Review: Zillion II: Tri-Formation (Master System)

Olá para todos!

Resolvi enfim escrever meu primeiro review de jogo aqui no blog. Como prometi, não será um review totalmente técnico, embora tenha ficado pelo menos um pouco. Vou tentar adotar este formato e conto com a opinião de vocês para ver o que está bom e principalmente o que precisa ser melhorado.

Para que o post tenha um pouco de nostalgia, propositalmente escolhi o jogo que me fez pela primeira vez desejar um novo console na vida. O jogo em questão, como vcs já sabem pelo título, é Zillion II (ou Tri Formation) de Master System. Já falei um pouco sobre a história de desejar o console no post sobre o videogame de 8 bits da SEGA, vocês devem se lembrar.

Falarei antes um pouco sobre o anime no qual o jogo é baseado. Desejo a todos uma ótima leitura.

Akai Koudan Zillion

Zillion é um anime criado pela SEGA no final dos anos 80 em parceria com a Tatsunoko Productions. Ele foi criado, inicialmente, para que fossem vendidos tanto jogos quanto brinquedos produzidos pela empresa. O anime fez bastante sucesso, mas acabou sendo encerrado muito antes do previsto, com apenas 31 episódios. Isto ocorreu por conta de uma briga entre as duas partes, que levou ao encerramento do contrato. Por esta razão, o final do anime é um bocado sem sentido.

A história de Zillion se passa em Maris, um planeta que foi colonizado pelos terráqueos durante o processo de expansão territorial da espécie. No ano de 2387, o planeta é invadido por uma raça conhecida como Noza, que ali pretende perpetuar sua espécie. Eles possuem um poder militar superior ao dos seres humanos e nenhuma arma construída pelo homem parece ser capaz de derrotá-los. A situação começa a melhorar quando misteriosamente surgem três pistolas muito poderosas que são capazes de derrotar os invasores. Estas pistolas foram batizadas como Light Phaser Zillion.

Uma organização secreta de nome White Knights (White Nuts, no original) fica responsável por fazer o uso destas pistolas e resolve procurar os três melhores atiradores do planeta. Para isso contam com a ajuda de um computador, que seleciona os personagens principais do anime: JJ, Champ e Apple. Somente eles, munidos das pistolas Zillion, serão capazes de expulsar o império Noza de Maris.

Os 3 heróis do anime.

Para não me aprofundar muito sobre o anime, fica aqui o link da Wikipedia que conta um pouco mais sobre o anime, seus personagens e outras curiosidades. Se você não conhece Zillion e gosta de animações japonesas, recomendo que procure para assistir. É um bocado divertido.

História do jogo

Na última aventura dos White Knights (o primeiro Zillion de Master System), JJ se infiltrou no labirinto do império Noza situado no Planeta X para resgatar seus companheiros Apple e Champ. Quando reunidos, os três heróis foram capazes de programar a auto-destruição da base e sair de lá com vida.

Entretanto, algum tempo após esta última aventura, um pedido de socorro pouco compreensível foi recebido no quartel general dos White Knights. A mensagem foi enviada de um lugar longínquo do sistema planetário informando sobre uma gigantesca fortaleza do império Noza surgindo na galáxia.

Apple e Champ imediatamente partiram para investigar a fortaleza, mas acabaram desaparecendo. As últimas palavras que foram ouvidas de ambos foram “Salve-nos, JJ! O Barão Ricks…”.

Cabe agora ao valente herói equipar sua Zillion para mais uma vez salvar seus companheiros e frustar os planos do maléfico Ricks e do império Noza.

O jogo

Lançado em 1987 no Japão pela SEGA também em parceria com a Tatsunoko, Zillion II é um sidescroller de ação que possui fases alternadas entre dois tipos de jogabilidade, onde em um deles JJ percorre longos corredores com um triciclo que se transforma em robô, chamado de Tri-Formation (no anime, o veículo é conhecido como Tricharger); no outro tipo, o herói encara a fase a pé. Como disse, o jogo alterna entre estes dois tipos de fases, sendo quatro para cada estilo, totalizando oito fases.

