Meme – O Que Você Jogou em 2017? #oqvj2017

Olá caros leitores, todos bem?

Eu sei, estou um bocado sumido ultimamente, não respondi comentários, não apareci nos sites amigos, mal postei nos últimos meses e tudo mais. Nem vou entrar no clichê de falta de tempo aqui porque eu sei que todo mundo passa pela correria, e que quanto mais o tempo passa, parece que menos tempo a gente tem pra jogar e fazer outras atividades que gostamos.

Aliás, feliz ano novo para todos! Espero que tenham passado bem as festas e que não estejam de dieta porque exageraram!

Enfim, chegou a época em que a gente faz aquela reunião épica de blogs, sites, canais, podcasts e seja lá mais o que for para contamos o que jogamos de novidade no ano que se passou.

Portanto, com muito orgulho e prazer informo mais uma participação deste blog falido humilde no Meme mais legal da comunidade gamer brasileira: O Meme do Marvox O Que Você Jogou em 2017?, organizado pelo blog Marvox Brasil desde 2011.

Não querendo enrolar muito na introdução (mas ainda querendo me lembrar disso tudo no futuro), digo que queria ter jogado/terminado bem mais coisas, mas realmente não deu. Fiz planos, como tentar estipular um dia da semana pra encarar algo retrô, ou manter o PS3 na sala e alternar ele com o PS4 adquirido no fim do ano retrasado, ou mesmo encarar ao mesmo tempo jogos longos e jogos curtos que não dessem nenhum risco de misturar histórias ou mecânicas na minha mente bagunçada. Entre outras ideias malucas de alguém que cada vez menos consegue jogar. Alguns planos eu cumpri, outros nem tanto (procurem jogos de PS3 na lista, por exemplo).

Várias coisas ocorreram nos últimos meses, então acabei jogando menos, aparecendo menos, postando menos, etc menos. Entendam que não foi por mal, apenas preferi priorizar outras coisas, como trabalho, família e estudos. Muito provavelmente nesta ordem, mas pode ser que não.

Ah, só mais um recado. Não estou muito afim de fazer o Gamer Caduco Awards este ano. Até elaborei um ranking, mas no fim acabei desistindo de levar a brincadeira adiante. Motivos pessoais, prefiro não entrar no detalhe. Ainda assim, pretendo criar a enquete para vocês votarem no jogo do ano enquanto eu forço a barra espalhando o link pra tudo quanto é lado.

Tá, chega de enrolar. Vamos pra lista de jogos jogados em 2017? Claro! Vou primeiro listar tudo, com links diretos para a descrição de cada um deles. Quiser é só clicar nos que interessam a vocês. Sei que o tempo de todo mundo é precioso e não fico chateado se lerem só o que interessar, então resolvi facilitar um pouco pra vocês também.
Ótima leitura!

Lista

VVVVVV (PS Vita)
Lords of the Fallen (PS4)
Titan Souls (PS Vita)
Shütshimi (PS Vita)
Klonoa: Door to Phantomile (PSOne)
Bastion (PS Vita)
Sonic Spinball (Mega Drive, Master System, Game Gear)
Mario Kart DS (DS)
SEGASonic the Hedgehog (Arcade)
Bloodborne (PS4)
Undertale (PC)
Persona 3 Portable (PSP)
Unravel (PS4)
Broforce (PS4)
Tembo: The Badass Elephant (PS4)
Shovel Knight: Specter of Torment (Wii U)
Theatrhythm Final Fantasy (3DS)
Don’t Die, Mr. Robot (PS4)
Mega Man (NES)
Sonic Mania (PS4)
DiveKick (PS4)
Strider (PS4)
The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Switch)
Ninja Senki DX (Vita)
Touch My Katamari (Vita)
Chip’n Dale: Rescue Rangers (NES)
Project X Zone (3DS)
Land of Illusion starring Mickey Mouse (Master System)
Mario vs. Donkey Kong: Mini-land Mayhem (DS)
Fire Emblem Heroes (Android)
The Witcher 3: The Wild Hunt – Complete Edition (PS4)
Captain Tsubasa: Dream Team (Android)


VVVVVV (VVVVVVita)

Gênero: Plataforma/Puzzle
O que é: VVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVVV Jogo independente em que podemos apenas nos movimentar lateralmente e mudar o sentido da graVVVVV… chega, vvvvvvai gravidade.
Jogado de: Dezembro/2016 até Janeiro/2017.

Portáteis possuem suas vantagens, como por exemplo fazer cocô jogando carregar ele pra um lugar que você foi curtir o Reveillón e tem certeza que terá momentos ótimos pra jogar alguma coisa, por melhor que seja o lugar. Então carreguei o Vita comigo e um jogo que eu já tinha uma curiosidade enorme pra conhecer: VVVVVV.
Jogos que misturam Quebra Cabeças com Plataforma sempre me chamaram a atenção, isso pode ser visto em posts do Meme dos outros anos. Agora, um desses onde você meio que controla a gravidade para se deslocar nos ambientes parecia um prato cheio pro velhinho aqui. E foi mesmo!
Eu praticamente terminei o jogo em uma semana, devorei ele e pelo que me lembro explorei todo seu mapa. Não lembro se fiz tudo que dava pra fazer, mas aí foi a minha eterna ansiedade de passar para o próximo da lista. Quem curte puzzle e exploração 2D deveria dar uma chance a ele.

