Compartilhamentos Caducos 4 – O aniversário do blog

Olá meus caros, como estão?

Está de volta a seção Compartilhamentos Caducos, mas desta vez com uma proposta diferente. Ao invés de colocar bugs/glitches e outras situações cômicas ou trágicas que eu passo com os games, resolvi compartilhar um pouco do meu passado gamer que encontrei não tem muito tempo durante uma mudança.

Resolvi fazer isso para comemorar também mais um aniversário do blog. Sim, exatamente no dia de hoje o Gamer Caduco completa 6 anos de existência, e no lugar de um post enaltecendo isso, achei que seria legal comemorar com este post aqui.

Antes de começar, tenho que dizer: o post é longo, bastante longo! Tem muitas imagens, a sua barra de rolagem deve estar minúscula, eu tenho consciência de tudo isso. Então tudo bem se vocês quiserem ler aos poucos. Se quiserem ver somente as imagens tudo bem também, só que vão ficar sem entender algumas coisas. Eu vou tentar ser o mais sucinto possível.

Vou começar explicando o que originou estas imagens. Eu vivi por mais de 20 anos na mesma casa, morando com a minha família, até que um dia eu resolvi sair de lá e começar uma nova etapa da vida. Só que não consegui carregar comigo todas as minhas coisas, algumas ficaram por lá por falta de espaço ou porque eu simplesmente não me preocupei em trazer.

Alguns anos mais tarde foi a vez da minha família sair da casa. Havia chegado a hora de tirar tudo de lá. A princípio pegar minhas coisas e depois tentei ajudar como pude com o que não era exatamente meu. Muita, mas muita coisa mesmo acumulada ao longo desses anos todos foram doadas ou jogadas fora, mas ainda assim encontramos uma porção de coisas que fizeram parte da nossa história e eu resolvi resgatar algumas, principalmente as que remetiam à minha infância e adolescência, em especial as ligadas aos games.

Fotografei tudo que achei, lembrei o quão criativo eu fui um dia. Pena que me tornei este humano robótico que fala pouco e escreve muito. Saudades de quando tinha mais tempo livre para viajar e inventar coisas. Algumas delas vocês verão aqui, não consigo imaginar quais serão as reações de vocês ao ver cada uma delas, se puderem expressar nos comentários eu agradeço muito!

Muitas vão fazer vocês me julgarem também, parte delas talvez provoque um mau julgamento. Só peço para que vocês se lembrem que tudo isso foi feito por uma criança que não tinha a menor noção de como seria o mundo nos dias de hoje e todas as dificuldades para resgatar o passado. Eu vivia o agora, não pensava muito mais pra frente. Acho que era mais feliz naquela época. Pelo menos eu era menos preocupado, certeza.

Logo vocês entenderão do que estou falando. Hora de compartilhar as imagens que encontrei por lá.

A Revista Gamer Caduco Novinho

Acho que quase todo mundo que viveu os anos 90 tem saudades das queridas revistas de videogames, alguns conseguiram manter intactas as suas coleções, outros nem tanto. Eu estou neste segundo grupo. Não que eu tivesse uma coleção, mas eu tinha algumas em casa, né?

O caso é que eu um dia tive a brilhante ideia de fazer uma agenda de dicas de jogos que eu gostava ou achava que ia jogar algum dia. Lembram daquelas agendas que as meninas faziam nos anos 90 cheias de papel de bala, goma de mascar, papel de carta e sei lá mais que diachos elas colocavam com clips? Eu nem sei se esse tipo de coisa ainda existe, mas eu resolvi seguir uma ideia parecida. Inclusive lembro de ter mostrado para dois amigos e ambos disseram que isso era “coisa de menina”, pra eu não mostrar pra ninguém. Bem, eu segui a receita. Pelo menos até hoje!

Parece uma agenda comum, mas…

… logo na primeira página nota-se um índice para Mega (ignorem o distintivo do Corinthians por enquanto). Qual Mega?

Vocês devem estar perguntando: “de onde eu tiraria coisas ligadas aos games pra fazer uma agenda de dicas?”. A resposta é a mais óbvia possível: das revistas de games. Como? Recortando tudo e detonando elas. Que absurdo, não?

Aqui começa a brincadeira: jogos de Mega Drive iniciados em “A”.

Tem mais jogos aí com outras letras. Pior é o “B” feito com Branquinho (me segurei pra não escrever B de branquinho e fazer um duplo sentido… ops, acabei falando).

Pois é, eu picotei uma porção de revistas que tive na época. Não, eu não sabia como seriam os anos 2000, baixa a bola aí antes de me criticar pelo feito. Garanto que se eu soubesse eu teria preservado elas totalmente intactas. Mesmo que, pasmem, eu não morra de nostalgia por elas.

O curioso é que eu nunca concluí o projeto, coisas do ser humano que sou. Parei na página do “G” do Mega e não fiz mais nada. Tentei pegar todos os recortes que fiz e espalhar no chão de casa pra mostrar pra vocês. O resultado é esse aí (desculpem a falta de luz nas fotos).

Recortes e mais recortes não colados.

Mais de perto.

Tinha ideia de fazer para vários sistemas, até da Nintendo! Mas não foi pra frente.

