Preconceitos nos Games – Parte 3: Preconceitos dos gamers com os próprios gamers

Vocês já devem estar cansados de tantas reclamações sobre preconceitos nos games, né? Calma, vai piorar neste post. Como prometi, vou falar um pouco sobre o preconceito dos gamers com outros gamers. Quem quiser ver as duas primeiras partes, sobre preconceitos contra os gamers e/ou sobre preconceito dos gamers com os não gamers, basta clicar no(s) respectivo(s) link(s).

Acredito que devo começar com talvez o caso mais clássico de todos, dos gamers que preferem um tipo de jogo ou outro. Exemplificando, existem jogadores que se empolgam mais com um jogo difícil e desafiador do que um jogo que te prende mais pela história. E um gosta de criticar o gosto do outro. Eu já até falei sobre isso aqui no blog. Mas acho desnecessário esse tipo de discussão, cada um tem seu gosto, seu tempo livre, sabe o que é melhor pra ele.

Ou seja, a pessoa acha que o outro deve obrigatoriamente julgar como essencial o que o ela julga como essencial. Por exemplo, eu mesmo as vezes me pego tendo um preconceito enorme com quem se importa muito com gráficos. Estou meio velhinho já, vi quase toda evolução dos games, então não ligo tanto pra gráficos e normalmente me incomodo com quem dá tanto valor a isto. Acredito que um livro não deve ser julgado pelas suas figuras. Mas estou certo? Claro que não. Cada um sabe o que busca quando vai se divertir. Reconheço meu erro e estou melhorando. Mas parem de criticar jogos antigos por causa dos gráficos, seus pestinhas.

Pensando bem, talvez gráfico importe...

Pensando bem, talvez gráfico importe…

Vamos deixar claro aqui mais uma vez: jogar jogos que envolvem violência, sexo e outros tipos de conteúdo “pseudo-adulto” não fazem de você adulto. Jogar jogos com enredo forte também não. E jogar jogos com temática infantil não faz dos outros crianças. Então vamos deixar o ego e o preconceito de lado e focar no que realmente importa, a diversão! Independentemente do que te diverte.

Haters também geram muito preconceito contra marcas, personagens e jogos. Eu tento ao máximo não ser um, mas as vezes me pego chamando The Legend of Zelda de Overrated e tudo mais. Eu também falei sobre haters e fanboys aqui no blog quando falei sobre videogame ser entretenimento, então não sei se devo realmente me aprofundar mais. Mesmo que existam sim jogos que são super valorizados, especialmente pela tal “mídia especializada”.

Nesse caso, o pior é quando o jogador deixa de aproveitar muita coisa por puro preconceito contra uma marca “rival” da que ele prefere. Eu juro que compreendo quando isto é feito por uma pessoa nova, criança ou adolescente, mas passando disso eu acho que é uma besteira enorme. Cansei de falar isso aqui e por muitos lugares onde discuto sobre games, seja no mundo real ou virtual.

Istas sendo... istas!

Istas sendo… istas!

A pessoa que se limita por conta de uma marca ou nome é que está se prejudicando, deixando de ter ótimas experiências. Preferência é uma coisa, preconceito é outra. Mas o pior de tudo, o pior de tudo mesmo, é quando este tipo de preconceito é praticado pela tal “mídia especializada”. É de perder a fé na humanidade, cá entre nós. E isso não só falando contra, mas a favor também. “Santificar” uma marca ou jogo, ou seja, não permitir que falem mal, também é muito irritante. O mesmo tanto que alguém que fala mal de algo sem ter uma argumentação no mínimo convincente. Vira e mexe eu encontro alguma alfinetada totalmente gratuita em algo que nem faz parte do assunto discutido ou apresentado. Puro resmungo! Não tem outro nome pra uma atitude dessas.

E isso tudo vale pra discussões sobre PC versus Consoles, não só para marcas. Eu realmente não me conformo como as pessoas defendem tanto algo sem ganhar nada em troca. A não ser que sejam contratados e eu não tô sabendo.

Outro caso clássico de preconceito é com aqueles gamers que jogam apenas um tipo de jogo, normalmente MMORPG, FPS ou algum jogo vinculado a esporte (futebol especialmente). Pessoal, bem ou mal estes jogos também são jogos, não é porque a pessoa não quer investir tempo em um Battletoads pra quebrar a cabeça ou um Journey pela beleza artística que ele não deve ser considerado um gamer. Como falei, as pessoas sabem o pouco tempo livre que possuem, deixem elas investirem no que elas quiserem. Se elas passam o dia todo jogando FIFA/PES mas conhecem determinado jogo o suficiente pra entrar em uma discussão, não apelem pro argumento “mas você só joga futebol”. Já vi muito disso, não somente com os jogos do esporte. Já falei nos textos anteriores e repito, parem de se preocupar com os outros, preocupem-se mais com o que vocês querem jogar!