Lords of the Fallen (PS4)

Gênero: Dark Souls Ação.
O que é: Um “Dark Souls Lite/Light/Laytchi“.
Jogado de: Dezembro/2016 até Janeiro/2017.

Vocês não devem se lembrar, mas comecei o jogo em 2016 e falei sobre ele no post anterior do Meme, inclusive a minha opinião meio que se manteve mesmo após terminar este ano.
Resumindo o que falei na ocasião, ele é um “Souls” bem mais fácil, mecanicamente mais lento também. Lance dos loads em checkpoints não trazerem os inimigos de volta eu tinha dito que achava bacana, mas no fim a minha experiência com Bloodborne (vocês lerão em breve) mudou um pouco a minha cabeça sobre este detalhe. Ou seja, talvez ele não seja tão bacana assim. Talvez pra quem tenha ou esteja com menos paciência.
Ainda recomendo ele, especialmente pra quem quer jogar algo que lembre a “série Souls” (sempre uso aspas porque nem todos jogos possuem “Souls” no nome), mas quer começar com algo mais simples e relativamente fácil.

Titan Souls (Vita)

Gênero: Aventura/Ação/Puzzle
O que é: Jogo independente que o personagem principal carrega apenas uma flecha e deve passar por diversas boss battles até chegar ao final de sua jornada. Juro que este não é da série Souls.
Jogado em: Janeiro

Um dos jogos independentes que eu nunca jogaria se não tivesse saído “de graça” para assinantes da PS Plus, Titan Souls no fim das contas me surpreendeu bastante. Pra quem não conhece, basicamente é um jogo com visualização top-down (visto de cima) de batalhas contra chefes onde o protagonista possui apenas uma flecha (e um arco, evidentemente) para derrotar seus oponentes, antes que ele seja o derrotado. A flecha precisa ser obtida de volta (pegando ou “puxando” com uma força tele cinética ou seja lá o que for) para ser atirada de novo> Já dá pra sacar que temos que ter um bocado de cautela antes de atacar e tentar recuperar nosso ataque. Normalmente o boss tem um momento específico de abertura de guarda para ser atingido; e morre com apenas um ataque, assim como o herói da aventura.
Eu me diverti a beça com isso tudo, gostei bastante da experiência, faltam jogos criativos assim na indústria dos AAA, sobram experiências assim na “indústria independente” (não tem como inventar um termo mais estranho que esse). Uma pena que a gente escuta e lê tanto sobre os jogos maiores e acaba deixando umas joias passarem desapercebidas. Ainda bem que não foi o caso deste título.
Tive um leve incômodo de ter ficado meio perdido no mapa procurando o próximo boss em determinado momento, mas nada que estragasse alguma coisa. Só resmungando de velho chato que sou, pelo meu velho ódio de ficar perdido em jogo.
Nem preciso dizer o quanto recomendo, né? Se tiver um PS4/Vita e chegou a fazer o purchase na época que ficou de grátis, dê uma chance. Sério.

Shütshimi (Vita)

Gênero: Não sei dizer.
O que é: Sério, não sei, boa pergunta, acho que é um shmup mais ou menos para celulares, talvez misturado com algo tipo WarioWare, só que nada a ver, sabe? Então, nem eu!
Jogado em: Uma noite Janeiro.

Foi tão marcante a experiência com este jogo que eu nem lembro direito mais como ele funciona. Eu cheguei no fim em uma noite e não tive vontade nenhuma de explorar mais dele. Não que o jogo seja ruim, ele só é, como eu posso dizer, “meh” talvez. Sabe quando o jogo fica num limiar estranho entre jogo de portátil e jogo mobile, mas não é um nem outro? Então.
É só isso mesmo, podem deixar passar. Eu talvez nem devesse ter listado ele. Ou deveria, vai que alguém entendeu o jogo e me explica do que se trata e como se divertir com ele.

Klonoa: Door to Phantomile (PSOne @ Vita)

Gênero: Plataforma
O que é: Clássico do primeiro Playstation com um personagem bastante carismático, cenários em 3D e jogabilidade em 2D (embora alguns quebra-cabeças e chefes utilizem o eixo z para serem vencidos).
Jogado em: Janeiro

Desde que a Internet e os sites/blogs de jogos se popularizaram eu leio sobre Klonoa, sempre com muitos elogios e uma porção de gente recomendando. Em 2017 resolvi dar uma chance a ele, se lembro bem ele ficou de graça ou com alguma promoção bem boa na PSN. Ainda estava na pegada de ficar alternando plataformas e o Vita continuava a melhor alternativa de cabeceira de cama.
Digo com gosto que valeu demais a pena jogá-lo, a Internet definitivamente estava certa. Às vezes me incomodo com jogos 2.5D que fazem uso de profundidade para combates e armadilhas, ainda mais quando é mal feito que, convenhamos, é a maioria dos casos. Felizmente não é o de Klonoa. Aqui tudo é bem feitinho, inclusive a jogada de você ver partes do mapa no fundo, a câmera girar junto e você chegar na área em algum momento dá uma sensação bacana demais. Deveriam existir mais jogos plataforma com jogabilidade 2D explorando isso.
Incomodou um pouco foi história, dublagem, personagens em si, mas também não dá pra esperar nada muito elaborado pra jogo de mascote, ainda mais da época dele. Apesar que tem umas empresas aí que tentam forçar a barra com isso até hoje, né SEGA? Apocalipse robô é meu bolovo!
Nada mais a declarar, a Internet tá cheia de reviews sobre o game. Não preciso gastar muito mais o tempo de vocês aqui então.

