Visitando o BIG Festival 2015

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Olá caros leitores! Como estão?

Wait! WAT? Dois posts do Gamer Caduco na mesma semana? Vai virar blog diário?

É claro… que não! Mas porém contudo todavia, na última terça-feira (30/07/2015) resolvi visitar um evento de videogames que ocorreu durante a última semana em São Paulo (e também no Rio de Janeiro): o Brazil’s Independent Games Festival, ou BIG Festival.

Apesar de ter sido uma passagem curta, resolvi fazer um post curto (finalmente) sobre o que pude acompanhar por lá, impressões e o mais legal de tudo, fotos!

Aliás, desde já peço desculpas pelos dead pixels nas imagens, infelizmente meu celular está com problemas e era a única câmera disponível no momento. Pelo menos fica de “marca d’água” caso alguém tente afaná-las.

O BIG Festival é o maior evento de jogos independentes da América Latina e a proposta é a de trazer os melhores jogos da categoria do ano. Pelo menos é o que diz o site oficial do evento.

O festival teve apoio de diversas entidades. Clique para ampliar.

O festival teve apoio de diversas entidades. Clique para ampliar.

Aqui na capital paulistana, a terceira edição está rolando no Centro Cultural São Paulo, localizado na região do Paraíso. Um lugar de fácil acesso pra quem mora ou está de passagem pela cidade até domingo (05/07/2015). No Rio de Janeiro o evento será no Teatro SESI, no centro, nos dias 06 e 07 de Julho.

O BIG Festival contou com a exposição de diversos jogos independentes de vários países, além de premiação e palestras. Acabei não participando de nenhuma das palestras por ocorrerem em sua maioria durante o horário de expediente e, infelizmente, eu tenho que trabalhar pra sustentar meu vício por jogos eletrônicos. Coisas da vida.

Por conta disso não vou focar o texto nessa parte, mas sim nos jogos que estavam disponíveis por lá e eu tive o prazer de experimentar. Como já adiantei, minha passagem pelo evento foi bem curta. A lista de jogos que experimentei acabou ficando bem curta também. Para ser mais exato, joguei dois jogos e acompanhei boa parte de outro enquanto um amigo jogava. E os três ficam de dica para vocês, com uma rápida descrição das experiências.

Momodora III (Brasil)

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Um jogo de plataforma 2D de ação com gráficos simples mas bem feitos. Pelo que pude notar tem um mundo aberto no melhor estilo Metroidvania onde Momo e Dora precisam descobrir os problemas com aparições súbitas no vilarejo de KoHo.

Jogo tem desafios interessantes, level design bem feito, checkpoints onde o personagem renasce se morrer e mecânicas muito boas, tudo responde muito bem. Parece ter um mundo bem legal de ser explorado, com um pouco de paciência dá para desvendar alguns segredos.

Encontrei dois chefes e achei as batalhas criativas. O primeiro foi bem fácil e o segundo eu não consegui vencer. Provavelmente não saquei a estratégia a tempo (e jogar no teclado atrapalhou bastante).

Recomendo muito o jogo! Vale dizer que é produção brasileira!

A droga é que esqueci de colocar o fone de ouvido e joguei sem ouvir som algum do jogo. Logo vocês entenderão…

Inside My Radio (França)

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Gosto bastante de jogos que envolvem ritmo e a premissa deste jogo é basicamente essa. O jogo é um puzzle 2D misturado com plataforma em que o personagem principal tem movimentos livres na horizontal, mas qualquer outra coisa que você tente fazer com ele, precisa apertar o comando no ritmo da batida. E isso inclui pular.

O comando não acontece se o jogador apertar fora do ritmo, a única coisa que acontece é o personagem principal fazer uma careta. Então não é raro você encontrar alguém jogando esse jogo batendo o pé e/ou mexendo o corpo. Eu mesmo me peguei batendo o pé concentradíssimo no ritmo. Ou seja:

Puzzle: gosto!
Plataforma: gosto!
Ritmo: gosto!

Pra mim a mistura foi perfeita! Mas tenho que concordar que é um jogo pra quem realmente curte estas três características/gêneros. Ainda assim, recomendo que experimentem algum dia!

