mínimo possível de palavras, já que o post está bem grandinho. Vou jogar alguns jogos de cada sistema e dar meu veredito.

GameBoy: Graficamente não muda nada em relação ao portátil, porém o som as vezes não fica exatamente igual. De qualquer forma, a emulação vale sim a pena.
Jogos testados: Super Mario Land, Super Mario Land 2, TMNT: Fall of the Foot Clan, Tetris e Yoshi.

GameBoy Color: Pareceu rodar normalmente tanto na parte sonora quanto em quadros por segundo.
Jogos testados: Super Mario Bros Deluxe e Tetris DX.

GameBoy Advanced: Todos os jogos deram slowdown. O som pareceu rodar exatamente igual, só vi ficando estranho ao pegar as botas de velocidade no Sonic Advance. A imagem no Phantasy Star (Master System) do Phantasy Star Collection ficou tremida a maior parte do tempo, exceto nos calabouços que pareceu ficar mais rápido do que no console. A ROM “Super Mario Bros” (Classic NES) simplesmente travou o console, tive que resetar. O emulador de GBA nativo do Dingoo roda bem melhor que o emulador do Cybergame.
Jogos testados: Mario Kart – Super Circuit, Super Mario Advance 2 (Super Mario World), Castlevania – Harmony of Dissonance, Phantasy Star Collection (apenas o primeiro Phantasy Star), Street Fighter Alpha 3, Sonic Advance e Super Mario Bros (Classic NES).

Mega Drive: Todos os jogos rodaram com a quantidade de FPS reduzida. O som também rodou estranho, tanto as músicas quanto os sound effects. Alguns jogos ficaram mais alterados que outros, por exemplo, a música do Moonwalker não ficou com som diferente, apenas ficou um pouco mais lenta. Em compensação em Sonic 2, o som ficou totalmente alterado, rápido e esquisito. Jogar Streets of Rage 2 foi uma dureza. Os controles duros demais atrapalham bastante e algumas músicas ficaram totalmente comprometidas (especialmente a de chefe). Os efeitos sonoros de Castle of Illusion me lembraram Atari 2600 (com todo respeito ao console e aos jogos, mas o Mega Drive é muito mais poderoso pra sofrer esse tipo de comparação).
Jogos testados: Sonic the Hedgehog 2, Streets of Rage 2, Kid Chameleon, Castle of Illusion: starring Mickey Mouse e Michael Jackson’s Moonwalker.

NES: A emulação é boa, dependendo da ROM. Em Super Mario Bros, as músicas e efeitos sonoros ficaram “acelerados”, porém a jogabilidade foi tranquila. Não exatamente igual a jogar no console da Nintendo, mas bem próximo. Megaman e Castlevania rodaram com as músicas normais, porém com um leve slowdown que não chegou a atrapalhar. Contra não funcionou (pode ser a minha rom) e Battletoads mostrou tudo da tela de início e travou quando começaria o gameplay (pode também ser a rom).
Jogos testados: Super Mario Bros, MegaMan, Contra, Castlevania e Battletoads.

Super NES: Quase todas as ROMs funcionaram, a única exceção foi Super Mario Kart, que nem abriu. As demais rodaram com o som totalmente normal, porém a jogabilidade ficou com um leve slowdown.
Jogos testados: Chrono Trigger, Street Fighter II, MegaMan X, Super Mario Kart e, não riam, Futebol Brasileiro 96.

Sun Media 32 bit: Para quem não conhece, são jogos feitos para plataformas como os mpX da vida (mp6, 7, mais de 8000, etc). A maior parte dos jogos parecem ser chineses. São basicamente clones de jogos famosos (PacMan, Bejeweled, etc) ou jogos mais parecidos com web games. Todos que testei rodaram bem, só que nenhum mesmo me divertiu.
Jogos testados: Battle Ground, Bumper Cars, Burning Tetris, Crazy Car, Deep Killer, Deep Treasures, Egg Swallower, Elemental Spirit, Fruity Party, Ghost Worm, Go Bang, Jet Girl, MahJong, Mole Hunting, Orchard, Show Hand, Smart Blocks, Space Battle Ball e Yeti 3D.