"Eu odeio este jogo - Tempo jogado: 15 dias, 21 h 40 m e 36 seg). Pior que conheço gente assim.

“Eu odeio este jogo – Tempo jogado: 15 dias, 21 h 40 m e 36 seg”. Pior que conheço gente assim.

Quem sofre bastante preconceito também na área dos games são as mulheres. Se eu chegar pra você, homem, e falar pra você imaginar uma mulher gamer, qual a primeiro pensamento que te vem em mente? Muita gente vai pensar que ela é meio macho, esquisitona, acima do peso, entre outras coisas que dá até processo se for mencionado aqui. E eu não culpo as pessoas que acabam tendo essa reação, pelo menos as que fazem isso por falta de conhecimento. Infelizmente as mulheres ficaram totalmente estereotipadas no nosso mundo dos games. Eu culpo ninguém querer mudar essa situação, isso sim!

É muito triste pensar nisso, ser mulher gamer deve ser realmente complicado. Até porque, além de sofrerem esse tipo de preconceito, tem todo aquele assédio que a gente já sabe. Mulher abre a boca no jogo e já aparece uns montes dando cantadas. Isso porque eu nem citei as comunidades gamers, como fórums, redes sociais específicas pra games, blogs e etc. E essas, se fazem sucesso, ainda ficam com aquela impressão de que só têm popularidade por serem mulheres, o que é outro tipo de preconceito. Ninguém vai querer arriscar a qualidade do próprio site chamando uma pessoa que só diz asneira pra fazer parte da equipe só porque ela é mulher, né? Deixem de ser machistas!

É mais ou menos assim que funciona o assédio para com as garotas gamers.

É mais ou menos assim que funciona o assédio para com as garotas gamers.

Não posso me esquecer de outro caso de preconceito que acontece muito mais com a comunidade retrô: o preconceito com novas tecnologias. Pois é, meus caros, já vi demais isso. É anunciar algo novo e já começa a chover reclamação por aí. Sensor de movimento e tela de toque são dois casos bem clássicos. Ambos foram chamados de tecnologias para jogadores “casuais”, isto dito sempre pelos que se auto-denominam “hardcore”. Olha, eu também prefiro jogar no bom e velho joystick, mas não desprezo essas tecnologias. Nunca o fiz. Eu me diverti a beça com títulos como Rayman Raving Rabbids, aliás, especificamente com esse jogo eu vi todo “tipo” de gamer se divertindo. Acho que o mesmo vale para WarioWare: Smooth Moves! Entre tantos outros.

Preconceito também sofrem os jogadores, digamos, menos habilidosos. Na verdade esse termo é ruim, pois muitos não possuem tempo pra ficar treinando. E aí começam a surgir os já conhecidos xingamentos, como noob, beginner, mediano, ruinzão e por aí vai. Pessoal, nem todo mundo se dedica tanto a um tipo de jogo e as vezes nem aos jogos no geral, por mais que gostem. Eu por exemplo me considero um jogador bem mediano. Em jogos de luta então, sei que sou péssimo. E isso não me impede de jogar contra os amigos (não sempre, pelo menos, já que eu tô fugindo bastante deles ultimamente), mas me faz evitar de jogar contra desconhecidos. Acho que todo mundo merece o devido respeito, independentemente do quão bom ele é no jogo. Tirar sarro do amigo é aceitável, desde que seja de forma saudável. Inclusive faz parte do jogo, não é mesmo? Isso na opinião do velho Caduco aqui.

"Pare de atirar, idiota! Nós estamos no mesmo time!". Calma, nenê! Que tal ensinar ao invés de gritar que nem imbecil?

“Pare de atirar, idiota! Nós estamos no mesmo time!”. Calma, nenê! Que tal ensinar ao invés de gritar que nem imbecil?

O mesmo vale pra quem usa Save States nos jogos antigos. É realmente necessário escrachar quem usa o recurso? Claro, quem o faz não tem a mesma experiência de quem jogou o jogo no videogame, passou nervoso morrendo e tendo que repetir fases. Mas as vezes o/a gamer só quer ver como é o jogo, mas sem ter que apelar pra vídeo ou outro tipo de detonado (o que pra mim é muito pior). E não tem tanto tempo pra ficar decorando fases ou morrendo e voltando o tempo todo. Eu acredito que isso vai manter ele sem habilidade necessária pra terminar jogos similares, até porque vai faltar treino. Mas não podemos simplesmente desrespeitá-los, cada um no seu cada um. Vale tirar um sarro daquele seu amigo que usou o recurso pra terminar um jogo que você terminou no próprio console. O que não vale é se vangloriar por ter terminado um jogo sendo que usou Save States do começo ao fim. Aí a esmagadora maioria dos jogos fica fácil mesmo, a pessoa fica se achando por quê?