Nas fases ímpares, onde controlamos o Tri-Formation, a tela se movimenta sozinha e o jogador poderá se abaixar apertando o direcional para baixo, pular com o botão 1 ou atirar com o botão 2. É possível movimentar o Tri-Formation pela tela com o direcional. O objetivo das fases é basicamente atirar em tudo que aparece e chegar vivo no final. Nelas surgem diversos inimigos, como guerreiros da tropa Noza que aparecem a pé ou com Jetpacks, canhões e outras máquinas e dispositivos de segurança das bases inimigas.

Fase com o Tri-Formation

Nestas fases é possível aumentar o poder da arma coletando os itens “Z” que aparecem na tela. O máximo que o jogador pode acumular são três e nada acontece se o jogador pegar mais desse item. Ao atingir o nível máximo, os tiros ficam maiores, mudam para uma cor mais clara e podem atravessar os inimigos, derrotando vários de uma vez. No nível máximo é possível derrotar inimigos mais resistentes com menos tiros. Com zero, um ou dois “Z” acumulados, o tiro permanece com o mesmo poder. Ao perder uma vida, o contador volta para zero.

Item “Z”

Dentro destas fases existem outros itens que podem ser obtidos. O item “L” serve para recuperar o life do personagem completamente. Já o item “A” serve para transformar o Triformation no Armorater, um mecha que serve de armadura para o personagem e que é capaz de voar. Para fazer a transformação, o jogador deve pressionar para cima e o botão 1. Nas fases cinco e sete do jogo, o jogador já começa com o “A”. E ele é obrigado a se transformar, pois o chão possui continuamente uma armadilha de alta voltagem, que vai tirando aos poucos o life do personagem. A partir dessas fases, o jogo fica parecido com alguns shoot’em up (ou shmup), com uma porção de inimigos e tiros aparecendo na tela. A dificuldade é bem menos acentuada que outros jogos do gênero, mas existe para dar certo trabalho ao jogador, especialmente na sétima fase, onde em alguns momentos a tela fica bem carregada de tiros.

Item “L”

É possível selecionar os outros heróis do anime, que são resgatados nas fases dois e quatro do jogo (falarei disso mais pra frente). Para isto, basta apertar qualquer botão no segundo controle ligado no Master System. Isso ajuda a recuperar todo o life do personagem. O problema é que cada um dos outros heróis podem ser utilizados apenas uma vez, mesmo que terminem a fase intactos. Por esta razão é bom que o jogador utilize este recurso com sabedoria.

Item “A” (esq.) e o Armorater (dir.).

Já nas fases pares, como foi dito, JJ terá de encarar seu trajeto a pé, enfrentando soldados Noza que podem vir também a pé ou com jetpack. Eles podem surgir andando, de plataformas altas ou mesmo pular de um buraco para surpreender o herói. Os botões continuam os mesmos, direcional para andar ou abaixar e os botões 1 e 2 para pular e atirar, respectivamente. A grande diferença é que a tela não se movimenta automaticamente.

Fase “a pé”.

Nas duas primeiras fases deste tipo de jogabilidade, ou seja, na segunda e na quarta do jogo, JJ poderá resgatar seus companheiros Apple e Champ. Como dito antes, estes personagens podem ser utilizados nas fases com o triciclo para auxiliar em momentos de apuros. Porém, eles não podem ser utilizados nas fases a pé. Outra coisa ausente nestas fases é o aumento de poder da Zillion. JJ terá disponível apenas o poder mais fraco da arma.

No final de cada uma das fases há uma porta que leva direto ao chefão. Ao todo são quatro (não diga!): o capitão do pelotão Olivion, o líder de defesa Radajian, o comandante supremo Alleevian e, por último, Barão Ricks, o Noza mais poderoso do exército invasor e arqui-inimigo de JJ.

JJ enfrentando seu arqui-inimigo, o Barão Ricks

Caso o jogador perca todas as suas vidas, é possível que ele utilize um continue. Para isso, ele deve apertar para cima e o botão 1 na tela de Game Over. O máximo de continues que podem ser utilizados é três. O jogo continuará a partir do começo do estágio onde foi perdida a última chance e não de qualquer check point.

Minhas considerações e história com o jogo

Zillion II não é um jogo difícil, mas também não é exatamente fácil. Ele possui dificuldade moderada. Além disso, ele é bastante curto. Consegui terminar o jogo esta semana em cerca de meia hora. Muita gente que pegar o jeito do jogo e o padrão dos inimigos também conseguem terminá-lo em pouco tempo.