Flash (SWF): Chegou a rodar todos os jogos, pelo menos a tela inicial. No caso do Super Mario World Flash, ele simplesmente fechava o jogo quando chegava o momento de jogar mesmo (após escolher a fase que vai jogar). Motocycle Racer ficou lento demais e não consegui fazer a moto acelerar, ou seja, não joguei. Os que rodaram, pareceram estar um pouco lentos.
Jogos testados: Extreme Racing 2, Grand Prix, Motocycle Racer e Super Mario World Flash.

Controle remoto, cartão de 4GB e leitor USB pro cartão.

Curiosidade: o controle remoto da minha TV influencia na navegação de menus do Cybergame!

Passei praticamente uma semana jogando novamente o console e essas foram minhas impressões. Espero que ajude quem considera um dia comprar o console pra ter na sala de casa um emulador. Vale mencionar que tudo foi testado com a firmware original, não cheguei a ir atrás de custom firmwares, troca/instalação de emuladores ou qualquer coisa do gênero. Talvez já exista algo que melhore a experiência.

Encerro por aqui minha história com o Cybergame, que envolve alguns blogueiros gamers que possuem muitas histórias interessantes em seus blogs. Quem não os conhece (eu duvido que ainda tenha alguém), recomendo que os visite, siga e acompanhe seus posts. E eu não estou puxando o saco, que fique claro que gosto muito de acompanhá-los, não foi a toa que acabei participando da ação, entrando no sorteio e ganhando. Recomendo aos novos jogadores e principalmente aos que estão chegando ou já passaram dos 30, como eu. Links para os blogs:

Gagá Games
Cosmic Effect

Até o próximo post, pessoal.

Grande abraço a todos!

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Sobre Gamer Caduco

Menino novo, com mais de 30 anos de idade, fanático por games de todas as gerações.
Esse post foi publicado em Consoles, Cybergame, Dynacom, Emulador, Game Music e marcado , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

15 respostas para Cybergame: Um Presente Inesperado

  1. Grande Cadu!!! Valeu mesmo pelos elogios e pô, o prêmio foi recíproco: você me deu ótimas escolhas de game music, coisa de quem tem bom gosto — juro que ainda faço aquela que escolheu de Final Fantasy, deixei na “to-do list” desde então — e acabou que um dos remixes mais legais que, pessoalmente, acho que fiz foi justamente o do seu prêmio 🙂

    E legal o post, você trouxe mais discussão “à mesa” sobre o lance das máquinas dedicadas somente à emulação. O Cybergame foi uma ótima idéia, talvez não tão bem executada como você bem colocou no artigo. Um bom controle, algo com a qualidade de um controle de console oficial, com um direcional de um Saturn da vida… ajudaria muito a popularizar um dispositivo desses não? Eles parecem deixar o joystick como a última preocupação, mesmo com a máquina emulando razoavelmente bem — caso do Cybergame — o controle atrapalha um pouco a experiência como você cita no post. E lembro que, pelos testes do Gagá, outros controles não são compatíveis, “out-of-the-box” pelo menos, uma pena.

    Valeu Cadu, abração!!!