Pra fechar, há até quem critica quem coleciona jogos. Ou a forma como é feito o colecionismo. Caramba, gente, qual que é o problema em guardar jogos e tentar preservar um pouco do passado daquilo que tanto gostamos? Se a pessoa tem condições financeiras disso, se tem tempo de continuar dando manutenção para que as coisas fiquem funcionando e tem espaço pra guardar tudo, qual é o problema? As vezes me dá uma sensação de inveja. Desculpem os que pensam dessa forma, mas é o que parece mesmo. Agora, concordo que o preço super valorizado das coisas por ter virado moda colecionar games é algo muito irritante. As vezes deixamos de contemplar um jogo ou outro por conta dos preços inflacionados. Mas aí é um assunto que precisaria ser melhor elaborado em um texto específico, melhor eu não me aprofundar tanto mais. Só peço para que respeitem quem curte este tipo de hobby.

Como alguns enxergam o colecionismo de jogos. Uma visão "nada" radical.

Como alguns enxergam o colecionismo de jogos. Uma visão “nada” radical.

Acima de tudo, meus caros, temos que parar de nos preocupar tanto com os outros. O negócio é mantermos o foco em nós mesmos, naquilo que gostamos e queremos jogar. Se os outros querem se divertir de outras maneiras, seja inclusive em outras formas de entretenimento, deixe-os. Eles sabem o que estão fazendo. A vida é deles, então por que se meter?

Opiniões e gostos divergentes sempre vão existir e agradeçam por isso, se todo mundo fosse igual o mundo seria uma grande chatice. Então que tal termos mais respeito e aceitação com a opinião dos outros?

Se você acha que é um “gamer de verdade”, então vai lá jogar videogame, que é isso que gamers de verdade fazem. O resto é puro mimimi, inclusive estes três posts que coloquei no ar. Mas eu juro que fiz tudo isso na melhor das intenções. Pena que eu acredito que esse texto não vai atingir as pessoas que realmente precisam desse tipo de puxão de orelha, já que os frequentadores do blog sempre demonstraram que não precisam disso. Pelo menos os que se manifestam. Então peço desculpas a vocês por essa série de reclamações.

Este é um "gamer de verdade". E você, o que é?

Este é um “gamer de verdade”. E você, o que é?

Aqui entre nós, não sei qual a idade de cada um de vocês, mas chega um momento da nossa vida que a gente percebe o quão curta ela é e o quanto deveríamos investir melhor nosso tempo em momentos que nos proporciona prazer (parem de pensar besteira, seus impuros). Ficar gastando tempo com mimimi? Pra quê? Eu mesmo não sei porque estou descarregando esse monte de caracteres aqui. Talvez pelo fato de estar cansado dessas guerrinhas desnecessárias. Fico aqui pensando, quando é que vamos ter paz em um mundo onde as pessoas se desentendem até por causa de entretenimento?

Depois a pessoa chega dizendo tipo “ain, não gótu di futibóu puquê eles bigam u tempu todu e fazem muito baiuiu”. Mas aí sentam na frente do computador para falar sobre jogos e faz a mesma coisa nos textos e/ou comentários. No mundo “real” não pode e no “virtual” pode? Ou é porque futebol é algo mais popular e vocês não gostam de coisas populares? Tem algo muito errado aí, galera. E eu não estou defendendo o esporte, peguei bronca do profissional há um tempo por outras razões. Só enxergo que não dá pra pessoa usar um argumento contra algo sendo que ela tem o mesmo comportamento em outros assuntos. E futebol foi só um exemplo, não precisam defender nem atacar o esporte, o assunto não é bem esse.

Para muitos Internet é coisa séria mesmo. Relaxa, galera, muito melhor discutir os assuntos de maneira educada e racional.

Para muitos Internet é coisa séria mesmo. Relaxa, galera, muito melhor discutir os assuntos de maneira educada e racional.

Que tal deixarmos o ego de lado na hora de falarmos sobre aquilo que gostamos? Um amigo meu mostrou um vídeo que se aplica bem a quem acha que é tão superior assim. Recomendo que assistam, mesmo que não tenha a ver com games, acaba sendo uma lição de vida e de forma muito bem humorada. Tem muito a ver com quem somos, talvez alguns até já tenham assistido. Cliquem aqui se tiverem a curiosidade. O vídeo parece longo, mas passa rápido e vale muito a pena.

