BGS – Brasil Game Show 2014

BGS-logo

Como estão, caros leitores?

Aqueles que acompanham a página do Facebook do blog viram que o velho Caduco aqui esteve mais uma vez na Brasil Game Show, pelo segundo ano seguido. Lembram que no ano passado estive lá, né? Pois é. Então resolvi escrever novamente sobre, até mesmo comparando as duas edições.

Apenas relembrando, a BGS aconteceu entre os dias 8 e 12 de Outubro no Expo Center Norte em São Paulo. Eu tive a oportunidade de comparecer ao evento no dia 8, dia dedicado apenas para a Imprensa, Web e convidados especiais. Os demais dias eram abertos normalmente ao público.

Talvez vocês estejam cansados de ler sobre a feira e confesso que sei que este texto está chegando bem atrasado, mas mesmo assim quero expressar minha opinião sobre o assunto.

Vale mencionar que a entrada não foi conseguida através do blog Gamer Caduco, mas sim do Retroplayers, site do qual faço parte da equipe há algum tempo já. Estive lá na companhia do Sabat, Senpai e Sir Kao, todos eles editores/casters do site e mais o Fabinho que nos ajudou com as fotografias.

A parte boa de visitar em no dia da imprensa é que a quantidade de pessoas é bem menor, filas também. A parte ruim é que isso atrapalha um pouco o efeito comparativo com o ano passado, mesmo que eu tenha dado a sorte de ir no dia mais vazio segundo quem foi em todos os dias abertos ao público.

Mesmo assim, consegui sacar que o evento naturalmente evoluiu em alguns pontos, mas acabou deixando a desejar em outros. Isso tudo será listado abaixo. Resolvi separar o texto em categorias para facilitar a leitura de vocês.

Vamos ao que interessa!

Espaço

A organização acertou em cheio em aumentar o espaço para facilitar a circulação de pessoas. Entretanto, tive a impressão que ele poderia ter sido melhor preenchido. Não sei se faltaram empresas para preencher os espaços ou se deixaram limitado para aumentar a circulação mesmo, ou então se foi um problema de distribuição. Fica difícil afirmar sem ter comparecido a um dos dias abertos ao público.

Transporte

Outro enorme acerto da organização foi o de manter o transporte gratuito do Terminal Rodoviário do Tietê até o espaço do evento. Não sei se todo mundo soube onde estavam os ônibus de maneira fácil, para mim foi tranquilo por eu já ter visto e utilizado o serviço no ano passado (valeu Tchulanguero!).

Expositores

A BGS de 2014 tinha, pelo menos para mim, muito menos novidades chamativas que no ano passado. Para quem não se lembra, a edição anterior ocorreu próxima ao lançamento dos consoles PS4 e XOne, e já tinha os aparelhos disponíveis para serem testados. Isso junto com Oculus Rift (também presente em 2014), Comrad Helmet, Shield (da NVidia), RetroN5 e SupaBoy.

A lista de jogos era mais interessante também, claro, na minha opinião. Por conta disso acabei não jogando quase nada. Mais assisti do que joguei, porém creio que é viável fazer uma descrição rápida dos jogos que acompanhei. Então ao longo do texto falo quais são e o que achei deles.

Alguns dos principais expositores esperados estavam lá presentes como se imaginava. Infelizmente nem todos, e alguns fizeram muita falta. Dos que pude acompanhar:

Ubisoft: estava com mais um Assassin’s Creed e Just Dance, não vi mais nada. Como nenhuma das duas franquias é de meu interesse, acabei não dando bola. E melhor eu não mencionar a linda assassina que estava lá posando ao lado do primeiro jogo citado. Opa, já fiz.

Ubisoft e seu periódico Assassin's Creed. Nós perdoamos o rapaz por entrar na frente da... TV, né?

Ubisoft e seu periódico Assassin’s Creed. Nós perdoamos o rapaz por entrar na frente da… TV, né?