Bastion (Vita)

Gênero: Aventura / Ação
O que é: Jogo independente com câmera isométrica, narrador que conta tudo que o personagem principal faz e uma trilha sonora inesquecível.
Jogado em: Janeiro

Trilha sonora fantástica e jogabilidade caprichada. Isso tudo já é suficiente pra que eu goste de um jogo. Aí soma com uma narração interessantíssima que ocorre conforme você vai fazendo coisas.
Curioso que eu não sou muito fã de jogos isométricos e adorei esse Bastion. Entretanto, verdade seja dita, eu passei um bom tempo jogando pensando algo tipo “este jogo é legalzinho, até que eu tô me divertindo”. Aí quando acabei ele e vi todo final, pensei em toda experiência e logo mandei aquele “PUUUUUUUUUUTA QUE PARIU QUE JOGO FODA” (desculpem as letras garrafais e palavrões, mas foi exatamente assim). Foi uma sensação muito louca. Como é que eu posso ter jogado tudo meio sem empolgação e ter ficado tão maravilhado no fim da experiência? Que loucura.
Não dá pra explicar muito, só jogando mesmo. Algo que eu recomendo que façam.

Sonic Spinball (Mega Drive, Master System, Game Gear)

Gênero: Tenta ser Pinball e falha miseravelmente
O que é: Uma catástrofe de spin off da série Sonic que o povo cisma em dizer que é bom só porque eles são masoquistas ou algo similar.
Jogado em: Fevereiro

Pra não poluir muito este post, vou linkar o texto que fiz para a Maratona Sonic sobre os jogos. Divirtam-se com meus resmungos!

Mario Kart DS (DS)

Gênero: Mario Kart (ia dizer corrida, mas os paladinos dos games dizem que não é)
O que é: É Mario Kart, caceta! Precisa explicar?
Jogado de: Janeiro até Março

Já repararam numa coisa? O Mario Kart que você nunca jogou é aquele que todo mundo sempre fala que é o melhor. O de Game Cube e o de DS foram os que mais escutei falar que eram os imbatíveis. Depois de muito tempo joguei ambos (o de GC foi bem pouco, confesso) e continuei preferindo Super Circuit de GBA. Aliás, outro que poucos jogaram e eu adorava falar que é o melhor, até sairem o 7 e o 8. Talvez eu caia na mesma regra que citei no começo do parágrafo.
Enfim, este ano finalmente dei a chance para o do DS e gostei muito da evolução dele em relação aos títulos anteriores, especialmente os de portáteis. O modo Mission dele é bem divertido, as pistas são legais e tudo é sensacional. Fica fácil entre os 5 melhores jogos da franquia, mas não entre os 3. Minha opinião, claro. Dá pra deixar passar se você já jogou o 7 e o 8, por exemplo. Acho que a culpa é um pouco do esquema do drifting, que não é ruim, mas acho que ficou melhor nos últimos títulos da franquia. Bom, que o jogo é melhor que o 64 ele é com certeza, mas aí é o meu ‘semi haterismo’ do 64 falando mais alto aqui.
Não joguem Mario Kart 64. Troquem o 6 por D e o 4 por S. Não discuto! Valeu! Falou! Beijos!
Entenderam? Nem eu! Próximo!

SEGASonic the Hedgehog (Arcade)

Gênero: Loucura
O que é: Uma maluquice sem tamanho. Sério, leia o post sobre, não dá pra resumir.
Jogado em: Março

Pra não poluir muito este post, vou linkar o texto que fiz para a Maratona Sonic sobre o jogo. Leiam o post gritando e divirtam-se!

Bloodborne (PS4)

Gênero: Como li outro dia, “soulslike” (ou seja, tipo Dark Souls, em tradução livre).
O que é: A versão definitiva da “série Souls”, na minha humilde opinião.
Jogado de: Fevereiro até Abril (sozinho) e Dezembro (em dupla)

Um dos grandes motivadores pra eu comprar um PS4 foi este cara aqui. Imaginei que iria gostar do jogo, mas não esperava que fosse tanto!
Depois de ter uma experiência muito satisfatória com Demon’s Souls e de odiar muito o primeiro Dark Souls (por achar ele muito sem graça perto do Demon’s), eu estava preocupado que talvez Bloodborne pudesse não me agradar. Mas não! Nada do que me incomoda em Dark Souls está aqui, fiquei com a impressão de que chegaram em uma fórmula perfeita pra “série Souls” com este jogo, deixou pra trás até o Demon’s que é meio que queridinho meu.
Entendam, eu estava acostumado a jogar atrás de um escudo o tempo todo, não ter um escudo e ter que depender de uma arma bêbada de fogo pra iniciar um contra-ataque parecia algo assustador. Só que não, isso foi uma das coisas que mais gostei!
Mecanicamente falando, Bloodborne é ótimo. Tematicamente é espetacular. Gráfica e sonoramente é estupendo! Sério, não tenho do que reclamar.
Tá, tenho um ponto que me incomodou, que foi um pequeno detalhe que me impediu de fazer o melhor final pra fazer o “menos ruim”. Mas acho que a culpa não é exatamente do jogo, só que eu queria que ele tivesse sido um pouco mais claro neste ponto, mas no fim não foi e eu acabei me lascando. Dureza que não tem Load Game pra tentar de novo. Sem problemas, adoraria jogá-lo novamente e fazer os outros finais, pena que a pilha do backlog é enorme e eu acabei tirando ele da frente antes de tentar novamente. Quem sabe no futuro? Se considerar que joguei um pouco dele em dupla no finalzinho do ano e mais um pouquinho agora no começo de 2018, de repente há uma chance de eu conseguir o tal final se conseguir manter regularidade de jogo (obviamente vocês devem imaginar que não está acontecendo).
Se eu recomendo? Muito! Se tiverem XOne ou PC, deixem o “ismo” de lado e tentem pegar um PS4 emprestado algum dia. Sério, é uma experiência que vale demais a pena!
Se tivesse GCA este ano, ele seria fortíssimo candidato a ganhar.