Galera, basicamente é isso. Eu vou prometer aqui: agora que o blog voltará à programação normal e menos “reclamona“. Sabem como é, a idade vai chegando e a gente vai ficando menos tolerante. Mas a vida é curta demais para gastarmos tempo guardando rancor ou mágoa das coisas, ou pra ficar odiando algo ou alguém, em especial quando envolve entretenimento, que é algo que deveria divertir (ou ser ignorado, caso não cumprisse com este objetivo). Na boa, existem motivos muito maiores para nos preocuparmos. Então vou voltar a falar sobre uma das coisas que faz com que a gente tenha bons momentos na nossa vida: os video games. Foco, Caduco, foco!

Mas se vocês se lembram de outro tipo de preconceito de gamers contra gamers e/ou possuem opinião contrária a minha em um ou dos mais pontos citados, digam lá no espaço dos comentários e vamos discutir o assunto. E com consciência, é claro!

É isso!

É isso!

Mais uma vez agradeço a todos pela visita e pela leitura.

Grande abraço a todos e até a próxima reclamação o próximo post.

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Sobre Gamer Caduco

Menino novo, com mais de 30 anos de idade, fanático por games de todas as gerações.
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15 respostas para Preconceitos nos Games – Parte 3: Preconceitos dos gamers com os próprios gamers

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  3. Randomk disse:

    Mais um texto epyko caduuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu( leia com voz de lobo )

    Graças a vc hj eu sou um colecionador e minha mulher quer matar a todos estante ! Brinks ! Você sempre mostra uma visão muito boa sobre quem realmente importa o gamer ( independentemente do tipificação ) isso sim eh foda !

    Acho que faltou falar do last of us , de resto ta tudo ótimo !!

    Abs

    • Gamer Caduco disse:

      Que ótimo, fiquei um tempo rindo da voz de lobo! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Eu não tenho culpa nenhuma de vc ter virado colecionador, pare com isso. Daqui a pouco tô eu com a mira laser no meio da testa e sua patroa puxando o gatilho! huahuahuahuahua

      O que mais tento fazer por aqui é “apaziguar” as coisas, nem que pra isso eu tenha que puxar a orelha de todo mundo, inclusive a minha pq algumas dessas coisas vira e mexe acabo fazendo. Todos nós, né? Aí o que era pra ser diversão começa a se tornar chateação. Já tive problemas com isso em outros meios de entretenimento, não quero ver isso acontecer com o que mais gostei a maior parte da vida.

      E eu já falei minha opinião sobre TLoU zilhares de vezes! kkkk

      Valeu RandomK! E lembre-se que nada é randômico de verdade! huahahua

  4. Felps disse:

    Boa Cadu, eu odeio a Nintendo e quero que todos os WiiU explodam … mentira. .kkkkkk
    Eu fico zoando a NITETO mas eu sempre joguei qualquer coisa em qualquer console, só não compro todos por 3 motivos: 1. Dinheiro, 2. Falta de tempo e 3. Mais dinheiro.
    E vc me convenceu a comprar o 3DS, que eu já quero jogar pela janela por causa do maldito jogo do DK 3D.

    De resto, bom texto, vamos usar o tempo de reclamações jogando, pq tá cada dia mais difícil achar tempo pra isso!

    • Gamer Caduco disse:

      Falaí seu hater da Nintendo, como vai o 3DS? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Eu por mim também compraria de tudo, mas além da falta de dinheiro, tem a falta de espaço. Isso sem falar na falta de tempo. É aquele velho dilema:

      1- Eu trabalho e tenho dinheiro pra comprar alguns ou muitos jogos. Mas não tenho tempo pra jogar;
      2- Eu não trabalho, tenho todo tempo do mundo pra jogar. Mas não tenho dinheiro nem pra comprar console e muito menos os jogos.

      Pra piorar os jogos tão custando cada vez mais caros e aqui no HUE BR então são mais caros ainda. Mas isso é outro assunto, né?

      Importante é se divertir com o que tem em mãos e não ficar fazendo mimimi. Já vi muita gente fazendo mimimi por inveja por falta de dinheiro e por falta de tempo também. Não quis citar no texto pq senão vai surgir a galera com mimimi de ostentação e se bobear cai até em politicagens. Aí eu vou perder a linha, odeio o assunto.

      E o seu desfecho é exatamente o que eu quero que se espalhe para todos os jogadores: parem de perder tempo de mimimi e gastem o tempo jogando, pq esse tá cada vez mais curto nessa era maluca do planeta.

      Valeu Felps!