Sony: o estande da Sony tinha algumas coisas que me interessavam, mesmo que eu só tenha assistido o gameplay e não jogado. Bloodbourne encabeçando a lista, já que passei uma parte do ano jogando Demon’s Souls e me interessei muito pela fórmula. Parece ser um jogaço. The Evil Within também, para quem gosta do gênero, ele parece bem assustador e muito bem feito. E o outro que estava interessado era o Chroma Squad, jogo brasileiro que é praticamente um Changeman Tactics (a grosso modo). Parece divertido pacas, preciso botar as mãos neste jogo logo!

Estande da Sony na BGS de 2014. As filas sempre existiam.

Estande da Sony na BGS de 2014. As filas sempre existiam.

Microsoft: eu não sei porque, mas nada me chamou a atenção no estande. Até tentei dar uma marretada no medidor de força promocional de Sunset Overdrive, mas não pude usar toda minha força ou quebraria a máquina, então fiquei com score abaixo dos amigos. Falando em Sunset Overdrive, acompanhei um pouco a jogatina e este é um título que parece ser bem divertido. Os demais jogos demonstrados não me chamaram a atenção, em especial Killer Instinct que eu definitivamente não entendo nem gosto, mas o povo que testou se interessou pelos personagens que foram lançados recentemente na segunda temporada. No estande acabei vendo o Luciano Amaral, eterno Lucas Silva e Silva do Mundo da Lua. Se fosse na época do seriado, com certeza teria pedido um autógrafo. Mas, como isso não tem nada a ver com games, vamos em frente.

Estande da Microsoft, um pouco mais "fechado" que o da sua rival direta.

Estande da Microsoft, um pouco mais “fechado” que o da sua rival direta.

Warner: passei meio batido pelo estande, mas vi uma área toda dedicada ao Ultra Street Fighter IV. Interessante pra quem domina jogos de luta, mas eu que sou um zero a esquerda no gênero, fiquei distante. Não vi mais o que estava sendo demonstrado além disso.

Ultra Street Fighter IV em diversos consoles pra galera se estapear... virtualmente, claro!

Ultra Street Fighter IV em diversos consoles pra galera se estapear… virtualmente, claro!

EA: Tinha FIFA 15 por lá, jogo para o qual não dou a mínima (desculpem). E não reparei se haviam outros jogos, sinceramente.

Activision Blizzard: na verdade só Activision, de Blizzard não havia nada. Estava lá com trocentas máquinas potentes rodando Call of Duty alguma coisa. Também passei batido, desculpem-me. FPS tá longe de estar entre meus gêneros favoritos.

Konami: tinha um estande grande, alguns consoles disponibilizados para demonstrar somente PES 2015, o que foi uma grande mancada com o público na minha opinião. A empresa tem mais do que isso pra oferecer. Fora que joguei o jogo demonstrado e não achei nada de mais, pra mim continua parecido com o que vi no 2014 e não me interessou em nada. Pelo menos ganhei o jogo que joguei!

Estande da Konami. Ou melhor, do PES 2015. Era o que tinha...

Estande da Konami. Ou melhor, do PES 2015. Era o que tinha…

O estande contava com uma parede contendo todo histórico de jogos da franquia Metal Gear, algo que tava muito bacana. E olha que eu não sou fã da franquia.

Belo mural com o histórico de jogos da franquia Metal Gear. Quase virei fã... tá, estou exagerando.

Belo mural com o histórico de jogos da franquia Metal Gear. Quase virei fã… tá, estou exagerando.

Saraiva: o estande tava interessante, pois além de estar como loja com várias promoções interessantes, ainda contava com algumas demonstrações de jogos, entre elas uma cockpit com Drive Club. Não joguei, mas pelo que acompanhei, parece um bom jogo. E tinha também um trono de ferro, claro que tirei pelo menos uma foto lá. Vou poupá-los da cena.

Altas promoções no estande da Saraiva, sem falar na demonstração de alguns jogos como DriveClub e FIFA 15.

Altas promoções no estande da Saraiva, sem falar na demonstração de alguns jogos como DriveClub e FIFA 15.

Americanas: além da loja presente vendendo não somente jogos, mas guloseimas e outras coisas, a empresa ainda disponibilizou um palco com campeonato de Mario Kart 8, com direito a auditório/arquibancada. Além disso, eles também estavam demonstrando jogos da Bandai Namco, entre eles o Dragon Ball Xenoverse que me pareceu uma ótima evolução do Budokai Tenkaichi. Também vi por lá um Digimon que lembrava Smash Bros com jogabilidade 3D. Pareceu interessante, mas acompanhei pouco.