Undertale (PC)

Gênero: RPG
O que é: Um RPG desenvolvido por um cara só, fã de Earthbound (inclusive inspirado no jogo) onde podemos ou não matar os inimigos.
Jogado em: Abril

Em 2016 eu combinei algo com um amigo: ele jogaria Shovel Knight e eu jogaria Undertale. Confesso que eu já tinha uma certa curiosidade para jogar este jogo, mas nunca foi algo que se diga “minha nossa, como eu queria jogar Undertale”. Céus, como eu estava errado, este jogo é maravilhoso! Foi o melhor “pacto gamer” que eu fiz na vida (provavelmente o único também)! Acho que foi justíssimo para as duas partes, já que os dois jogos são incríveis! Capazes de surrar muita coisa lançada pelas gigantes da indústria.
O criador do jogo, Toby Fox, mostrou que não é só um compositor muito bom, mas também é alguém muito insano e criativo na criação de jogos! Tudo é extremamente carismático em Undertale: a história é fenomenal, personagens muito marcantes (muito mesmo), piadinhas e trocadilhos hilários e uma trilha sonora que facilmente entrou no meu top 10 de todos os tempos. Isso sem falar em algumas surpresas que o jogo te proporciona, que eu não vou nem fazer meia menção pra não estragar a experiência de ninguém.
Tenho que mencionar a jogabilidade também. Os combates são interativos, especialmente enquanto o personagem é atacado, não se limitam ao menu somente. E as batalhas são todas diferentes. Tem muita coisa que dá pra fazer durante elas. Bom, melhor parar por aqui, eu realmente não sei como convencê-los de que é um game incrível sem soltar spoilers, então definitivamente vou encerrar meu texto sobre Undertale.
Única coisa que posso dizer aqui é que fiz o final pacifista e que não tenho coragem de fazer outros finais. E que este jogo concorreria fortemente ao jogo do ano no GCA2017! Bateria tranquilamente em boa parte da lista aqui.

Persona 3 Portable (PSP @ Vita)

Gênero: RPG
O que é: RPG japonês bem japonês com colegiais japoneses em uma escola japonesa fazendo japonezices. E eu gosto bastante disso tudo (eu sei que você está me julgando agora)!
Jogado de: Janeiro até Maio

A turma hipster de plantão, aquela que adora exaltar jogos que pouca gente jogou, ataca novamente aqui: “Persona 3 é o melhor Persona”. Não, não é! Seco assim. O 4 ganha dele de goleada! Na boa, o jogo não é nada ruim, mas pelo amor, que jogo demorado e como ele consegue ser entediante em alguns momentos. Perdi as contas de quantas vezes dormi tentando jogar, principalmente nas dungeons. O lance do jogo ser “mais sombrio”, “mais dark” e qualquer coisa assim que a galera costuma dizer é uma verdade, mas não ajudou a me cativar de nenhuma forma. Mania que a galera tem de querer ser “do mal”. Daí se o inferno existir e o “do mal” cair lá, certeza que é o primeiro a fazer xixi nas calças (se tivermos calças lá) quando ver o Capiroto. Desculpem, velho trauma aqui.
Eu concordo que P4 seja mais “feliz”, mas as coisas “sombrias” do 3 estão longe de ser realmente sombrias perto de outros jogos lançados, sejam RPGs japoneses ou não.
Veja bem, eu gostei do jogo. Gostei mesmo. Mas ele fica atrás do 4 em praticamente tudo. Não somente na parte técnica, já que este é o tipo de coisa que evolui com o tempo. A história não me convenceu, nem os personagens não tiveram o mesmo impacto que tem os do 4, onde a gente meio que se sente “parte da turma” conforme vai conhecendo cada um dos personagens jogáveis (ou pelo menos foi o que rolou comigo). No 3 investiram apenas nas do sexo oposto, e as histórias que vi não fizeram com que eu me apegasse às personagens. Até a parte que eles quiseram “ousar” não me surpreende, já que tem RPG japonês que faz a mesma coisa de forma muito melhor (sem mais pra não dar spoilers).
A separação da parte “visual novel” e da parte “RPG e combates” é tão nítida que as vezes parece que você tá jogando dois jogos diferentes e totalmente desconexos. Fora que vira e mexe você fica no Tartarus (as dungeons, basicamente) horas e horas, batalhando pra aproveitar ao máximo a noite até chegar num ponto onde você não pode subir mais, pra não ter que entrar de novo e perder uma noite do jogo. Aí depois fica lá horas jogando só a história. E em seguida volta a ficar horas no Tartarus. E depois horas na história. E aí horas… cansei!
Repito, eu gostei sim do jogo, mas jogar o 4 antes meio que influenciou na minha experiência com o 3. Eu até tentei fazer um review dele, escrevi um bocado de coisas. No fim, desisti dele e tentei resumir aqui nesta descrição. Desculpem o longo texto, mas não dava pra não resmungar dessas coisas sendo velho chato do jeito que sou. Aí tem que meio que justificar, né? Galera tem se ofendido muito facilmente pela Internet ultimamente, principalmente em redes sociais de poucos caracteres.