Odallus (Brasil)

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O jogo que mais queria experimentar era Odallus. OK, não desde sempre. Sinceramente não sabia que estaria no evento até encontrar meu amigo no metrô. Era o jogo que ele queria ver e quando ele me lembrou que jogo era, logo fiquei ansioso. No fim, ele acabou ficando tanto tempo jogando o jogo e eu assistindo que acabei nem experimentando.

Quem jogou Oniken provavelmente sabe que este jogo está sendo criado pelo mesmo produtor, JoyMasher.

Assistir foi suficiente pra dizer que era seguramente o melhor jogo do evento, segundo meu gosto pessoal. Outro jogo 2D de ação com gráficos limitados como se fosse um jogo de NES, inclusive com paleta de cores limitadas e um efeito de scanlines bem feito. O jogo possui alguns quebra-cabeças durante as fases e luta contra chefe no fim delas.

É praticamente um jogo de Nintendinho mesmo, não tem o que tirar nem colocar. Até sistema de vidas e Continues existe no jogo. Inclusive, meu amigo só parou quando zerou o número de vidas e tentou me passar o controle, mas eu acabei recusando. Já tinha visto o bastante!

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Se recomendo? Muito! Sei que tem vários jogadores retrô que acompanham o blog, fica a dica que este jogo é pra vocês! Mas mesmo quem não é tão fã assim de jogos desse estilo deveriam dar uma chance.

Ah sim, a trilha sonora é muito boa, diga-se de passagem! Lembram que não coloquei o fone pra jogar Momodora III? Pois é, a culpa era de Odallus, os dois jogos eram vizinhos no evento.

Também acompanhei bem pouco a jogatina de Magenta Arcade (Brasil) para celulares. É uma espécie de shoot’em up com conceito bem interessante, onde você atira nos inimigos enquanto está com o dedo na tela mas fica suscetível a ataques inimigos. Se remover o dedo da tela, é como se não estivesse no cenário e ninguém pode te atingir, em compensação você não atinge ninguém também.

Esse é o máximo que consegui capturar de Magenta Arcade. Desculpem por isso... rs

Esse é o máximo que consegui capturar de Magenta Arcade. Desculpem por isso… rs

A lista de jogos concorrendo a prêmios e que estava no catálogo entregue por que estava trabalhando no evento pode ser vista abaixo, com o país de origem e a indicação do prêmio:

Good Snowman is Hard to Build (Inglaterra) – Melhor Gameplay
Apotheon (Canadá) – Melhor Som
Big Action Mega Fight! (Canadá) – Melhor Gameplay
Circa Infinity (EUA) – Melhor Gameplay
Dead Synchronicity: Tomorrow Comes Today (Espanha) – Melhor Narrativa
Event(O) (França) – Melhor Jogo, Melhor Narrativa e Inovação
Find the Line (Ucrânia) – Inovação
Inside My Radio (França) – Melhor Som
Klang (Noruega) – Melhor Gameplay e Melhor Som
Learn Japanese with Tako – Hiragana, Katakana, Kanji and Romaji (Espanha) – Educação e Aprendizado
Lumind City (Inglaterra) – Melhor Jogo e Melhor Arte
Magenta Arcade (Brasil) – Revelação Brasil
Mekazoo (EUA) – Melhor Jogo e Melhor Som
Momodora III (Brasil) – Revelação Brasil
Niche – A Genetics Survival Game (Suiça) – Educação e Aprendizado
Nova-111 (EUA) – Inovação
Odallus (Brasil) – Revelação Brasil
Okhlos (Argentina) – Melhor Gameplay
Overpaint (Portugal) – Educação e Aprendizado
Plug & Play (Suiça) – Melhor Arte e Inovação
Synonymy (EUA) – Educação e Aprendizado
The Coral Cave (França) – Melhor Arte
This War of Mine (Polônia) – Melhor Jogo, Melhor Arte e Melhor Narrativa
Three Fourths Home (EUA) – Melhor Narrativa
Thumper (Coréia do Sul) – Melhor Som
Treeker: Os Óculos Perdidos (Brasil) – Melhor Jogo, Melhor Arte e Revelação
Tribal & Error (Holanda): Inovação
Toren (Brasil): Revelação Brasil
Ultraworld (EUA) – Melhor Narrativa
Wyz (Brasil) – Educação e Aprendizado