Próximo da lista era o Game Gear, outro que eu ainda tinha.

Essa seção eu achei curiosa: separei PC de CD-ROM. Culpa dos Kits Multimídia que ainda eram novidade na metade dos anos 90.

Depois veio o SNES. Quem diria que eu tinha um espaço para ele?

Depois o Master. Porque eu não valorizei mais ele eu não faço ideia. Detalhe que este é o último, eu definitivamente não dava a mínima pro NES!

Mais umas imagens aí pra vocês chorarem de tristeza, emoção, desespero ou de rir da minha cara por eu ter sido uma criança desmiolada.

O fim da agenda. Não me perguntem sobre o desenho ali.

E esse “Robotnick”?

As últimas páginas com recortes colados. Notem a página fechada no “F”.

Ela aberta revelava meio que um detonado do Flashback, inclusive com a segunda metade dele solta. Haja preguiça do pequeno Caduco.

Chega de agenda, né?

Sonic 101

No meio dos recortes encontrei algo que eu curti muito quando criança e ri na mesma intensidade agora adulto: uma ilustração feita por algum leitor de alguma revista (eu não lembro desse detalhe, desculpem) que retrata o jogo de número 101 do ouriço mais querido dos videogames. Vejam só:

Vejam o número de botões, jogadores, idade mínima e a propaganda alterada da SEGA. Genial!

Achei muito criativo! E fiquei muito contente de encontrar, porque vira e mexe eu meio que lembrava mas não com detalhes: só lembrava que era o Sonic, Tails e Robotnik velhos e que a máquina do vilão era uma cadeira de rodas. Não lembrava do nome.

Tentei procurar tanto essa imagem na Internet e nunca encontrava para relembrar. Ver o recorte no meio das minhas coisas me fez ter um surto de risadas e felicidade inexplicáveis.

É, eu sei, eu sou muito besta! Podem me julgar!

Superdicas Ação Games

Por falar em revista, algo que eu achei aqui que eu gostei de ter visto foi o álbum de figurinhas Superdicas da Ação Games. Lembram dela? Vejam só:

O mais legal é que eu quase completei o álbum. Ficaram faltando 8 figurinhas!

Como conseguia as figurinhas? Não lembro direito! Provavelmente tinha que comprar as edições certas que vinham com figurinhas fixas! Algo do gênero. Alguém se lembra?

Efeitos do tempo na parte de trás.

Foto do cartucho… no cartucho?

Nos posts que falei sobre a minha história com a franquia Sonic (aqui, aqui e aqui) eu contei sobre o cartucho que ganhei do ourlço quando um amigo de infância trocou o Mega pelo SNES (HEREGE) e não pôde trocar o Sonic (piratão que começava com 40 vidas) dele pois havia deixado no sol e a parte de plástico havia derretido.

Peguei um dos meus cartuchos piratas que haviam queimado, tirei o chip e substituí pelo chip do Sonic pirata. Arranquei a foto que era usada como label (lembram quando tiravam foto e revelavam pra colocar de label nos cartuchos piratas?) e precisava colocar algo no lugar. O que coloquei? Vejam vocês mesmos, estava no meio dos recortes de revistas:

Já está um pouco rasgada e tudo mais. Provavelmente aconteceu quando tirei do plástico do cartucho.

Pois é, eu peguei imagem do cartucho para colocar de label no cartucho. Por que não? Eu acho que já devo ter mostrado isso por aqui, mas até a caixa eu havia customizado (essa eu carreguei comigo antes dessa mudança):

Fiz uma para The Immortal também. Essa foto já apareceu aqui no blog, caso alguém se lembre.

Aí um belo dia quebrou essa caixinha e eu joguei fora. Hoje o chip tá lá solto dentro da caixa. Eu deveria era procurar uma carcaça para colocá-lo.

Enfim, usei recortes de revistas para isso também. Talvez até para outras coisas que não me recordo.

Phantasy Star em dose dupla

Tiveram duas coisas relacionadas à Phantasy Star que encontrei no meio das coisas e queria mostrar aqui.

A primeira delas não é nada demais, mas em algum momento da vida eu achei que nunca jogaria os títulos da série que foram lançados para o Mega Drive. Então o que foi que eu fiz? Imprimi as histórias deles para ver como a saga se desenrolava.

Phantasy Star II

Phantasy Star IV

Ledo engano, terminei o segundo e já ameacei jogar o quarto algumas vezes. De qualquer forma, a parte boa de ter a memória ruim é que eu não me lembro de nada e algum dia poderei jogá-lo numa boa.

A outra coisa que encontrei foram os papéis quadriculados que eu usava para me guiar nos labirintos do jogo. Vejam.

Dungeon onde fica o Noah.

Pra quem quiser achar mais fácil o Cavador de Gelo.

Baya Malay.

Espada de Lacônia.

Eu me perdia facilmente neles, então nada mal a ideia. O que eu não sabia é que outras pessoas faziam o mesmo, achei o máximo quando soube isso!

E aquele bicho desenhado?

“Sala Inútil”

Cada garrancho que tem aqui. Mas acho que vocês conseguem entender o mapa, não?