Unravel (PS4)

Gênero: Plataforma / Puzzle
O que é: Bichinho fofo de lã se metendo em altas confusões em um cenário bonito pra cachorro.
Jogado em: Junho

Este jogo é tudo que o diacho do Chibi-Robo de 3DS (que joguei no ano passado) deveria ser e não conseguiu. Ao contrário do jogo morno da Nintendo, este aqui tem alma e carisma. Muito, diga-se de passagem. As fases são divertidas, o personagem é carismático, os momentos em que o jogo tenta contar uma história são curtos e bacanas (diferente das bobeiras do Chibi-Robo – embora, neste caso, ele tenha alguns momentos engraçadinhos que me divertiram.
Vale dizer que eu já tinha uma pré disposição a gostar de Unravel pela apresentação feita pelo criador do jogo na E3 de 2015, onde ele estava super nervoso, parecia muito que ele queria que aquilo fizesse sucesso (pode parecer óbvio o que eu falei, mas vejam o vídeo quando puderem e vocês entenderão).
Os quebra-cabeças são bem feitinhos, o level design bem bacana, a física funciona bem e tem aqueles momentos de “como raios chego ali pra pegar aquele item coletável?” ou então “deveria ter feito tal coisa antes pra chegar aqui”. Alguns eu até deixei passar por não fazer ideia de como conseguir e estar com um pouco de preguiça de repetir fase, mas isso é a minha ansiedade de esvaziar backlog falando mais alto.
Não é o jogo mais brilhante do gênero Puzzle+Plataforma (prefiro Limbo, por exemplo). Porém, como falei antes, o jogo tem muita alma e emociona quando chegamos ao final dele. Recomendadíssimo!

Broforce (PS4)

Gênero: Testosterona e Ação
O que é: Sabe aquele filme Os Mercenários? Imaginem ele em 8 bits e mais de 8000 bugs.
Jogado de: Fevereiro até Abril

Pixels, explosões, ação, sangue, tiros e vários heróis (e anti-heróis) brucutus pra salvar a pátria. Quer algo mais anos 80/90?
Antes de jogar Broforce, eu tinha na minha cabeça que era um jogo tipo Contra, mas na real ele é um jogo bem peculiar e único. No começo me causou uma estranheza, depois jogando online acabei me interessando mais pelo tanto que me diverti. Isso até que um fator externo atrapalhou a experiência: bugs/glitches. O online do jogo é bem ruim, bem ruim mesmo. Dá vários problemas. Em uma situação, estávamos em três pessoas e o servidor enxergava os 3, mas os outros dois não se enxergavam. Tiveram outras que a fase não acabou e ficou travado. Ou outras onde o chefe não carregou totalmente. Entre outras maluquices que eu nem lembro mais que me fizeram desistir de jogar acompanhado.
Pois é, depois de tantos bugs resolvi terminar o jogo sozinho. Mesmo assim, valeu muito a pena, me diverti pacas com os anos 80/90 e os exageros da época. O jogo é caricato demais. Acho que não preciso explicar tudo sobre ele, preciso? Vocês devem saber do que se trata.
Se quiserem dar umas risadas, joguem. Mas não façam isso online. Não no PS4, pelo menos.

Tembo: The Badass Elephant (PS4)

Gênero: Plataforma / Ação
O que é: Elefante badass é convocado para salvar o mundo de uma invasão feita pelas forças especiais chamada PHANTOM.
Jogado de: Junho até Julho

Tá, vou ser sincero: eu só joguei este jogo por ele ser publicado pela SEGA, mesmo que ele seja desenvolvido pelo estúdio dos Pokémon (eu detesto Poquemão, pra quem não sabe). Não é a primeira vez que faço isso, fiz com Hell Yeah! no passado e não me arrependi em nada em nenhum dos casos.
Da mesma forma que o jogo do coelho invocado, Tembo é outro jogo completamente sem noção, embora tenha uma pegada mais de fases e desafios pontuais (diferentemente do Hell Yeah! que é mais “puxado” pro tal estilo Metroidvania), com exageros o tempo todo e tem uma porção de piadinhas e referências pra quem prestar atenção.
Joguei apenas pra fazer o final, não me preocupei em fazer rank alto nas fases. Sinceramente não sei se muda algo fazer isso, mas até me dá uma certa vontade de voltar pro jogo e tentar. Ao mesmo tempo me dá preguiça pelo tamanho do meu backlog. Quem sabe um dia eu volto?
Recomendo! Adoro jogos sem noção. Porra, é um fucking elefante combatendo soldados! E você aí reclamando da falta de realismo no seu joguinho de corrida favorito (ou o do concorrente). Fala sério, né?