O que me incomodou um pouco foi o fato do evento ser nacional e ter poucos jogos brasileiros em destaque, entre vários outros de outros países. A maior parte na categoria “Revelação Brasil”. Nada contra ter jogos de outros países, não entendam mal, eu entendo que é uma premiação e sei que a gente tem que dar valor a qualquer iniciativa de desenvolvedor independente de qualquer parte do planeta. Mas a quantidade de jogos nacionais foi bem baixa ao meu ver, talvez fosse legal ter uma parte de exposição de outros jogos que não participavam da premiação até como forma de incentivo.

O espaço Revelação Brasil.

O espaço Revelação Brasil.

Mas tudo bem, dos males, o menor! É só a reclamação de um velho meio “bairrista” que sonha em desenvolver um jogo qualquer dia desses. Quem sabe eu não vou expor um jogo num BIG Festival lá pra 2023? Sonhar não custa nada , por enquanto.

Curioso foi o fato do evento estar relativamente com poucas pessoas durante a minha curta passagem. Não sei se foi o fato de eu ter ido em um dia sem palestras, se o horário influenciou ou se a rotatividade era alta, mas o tempo de presença das pessoas era curta como foi a minha.

Quando comentei isso com meu amigo que foi junto, ele até relembrou como era complicado na nossa infância ter que pagar pra jogar fliperama e ainda assim encarar filas e outros problemas da época (como seres mais velhos que nos tiravam a força da máquina as vezes). E hoje em dia temos um evento totalmente gratuito com jogos criativos sendo apresentados pra galera e ainda assim ele não fica totalmente abarrotado de gente.

Sem muvucas e sem confusões, sempre tinha pelo menos um jogo disponível pra quem estivesse por lá.

Sem muvucas e sem confusões, sempre tinha pelo menos um jogo disponível pra quem estivesse por lá.

Será que faltou algum tipo de divulgação ou os jogadores simplesmente não se preocupam com jogos de desenvolvedores independentes e só querem saber dos tais AAA? Se for esse o caso, é um bocado ruim. Na minha humilde opinião, é claro.

Teve outro ponto que incomodou um pouco: alguns jogos estavam sem joystick acoplado no computador. Agora, não sei dizer se as configurações do jogo não permitiam o uso de controle e aceitavam apenas teclado, ou se o evento que acabou ficando com estoque limitado de controles ou qualquer outro problema do tipo. Mas jogos como Momodora III no teclado dificultava muito as coisas. Eu sou uma negação jogando em teclado.

Momodora sem joystick. Sem problemas, foi possível conhecer o jogo! :D

Momodora sem joystick. Sem problemas, foi possível conhecer o jogo! 😀

Agora o grande elogio vai não só aos organizadores pela iniciativa quanto ao público pelo comportamento. Não havia filas nem nada assim, mas não vi ninguém abusando de tempo em um mesmo jogo ou desrespeitando outros jogadores. Tudo muito civilizado. Pensem: nenhuma briga ou confusão em um evento gratuito? Sensacional! Parabéns a todos que estiveram no evento, de verdade.

Evento tranquilo e sem filas, no máximo as pessoas se juntavam pra ver alguém jogando. De certa forma, lembrou outros tempos.

Evento tranquilo e sem filas, no máximo as pessoas se juntavam pra ver alguém jogando. De certa forma, lembrou outros tempos.

Espero que o BIG Festival volte em 2016 e que em um futuro próximo os jogos independentes tenham mais prestígio dentro do nosso país.

Em tempo, se quiserem uma avaliação bem completa e demonstrações em vídeo dos jogos presentes no evento, recomendo fortemente o post feito pelo Marvox lá no blog dele, ficou show de bola! Cliquem neste link e ótima leitura!

Por hoje é isso! Obrigado a todos que acompanharam mais este texto!