A tocha… URGH! (Casseta & Planeta feelings)

Se tiver sol, tá aí o caminho da praia!

Eu pelo menos consigo. Ajudou pacas na época. Se não fosse por eles, teria levado bem mais tempo pra terminar.

Fotos da TV

Pra você que é novinho isso aqui não vai fazer o menos sentido!

Havia uma época no mundo onde não existiam câmeras digitais. Filmes para câmeras não eram baratos, revelar as fotos menos ainda. Em algum momento meus pais compraram uma câmera nova e me deram a velha deles. E o que foi que eu fiz? Ao invés de tirar fotos com amiguinhos e tudo mais, eu li numa revista como fazia para capturar a tela pra pegar Score e tudo mais, que deveríamos apagar todas as luzes e tirar a foto sem tremer.

Claro que o pequeno Cadu foi lá feliz da vida tirar umas fotos de teste. Na hora de revelar eu lembro que levei uma leve bronca, mas tudo bem. Achei fotos do Sonic 2, jogo que eu tinha em casa (até que o cartucho pirata simplesmente queimou), da porcaria do Superman (odeio este jogo, tive ele e troquei) e do Streets of Rage.

Quase todas as fotos. Falta a do Superman que por alguma razão eu recortei.

Ficou assim. Não me lembro o propósito do recorte.

Um jogo que eu quase nunca conseguia alugar era o beat’em up da SEGA, então eu me recordo vagamente do dia que tirei esta última foto. Eu tava muito feliz de estar com o jogo em casa e, se não me falha a memória, foi a primeira vez que o terminei.

Com a Blaze, claro!

Nessas horas a gente pensa como muitas das vezes os maiores prazeres da vida estão nas pequenas coisas. E também como o mundo evoluiu tecnologicamente dessa época para cá. Quem diria, fotos reveladas da TV com jogos do Mega. Desculpem aí, amigos de infância que eu não fotografei!

Sonic 2! Meu Sonic favorito até hoje!

Eu provavelmente queria mostrar que conseguia desbloquear o Super Sonic.

E que eu chego com o Super Sonic… no último chefe??? Pera lá, tem coisa errada. Ah, o Debug Mode (ou “truque das mil faces”).

Game Gear Gomas

Outra coisa que encontrei foram cards com dicas (em inglês) de jogos de Game Gear, que vinham junto com gomas de mascar (estou me segurando para não falar a marca) que vinham em uma embalagem em formato do próprio Game Gear.

Um dos cards que tenho do Sonic Chaos.

Todos os de Sonic Chaos que tenho.

Todos os cards de Sonic Chaos que tenho estavam junto com os recortes de revistas e a agenda. Ainda tenho um de Sonic 2, que está junto com o cartucho desde sempre. Sonic Chaos eu comprei depois a versão americana e agora estão todos juntos.

Curioso que eu lembrava vagamente da história toda envolvendo os cards, como era a embalagem, o produto em si e tudo mais. Aí comecei a vasculhar a Internet pra ver se alguém sabia do que se tratava e encontrei alguns posts gringos falando a respeito. Até encontrei fotos disso. Vou postar uma das que encontrei.

Engraçado que eu tenho 3 cards de Sonic Chaos e um de Sonic 2. A pessoa da foto tem exatamente o inverso.

A minha memória associa isso à região central daqui de São Paulo. Eu lembro de ter ganhado isso dos meus pais como “recompensa” de ter ido com eles na 25 de Março. Essas chicl… gomas de mascar vendiam em uma loja dentro de uma das galerias/shoppings de lá que vendiam de tudo, desde doces até produtos para a casa. Como era fácil agradar uma criança que gostava de videogame, não?

Hoje os cards ficam junto com os respectivos jogos. Legal que eu tive a consciência de guardá-los, de vez em quando eu acerto uma.

Vocês chegaram a ver isso na época?

O Marcador de Páginas

No meio das coisas do meu pai haviam coisas que ele guardou da infância tanto minha quanto da minha irmã. Entre alguns desenhos – ou tentativas de desenhos, já que eu sempre fui péssimo nesse sentido – bastante vergonhosos estava isso aqui, um marcador de livros que eu customizei para o meu velho.

Eu sempre fui péssimo em Educação Artística.

Até aí tudo bem, né? O que isso tem a ver com games? Bom, era só virar do outro lado e a gente descobre.

Imaginando o chilique de uns ao ver isso.

Mas o quê?!? Eu detonei a caixa da minha Light Phaser só pra fazer um marcador de páginas pro meu pai? Que absurdo, eu não guardei pro futuro, vocês estão me condenando e o escambau. Tô nem aí pra vocês!

Curioso que depois que eu vi me deu uma levíssima lembrança, do meu pai querendo um marcador que fosse de material duro e eu fazendo pra ele. Mas é um flash bem curto mesmo.

Meu pai sempre foi de ler, adorava Stephen King. Nessa mudança o que não faltaram foram livros do autor empilhados.