    • Gamer Caduco disse:

      Opa, valeu pela presença e pelo comentário, Eric! O dia que sair o remix da música do Final Fantasy eu vou escutar com certeza! Vai pra minha lista aqui junto com os demais remixes feitos, caso seja tão boa quanto estes outros. Agora escolher a melhor fica difícil, sou suspeito, né? 😀

      E vc tem razão, se e os controles do tal console emulador tivessem o direcional do Saturn, seria um sucesso. E se fossem iguais ao controle de 6 botões do Mega Drive então, pode ter certeza que venderia que nem água. Ou até se fosse possível colocar os controles de outros consoles. Uma pena que o máximo que chega perto disso é o Retrode, que ainda não é a mesma coisa que um console de mesa. Outros controles não são compatíveis mesmo, apesar do encaixe ser o mesmo do Master e do Mega. Uma pena. É um pouco triste ver uma idéia boa ser destruída por uma execução não tão boa assim, mas isso não me faz deixar de gostar do Cybergame.

      Mais uma vez, valeu pela leitura e pelo comentário.
      Grande abraço!

      • Hehehe, valeu Cadu!

        E seu post deixa bem claro que você extraiu o que tem de bom no Cybergame, passou a “semana jogando nele”. Muito bom isso, e concordo com você, no final das contas o produto é muito bom pelo valor agregado. Pô, nele dá pra jogar Final Fantasy VI, Phantasy Star II, F-Zero, Star Fox, Revenge of Shinobi, Chrono Trigger, Castlevania, Sonic, Streets of Rage… que outro console de mesa faz isso? 😉

        Abração!

        • Gamer Caduco disse:

          Nenhum! No máximo o Dingoo e outros emuladores portáteis, mas de mesa só o Cybergame mesmo! 🙂
          Uma máquina que roda tantos clássicos tem muito valor. Inclusive eu passei a semana testando justamente porque pegava pra testar jogos de cada console e me empolgava jogando os jogos que escolhi pra emular. Tem como não se empolgar? Mais empolgado que isso só no console mesmo! hahaha!
          Valeu Eric!
          Abração

  2. O controle da minha TV também afetava o Cybergame, rs… bizarrice total 0_0

    E que pena que até agora ninguém parece ter se empolgado em pegar o bastão que a Dynacom (aparentemente falida) vinha carregando com o Cybergame. De fato, um Dingoo de mesa seria perfeito.

    • Gamer Caduco disse:

      Maldito filtro de spam doido de blogs, nem tinha visto seu comment, Gagá! kkk
      Sonhar não custa nada, né? Vou continuar sonhando com o console emulador de mesa do mesmo nível do Dingoo.
      Até dá pra ligar notebook em televisões hj em dia, mas são tvs modernas… legal mesmo seria ligar na TV de tubão velha e sair jogando!
      Valeu pela visita e pelo comentário! 🙂

  3. Leo S. disse:

    Caraca Cadu, só agora fui saber seu real nome e achei demais o trocadilho com o Gamer Caduco, huhahua, show de bola!
    Que legal que foi vc o grande ganhador!!! O QG Master participou do meme e como oferecemos premio tb eu não podia participar (pra não ter marmelada, rs). Mas que legal, só uma pergunta, vc não conseguiu dar um jeitinho de emular Master System nele?
    E parabéns pela escolha da música para o remix, o Eric arrebenta!!!
    Abração!

    • Gamer Caduco disse:

      huauhahua!
      Legal que tenha gostado do trocadilho, sou campeão em fazer trocadilhos ruins, pelo menos em um pareço ter acertado. 🙂
      Então, eu não cheguei a tentar, mas li em alguns forums que é possível rodar jogos de Master System se converter as ROMs para jogos de GBA. Ao mesmo tempo, vi gente reclamando no fórum que mesmo assim não dá certo, que não funcionam as ROMs convertidas, se é que entendi bem, funcionam apenas com emuladores de GBA para PC. Também li faz um bom tempo que sairia uma atualização que permitiria rodar jogos do bom e velho Master, mas nunca vi isso virar oficial. Não procurei recentemente por emuladores que pudessem ser instalados na firmware original (como é feito no Dingoo) ou alguma firmware customizada que já possuísse o emulador, mas há um ano atrás eu tentei encontrar e não consegui. Entre todos os problemas que o Cybergame tem, acho que o mais grave deles é não emular nem o Master e nem o Game Gear.
      Na época do sorteio eu não tinha ainda o blog aqui, embora tivesse vontade de criar. Acompanhava vários, mas muito raramente eu comentava algum. Eu só passei a ver o quanto vale receber um comentário depois de criar o meu, daí passei a comentar todos que podia! hahaha! Próxima vez que rolar uma ação dessas, vou querer participar como blog colaborador.
      E de fato ele manda muito bem mesmo! “TODOS GOSTA”! hahaha
      Valeu Léo!
      Abração