Telão mostrando um racha de Mario Kart 8 que estava sendo disputado no estande da Americanas. O espaço também demonstrava alguns jogos da Bandai Namco... Namco Bandai... seja lá qual for a ordem dos fatores.

Telão mostrando um racha de Mario Kart 8 que estava sendo disputado no estande da Americanas. O espaço também demonstrava alguns jogos da Bandai Namco… Namco Bandai… seja lá qual for a ordem dos fatores.

Haviam outras marcas expondo produtos relacionados à jogatina no PC. Claro, eu com todo meu preconceito de velho contra jogar no PC acabei não entrando em nenhum deles. Velha história. Mas um erro grotesco meu, assumo. Problema era ter pouco tempo para experimentar coisas, já que fui em um dia só. Triste que acabei deixando de rever o Oculus Rift. Uma pena, mas só soube que ele estava presente novamente semanas depois do evento.

Também haviam estandes que não tinham absolutamente nada a ver com jogos eletrônicos e que eu realmente não entendo porque ou o que estavam fazendo lá. Prefiro não citar nomes. Na minha humilde opinião, estes espaços poderiam ser cedidos para desenvolvedores independentes brasileiros.

Alguns dos desenvolvedores brasileiros independentes.

Alguns dos desenvolvedores brasileiros independentes.

Por falar neles, achei bacana que possuiam uma seção específica. Só achei os estandes bem pequenos e um pouco escondidos. Como se trata de uma feira brasileira, creio que deveriam ter um pouco mais de destaque. Seria vantajoso para nós expandirmos nosso mercado de desenvolvimento, creio que abrir as portas da maior feira de jogos eletrônicos da América Latina para os desenvolvedores nacionais seria um belo passo em direção ao sucesso do país na área.

Acabei acompanhando um pouco do Aritana e a Pena da Harpia, jogo que parece muito legal e bem feito. Penso em adquirir em breve e quem sabe analisar por aqui. Também acompanhei o Toren, jogo brazuca que será lançado para PS4. Apesar de ser graficamente bonito, notei alguns problemas de jogabilidade nele e o gênero confesso que não me agradou tanto, já que lembra um jogo que não gostei tanto assim: Ico. Mas recomendo que experimentem o jogo se um dia for lançado alguma demo do jogo. Vale mencionar que as pessoas que estavam nos estandes dos desenvolvedores independentes foram muito simpáticas e estavam sempre muito bem dispostas a mostrar e explicar coisas do que estava sendo demonstrado.

Aritana e a Pena da Harpia à esquerda e Pier Solar HD da Watermelon Magical Game Factory logo ao lado.

Aritana e a Pena da Harpia à esquerda e Pier Solar HD da Watermelon Magical Game Factory logo ao lado.

Outros detalhes

Tive a impressão de que os expositores no geral disponibilizaram menos máquinas que no ano passado, mas não consigo comprovar isso com exatidão. Pode ser que um ou outro estande tenha aumentado a capacidade em 2014, mas isso não me pareceu ter sido o padrão da feira. Então mesmo no dia reservado para a imprensa haviam filas um pouco chatas em alguns estandes. Claro, isso é mais do que esperado e acredito que nada tem a ver com a organização do evento, então não entendam como uma crítica à feira em si.

Pude conhecer este ano a Sala Web da feira, bacana disponibilizarem um espaço para que as pessoas possam sentar e até apoiar os seus computadores nas mesas, além de fornecerem água e café.

Soube através de outros sites que deu uma certa confusão envolvendo a organização, público e Youtubers. Não presenciei nada disso, então não farei nenhum comentário a respeito.

Old is Cool

Em um evento que o foco são as novidades, algo que se destacou por estar justamente na direção contrária foi o espaço Evolução do Videogame, que contava com a presença das gerações passadas dos games através da exposição da coleção pessoal do Marcelo Tavares (criador da BGS). Porém, apesar de ter sido uma idéia muito bacana, talvez ela não tenha sido tão bem executada. Eu explico.