Shovel Knight: Specter of Torment (Wii U)

Gênero: Ação / Plataforma
O que é: DLC de Shovel Knight. Shovel Knight é Shovel Knight e vice-versa. Já falei várias vezes dele aqui.
Jogado em: Julho

Não tem jeito, todo ano eu jogo Shovel Knight. Ele substituiu Castlevania Symphony of the Knight Night (antigamente jogava ele uma vez por ano). Eu amo Shovel Knight. Já jogaram Shovel Knight? Joguem Shovel Knight! Leiam o meu review de Shovel Knight. Todo ano vai ter aqui Shovel Knight! E se não gostarem vai ter mais Shovel Knight. Se um dia eu paro. Tá, chega.
A nova expansão Specter of Torment, que conta a história do Specter Knight, me surpreendeu demais não só na jogabilidade diferente do cavaleiro da pá, mas também nos remixes “tenebrosos” das músicas das fases e na história que revela coisas que eu não tinha visto/percebido durante outras campanhas. Mal posso esperar pela história do próximo cavaleiro! Ano que vem tem mais Shovel Knight aqui no blog, aguardem!

Theatrhythm Final Fantasy (3DS)

Gênero: Ritmo
O que é: Uma desculpa pra ficar ouvindo músicas de Final Fantasy e batendo com a stylus na tela do 3DS.
Jogado de: Março até Agosto

Sempre curti jogos de ritmo. Ainda não sei explicar porque não termino Patapon, inclusive. Quando soube da existência do Teatrum… Tratorn… Tiamat… Tratatrug… Teatrorico... caramba, como escreve essa coisa?
Bom, a partir de agora vou chamar de TFF pra não enlouquecer.
Quando soube da existência do TFF, fiquei louco pra botar as mãos no cartucho (aquela carinha). Daí caiu naquela famosa situação do preço nunca baixar e depois na outra maldita situação de esgotar e eu não encontrar o jogo em lugar nenhum. Aí um dia cheguei em uma loja e vi ele usado pra comprar. Baratinho. Matei dois cajados com uma coelhada só!
No fim eu joguei um bocado o jogo, gostei bastante dele. Passei todas as músicas, depois fiquei um tempão jogando Dark Notes (longa história) e subindo o nível dos personagens. Eu tinha como meta desbloquear e subir todos, até que descobri que pra desbloquear alguns personagens e itens, tinha que contar com sorte. Aí eu fiquei bravo e larguei o jogo de lado, preferi fazer a fila do 3DS andar. Melhor coisa, eu já tava muito viciado nele. Foram praticamente 6 meses jogando. E o backlog crescendo. Ah, esse backlog sem vergonha.

Don’t Die, Mr. Robot (PS4)

Gênero: Puzzle + Arcade
O que é: Música incrível, jogabilidade simples, desafios complexos, jogo totalmente arcade. A cara do retardado que vos escreve!
Jogado de: Julho até Agosto

Este aqui também faz parte da categoria “só joguei porque a Plus disponibilizou”. E a galera resmungando da falta de AAA. Que triste é o mundo, não?
Enfim, o jogo é bem simples: desviar de inimigos que passam na tela, coletar frutas que explodem e matam os inimigos, de vez em quando evitar certas frutas (dependendo da fase e objetivo) ou tomar cuidado com algumas características que são colocadas em cada desafio que podem te favorecer ou não.
Coloquei este jogo para experimentar certo dia e fiquei mais de um mês viciado nele. Era muito gostoso jogá-lo de fone de ouvido em bom volume, tentar alguns desafios, melhorar score, tentar abrir mais fases, curtir aquela música viciante, cumprir objetivos, etc. Aí eu entrei no Twitter e elogiei o jogo, realmente fiquei bastante surpreso com o quanto me diverti com ele. Os produtores do jogo (Infinite States) me agradeceram em português. Eu fiquei mais feliz ainda. Então vão lá jogar o jogo dos meus amigos londrinos, por gentileza. Eles são maior legais! O jogo também!

Mega Man (NES @ PS4 – Legacy Collection)

Gênero: Ação / Plataforma
O que é: Sério, se você não sabe o que é Mega Man, você precisa voltar pro básico do videogame.
Jogado em: Agosto

Não vou poluir o post. Fiz um post do Desafio contendo vídeos da experiência. Algumas pessoas pediram pra eu fazer um post descrevendo, que eu comecei, editei, voltei atrás, recomecei, editei mais um pouco e ficou no meu rascunho. Um dia eu publico, eu acho. Não prometo nada.
Só posso adiantar uma coisa: como foi difícil me adaptar ao input lag nervoso da minha TV. Mas consegui vencer até o Yellow Devil nestas condições, acho que melhorei muito minha habilidade na série, fiquei feliz pacas com isso.
Pronto, poluí o texto. Deixa eu ir pro próximo, ainda mais que ele é importantíssimo na lista.

Sonic Mania (PS4)

Gênero: Plataforma… 2D, JURO!!!!
O que é: O jogo do Sonic que todo mundo esperava , até mesmo os tontos de plantão que gostam de falar que Sonic nunca foi bom, justamente pra expressar suas dores de cotovelo.
Jogado em: Agosto