Grande abraço a todos e até o próximo post!

Digam tchau ao mascote do evento fazendo cosplay de Ryu! ,o/

Digam tchau ao mascote do evento fazendo cosplay de Ryu! ,o/

 

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Sobre Gamer Caduco

Menino novo, com mais de 30 anos de idade, fanático por games de todas as gerações.
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22 respostas para Visitando o BIG Festival 2015

  1. Grande Cadu!

    Já faz um bom tempo que busco visitar o seu site e hoje tive a feliz oportunidade de lembrar dos Retroplayers e de seus membros. Lembrei do cara que, assim como eu, gosta demais de escrever sobre jogos. Resolvi visitar seu site para saber o que anda fazendo e tive o prazer de ler exatamente sobre o que estava curioso, o evento BIG.

    Estou muito ansioso de jogar o Odallus, que acabei de comprar. Tive a honra de conhecer o Danilo que é uma ótima pessoa.

    Muito obrigado, Cadu. Serei um leitor mais assíduo. 😀

    Um forte abraço.

    • Gamer Caduco disse:

      Olha só quem pintou por aqui, grande Hallison! Como é que vc tá, meu caro?
      Que bom que lembrou do velho Caduco aqui, seja bem vindo à minha humilde residência. Aqui é um pouco mais bagunçado que a república que vc já conhece (Retroplayers), mas é feito com o coração também! rs
      Baita coincidência vc surgir bem quando resolvi falar do BIG, e quase que eu não postei sobre ele, acabei fazendo de última hora. Acho que fiz bem em postar! kkk
      Cara, chegou a conhecer o Danilo? Que da hora! Algum dia ainda vou tentar bater um papo com ele, deve valer bastante a pena!
      O Odallus tá ficando bem legal, viu? Acompanhei um bom pedaço da jogatina dele e gostei do esquema de puzzles e mais a ação do jogo, não me pareceu algo repetitivo em momento algum.
      Se prepara pro BIG de 2016, com certeza terá mais jogos bacanas para vermos! \o/
      Valeu Hallison! Fico honrado com sua presença por aqui!
      Abraço!

  2. Giovani disse:

    Acho que o pessoal,a massa,gosta dos AAA mesmo,essa coisa de Indie é para nós que gostamos de videogame seja 2D ou 3D.Não se importando tanto se ele possui gráficos “infinitos”.
    De certa forma os indies prezam mais pelo gameplay,ou deveria,já que não possuem grana para um jogo visualmente impactante,no sentido dos AAA,é claro.
    Não tem jeito.A estrela aqui é Odallus.O game que me chamou mais atenção,de longe.
    O desafio vai ser transformar esse evento em algo relevante internacionalmente,assim como a Brasil Game Show.

    • Gamer Caduco disse:

      Isso, exatamente isso, meu caro Giovani!
      Como sempre arrebentando! hehehe
      Cara, gameplay pra gente é o que realmente importa. Eu particularmente até gosto de jogos com narrativa forte e tudo mais, mas se o gameplay é chato, logo a gente cansa e acaba largando. Legal dos desenvolvedores independentes (desculpa, eu odeio o termo “indie”, coisa besta minha, eu sei) é que eles focam exatamente nesta parte. A maioria é jogador das antigas que cresceu e aprendeu a programar. O que também ocorreu comigo, mas fui pro lado ruim da força! kkk
      Odallus é muito bacana, Giovani. Assim que puder, jogue!
      Acredito que com o passar dos anos o BIG acaba ficando mais relevante, mas chegar ao porte da BGS acaba sendo um sonho quase impossível. Teria que reeducar o “povão”, mas tudo que vejo nos dias atuais dos jogadores não tão dedicados em relação aos jogos independentes é coisa do tipo “que gráfico zuado” ou coisa assim. Enquanto isso não mudar, a BGS e as novidades da indústria ficarão cada vez mais em evidência e os que lançam jogos por conta ficarão restritos a um público de nicho mesmo, no caso, nós! hehe
      Mas pode ter certeza que só deles terem a gente como público já deve valer muito a pena, fico imaginando se um dia faço um jogo e conquisto umas 26 pessoas… eu vou ficar feliz da vida! hahaahah!
      Valeu Giovani!