Apesar de ser totalmente linear (diferentemente do primeiro jogo da série), é um jogo divertido e que vale a pena ser conhecido. Para mim está entre os melhores jogos do console não só pela nostalgia ou pelo anime em si, mas por sua jogabilidade mais descompromissada e sem grandes fatores complicantes.

Graficamente ele é bem bacana para um console de 8 bits, sendo muito mais bonito que seu antecessor. Já a parte sonora agrada bastante, apesar da repetição de músicas. As músicas são do próprio anime, brilhantemente reconstruídas em 8 bits.

Para mim é marcante utilizar este jogo como primeiro review aqui do blog, já que fala não só do jogo que me fez escolher aquele que considero como meu primeiro console, mas também foi o primeiro jogo que terminei na vida. Sem falar na paixão na época de criança que eu tinha pelo anime. Assistia o desenho todos os dias, mesmo vendo episódios repetirem inúmeras vezes.

Aliás, a emoção de derrotar pela primeira vez o Barão Ricks está viva até hoje na minha memória. Relembrei disso ao responder o RetroFast no Retroplayers que perguntou qual o primeiro jogo terminado por cada um dos membros da equipe do blog e pelos leitores. Quando respondi aquilo, parece que acabei vivendo mais uma vez aquela emoção de derrotar o ser mais poderoso do desenho, que ninguém conseguia atingir com as Zillion, mesmo ela tendo um tiro extremamente veloz.

Para finalizar o post, uma curiosidade que gostaria de contar é que na parte de trás da caixa tinha uma ibagem imagem que mostrava uma das fases a pé, só que na parte de cima da tela mostrava a potência da Zillion, além do life do JJ. Como se a mesma característica existente nas fases com o triciclo existissem no outro tipo de fase. Já a foto da fase de tricilo possui um indicador de combustível, que não aparece em momento algum do jogo. Eu fiquei maluco com essas coisas quando criança, procurei em revistas, tentava sequências malucas de botões em diversas telas do jogo, achava que era algo escondido nele. Sério, eu tentei de tudo! Até mesmo (muitos) anos mais tarde com o recurso de Internet mais presente em nossas vidas, tentei pesquisar a respeito, mas nada encontrei. Provavelmente tiraram alguma foto da versão beta do jogo que talvez tivesse esta informação, mas que na versão final removeram. Alguém sabe algo sobre isso?

Capa brasileira (clique para ampliar): o que faz o poder da arma lá em cima na fase a pé? E esse “FUEL” na fase de triciclo?

A capa européia também possui os detalhes.

Bom, pessoal, é isso! Demorou um bocado mas saiu um novo post. Ele ficou bem longo pra compensar (ou pra vocês me xingarem de vez). Peço desculpas pelo sumiço, ocorreram grandes mudanças na minha vida pessoal no último mês e isso acabou impactando diretamente o blog (entre outras coisas). Mas as coisas devem retomar o ritmo em algumas semanas.

Espero que tenham curtido o primeiro review postado aqui, deixem seus comentários sobre o que acharam. E sobre o jogo também, é claro!

Obrigado a todos pela presença!

Grande abraço e até a próxima!

Fim! 😀

Anúncios

Sobre Gamer Caduco

Menino novo, com mais de 30 anos de idade, fanático por games de todas as gerações.
Esse post foi publicado em Jogos, Master System, Review, Sega e marcado , , , , , , . Guardar link permanente.

36 respostas para Review: Zillion II: Tri-Formation (Master System)

  1. Poxa cara, ficou sensacional o seu review, isso que vc falou que não ia ser técnico.kkk
    Mas mandou muito bem e conseguiu atingir o principal objetivo, sim estou com vontade de jogar zillion agora.:)

    • Gamer Caduco disse:

      Pois é, eu acabei caindo na tentação de escrever algumas coisas sobre o jogo, de repente quando vi no primeiro rascunho ele tava quase 100% técnico. Vai entender… hehehe!
      Mas bacana, vc já chegou a jogá-lo antes? É divertido, vale a pena conhecer pelo menos.
      Valeu Leandro!
      Abraço

  2. Sabat Santos disse:

    Hummm, mas que Ping Back foi esse que me apareceu la no meu e-mail? Será o tal do blog do Caduco? kkkkkkkkkkkkk
    Achei ahuhuahahaa jaja eu leio mano XD

  3. Putz, Master é um console muito obscuro para mim, a coisa mais marcante dele que me lembro é quando eu moleque acostumado com o futebol de Atari joguei na casa de algum colega um futebol num controle quadrado, rzs. Mas bacana o texto cara, um dia, se eu não falir eu ainda quero comprar um Master só pra jogar todos esses clássicos que falam tanto, he he he.