  4. kanonclint disse:

    Cara eu também não gosto de jogar no PC, faço isso somente no caso dos emuladores mesmo.
    Em relação ao Cybergame, eu tinha uma boa expectativa, mas depois de ver o video do gaga, isso já faz um tempo, eu desanimei legal.
    Nesse aspecto, eu sou um cara bem chato, se não estiver rolando o game em perfeitas condições, ou se eu não tiver os equipamentos necessarios para se ter a experiencia ideal , eu desisto na hora. Vou dar 2 exemplos : O primeiro foi no distante ano de 1993, quando saiu Street Fighter para o Mega drive, eu tava doente pra jogar, mas não o fiz até comprar o joystick de 6 botões, joguei só uma vez com o controle normal ( 3 botões ) , e foi uma das piores experiencias que tive na vida.
    A segunda vez foi em 2008,quando eu comprei o PS3, eu não tinha TV HD , e testei o Devil May Cry 4 na minha Sony Wega de 32 polegadas ( a melhor tv para resolução SD, que eu já joguei ) , e o game ficou parecendo de PS2. Só fui jogar meu recém adquirido console depois de um mês , quando juntei grana para comprar minha Sony LCD Bravia de 40 polegadas.
    E o caso do Cybergame vai por este mesmo caminho, se for pra jogar com esses pequenos problemas, prefiro continuar nos emuladoes mesmo.

    • Gamer Caduco disse:

      Entendo perfeitamente tudo que vc falou, não sei se eu teria o Cybergame se não tivesse ganhado, talvez para efeitos de coleção mesmo. Apesar que eu passei a gostar dele depois de jogar, não sei explicar, acho que a idéia dele me faz gostar dele, é algo que não sei explicar direito. Mas ao mesmo tempo, como disse, entendo sua opinião e concordo com ela, com certeza eu não recomendasse o videogame pra quem quisesse um emulador de mesa e fosse tão detalhista quanto ao funcionamento dele. Mais ou menos isso que quis deixar claro com a minha pseudo-análise neste post. 🙂
      Sobre o SF2 de Mega, cara, era frustrante jogar ele ou qualquer MK com o controle de 3 botões. Em casa dava briga, pq eu só tinha um controle de seis botões. Quem ia querer jogar com o de 3? Ninguém, né? Ficar apertando start é triste… pra quem faz combo jogando (não é meu caso, eu não sei jogar jogos de luta! kkkk), fico imaginando o tamanho da frustração.
      O lance do PS3 eu tenho história parecida… não lembro agora se citei no post, mas eu não queria comprar o console sem comprar uma TV de LCD ou LED junto. Demorei mto pra juntar esse dinheiro, vc não tem idéia! hahaha!
      Valeu Kanon!
      Abraços!

  5. Willi JRCW disse:

    Fala Cadu!