  5. kanonclint disse:

    Olha Cadu o que mais me irrita nesse meio é a reclamação pela reclamação, e a recorrente utilização do expediente de ” Dois pesos e Duas medidas”. Os argumentos rasos e a birra gratuita.
    Eu acho que falta senso critico e respeito por boa parte dos jogadores.
    Peguemos o exemplo de um jogo como Zelda , que você citou. Eu também acho ultra, giga, mega,master , blaster……….. overratead . Mas daí eu dizer que o jogo é um LIXO só porque EU não gosto é uma p…..ta falta de bom senso, e critica. E isso acontece muito viu, principalmente por aqueles mais experientes .

    • Gamer Caduco disse:

      Putz, como sempre vc pegou o espírito da coisa. Eu me irrito demais com esse negócio. Na verdade o termo “lixo” por si só já me irrita o suficiente. O que é lixo pra um pode ser a melhor coisa do mundo pro outro. E usando isso levando em conta o gosto pessoal, como vc mencionou, é pior ainda. É total falta de argumento. Aliás, isso vejo muito por aí. A pessoa não gosta de determinado jogo ou franquia e sai espetando em qualquer assunto rolando. Estamos falando de jogo de corrida e a pessoa fala que odeia Zelda. Do nada! Tudo a ver, né?
      Ainda sobre o assunto, eu me incomodo profundamente com quem se deixa levar pelo que a “mídia especializada” sugere, por exemplo o tal The Last Of Us. Falaram tanto desse jogo que eu tava esperando pela oitava maravilha do mundo, algo totalmente diferente de tudo que já vi na vida e no fim me deparei com um ótimo jogo, muito bem produzido e programado, mas que não me cativou nem um pouco. Por causa disso vou falar que o jogo é um “lixo”? Não. Falei que ele foi ULTRA valorizado, mesmo sendo um bom jogo. E tem muita gente que desce a lenha em mim por eu ter dito isso, parece que não entendeu que eu achei o jogo bom, só pega a parte do overrated. Ou seja, é muito complicado usar o termo, as pessoas nunca aceitam isso direito.
      E, sim, ultimamente os tais “mais experientes” tem exagerado um bocado nesse lance de “lixo”. A gente devia começar a cobrar “taxa do lixo” pra galera deixar de usar o termo, com certeza seria muito menos irritante.
      Enfim, acho que é isso!
      Valeu KanonClint!

  6. Aew Caduco… até que enfim acabou essa chati… digo, essa série de textos maravilhosa 😛

    Cara, muita coisa que você falou, mas eu vou pegar um exemplo que você citou e dar a minha opinão sobre grande parte do assunto. No caso dos gráficos por exemplo, tem o pessoal que perde a linha mesmo. O problema não é o jogo ter gráficos bons, muito pelo contrário, quanto melhor o gráfico de um jogo for, ótimo. O problema é quando a produção foca tanto nisso, que o resto do jogo fica mais ou menos. Na minha opinião ele só não é o essencial, afinal, um gráfico ruim dá para aturar, já jogabilidade ruim não rola. Mas tem gente que se embola nessas opiniões e acaba falando merda.

    Agora, legal você ter citado o lance dos retrôs: na boa, ô povinho chato! Cara, eu sou colecionador, eu realmente jogo coisa velha, mas se tem uma coisa que eu não tenho é essa adoração pelo velho. Claro que existem casos aonde realmente algum jogo antigo de uma série é melhor do que um novo, mas no geral, os novos são sempre melhores, afinal são evoluções dos antigos. Não é atoa que eu sempre estou mais empolgado com os lançamentos do meu console mais atual, do que uma possível compra de jogo antigo para um console velho que eu tenho (mas também me empolgo, rzs).

    Outra coisa que já deu no pé é esse lance de “antigamente era mais difícil”. Sim, alguns jogos atuais são um pé de tantas facilidades e tutoriais, mas comparar com uma época em que eu tinha o dia inteiro para jogar, um jogo apenas, sendo que se eu fosse passar ele direto não dava duas horas de jogatina, é o cumulo. Eu gosto das coisas justas, me ofereça dificuldade, mas não fique me frustrando, me matando do nada e fazendo eu voltar lá na pqp. Nem Metroid Prime fez isso mais, e continua tão bom e desafiador quanto.

    Enfim, parabéns pela série Caduco, agora larga a mão de ser fresco e vamos marcar uma jogatina de MK8 pra eu espancar você na pista… seu fraco! Hwa hwa hwa… abraço!