    • Gamer Caduco disse:

      É o problema que eu tenho com o NES. Por mais que conheça os mais famosos, nunca peguei nenhum jogo do console pra destrinchar. Aquele futebol era bem divertido, mas jogar hj dá até desespero… hahaha!
      “Se eu não falir” é a expressão que vale para mim também, se eu pudesse eu teria todos os consoles já lançados. Pena que a realidade não permite, né?
      Valeu!
      Abraço

      • NES também conheço pouco, mas como na época havia um milhão de clones deles eu cheguei a jogar alguma coisa na casa de colegas, lembro de horas e horas com Battletoads e Tartarugas Ninja. Aliás, eu nunca coloquei as mãos em um NES original, rzs.

        Além de não ir a falência, arrumar um divórcio e afins, outro problema é o tempo para jogar tudo, eu mesmo tenho jogo para passar um bom tempo agora, e ainda tem jogos que comprei fora que ainda não chegaram, então tem que dar uma puxada no freio né, rzs.

        • Gamer Caduco disse:

          Tartarugas Ninjas é um dos poucos jogos que joguei do NES também.
          O NES original eu joguei menos de 5x na vida, era bem difícil encontrar no passado e hj em dia não é qualquer maluco que compra… heheh!
          Ah, o tempo… pouco tempo e fila grande de jogos, esqueci de dizer isso também na resposta pro João Roberto. Mas tem que puxar o freio sim, senão já viu, só aumenta a fila… hahaha! Tive que fazer o mesmo.
          Valeu!

  4. Dactar disse:

    Ótimo review Caduco!!!
    Eu só joguei Zillion 1 do Master e embora gostasse muito do jogo o personagem dava uma travadinha antes do pulo,isso me irritava um pouco,depois a gente se acostuma com o gameplay.Inclusive foi graças a pesquisas sobre o Zillion do Master,tempo depois,que eu entrei em contato com o Anime,que amei de primeira,baixei todos os episódios e fiquei fã das músicas também.O Zillion 2 ainda não joguei,emularei em breve e agora com seu texto fiquei com mais vontade de experimentar.
    Sobre esta curiosidade das capas,eu juro pra você que se você não tivesse posto a capa Européia junto eu ia suspeitar que a “barberagem” era da TEC TOY,he he he mas vejo que não…pode muito bem ser fotos de um BETA,como você mesmo sugeriu.Faz sentido.

    O Caduco me deixou confuso…
    Quando você diz:
    “Zillion II não é um jogo difícil, mas também não é exatamente um jogo fácil. Porém, é bastante curto.”

    Se não é difícil e não é fácil então ele seria MEDIANO?Quando você acrescenta o “Porém” dá a impressão que você tenta justificar o grau de dificuldade em relação ao tamanho do jogo,foi esta sua intenção?Afinal o que significa o “não é exatamente um jogo fácil”.Pelo seu texto parece que Zillion é mais difícil que este Zillion II,isso está correto?
    Caduco desculpe estar sendo chato neste ponto mas eu realmente não entendi se Zillion II é fácil ou não,aquela frase me pareceu “circular”.

    Grande abraço e continue forte com seu blog que está muito legal.

    • Gamer Caduco disse:

      Grande Dactar!
      Sem essa de “estar sendo chato”, curti bastante o fato de vc ter observado o problema no texto e tê-lo apontado para mim. Realmente ficou esquisito. Dei uma editada lá pra expressar um pouco melhor o que eu quis dizer. Sabe quando vc “vicia” em um texto? Foi o que aconteceu. Por mais que eu tenha lido e revisado o texto, passou esta pérola. Fora que foi uma parte que acabei editando algumas vezes, saiu uma abobrinha de ter misturado dois assuntos. Enfim… valeu demais pela observação! 😀
      Sobre o primeiro Zillion, cara, que ódio que eu tenho daquela travadinha que ele dá como se estivesse pegando impulso pra pular. Eu sempre me arrebento nas minas terrestres por conta dessa travadinha.
      Zillion 2 não tem nada a ver com o primeiro, é bem mais curto como eu disse (apesar de ter ficado confuso! hahaha). E, sim, o primeiro é mais difícil que o segundo. Mesmo assim, vale a pena ser emulado.
      Ah, e sobre a caixa, eu saí procurando a versão americana e a européia, a princípio também achava que era alguma edição mal feita pela TecToy, mas a culpa não foi deles. Não dessa vez pelo menos! hehehe
      Obrigado pelos elogios e, mais uma vez, pela dica também.
      Abraço