Lá estava eu, lindo, belo e feliz feio, branquelo e putasso numa madrugada tentando terminar Mega Man, quando de repente consigo e faço a maior festa mandando mensagens pra um amigo (o responsável por eu ter criado o desafio no blog). Eu queria muito terminar naquela noite, já que Sonic Mania sairia no dia seguinte. Tinha feito a pré-compra naquele dia mesmo e tava bastante ansioso.
Eis que meu amigo me pergunta se eu já tava jogando o Mania. Mas o quê? Mania já tinha saído? Sim, Caduco, seu imbecil, já era madrugada do dia 15/08! Aí já viram, né? Quase 2 horas da manhã, eu tava me preparando pra ir dormir porque trabalharia no dia seguinte e abortei tudo pra jogar este clássico moderno!
Nem vou falar do sono que tive no dia seguinte, só vou dizer que há eras eu não jogava algo com um sorriso enorme no rosto que simplesmente não se desfazia por nada. Fazia eras também que eu não me forçava a abandonar o jogo porque precisava fazer algo importante do mundo real, tipo dormir. Aliás, dormir foi uma tarefa difícil naquela noite, coração disparou.
Acho que nem preciso dizer o quanto eu me apaixonei por este jogo e que ganharia o Gamer Caduco Awards de 2017 com sobra. Mas tenho que dizer que ele mudou minha cabeça sobre os jogos modernos 3D do Ouriço, e que isso pode e vai gerar um impacto gritante na Maratona Sonic. Se é que ela e o blog continuam em 2018, mas enfim.
Na boa, se você não jogou Sonic Mania e gosta de Sonic, você tá vacilando demais. Desliga este computador ou celular e vai lá jogar agora mesmo, eu espero você voltar aqui pra me agradecer nos comentários.
Ai como eu queria poder falar agora do Forces também, pra comparar os dois. Mas o comecei e terminei somente em Janeiro de 2018. Ano que vem eu já vou ter esquecido o nervoso que passei com essa coisa ridícula.

DiveKick (PS4)

Gênero: DiveKick
O que é: Um jogo que você pode mergulhar! E chutar! Serião!
Jogado de: Julho até Agosto

Aí um certo dia eu tava lá conversando com uns amigos e lamentando que não pude ir na casa de um deles, enquanto eles comentaram que, na ocasião, ficaram jogando um tal de DiveKick, jogo que eu mal tinha ouvido falar. Como assim um jogo onde você só tem um botão de pulo e um de chute? E o direcional? Como isso funciona?
Algum tempo depois chega o aviso de promoção na PSN e o tal jogo estava custando 98 centavos de dólar. MIM DÁ SAPORRA Não resisti fui perguntar o que ela a-cha-va de mim e acabei comprando. Fui ver como era e joguei com um personagem até o fim do modo arcade. Dia seguinte com outro. Depois outro. E fiquei nessa paranoia até fazer final com todos os personagens. Eu me diverti pacas no processo. Pior que eu tinha comprado com o intuito de jogar quando alguém estivesse em casa, acabei me esbaldando de jogar sozinho porque eu sou um forever alone. Chegou 2018 e continuo sem ter jogado com outras pessoas. Paciência. Valeu cada centavo, e nesse caso foram somente centavos mesmo!
Ah, este jogo aqui também é dos exagerados e bem humorados. Se você gosta de jogos criativos e malucos, fica de sugestão.

Strider (PS4)

Gênero: Ação com uma pitada bem leve de Metroidvania (sim, Metroidvania é no mínimo um sub gênero, aceita logo que dói menos)
O que é: Uma espécie de reboot de um clássico dos 16 bits, só que mais “aberto”.
Jogado em: Setembro

Desde que comprei o PS4 eu estou de olho em Strider, que ficou de graça na Plus antes mesmo que eu adquirisse o console. Já dava purchase nos jogos da plataforma já na época, claro, pois assinava por causa do PS3 e do Vita.
Enfim, ano passado resolvi encará-lo, adorava o jogo no Mega Drive (embora nunca tenha ido muito longe nele nas poucas vezes que consegui alugar a fita).
Fiquei com um mix de sensações, pois primeiro que não esperava um Metroidvania. Segundo que, mesmo sendo um Metroidvania da vida, ele é super linear e simplesmente te aponta no mapa onde você tem que ir e quanto falta pra chegar (em passos). Terceiro que ao mesmo tempo que ele não tem desafio durante uma boa parte, ele tem um desafio insano em outras partes. Então eu fiquei extremamente confuso jogando, não sabia dizer se estava gostando ou não. No fim eu gostei, mas não sei se gostei de ter gostado, o que me deixa mais confuso ainda.
Importante é que eu me diverti. Aposto que posso recomendar pra uma porção de gente.

The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Switch)

Gênero: Eu não faço a menor ideia… Mundo Aberto? Aventura?
O que é: O melhor Zelda que eu já joguei. Foi o único também.
Jogado de: Maio até Setembro