Rapaz, que legal que ele guardou isso. Ele realmente apreciava as coisas que a gente fazia pra eles. Entre eles tinha mais um item curioso…

O bilhete

No caso, o item curioso era um bilhete. Em algum dia das mães ou aniversário ou qualquer coisa eu decidi fazer uma homenagem gamística a ela:

“Se você acha que eu só penso em um Mega Drive você está enganada. Prefiro você …”

“… do que ganhar 800 trilhões de Mega Drive em um sorteio”.

Pois é, e eu ainda acho que ela vale mais que uma porção de Mega Drive! E olha que eu valorizo o Mega Drive pacas, pra mim ele é o ápice dos games (Super Nintendo é o escambau)! E videogame é uma das coisas que mais gosto na vida. Logo…

Pena que minha mãe não lê meu blog!

Será que eu sabia quanto era um trilhão?

Os manuais e catálogos perdidos

Em uma visita que fiz na casa antes dos meus pais se mudarem, abri o armário onde eu guardava meus antigos brinquedos e acabei me deparando com algo que me deixou bem contente: um daqueles catálogos de jogos do Master System que a TecToy colocava na caixa dos games.

Legal que ele tava inteiraço. Claro que eu guardei.

A grande verdade é que eu encontrei este catálogo antes da mudança total mesmo, em 2012 (22/12/2012, haja 2).  Só sei a data por causa do nome do arquivo que tirei a foto, essa aqui no caso:

Além dele, em outra visita meu pai me chamou de canto e disse que tinha um presente, que era algo que ele tinha encontrado que eu iria adorar.

Eu não consegui imaginar o que era, até que ele me mostrou o manual do Tetris do primeiro Game Boy que ele teve na vida. E me entregou pra eu guardar!

Algum tempo depois eu tirei ele em um amigo secreto e dei de presente pra ele um Game Boy tijolão que estava novinho em folha, junto com pilhas recarregáveis e um recarregador. Ele ficou feliz da vida! Foi o mínimo que pude fazer pelo presentaço que ele me deu quando encontrou o manual.

Times de futebol inventados e os games

Esse aqui eu vou precisar contextualizar um pouco.

Tenho que dizer que eu fui uma criança bastante criativa, que foi podada pelo mundo e acabou se tornando esse adulto velho chato dos infernos que escreve pra caramba, fala pouco e parece um robô de tão sem ideias.

Quando comecei a me interessar por futebol, lá pelos 10 ou 11 anos de idade, comecei a jogar futebol de botão. Lembro que passei uma festa junina inteira do bairro na pescaria tentando ganhar times de botão. Eu era criança, não fazia ideia de que times eram, por exemplo, Santa Cruz e Coritiba. Então que foi que eu fiz? Inventei times para eles! Com escalação e tudo!

O Coritiba, com o CFC no escudo, logo virou o nada criativo Cadu Futebol Clube. Sim, ridículo. Com isso, foi criado uniforme e o escambau.

Vocês tinham alguma dúvida de quem seria o patrocinador? E sim, eu sei que sou péssimo desenhista e fui uma criança meio maluca, não me julguem tanto assim, vai?

O que isso tem a ver com videogames? Bem, havia um jogo chamado World Trophy Soccer (ou European Club Soccer, na versão européia), até falei dele no post de jogos futebolísticos que fiz e havia uma tela de edição de uniformes para os times. É claro que os times inventados entravam nos meus campeonatos em casa!

Tela de edição de uniformes.

Só que às vezes o jogo dava problema e, na tela de edição de uniforme, aparecia apenas a cabeça dos jogadores. A droga é que eu não achei a imagem em lugar algum, mas imaginem uma tela azul claro apenas com as cabeças da imagem acima? Pois é.

Qual era a solução para editar e acertar as cores? Anotar a ordem delas quando o jogo funcionasse. Aí que vem o que encontrei no meio das minhas coisas e ri ao ver: a anotação!

Com direito até a um ajuste ali no meio por ter errado a sequência.

Diversão garantida! Podia continuar meus campeonatos e anotar no meu caderno onde anotava os resultados dos campeonatos de futebol de botão que fazia sozinho (eu sempre fui meio anti social, podem me julgar) e que o CFC quase sempre ganhava por alguma razão mística.

Gosto tanto do jogo que hoje eu tenho ele original e não me desfaço nem a pau!

Olha ele aí! Bora jogar? Não vale fazer gol manjado!

Outros itens

Bem, tiveram outras coisas curiosas. Vou colocar aqui as imagens e vocês pensem o que quiserem delas.

Eu tenho até hoje os discos do Jaspion e do Jiraiya. Pena que eu vandalizei ambos. Criança é fogo! Fotos? Claro!

O do Jiraya sofreu mais.

Também encontrei uma ficha do Lord’s, espaço de Fliperama/Arcade que existe até hoje, mas eu frequentava entre 2002 e 2005 para jogar Pump it Up. Sim, eu já era adulto na época. Bons tempos que eu tinha lombar pra jogar isso!

Ah sim, teve também algo que não especificamente tem com games, mas talvez tenha a ver com este blog.

No meio das coisas encontrei um teste de orientação vocacional que fiz na fase pré vestibular, quando cursava o terceiro colegial. Na minha lembrança, todos os testes que eu tinha feito me indicavam para exatas, e mais especificamente para algo ligado à computadores.