  3. Marvox disse:

    Demorou, em 2023 descola umas cópias betas seu jogo Cadu pra fazer uns gameplays 😉
    Isso que é complicado, a forma que existe a divulgação do Big e da bgs, ainda bem que existem as duas para trazer os dois lados, os indies e os AAAs, acho o Big um ótimo esquenta para depois ir até a bgs. Nessas horas quanto mais mente aberta for, acaba se divertindo muito mais.
    Ei Cadu, bora pro Big 2016? kkk espero que o jogo “Xilo” esteja finalmente por lá XD

    • Gamer Caduco disse:

      Marvox do céu, eu tinha esquecido do Xilo! Será que aparece no BIG de 2016? Se aparecer, com certeza irei! Se não aparecer, irei com certeza também! hahaha! Bora ano que vem, certeza! Vamos combinar!
      Tomara que daqui esse tempo todo eu esteja sim lançando um jogo. Se ocorrer, pode ter certeza que vc estará na lista dos Beta Testers e pode descer o chumbo em mim se não estiver bom!
      Gostei do termo “esquenta da BGS”, faz todo sentido! Por falar nisso, tá se programando pra ir na BGS também esse ano, né?
      E com certeza é ótimo ter os dois mundos disponíveis, independentes e AAA. O que sinto pena é que nem todo mundo dá valor a todos os jogos, sempre tem a galera que nem liga pra independentes e os que são tão paranoicos que não jogam AAA. Preconceitos que nunca vou entender, mas… a vida é assim mesmo!
      Valeu Marvox!

  4. Cherry Pie disse:

    Gente, mais uma dica de evento pra minha coleção… Nunca sequer tinha ouvido ou lido a respeito desse BIG Festival… Primeiríssima vez (bom sentido rapazes… sempre no bom sentido, ok??kkk)
    Só é pena que tenha visto apenas hoje, senão com certeza teria dado um pulinho lá sim, pelo menos em algum dos dias do FDS… Infelizmente não tenho o que opinar sobre jogos independentes, justamente por não haver tido a oportunidade de experimentar muitos… (creio que nenhum, na verdade…kkk – aqui na minha terrinha o pessu não tem o costume de ir muito além do “arroz com feijão”, sabe? Isso pra mim é uma grande pena. Além de não ter com quem compartilhar novas experiências, fico refém da escassez de títulos em razão da pouquíssima procura pelo que foge ao padrão da maioria…) Bem, sei lá… Mas adoraria ter sentido o gostinho, especialmente desses com essa vibe mais retrô… (Sou suspeitíssima pra falar… Sou retroplayer assumidíssima! “Não me interessa se o game é ‘coroa’! Panela véia é que faz comida boa!!!” huahhahahaha!!!). Eis a desvantagem de residir em uma city mais provinciana… sempre acabamos ficando de fora dessas novidades 😦 – ainda bem que existe o gamercaduco.com pra nos deixar muito bem informados a respeito!!! – e pensar que vc quase pôs tudo isso a perder, né seu “sem vergonho”!!!! Deixa só você viu? Ai de tu se vier com aqueles papos de pular fora do barco e deixar ele afundar hein? kkk Se cogitar essa possibilidade de novo, vou te trancar em uma sala escura e te obrigarei a encarar uma megamaratona do E.T. do Atari! Sem trégua, descanso, dó nem piedade! (sim, eu sou má!!! mwahaha!!!) Então, já sabe hein? Não me obrigue a isso, estamos entendidos??? hehehe
    Espero o convite pro BIG de 2016, belê? B-)
    Bom, por hoje é só uma passadinha básica pra não perder o costume…
    Ps.: Amei a pouca demora dos posts!! rsrs
    Um abração e até a próxima!
    Fuieh!
    @-}–

    • Gamer Caduco disse:

      Cherry, se vc soubesse… eu por acaso abri as notícias e vi do BIG, ano passado fiquei sabendo depois que passou e perdi. Esse ano nem lembrava mais e vi a notícia na semana do evento, justo no único dia que não teria (29). Aí me programar pro dia seguinte ficou fácil!
      Mas anota aí e tenta comparecer ano que vem, se é que pra vc é viável por conta de distância e tudo mais. Jogar de graça é sempre bom, né? Ainda mais jogos mais focados em gameplay e criatividade do que em puras cópias de outros jogos (apesar de alguns terem também inspirações).
      Ano que vem tento alertar antes.
      Sobre a maratona de E.T., eu encaro! Ainda é videogame, melhor que muitas outras coisas que tenho que encarar no dia a dia! huahuahua
      Não vai se acostumando com muito post seguido que esse foi um caso especial! kkkkk
      Abração e valeu, Cherry 4 Non Blondes!

  5. kanonclint disse:

    Sem duvidas, o surgimento da “cena indy” foi umas das coisas mais importantes dos ultimos tempos no mundo dos games. E torço muito para que mais desenvolvedores se juntem a causa.
    É como eu disse a muito tempo atrás, hoje se tem jogos para todas as audiências , e isso cria um leque de opções gigantescas.

    Achei interessante o comentario do Giovani quanto ao fato do publico em geral ( a massa ) preferir os games AAA, quando na verdade grande parte, ou a maioria desse publico é constituida de jogadores ” médios ” e não de gamers de fato. A abordagem dos games Indys são bem mais amistosas em se tratando de mecanicas e comandos, o que em teoria seria até mais indicada para esse publico. Mas não é o que acontece. O poderio financeiro das grandes publishers no segmento de marketing e propaganda é muito forte.
    Neste ponto o mundo dos games se parece bastante com o do cinema: Avengers é um puta filme, um blockbuster sem a menor duvida. Mas filmes como ” Juno”, ou “Quem quer ser um Milionario”, na minha opinião são tão bons quanto. Mas estes filmes ficam restritos a um grupo mais reduzido de audiencia.

    Na torcida para que o evento decole mais ainda.

    • Gamer Caduco disse:

      Cara, cara… eu curti muito a analogia com filmes, é EXATAMENTE isso!
      Pessoal que não se importa muito não tem jeito, não vai jogar, não vai se interessar em saber. E não vai saber o que estará perdendo. AAA e independentes possuem seus valores e são absolutamente complementares. A chegada dos jogos que, digamos, não são da indústria em si trouxe muita coisa bacana que tava fazendo falta. Nada contra o que a própria indústria cria, eu sempre estou jogando títulos consagrados, vc sabe disso.
      O marketing e a divulgação das grandes empresas é até covardia perto da divulgação feita pelos desenvolvedores independentes, felizmente já tem alguns sites da mídia especializada que começou a dar valor a este segundo grupo e isso já ajuda um bocado os jogadores “médios” (ótimo termo!) a conhecerem estas alternativas. Pena que a maior parte faz pouco caso. Com o tempo talvez esta mentalidade mude, eu torço muito por isso! Da mesma forma que torço para que alguns jogadores mais chatos abram a mente para muito AAA que tem sim qualidade e normalmente não é vista por ser um AAA. Sempre tem alguém assim! kkk
      Somos dois nessa torcida aí, que o evento seja sucesso nos próximos anos! Quero mais é que a cena independente cresça cada vez mais no nosso país, a gente tem muita criatividade e precisamos usar isso “pro bem”!
      Valeu Kanonclint!

  6. Tchulanguero disse:

    Putz, eu fiquei meses recebendo e-mail desse evento, mas fica inviável para mim ficar viajando para isso. Mas bacana ver essas iniciativas pipocando por aqui, povo fica esperando somente que as empresas de fora venham e incentivem o mercado, mas esquecem que precisamos também de mostrar esses desenvolvimentos daqui.

    Sobre o Magenta Arcade, tem uma demo dele na Play Store. Um conhecido me indicou o jogo porque parece que um amigo dele está envolvido, e é um tipo de jogabilidade bem diferente e interessante.

    Abraço!

  7. Pingback: Convocação: BIG Festival 2017 | Gamer Caduco

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