    Nossa, depois de ter tido praticamente todos os consoles existentes em sua vida, o cara ainda me ganha um sorteio de videogame! Aí é sacanagem ca população, pelamor! AahUAHaAhauHAUhauHAUhahUA

    Eu particularmente não sou fã desses consoles-emulador, pois na maioria das vezes são uma caca que não funciona direito (deixo claro: não estou desmerecendo, é a realidade). Claro que ganhar um sorteio valendo mais um videogame pra coleção, magina, até meu cachorro pula de alegria! \o/! Mas eu ainda ficaria MAIS feliz se ganhasse outro dessa geração, Wii ou Xbox, já que já tenho o PS3! xD

    Eu sou igual o kanonclint que comentou ali em cima, acho que até já falei isso… Se não é perfeito, eu não jogo. Um slowdownzinho uma vez sequer, e eu já corro procurar outra versão da ROM, trocar de emulador, ou mesmo abandono tudo. Por isso desbloqueei o PS3, pois nele eu tenho todos os consoles de 16 e 8 bits (e ainda o GBA) rodando a 100% de velocidade e sem NENHUM erro, e melhor, na TV HD!

    E de fato, esse quesito do design é um dos grandes problemas da Tec Toy (o próprio nome, TOY, lastimável). Deixaram o console realmente parecendo um brinquedo mesmo, deixa ele na sua estante pra ver se até sua mulher não começa querer mandar em você! xD

    Grande abraço Caduco. Ótimo texto. Tudo de bom pra você!

    • Gamer Caduco disse:

      Pra vc ver, os deuses dos games querem que eu continue colecionando. Eles só esqueceram de me mandar dinheiro, talvez eu não esteja rezando o suficiente! huahuahuahu
      O lance que vc fez com o PS3 é o mesmo que muita gente faz com o PSP, desbloqueia pra poder emular e tal. Eu acho muito válido. O que mata é que vc perde toda a funcionalidade online do videogame (fora o lance lá das atualizações e jogos recentes que vc comentou em outro post). Ainda sonho com o console-emulador que citei no post, com entradas pra joysticks de outros consoles, emulação perfeita e etc. Senão eu concordo com vc, como já disse inclusive na resposta pro KanonClint, não adianta mesmo vc ter um emulador e não conseguir rodar os jogos direito.
      Só uma pequena correção: o Cybergame é da Dynacom, e não da TecToy. De qualquer forma, a mulher já manda em mim, faz parte da vida! kkkkkkk
      Valeu Willi!
      Abração e tudo de bom pra vc tb!

  6. Willi Jrcw disse:

    Opa, fail! Me enganei! (na Dynacom e na mulher mandona…

    brincadeira! hahaha)

    Bom, quanto ao online, eu nem gosto mesmo, joguei, jogo e sempre jogarei offline, é sempre melhor com o amigo do seu lado do que do outro lado (do mundo). Se tem alguém que não é apreciador do online sou eu.

    Hum, agora aumentei minha velocidade de internet, então baixar jogos de mais de 10 GB deixou de ser problema. Agora, me considero tendo meu PS3 “completo”, com todos os seus recursos naturais e ainda os demais proporcionados pelo desbloqueio.

    Mas tá legal. Abração.

    • Gamer Caduco disse:

      Bom, a mulher não é mandona, ela simplesmente manda… um dia vc entenderá! hehehe
      Eu também acho que multiplayer legal é multiplayer local, falei isso no post sobre o Wii (que eu vi que vc leu e comentou). Ao mesmo tempo é legal ter o recurso disponível pra jogar com seus amigos de vez em quando. Não com desconhecidos. Mas quando eu falei “funcionalidade online” eu estava falando de tudo mesmo, por exemplo, a parte de troféus, jogos que vc compra via download (não sei se disponibilizam isso de outras formas, sei que no X360 é um pouco complicado de conseguir, pelo menos segundo um amigo meu dizia há 3 anos atrás), saber o que seus amigos estão jogando, entre outras coisas. Eu passei a gostar de tudo isso, acho interessante essas formas de integração.
      De qualquer forma, poderiam oficializar logo os emuladores, eu não pensaria duas vezes antes de pegá-los, nem que fossem pagos (dependendo do preço, claro). Mas é meio utópico isso, infelizmente.
      Valeu Willi!
      Abraço

  7. Pingback: DINGOO: OLD IS COOL! | Gamer Caduco

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