Bem, eu acabei me formando nisso, mas o que me surpreendeu é que um desses testes apontava para certo interesse para outra área. Vejam vocês.

Língua oral e escrita? Jornalismo? Empatado com a parte de ciências exatas? Eu não me vejo como jornalista, tô muito longe disso, mas talvez eu teria sim alguma chance na área. Afinal de contas, eu gosto pra caramba de escrever como vocês podem perceber pelo tamanho dos textos que posto aqui. Talvez um péssimo jornalista, porque quantidade nunca foi qualidade.

Seria legal se o mundo fosse mágico e a gente pudesse ver como teria sido se a gente seguisse por outros caminhos depois do nosso Game Over, né? Pena que não tem nada disso. Mas eu queria ver como teria sido se eu tivesse outra carreira, nem que fosse no nosso New Game+. Bem que poderia ter, né?

Mas o pior mesmo é o grande interesse por atividades artísticas. Eu definitivamente não levo jeito pra nada disso.

É isso, pessoal!

Espero que tenham curtido o post, o mesmo tanto eu curti compartilhar todas essas lembranças malucas com vocês. Provavelmente eu perco uns seguidores depois dele. Ainda mais com um post desse tamanho, deve ser um novo recorde!

Obrigado pela paciência de vocês com posts longos como este aqui no Gamer Caduco pelo sexto ano seguido.

A gente se vê na próxima publicação! Até lá!

Grande abraço

 

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Sobre Gamer Caduco

Menino novo, com mais de 30 anos de idade, fanático por games de todas as gerações.
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11 respostas para Compartilhamentos Caducos 4 – O aniversário do blog

  1. Cadu, que tópico fodastico cara! Uma viagem no tempo e tenho que dizer! Você viver muito bem MESMO esses anos cara, tem cada coisa ali que me abriu um sorriso. Aquele álbum de figurinhas da Ação Games, disco do Jiraya e Jaspion, sua agenda de dicas… nossa que legal cara! Eu quase vive as mesmas coisas, mas porém me desfiz da grande maioria por diversos motivos, mas mesmo assim que legal ver também seus rascunhos, recortes e tudo mais.

    Gostei tanto desse tema que se você deixasse/quisessem poderíamos fazer um meme de coisas antigas de gamers e cia que temos guardados hahahahaha!

    Parabéns pelo 6 anos do Gamer Caduco e se tiver mais coisas POSTE ELA POR FAVOR! Não importa o tamanho do post. Grande Abraço. Ivo

  2. Marvox disse:

    Caraca Cadu quantas lembranças fantásticas meu, essa é a parte boa das coisas deixadas na casa dos pais, é como uma cápsula do tempo que nos mostra quanta coisa boa era feito nos tempos de infância, ou até mesmo, antes de começar as verdadeiras responsas. Achei muito legal você compartilhar isso porque mostra um Cadu que só temos oportunidade de conhecer desse jeito, contando essas lembranças.

    Na casa dos meus Pais acontece a mesma coisa, depois que resolví cuidar da minha própria vidinha deixei muita coisa lá nos armários, guarda-roupa, enfim e sempre que visito eles gosto de pegar pra rever essas coisas, e não é muito diferente não, cadernos com anotações de estratégias eu faço até hoje haha.

    Uma coisa que faço desde os 11 anos é anotar os jogos que termino, começou numa folha de caderno daqueles universitário, escrito com caneta mesmo, e depois quando vi a existência do Word foi que digitei no PC e com o tempo fui atualizando, hoje essa lista está no Blog e fica bem mais fácil atualizar.

    Essa goma de mascar aí do Game Gear com cards, tenho esses cards da Nintendo e a caixa era metálica no formato do Game Boy Classic, doideira essas coisas.

    Cara parabéns pelos 6 anos do Gamer Caduco, continue firme com muitas publicações e que as séries continuem. Grande abraço!

    • Gamer Caduco disse:

      Rapaz, nem me fale! Foi uma viagem no tempo mesmo esse post, desde o momento em que achei as coisas, passando pelo momento em que fotografei tudo (foi bem antes do post sair) até a parte de escrever o post, montar, editar e tudo mais. Foi direto na nostalgia! haha
      O dia que vc tiver que fuçar nos armários/guarda-roupas da casa dos seus pais vc vai ter o mesmo ataque que eu. Tomara que tire fotos e publique também, vc já me ativou a curiosidade aqui! rs
      Essa da lista de jogos terminados eu acho que me inspirei justamente no seu blog pra montar a minha, pq eu lembro que vi em algum site e achei a ideia boa, quase certeza que eu comentei na época seja lá onde for que eu vi. Eu também tô mantendo a minha no Google Drive, caso dê algum problema com o blog aqui! Não quero perder isso e ainda tô lutando pra chegar nos 500! rs
      Putz, eu acho que lembro dessa caixa metálica do Game Boy tijolão, mas confesso que não lembrava dela! Não sei se cheguei a ter, acho que não. Eu teria guardado, acho!
      Valeu pelos parabéns e pelo comentário, Marvox! 😀

  3. Doc Cocamonga disse:

    Que máquina do tempo! Esses cards do Game Gear eu nem conhecia, é cada tranqueirada promocional! Eu tinha umas folhas com passwords, códigos e mapas desenhados de fases labirínticas, nunca tive coragem de recortar as revistas e encartes. Vendo alguns recortes, tem umas dicas bastante ridículas tipo a do Eggman no Sonic Chaos. Um post muito criativo, até me rendeu ideias.Vida longa a Caduco Games!