      • Dactar disse:

        Você também tem problemas com a travada do impulso?Acho que tentaram adicionar um elemento a mais na jogabilidade do personagem mas não ficou muito prático he he he.Sobre Zillion 2,agora ficou claro,entendido.Pobre Tec Toy…quase levou a culpa ha ha ha!

        • Gamer Caduco disse:

          Pois é, sei lá que raios a SEGA quis fazer com aquele impulso, não sei se quis incluir algum tipo de “realismo”, sei que não somos os dois únicos que reclamamos disso, já vi outros jogadores reclamando por aí. Mas foi o que vc falou anteriormente, a gente acaba acostumando, não acho que estrague o jogo.
          Valeu! 😀

  5. João Roberto disse:

    Cara, texto bacana, gostei. Me deu vontade de conhecer o anime. O jogo vai esperar um pouco, tenho muita coisa aqui para jogar e pouquíssimo tempo (normal, faz parte, rsrs).

    Não sou tão familiarizado com o Master, mas parece ser muito bom…

    • Gamer Caduco disse:

      Muita coisa pra jogar e pouco tempo parece que se tornou um padrão na vida dos gamers. Mas se vc não estiver querendo ficar muito tempo na frente do computador ou da TV, é uma boa opção.
      Valeu João Roberto.
      Abraço

  6. kanonclint disse:

    Gostei da estrutura do review. Primeiro uma analise mais técnica abordando os vários aspectos como jogabilidade, gráficos , e som, e depois, suas considerações pessoais sobre o game.
    As vezes é muito complicado falar de games que tiveram uma grande carga nostálgica, e ao mesmo tempo apontar seus defeitos.
    Zillion 2, para mim, foi um game bem mediano, mesmo eu sendo bastante fã do anime, não gostava muito das fases com a moto.
    Muito bom Cadu, no aguardo dos próximos reviews .
    Abraço.

    • Gamer Caduco disse:

      Opa, valeu pelos elogios, Kanon! Bom saber que pra um primeiro review eu consegui acertar em alguns pontos, vou ver se consigo melhorar nos próximos. Até achar a fórmula ideal vai levar um tempinho! 🙂
      Eu não diria que “as vezes”, mas “sempre” é complicado falar de jogos que possuem grande carga nostálgica. O mesmo vale para franquias que somos fãs. Nesse caso, juntou os dois.
      Enfim, sério que vc não gosta das fases de moto? Eu sempre achei bacana o fato de misturá-las com as fases “a pé”, mas confesso que preferia estas. E ainda prefiro.
      O primeiro Zillion vc curtiu mais?
      Valeu Kanon!
      Abraço

  7. João Roberto disse:

    Ah, só pra constar: Valeu a dica!
    Baixei o 1º episódio do anime, assisti e gostei bastante. Esse eu não conhecia, mas já deu pra ver que é bom, fora que já dei boas risadas com o JJ…

    • Gamer Caduco disse:

      Curtiu o Zillion então?
      De certa forma, ele é bem a cara dos anos 80, pra pessoas que curtem a época e animes é uma boa opção.
      O JJ é muito sem noção. Se vc continuar assistindo, vai ver muito mais coisas hilárias que ele acaba aprontando. Uma pena que são poucos episódios, deveriam ter tido mais. Ainda tem o OVA, que eu nunca lembro de assistir.
      Vc tá assistindo dublado ou pegou legendado?
      Valeu João!
      Abraço

  8. Ivo Ornelas disse:

    Fala Caduco, eu nem sabia que você tinha site = ) Acabei visitando e encontrando essa pérola chamada ZIllion. Adorei seu Review e infelizmente nunca joguei o Zillion de Master System, apesar de ter assistido o anime até o final. Se você quiser o link para baixar o anime completo e se você deixar eu posto aqui. Grande Abraço Caduco.