Evolução do Videogame: espaço contendo boa parte da história dos jogos eletrônicos.

Evolução do Videogame: espaço contendo boa parte da história dos jogos eletrônicos.

Os consoles estavam lá expostos apenas com as informações da geração da qual fizeram parte, o nome do aparelho e o ano de lançamento. Talvez fosse mais bacana colocar em algum canto um pouco da história de cada um dos aparelhos, algo bem parecido com o que é feito na exposição Game On. Não é todo mundo que conhece tudo daquilo que estava sendo mostrado. Claro, nós idosos rabugentos sabíamos e ainda fizemos diversos comentários. Inclusive reparamos em alguns erros em datas de alguns dos itens expostos.

Corrigir estes pequenos erros, colocar mais informações e até algumas TVs demonstrando algo dos aparelhos (não necessariamente com eles ligados nestas TVs, poderiam ser vídeos mesmo), na minha humilde opinião, são melhorias que podem ser trazidas para uma nova exposição de videogames clássicos, se isso ocorrer novamente. E eu torço para que sim, sempre bom mostrar um pouco da história dos jogos eletrônicos.

Arcades estavam presentes na feira. E o melhor de tudo: não precisava comprar ficha!

Arcades estavam presentes na feira. E o melhor de tudo: não precisava comprar ficha!

Entretanto, entendo que o objetivo era mesmo expor a coleção pessoal. Quem sabe numa próxima edição a feira não tente uma parceria ou algo assim com alguém que possa fazer este serviço de forma mais completa? Apenas uma sugestão.

Vale dizer também que não era só a coleção pessoal do Marcelo Tavares que estava no espaço. Além de uma pista enorme de Autorama bem divertida, com baterias que duravam dois minutos (se não me falha a memória), o espaço também contava com diversos Arcades. Não tinha como passar lá e não parar pra ver as pessoas jogando e até mesmo experimentar/relembrar um jogo ou outro. Ponto positivo para a organização, foi uma ótima idéia!

Galera se divertindo no Autorama. Eu mandei mal na minha tentativa, mas me diverti um bocado!

Galera se divertindo no Autorama. Eu mandei mal na minha tentativa, mas me diverti um bocado!

Praça de alimentação

Outro ponto muito forte da BGS desse ano foi a praça de alimentação, que contava com muitas lojas fornecendo diversas opções para os visitantes. Fora isso, o espaço estava bem grande, com muitas mesas disponíveis para o público. Acredito que até mesmo nos horários de pico o espaço deve ter dado conta do recado. Digo porque no dia da imprensa a praça ficou a maior parte do tempo bem vazia.

Ausências

Apesar de tudo que a feira ofereceu de bom, não tem como não lamentarmos algumas ausências na BGS desse ano, mesmo já sabendo que aconteceriam.

A principal delas, claro, é a da Nintendo. Digam o que quiserem, a importância da empresa para o mercado de games mundial é inquestionável. A presença dela aqui demonstrando alguns jogos que estão previstos para 2015 tanto para Wii U quanto para 3DS faria uma diferença e tanto. A ausência dela foi sentida por muitos, mas era o esperado. A Big N mal se apresentou em feiras muito maiores ao redor do mundo, porque ela o faria em um lugar onde ela foi destratada da forma que foi da última vez em que esteve por aqui? Uma pena.

Outra que eu gostaria muito de ver aqui no Brasil um dia é a própria SEGA. Sei que a empresa hoje é completamente diferente da que existiu no passado em todos os aspectos possíveis e imagináveis, mas sonhar não custa nada. Como seria bacana ver a empresa junto com a TecToy aqui relembrando o passado e até mostrando algumas coisas novas menos a aberração do Sonic Boom.

Senti falta da Duckbill e Aiyra, empresas que estiveram na BGS do ano passado com o divertido jogo do último filme lançado do Dragon Ball Z (Batalha dos Deuses). Pessoal foi muito bacana comigo ano passado, pensei que os veria novamente mas não os encontrei. Triste, mas essas coisas fazem parte.