    • Gamer Caduco disse:

      Que bom que odi… digo… que gostou da série! Eu também fiquei de saco cheio… digo… fiquei contente em escrevê-la até o fim! kkkkk

      Então, sabe o que me frustra no caso de gráfico? É a pessoa deixar de jogar um jogo pq tem gráficos da geração anterior ou qualquer desculpa esfarrapada assim. Um exemplo é o Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário pra PS3. Lembra do Bravos Soldados que jogamos na BGS? Então, o antecessor dele vi muito nego reclamando que “tem gráficos de PS2”, só que o jogo tem jogabilidade melhor que o sucessor dele, mesmo com gráficos piores. Até aí a gente pode discutir isso, mas deixar de jogar o jogo por conta dos gráficos? Para né? Tá parecendo aquele negócio de “mãeeee num gótu di bróculis” / “mas vc comeu já?” / “não”. Julgar pela aparência é tenso. Mas fazer o que? Tá cheio disso por aí e não só com games.

      Sobre os jogos novos x antigos, nem sempre são evoluções. Quer dizer, pensando em idade é evolução, mas tem alguns jogos que deixam a desejar em relação aos antigos. Quer um exemplo? Sonic! Eu gosto mesmo dos jogos novos, quase chorei com Generations, até hj jogo o Colors. Mas não consigo achar que algum jogo lançado tenha superado o 2 do Megão. Por isso sempre que alguém me diz algo similar eu aceito, mas chamar de “lixo” os jogos mais recentes eu acho um tremendo exagero. O foda que os retrôxiitas agem exatamente assim, com diversas franquias e até comparando jogos antigos com novos que não são de uma mesma franquia. A bobagem maior é deixar de conhecer algo pq é novo ou pq é velho, importante é jogar o que a gente gosta, né? A gente sempre se empolga com essas compras, não tem jeito… eu sou igual! ahuauhhauhaua

      O negócio da dificuldade me irrita pq eu não acho que seja sinônimo de diversão. Já postei sobre isso e vc sabe… hehe. Tem dias que vc chega destruído em casa de tanto problema que passou no trabalho/trânsito/etc e a última coisa que quer é algo que te irrite, ou algo que te dê mais dor de cabeça. Nessas horas, pelo menos pra mim, jogar algo difícil é um tiro no pé com a Mega Buster do Mega Man carregada no máximo. Claro que antigamente era mais difícil, tinha que ficar repetindo as coisas zilhares de vezes pro jogo ter o tal do fator replay e demorar mais pra acabar, ainda mais naquela época que a gente tinha tanto tempo disponível. Agora os desafios são outros. Vou te falar que tô encarando o tal do Demon’s Souls que te faz voltar pro começo da fase sem todas almas que coletou sempre que morre e estou querendo arrancar os cabelos fora, não é todo dia que tenho paciência pra jogar isso não.

      E bora pro Mortal Kombat 8 sim, tô contando que em breve eu tenha esse tempo pra jogar online pelo menos um tempinho. Tô treinando no 7 enquanto pego o raio do transporte público, o melhor tempo que tô tendo pra jogar ultimamente… kkkk

      Valeu Tchula!

      • Então Caduco, mas eu me referia a evolução dos jogos bons… sacanagem! Hwa hwa hwa. Sim, nem sempre as coisas melhoram, eu falei de uma forma mais generalizada mesmo. No caso de Sonic, eu acho que o grande problema dele é ter a sua criação atrelada a um conceito velho e que não faz mais nenhum sentido: ser a antítese de Mario e provar que o Mega tem um melhor processador que o Snes. Eu sempre tive a impressão que os desenvolvedores nunca conseguiram se libertar totalmente desse conceito, a premissa de ter um personagem que simplesmente corre muito persistiu no 3D e nunca mais funcionou da mesma maneira. Acho que o que falta para Sonic é justamente isso, evoluir.

        Sobre jogo velho, jogo novo, gráficos bons, gráficos ruins, eu sempre digo uma coisa: jogo bom sempre deve ser jogado, o resto é bobagem.

        Dificuldade é algo que eu gosto, mas gosto de quando é um lance justo. Quando é difícil porque EU errei, mas eu sei exatamente o que fazer, beleza, agora quando a dificuldade é descabida, então eu realmente não tenho paciência nenhuma.

        E nem acredito mais nas suas promessas de MK8, hwa hwa hwa.

        Abraço!