    • Gamer Caduco disse:

      Fala Ivo, valeu pela visita e pelo comentário.
      Quando puder, experimente os jogos para o Master System, ambos são divertidos. O primeiro é mais difícil e demorado, talvez vc se identifique mais (já que gosta de desafios mais “pesados”).
      Qual qualidade vc encontrou o anime? Recentemente vi que colocaram no ar uma versão dual audio em mp4, mas nem testei pra ver se está boa.
      Pra evitar dores de cabeça com direitos autorais e etc, prefiro deixar o link pra lá. Mas agradeço por oferecer! 🙂
      Engraçado que lembro bem de quase todos episódios, preciso só ver o OVA. Vc chegou a assistir?
      Valeu, Ivo!
      Abraço

  9. Caduco, gostei pacas do teu post, não achei técnico porque achei até uma semelhança com meu estilo no QG, falo do contexto e dou dicas para como jogar bem. hehehehe
    Zillion foi um dos jogos que sem malícia nenhuma joguei, porque era fã da série, quando moleque tinha chegado na fase 4 e já tava feliz. Pra mim, era difícil um game desses. Achava até que poderia em alguma fase precisar da pistola, pois pra mim era pra isso que tinha sido lançada a pistola. hahahaha
    Nostalgia esse jogo, lembro da minha infancia, lembro da meu inicio como fã de animes, antes mesmo de Cavaleiros do Zodíaco…
    Aliás, a capa aí lista 1 MEGA, mas pelo que me lembro o game tinha 2 MEGA… Não sei se tive uma ilusão de ótica. Muitas capas traziam fotos da versão beta ou da versão Game Gear, então já me acostumei com essas coisas estranhas. hehehe
    Abraços.

    • Gamer Caduco disse:

      Ô cara, valeu pelos elogios! Fico feliz que tenha curtido e honrado por vc ter comparado com seu estilo de texto no QG!
      Legal a sua história de imaginar precisar da Light Phaser pra jogar alguma fase do jogo. Eu tenho uma parecida, na verdade eu sonhava com um jogo de tiro com os personagens… o acessório foi inspirado no anime, tinha que ter, né? Aposto que muitas outras crianças na época também sonharam com isso. Grande mancada da SEGA, mas tudo bem.
      O jogo tem 2 MEGA? Eu não sabia disso, será que a TecToy se enganou ao produzir a versão brasileira da caixa? Fiquei curioso, vou dar uma pesquisada depois.
      Valeu pela visita e pelo comentário, Rodrigo!
      Abraço

  10. Cherry Pie disse:

    Zillion é o mais fodástico em todos os sentidos!!!
    Viu, aproveitando o ensejo, por acaso você não estaria interessado em falar um pouquinho sobre “Fantasy Zone” também??? Afinal, Opa-Opa também fez parte dos White Knights e, na minha opinião, ele é muuuuuuuuuito fofinho!!! Que tal um artiguinho especial, hein?? =)
    ***Se o J.J. não fosse tão tarado e miolo mole, eu até torcia mais para ele e a Apple ficarem juntos…
    (Opa, pensei alto!!! Sorry!!! =-P)

    • Gamer Caduco disse:

      Fala Cherry Pie!
      Então, na verdade eu escrevi um review sobre Fantasy Zone, o do Game Gear. Não aqui, mas sim lá no Retroplayers. Dá uma conferida:
      http://www.retroplayers.com.br/2013/retroreview-fantasy-zone-game-gear/
      Mas eu penso em desbravar a versão do Master e postar ou aqui ou lá. O Opa-Opa é um dos meus personagens favoritos, com certeza merece um artigo especial. Quem sabe? É uma ótima idéia! Já está anotada! 😀
      E, poxa, não fale assim do JJ. Eu curto demais as maluquices dele. A Apple tem uma quedona por ele, nós sabemos. Se a série tivesse durado mais, com certeza isso aconteceria um dia. Uma pena que acabou tão prematura, né?
      Obrigado pela visita e pelo comentário! 🙂