Arrecadação de alimentos

Uma informação que ao meu ver muito importante e que muitos devem ter recebido por e-mail da organização da própria BGS, além de também ter sido postado no site da feira é a do sucesso de arrecadação e doação de alimentos não perecíveis.

Nesse ano foi arrecadado mais de 70 toneladas e tudo foi doado para a Casa de David, instituição filantrópica sem fins lucrativos que abriga e assiste pessoas carentes e abandonadas com deficiências mentais/físicas e pessoas com autismo.

É interessante saber que além de propor entretenimento para nós gamers, a organização se preocupa em ajudar quem precisa. Esse com certeza é um fato que poucos se lembram. Eu mesmo esqueci disso no ano passado.

Números

A organização também divulgou números oficiais sobre os visitantes na BGS de 2014. Segundo informado, o total de público circulante na feira este ano foi de quase 253 mil pessoas. É importante ressaltar que o número não reflete a quantidade de ingressos vendidos, mas sim o total de pessoas que circularam durante os dias em que a feira esteve funcionando. Segundo a organização, a soma total leva em consideração a rotatividade do público.

Considerações finais

Na minha opinião, a BGS este ano conseguiu evoluir como evento em si, trazendo praça de alimentação maior e mais espaço para o público nos corredores e os expositores nos estandes.

Mesmo com a falta de grandes novidades por conta das produtoras, comparando com a edição do ano passado, a feira conseguiu bater recorde de público e isso é muito bom para nós brasileiros.

Eu continuo na torcida para que a BGS continue crescendo e consiga atrair cada vez mais a atenção de todas as produtoras e desenvolvedoras, nós brasileiros merecemos. Afinal de contas, o país é um mercado em ascensão no que se trata de jogos eletrônicos. Só espero que a nossa cultura também evolua, junto com o mercado e a feira. Ou as coisas podem sair do controle.

Espero que tenham gostado do texto e não deixem de comentar o que acharam da BGS este ano ou o que pensam a respeito, considerando tudo que leram aqui e em outros cantos da Internet, caso não compareceram seja lá qual for o motivo.

Obrigado a todos pela leitura!

Grande abraço e até o próximo post!

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Sobre Gamer Caduco

Menino novo, com mais de 30 anos de idade, fanático por games de todas as gerações.
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5 respostas para BGS – Brasil Game Show 2014

  1. Caramba, é por isso que ontem eu acabei chegando todo encharcado em casa… saiu texto novo do Caduco! 😛

    Sobre o tamanho, algo que eu ouvi falar é que na verdade ouve um superdimensionamento por parte da organização. Na real o que rolou foi que algumas empresas, em especial a Riot, pularam fora, portanto o espaço extra seria na verdade o dedicado a essas empresas.

    E eu sei que rola toda uma polêmica sobre machismo e as both babes, que eu até concordo em parte, mas… caramba, essa mina do Assassins Creed conseguiu superar a do PES do ano passado hein? Hwa hwa hwa.

    No mais parece ter sido bem legal, uma pena que esse ano não tive como ir mesmo. Mas ano que vem é praticamente certeza que vou, mesmo que não consiga as credenciais para o VJ!. E se prepare Caduco, ainda vou me vingar daquela derrota no CdZ, rzs.

    Abraço (e vê se volta a escrever).

    • Gamer Caduco disse:

      Sério que chegou encharcado? Caramba, preciso fazer mais posts então. Tem cidades no sudeste precisando, não?
      Não me impressiona o fato de empresas terem pulado fora, com preços altos pela exposição. Uma pena, todo mundo sai perdendo nessa. Ganância é complicado. Se este realmente foi o problema, espero que seja resolvido em 2015.
      Sobre a menina do AC x meninas do PES ano passado, com certeza superou. Não só em beleza como em simpatia. E isso eu juro que estou falando da forma mais pura possível dentro do assunto, sem (como dizem por aqui) “pedreiragens”… hehe
      Bom, que venha o desafio de 2015 em algum game para jogarmos. Também pretendo estar presente mais um ano.
      E os posts voltarão, pode deixar.
      Valeu Tchula!
      Abraço

  2. Pingback: Review: Chroma Squad (PC) | Gamer Caduco

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