    • Gamer Caduco disse:

      Foi total máquina do tempo!
      Folhas com passwords eu infelizmente não encontrei as minhas, a única que eu ainda tenho é uma do GG Shinobi II do Game Gear que eu deixo dentro da caixa dele até hoje! haha
      Pô, esqueci de tirar foto dela, pq já tava comigo em casa. Bem lembrado. Quem sabe em outro especial?
      Legal que te deu algumas ideias esse post, já tô curioso para vê-las!
      Ah, as dicas ridículas? Putz, se eu te falasse as que li ali, é que eu não quis colocar pra não entupir ainda mais o post de coisa, mas daria pra fazer uma série de posts só disso! rs
      Valeu Doc!

  4. O tempo passa rápido Cadu. 6 anos! Eu não acompanho você desde o início mas desde a primeira vez que passei por aqui eu logo fui fisgado. Seu blog é ótimo. Se eu não me engano a primeira vez que postei ou falei com você foi no dia 11/04/2012 quando comentei uma forma de fazer seu cartucho do Sonic voltar a funcionar. Eu acho que ele estava oxidado. Na época eu usava o nome de “Dactar”, por causa do clone de Atari que amo tanto. Eu fiquei super feliz que além de ter ajudado, você fez um update no texto me agradecendo. Putz, eu ganhei o dia só por ter conseguido te ajudar e trazer de volta o jogo do Sonic. ^_^ Foi no post “Um Sonic na vida do Gamer Caduco parte 1”. Acredita? Faz uns 5 anos que escrevi aquilo.

    Sobre o post.
    Eu tive essa ideia de recortar as revistas, só as dicas mesmo, mas daí veio uma preguiça imensa e desisti da ideia pois sabia que eram muitos jogos, muitas folhas… e claro, tinha o lance de não querer rasgá-las mesmo. Mas uma coisa é certa Cadu, eu quase fiz isso aí de colagem de recortes… quase. O que eu acabei fazendo foi mesmo escrever as dicas com BIC das revistas que eu não tinha, dos amigos ou aquela olhada marota da edição que ficava exposta em cima do balcão nas bancas.

    Rapaz esse álbum de figurinhas da Ação Games passou batido, não conhecia.
    Agora eu fiquei surpreso Cadu, usar papéis quadriculados é coisa de outro nível ^_^
    Eu riscava no meu tilibra mesmo, com linhas normais, mas usar um papel efetivamente com “pixels” é coisa de mestre! Adorei os mapas!

    Infelizmente eu nunca cheguei perto de uma máquina fotográfica para usar. Era uma peça que sempre ficava com meus pais, nem por longe a ideia de eu usar ela era viável… mas por outro lado, eu tinha um rádio gravador que eu colocava ao lado do alto falante da TV e gravava as músicas dos jogos.

    Nossa Cadu, muito legal o lance do jogo de futebol. Minha fase mais “crítica” com jogos de futebol foi no Playstation, joguei muito!

    Sensacional os discos. Principalmente o Jiraya! E claro, a ficha remete sempre a muitas lembranças. Eu lembro que eu usava fichas de transporte coletivo para jogar Mega Drive por hora.

    Que post maravilhoso Cadu. Confesso que foi um pouco nostálgico também, e isso é ótimo. Gostei muito e claro, parabéns pelo blog!

    • Gamer Caduco disse:

      Não, peraí… para tudo… para tudo nessa bodega aqui… VOCÊ E O DACTAR SÃO A MESMA PESSOA???!??!?
      Porra!!! Não tem 3 meses que eu tava vendo comentários antigos e ainda pensei comigo mesmo (até pq não dá pra pensar com outros) de maneira nostálgica: “orra, várias pessoas sumiram… olha aí, o Dactar… nunca mais comentou aqui”… pô! E no fim das contas o Dactar não sumiu, ele só entrou na cabine telefônica e se transformou no U8B! Porra, não faz isso comigo! huahuhauhahuahu
      O cartucho do Sonic foi mega ressuscitado, eu até atualizei o post dizendo quando voltou a funcionar, vc mesmo já disse. Faz um tempo que não dou a famosa manutenção nos jogos, mas sempre coloco ele pra ver se ele ainda roda. Ainda vou descolar um case plástico pra ele, pra não ficar o chip solto. E vou colar aquela mesma foto do cartucho recortada da revista que mostrei aqui nesse post. Promessa de escoteiro!
      Essa de anotar dicas de revistas que não tinha era uma boa, hein? Melhor coisa dar uma bisbilhotada numa revista na banca e descobrir algo interessante! hahaha! Muito bom!
      A do papel quadriculado eu meio que notei um padrão enquanto jogava: os passos eram sempre iguais. Tipo, eu sei que isso é um tanto quanto básico e besteira de dizer, mas poxa, eu era criança quando percebi. Usar o papel quadriculado da escola pareceu uma boa ideia depois que eu sempre tentava fazer o rabisco do mesmo tamanho e falhava miseravelmente! rs
      Gravar as músicas dos jogos! Eu conheci algumas pessoas que fizeram também, eu não sei pq nunca fiz. Demorei pra me interessar em escutar músicas de videogame no dia a dia. Curioso que agora só escuto isso! hahaha
      Fichas de transporte coletivo (vulgo “passe” aqui em SP) rolavam por aí também? Aqui tinha bastante disso! Mas era mais em troca por fichas de fliperama em bares e coisas do gênero. As mães odiavam isso, mas… a gente adorava! Embora eu tenha feito pouco, minha mãe sempre foi brava! kkkkkkkkkkkkkk
      Valeu pelos parabéns, por ressuscitar o Sonic pirata de 40 vidas e pelo comentário, Mr Dactar 8 Bits! 😀