        • Gamer Caduco disse:

          Cara, sei lá se querem ser a antítese de Mario, acho que estão perdidos mesmo. Já tão colocando até puzzle em Sonic. E botão de correr. Daqui a pouco ele come cogumelo e cresce, solta bola de fogo, etc. Se isso é evoluir eu não sei, as vezes acho que ele precisa é “involuir” mesmo e voltar a ser o que era antes, pelo menos na questão de jogabilidade e boca fechada.
          O lance do jogo te punir sem vc saber o que tem que fazer só é aceitável quando tem limite. Tipo, vc morre duas ou três vezes enquanto ainda está entendendo o que está se passando, ou durante uma evolução progressiva mais lenta (p.e.: passa um pedaço e morre, aprende e vai até o seguinte, e por aí vai). Mas quando ele não te dá chance nenhuma ou é algo oculto sacaneando eu acho desnecessário.
          Não vou mais prometer MK8… nem os comentários aqui tô conseguindo responder, tá louco! kkkk
          Valeu Tchula!
          Abraço

  7. Cherry Pie disse:

    Maaano, que sono! Era pra eu estar dormindo agora… Mas fiquei com saudades e passei pra comentar. Bora ao que interessa? Já é. Ó, o negocio é o seguinte:
    Preconceitos existem, sempre existiram e sempre existirão. Já citei isso no final de um outro comentário de um outro post. Mas enfim, o fato deles existirem, não quer dizer que eles não possam cair por terra de vez em quando.
    Creio que apesar de tudo, dos três preconceitos citados nessa ‘Mega trilogia quase hollywoodiana’ (não obstante o meu comentário do segundo post não ter ido ao ar por razões ”místicas” alheias ao meu conhecimento…) o único que ainda “poderia” ter um pouquinho de sentido seria o dos gamers X gamers, porque, afinal, é a única classe que possui um pouco mais de bagagem pra poder ao menos “saber” o que está criticando.
    Enfim, enfim… já reclamei muito nessa vida… (e ainda reclamo! Já estou bem “véinha”. Tenho autorização pra resmungar à vontade – nhein nhein nhein nhein) Mas sabem, posso dizer que já estive dos dois lados da moeda e sei que embora ser “reclamona” possa ser muito chato, lá no fundinho, ninguém reclama sem ter uma boa razão… (mentira) kkk
    Tá, fora as exceções (Haters!!! I hate You!!!) sempre há um fato gerador por trás de algo que nos faz torcer o nariz. Mas creio que realmente de todos os preconceitos citados, o “mais ruim de peor” é o de caçoar da “falta de habilidade”. Gente, o resto passa. Mas destruir com a moral de alguém só porque ele não é muito bom em determinado jogo é horrível! (Pior ainda se for em público).
    Bem, tô falando isso porque, no fundo, estou um pouquinho preocupada. Tipo… A BGS está batendo à porta… (sim, meus caros! Esse ano eu – finalmente – vou! É nóis no dia 11) e, na boa, pode se dizer que estou praticamente HÁ MESES sem jogar, logo, minha habilidade não anda das mais aguçadas… Francamente, não estou afim de ser chamada de nenhum dos adjetivos citados ou coisa do gênero só porque estou destreinada. Posso não estar em melhor forma, mais ainda sou gamer pô! Apenas abrindo uma observação aqui: deve ser muito ruim você estar em um lugar assim, cujas pessoas deveriam procurar se conhecer, trocar experiências e interagir e de repente você pipocar com um hater ou fanático em algum canto… Desnecessário isso, não?
    Bom, o que quero dizer com estas palavras é que… THIS IS NOT COOL. Tem gente que não sabe a hora de parar. Eu já fui muito assim. Não é legal. Até porque, se nos atentarmos bem, na realidade sempre existe alguém melhor ou pior do que nós, seja no que for. O importante é se sentir bem consigo mesmo e gostar daquilo que se faz. Irrita perder o tempo todo? Pra caçamba! Mas tambem ficar só ganhando sempre e sempre não é legal. Perde a graça. E ficar zoando a pessoa que perdeu toda a hora tira todo o prazer que ela tem por jogar, pelo menos naquele momento. No final, o adversário ficará desmotivado, abandonará a partida, o console provavelmente será desligado e as duas partes ficarão chateadas e com “cara de bunda”, com o perdão da expressão. (E a situação piora mais ainda se tiver mais gente envolvida na parada…)
    Bom mesmo é arrumar um título equilibrado pra ambos os gamers. Assim, a competição ficará mais disputada e divertida pros dois lados. Porém, caso a outra parte não goste de algum jogo, deixe-o de boa pra jogar depois, você consigo mesmo. Afinal, se existe algo bem democratico é o videogame! Dá pra jogar sozinho, de dois, de três e até com quatro ou mais pessoas (vamos lá gente… pq jogar “de quatro” é… embaçado…kkk tem que ter muita intimidade huahaha – e nem venham falar que eu to pegando pesado pq isso não é nada comparado com as fotééénhas dos exemplos, seus safadééénhos!!!)
    Pra terminar, acho que…falando francamente, se pararmos pra refletir, creio que não importe taaaaanto assim essa questão de ser “bom” ou “ruim” no jogo. Mais interessante do que isso é encontrar alguem do mesmo grau de habilidade pra tirar uma boa partida, seja do que for.
    Porque, afinal, como já dizia o autor perspicaz de um ceeeeerto blog de games por aí, “é muito mais interessante aproveitarmos o nosso tempo jogando o que gostamos do que reclamando e enchendo o saco dos outros por causa daquilo que não gostamos. Tempo é valioso e está cada vez mais raro hoje em dia!” (Eu que o diga!!!)
    É isso. Sei que quero continuar jogando o que gosto mesmo quando eu já estiver uma vovozinha gagá, banguela e surdinha! Baile da terceira idade? Tricô? É o cacete! EU QUERO MAIS É JOGAR VIDEOGAME E SER FELIZ! KKKKKKK
    #ficaadica (kkk)
    Beijos da Cherry