  11. Cherry Pie disse:

    kkkkkkkkkkkkkk
    É, confesso que é bem verdade!!!
    Se não fosse o J.J., acho que o anime seria sério demais… =-/
    O Champ é muito almofadinha de fato… metido a bonzão (apesar de também ter seus chiliques de vez em quando…kkk). Ri demais no episódio que o Opa-Opa descobre ele fazendo tricô…(Só ressaltando: tricô não desmerece a masculinidade de ninguém!!! Mas a reação dele foi muito cômica!!!Simplesmente hilária)
    Pelo que soube, seriam produzidos 52 episódios (+ ou – a média mesmo dos animes por aí…) mas aí teve aquela treta entre a Sega e a Tatsunoko e quem perdeu foram os fãs…
    Bem que podiam dar um jeito de a série voltar, e, quem sabe, lançarem novos jogos com as “novas temporadas”. Tipo, já que a Sega não está mais no ramo de consoles e acessórios, imagina sair um Zillion bem loko para Playstation 3 ou X-Box 360? Sei lá, só divagando… A gente pode sonhar, né??
    Mostrar os personagens evoluindo e amadurecendo… Acho que o J.J. seria tipo um Yusuke Urameshi… Num sei… para mim eles meio que se parecem em alguma coisa…
    Quanto ao J.J. e a Apple ficarem juntos, até acho que rola… mas penso que ele ia ter que rebolar um pouco, afinal a Apple é uma mulher de respeito! (não sei se você concorda… a Apple gosta do J.J., mas na minha opinião é ele quem é mais caidaço por ela…) não acha?? No fundo eu fiz o comentário porque tenho pavor a homem mulherengo… Me identifico com a Apple! kkk
    Mais uma vez (não sou a primeira que fala isso) parabéns pelo post!
    E pelo bom gosto!
    Zillion é foooodaaa!!
    Kisses da Cherry!!
    =^..^=
    ***Cherry Pie seria meu codinome se eu integrasse a White Knight…
    (Ops, pensei alto outra vez!!)

    • Gamer Caduco disse:

      auahuahuahuahuahu!
      Eu tô gostando dessa discussão de como seria, baseado na personalidade das personagens.
      Não só o JJ teria que rebolar um pouco (eu acho que seria “muito”, na verdade) pra conseguir começar como a Apple colocaria ele na linha rapidinho. Homem desse jeito mulherengo e metido a malandrão sempre encontra uma mulher de personalidade firme e acaba entrando na linha por causa dela, cansei de ver isso na vida! hahaha! Não sei como é no Japão, muito menos em Maris, mas deve dar esse resultado também, com certeza.
      O episódio do tricô é épico, o Champ fica muito incomodado que o Opa-Opa descobre! hahaha! O Champ é muito sério e muitas vezes é poser demais, mas eu gosto bastante dele também.
      “Zillion é foda”, essa frase resume bem o anime. É o meu xodó, talvez até meu favorito. Fez parte da minha infância.
      E eu não sei qual seria meu codinome para a White Knight… digamos que Caduco não seria muito bom. Um dia eu encontro algum. E Cherry Pie combinaria bem, pelo menos eu acho!
      E queremos nossos 21 episódios de volta… maldita briga de empresas! A gente que acaba se ferrando, sempre. Triste. Mas faz parte.
      Bjs e obrigado pelos comentários. 🙂

  12. Cherry Pie disse:

    EM TEMPO:
    Ah, muito obrigada pela dica do post no Retroplayers…
    Só é pena que o portátil da Sega seja um Game (come pilha pra caraca) Gear…
    É capaz de acabar a carga antes de fechar o jogo… kkk
    Beijos e boa sexta-feira 13!
    (Cuidado com o Jason!!! kkk)

    • Gamer Caduco disse:

      Putz, quase esqueci de responder esse…

      Eu sempre falo isso do pobre Game Gear. Não a toa na minha infância eu vivia grudado nas paredes com a fonte do portátil. Era um portátil não-portátil, por mais estranho que o termo seja. Eu contei um pouco disso aqui no blog e até lá no Retroplayers também.
      E certeza que as pilhas acabam antes de fechar o jogo… sacanagem, nunca vi algo consumir tanta pilha na vida! hehehe!

  13. Pingback: Hi☆sCoool! Sega Hard Girls | Gamer Caduco

  14. Pingback: Jogos Imperdíveis #1 – Master System | Gamer Caduco

  15. Pingback: Músicas Inesquecíveis nos Games – Parte 1: Memoráveis | Gamer Caduco

  16. Pingback: Algozes Gamísticos no Master System | Gamer Caduco

Deixe seu comentário sobre este post!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s