      • Dactar 8 Bits! Adorei. Se fosse antes eu até mudaria o nome para este kkkkkkkkkkk Mas eu acho que eu dei uma sumida mesmo, acabei voltando como Ulisses. Sabe que eu tinha até esquecido de comentar isso com você. As pessoas em geral estranhavam muito este nome, não que Ulisses seja um nome muito usado, mas “Dactar” muita gente estranhava, nunca tinha ouvido falar… até os “das antigas” as vezes não associavam ao velho Atari clone. E como eu queria abrir um blog e absolutamente tudo que eu colocava no registro do Blogspot para registrar um domínio já tinha um usuário dono do mesmo, eu resolvi por Ulisses 8Bits mesmo kkkkkkkkkk É importante sim colocar o chip em uma caixinha se não ele tende a enferrujar de novo com o tempo. O dia que você for arrumar e der manutenção nos jogos por favor faça um post documentando tudo, eu me sinto um pouco “padrinho” do game por ter ajudado a recuperá-lo kkkkkkkkk ^_^

        Nas bancas de revista era engraçado Cadu. Eu lembro que um tiozão que era dono de uma delas, bem no início, achava que eu queria roubar as revistas. Eu ia com um amigo e a gente ficava de lado, como quem não quer nada, só para ir direto nas últimas páginas selecionar visualmente um título de interesse e anotar num papel de caderno. Eu estava ficando profissional. Certa vez a gente viu um game de Mega Drive, anotou mentalmente a dica, password, não lembro direito, e fomos direto pra locadora pegar o cartucho que a gente sabia que tinha por lá… ainda bem que não estava emprestado. Foi um dia de semana comum eu acho kkkkkkkkk coisa de espião mirim kkkkkkkkkk pegar senha na banca, despistar dono de banca, alugar cartucho e zerar o game kkkkkkkkkk

        Grande abraço Cadu! Parabéns!
        Dactar 8Bits. 🙂

  5. smariobr disse:

    “Direto do túnel do tempo!”
    Como as revistas sofriam em nossas mãos quando éramos crianças!
    Embora eu tenha doado meus quadrinhos e revistas de vídeo game , me arrependo de algumas atrocidades que cometi. Mas como vc citou, éramos crianças, não tínhamos ideia do valor que as revistas teriam pra nós depois. E aliás, justamente por sermos crianças que ninguém aqui vai julgar ninguém. Éramos dementes e fazíamos altas M&*#@$. Ham…não te chamei de demente…eh…
    Não sei se vc curte quadrinhos, mas com uma Super game power veio uma revista dos X-men vs Novos Titãs, que é um cráassico (mas na época não sabia e nem me preocupava com isso). Eu recortei a capa pra tirar a cara do Darkseid e colar em algum lugar…um fichário ou porta de armário, sei lá…
    Em outro post comentamos sobre os cadernos com macetes, mapas e etc. Mas o seu foi sensacional! Vc idealizou a “Só Dicas” da Ação Games! Também tive meu caderno, embora não tenha o achado ainda. Minhas principais anotações foram todas as techs, dual techs e triple techs de Chrono Trigger ( o que por si, já é bastante coisa), o mapa da última parte de Secret of Evermore e os combos que descobri em WWF WrestleMania: The Arcade Game. Devia ter mais coisa, mas não me recordo!
    Cara, esse álbum super dicas da Ação Games não é da minha época! Com várias manchas e ainda da Editora Azul…coisa linda!
    Boa sacada a impressão da estória de Phantasy Star. Era uma boa pra gente com inglês mais ou menos (ou nenhum) na época. Tempos atrás que achei um vídeo explicando a estória de Chrono Trigger que me esclareceu algumas coisas!
    Também tirei foto da tela do jogo com a máquina antiga. Foi de Donkey Kong Country 2 com a porcentagem máxima (103% eu acho). Eu ia mandar pra alguma revista, mas acho que alguém mandou primeiro e desisti.
    Também me amarrava em ficar olhando catálogo ou propagandas de jogos. Ficava imaginando eu jogando e vendo o restante do jogo. Naquela idade, qualquer foto mais colorida ou com algo diferente de algum jogo já era a maior viagem! Eu ficava vendo as fotos na caixa de meu Atari.
    Esses discos do Jaspion e Jiraya…sensacional! Tive um boneco do Jaspion que tinha o corpo do Robocop. O corpo era pintado como a armadura do Jaspion, mas o corpo era claramente do Robocop, com o braço aparafusado e outros detalhes. Acho que a Glasslite tinha Robocops sobrando e resolveram aproveitar. Ah…e também tive por um dia uma revista em quadrinhos do Jaspion ( e acho que tinha Changeman junto) que era a quadrinização dos episódios. Foi minha por um dia por que meio que peguei de um colega da rua, de tanto que achei maneira. Alguém descobriu meu plano e tive que devolver. :-\
    Tenho que retornar ao quesito do recorte das revistas, pois me identifiquei. Fiz muito isso para um mural em meu quarto e colagens no armário, mas de forma “respeitosa” às revistas depois que comecei a pegar gosto por elas. Teve uma época que peguei todos os posters e adesivos que vinham com as revistas e saí colando pelo meu quarto. Recortava só as revistas repetidas e um tipo de encarte que vinha no meio das revistas em quadrinhos da Abril Jovem, tipo uma propaganda dos próximos lançamentos. Tinha um pôster enorme de Cyberbots que veio com a revista VideoGame que ficava na parede da minha cama! Na outra parede era um misto de outros posters, adesivos e recortes de games\quadrinhos\mulépelada. Huehuehue…dá até uma vergonha lembrar disso…huehuehue!
    Enfim, todas essas maluquices retratam a inocência de nossa infância. Recortávamos revistas para colagens, destruíamos brinquedos para montar outros (tipo um pré Megazord) ou simplesmente para abri-los e saciar nossa curiosidade, tacávamos fogo nas coisas (eu não era incendiário) e outras altas besteiras. Uma vez vi na tv o Zé Colméia abrir um cadeado de uma jaula com um grampo e salvar o Catatau. Eu fui e coloquei um grampo de cabelo de minha mãe na tomada…derreteu a tomada, o grampo, eu, minha mãe, minha casa…parecia aquela cena da família Dinossauro quando o Baby colocava uma colher no meteoro que caiu na sala…faísca pra todo lado!!! Não sei como não virei o Sloth dos Goonies! Por isso que não te julgo e não acho que ninguém deve julgar. Todos nós fizemos algo sem noção quando crianças!
    Cara, achei incrível como desde cedo tu já era vidrado na Sega, Mega Drive e Sonic. Agora entendi…
    E é bom saber que vc gosta de escrever à beça. Me sinto mais a vontade pra fazer esses comentários gigantescos.
    Mais uma vez, parabéns pelo aniversário do blog! Vida longa ao Gamer Caduco!
    Aaeeeeeeeeeeeeee!!!

  6. aki é rock disse:

    Belo post esse Cadu gostei cara sempre é bom lembrar as coisas do passado e principalmente algo relacionado a nossa infância e ainda mais ligado aos games fica melhor ainda viu o tempo passa rápido né.

  7. Sabat Santos disse:

    Caramba Cadu kk me rendeu boas risadas XD principalmente a parte da tampa da caixa da pistola Light Phaser, eu não acreditei quando vi o quê que tinha no outro lado do papel ahuahuahuahhau Lá em cima em um dos mapas de PhantasyStar você escreveu bem grande em um local SALA INÚTIL kkk eu ri pra caramba disso pq fiquei imaginando se vc chegou nesse lugar e acabou se frustrando por procurar por um tempão e não achar porra nenhuma ali de útil kkkkkkkk cara, quantas lembranças, quanta nostalgia, quantos pedaços de memórias recortados e não necessariamente colados. Isso vale ouro =)
    Muito bom cara, muito mesmo =) Confesso que me identifiquei com muita coisa que vc contou, como os times de botão, que eu também jogava muito sozinho ou com um primo meu que hoje já faleceu infelizmente, MAS com a diferença de que um dia descobri que eu era o melhor jogador da região porque eu ganhava de um cara, aí esse cara contava pra outros caras e eses caras vinham jogar comigo, levavam coro e e saiam de lá falando que tinha um cara lá que ganhava de qualquer um e não parava de aparecer nego em casa pra apanhar no botão XD se essa história tivesse a ver com games eu contaria no RP, tem muitas passagens engraçadas nela, tipo eu ganhando um campeonato sem saber que eu estava num campeonato kkk Juro XD ahuhauahuauhahuha
    Eu tinha mania de recortar minhas revistas também, só que era pra fazer mosaicos pra capas de cadernos e fichários =) Eu tinha um caderno e mais tarde, um fichário de anotações onde eu classificava cada jogo terminado de 1 a 5 estrelas, e fazia um deseinho com estrelas (ou eram medalhas?) nos jogos que eu considerava fodásticos … Lembro que World of Illusion era um desses =)
    Nossa cara, quantas lembranças brotara aqui… Minha cabeça fervilha agora com o tanto de coisas que eu fiz, tive, conquistei, e que infelizmente, não tive o cuidado de guardar para uma revisitada póstuma… Acho que me faltou idade… Vai saber?
    É como vc disse no final meu amigo: se tivéssemos um New Game + daria pra tentar salvar alguma coisa =)

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