    Fui.
    =^..^=
    Ps.: A-ME-I a parte que fala sobre o preconceito conta as “Gamer Girls”. Fiquei de alma lavada. Realmente, tem hora que é muito dificil ser uma garota no universo gamístico. É muito ruim o povo ficar achando ou que somos as esquisitonas, ou que não sabemos jogar videogame meramente por não possuirmos um cromossomo ‘Y’… (bem, algumas realmente não sabem,***caaara, ouvir ‘Sub-Zero Amarelo’ dói nos ouvidos…uuurrrggghhhh!!!*** http://www.youtube.com/watch?v=ole0g0YxdAw mas isso é ooooutra história… – Apesar de que, eu acho que teria sido muito melhor o cara do vídeo ensinar a menina do que xingar ela horrores do jeito que fez. E é por causa de condutas desse tipo, por essas e outras, que esta puta realidade nefasta não muda! Pombas! – Foi mal. Deu meus cinco minutos de revolta aqui…) ou que não passamos de meros acessórios sensuais pra vender jogos pro público masculino hétero, e por aí vai. Tipo: somos exatamente como os gamers homens. Só que somos mulheres. Só isso. n_n ***hehe*** 😉
    Tá, agora eu fui mesmo.
    @-}–

    • Gamer Caduco disse:

      Cherry, mil desculpas pela demora na resposta, as coisas aqui estão mais enroladas do que nunca. Mas estão se ajeitando. Bora ao que interessa!
      Pra começar… não tenho nenhum registro de comentário seu aqui pedindo aprovação ou na caixa de SPAM, estranho mesmo ter sumido o comentário da parte 2. Mas com a demora que está rolando para novos posts, dá pra ler de novo e comentar (olha eu que “pidão”! huauhauha).
      Sobre ser reclamão, eu tenho uma baita fama de reclamão e sei que é chato mesmo isso, tanto que ao longo do tempo venho tentando mudar o comportamento. O duro é que tem muita reclamação totalmente sem sentido, as pessoas precisam parar pra pensar um pouco mais na vida antes de abrir a boca e/ou tecer um comentário reclamando de algumas coisas.
      Falar de falta de habilidade é terrível mesmo. Olha só, hj uma pessoa pode estar por cima, amanhã dá um piripaque nela e nunca mais volta às condições antes dele acontecer. E aí? A pessoa se torna menos habilidosa no que ela se gabava tanto. Fora que tudo é questão de se acostumar, qualquer pessoa que passa muito tempo fazendo algo, acaba aprendendo a fazer esse algo melhor que alguém que dedica menos tempo pq tem outras prioridades. Me irrita muito essa situação. Entendo sua preocupação, pessoal é que não se toca mesmo. Mas é assim mesmo, fazer o que?
      É, jogar de quatro com a galera não parece saudável. Melhor manter o termo “com” quatro… hehehe.
      Quanto ao tempo, que eu mesmo escrevi: mal sabia eu que dava pra piorar. Espero que volte a “falta de tempo” de quando escrevi o post, pq atualmente tá bem feio o negócio. Nem queira saber… huahuahua
      O jeito é continuarmos jogando e parando de perder tempo reclamando. Ponto!
      Agora, sobre as gamer girls, então… esse negócio do “Sub-Zero Amarelo” por exemplo é algo super valorizado por ter sido dito por uma garota. Se um moleque/homem qualquer diz isso, o negócio até vira piada, mas se é mulher falando isso ganha um dimensionamento gigantesco. É o famoso “tinha que ser mulher”. E qual o nome disso? Preconceito… machismo… entenda como quiser. CHEGA! Eu não quero mais isso no mundo dos games (nem no real, convenhamos), é algo desnecessário. Tem que ter o respeito pelo próximo. Realmente me estressa um negócio desses.
      Bom, é isso!
      Mais uma vez desculpa pela demora e obrigado por aparecer! 😀
      Bjs

  8. Pingback: Nostalgia e Videogames | Gamer Caduco

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