Quem me conhece sabe que eu nunca dei muita bola pra The Legend of Zelda (independentemente se estou certo ou não em fazer isso, é um fato). Não é que eu ache ruim ou queira levantar polêmica, só nunca me interessei pela franquia do duende loiro de verde chamado Zelda.
Aí que eu gastei o que não podia e comprei um Switch. Meio na loucura, porque eu não imaginava que não conseguiria abastecê-lo de jogos depois de terminar o Zelda, por conta do preço que é praticado aqui no Brasil.
Enfim, lamentações financeiras a parte, gente, que experiência incrível. Eu que não sou nenhum fã da franquia e não gosto de jogos de mundo aberto fiquei maravilhado como este jogo é incrível, principalmente em sua parte técnica. Pra quem gosta de mundo aberto, é um prato cheio. Pra quem gosta de explorar regiões, é um prato cheio e bem temperado. Pra quem gosta de puzzles, side quests, é tudo isso com uma bela bebida. E tem a sobremesa também, que é o mundo todo, como as coisas reagem dentro do jogo, a física e tudo que envolve esse lado mais técnico.
É incrível como tudo acontece de forma muito natural no mundo do jogo. Não tem aquele monte de coisa brilhando te avisando que você pode reagir com alguma coisa. Nem acontecem aquelas situações bem comuns onde você enxerga o ponto que o jogo quer que você “se encaixe”, forçando até uma movimentação nada suave do personagem, por exemplo em escaladas e situações parecidas. Difícil explicar com poucas palavras, acho que só jogando pra vocês sentirem tudo isso que estou tentando descrever com sono em uma madrugada qualquer.
Realmente fiquei maravilhado com o trabalho da Nintendo neste título, eles mandaram bem demais. Dá pra entender porque tantos veículos elegeram ele como o melhor jogo de 2017. Precisa ser muito hater (ou fanboy de outra marca) pra não achar que ele é no mínimo Top 3 do ano. Mínimo. O meu cérebro talvez me guiasse a fazer o mesmo, mas meu coração não deixaria pelo lançamento de Sonic Mania. Está entre os melhores jogos que joguei este ano com certeza, mas eu precisaria respirar um pouco fundo pra colocar ele na frente do jogo do ouriço, mas teria toda chance de liderar sim um possível GCA. Tá bom, seus fãs malditos de Zelda, parem de rir da minha cara enquanto eu tento sair dessa saia justa. Eu sei, caí na categoria fanboy de outra marca, mas é a vida.
Arrumem um tempo para pelo menos experimentar Breath of the Wild, é uma experiência única. Pelo menos por enquanto. Tomara que muita coisa presente nele se torne padrão daqui pra frente.

Ninja Senki DX (Vita)

Gênero: Plataforma / Ação
O que é: Jogo 2D de plataforma e ação que magicamente consegue equilibrar mobile e portátil numa ótima e desafiadora experiência.
Jogado em: Outubro

Ainda naquele papo chato de “ficou de graça na Plus, senão eu nem saberia da existência”, eis outro jogo que eu fiquei bitolado até chegar no fim e devorei em pouco tempo.
Não fazia ideia do que era Ninja Senki DX, que é um belo sidescroller que mistura plataforma e ação onde controlamos um ninja atirador de shurikens que jurou se vingar daqueles que assassinaram sua amada.
A pixel art do jogo é bem bacana. Os desafios feitos naquele modo “deliciosamente irritante”, sabem? O começo é bem fácil, mas conforme o jogo te ensina coisas, o caldo vai engrossando. Tem toda parte de coletáveis e desafios adicionais como derrotar todos inimigos da fase, influencia no final do jogo. E vira e mexe tem um maldito inimigo que você tem uma única chance de derrotar, porque ele passa bem rápido ou fica em um ponto de difícil acesso. Bem viciante, se tiverem afim de uma experiência mais curta e desafiadora sem grandes exageros, fica aí de dica.

Touch My Katamari (Vita)

Gênero: Puzzle
O que é: Negócio esquisito que engole tudo que vê pela frente e o objetivo é se tornar maior. Não confundir com o Kirby.
Jogado em: Outubro

Comecei a jogar este jogo com nome suspeito achando que seria só um passeio de boa, que serviria de puro passatempo e me ajudaria a pegar no sono jogando deitado na cama. Mas não, definitivamente não foi isso que aconteceu. Touch My Katamari tem um certo nível de desafio e pode tirar o sono facilmente!
É bom mencionar que eu já tinha jogado ele antes, mas não terminado. Por isso acabou entrando nesta lista de 2017. Ainda mais que eu recomecei ele do zero.
Embora relativamente fácil, não dá para jogar as fases de qualquer jeito por aquele leve desafio que comentei antes. Tem que pensar um pouco no trajeto que você vai fazer e ficar bastante atento no que dá para absorver com a bolinha mística ou não dependendo do seu tamanho no momento. Não a toa precisei de algumas tentativas para passar algumas fases. Nada crítico, felizmente era divertido repetí-las.
Principalmente porque sua trilha sonora é bem legal, boa o suficiente pra querer jogar de fone prestando atenção nela. A única coisa que me incomoda demais é o Rei de Todo Cosmos lá que me dá pesadelos de noite. Acho ele muito bizarro, tá louco! Parece que ele saiu das profundezas dos calabouços do Castelo Rá-Tim-Bum, sei lá. Se eu encontrasse um cosplay dele, acho que molharia as calças. Credo.

Chip’n Dale: Rescue Rangers (NES)

Gênero: Plataforma
O que é: Clássico absoluto do Nintendinho inspirado no desenho Tico e Teco e os Defensores da Lei.
Jogado em: Novembro

Se o crime pintar, você não tem que se assustar. Vai, vai chamar dois detetives bons. Quer dizer, um muito bom e o outro melhor. Calma lá, eu vou explicar.
Sempre ouvi falar bem deste jogo e até listei ele como um dos meus pecados gamísticos de NES. Daí depois de ficar meses ignorando o Raspberry Pi, resolvi dar mais atenção a ele e tentar jogar pelo menos uma vez por semana um jogo retrô, independentemente de conseguir terminá-lo ou não. Decidi começar justamente com o game baseado no desenho Tico e Teco e os Defensores da Lei. O Tico e o Teco vieram mesmo fazer o bem, pelo menos da minha vidinha medíocre vida gamísitca.
Cara, que delícia de jogo! Repeti isso durante toda a jogatina. Ele não é exatamente difícil, embora também não seja monótono. Não a toa eu consegui chegar no último chefe na primeira tentativa e só não terminei ele por interferência externa (longa história). Acabei levando Game Over nele jogando com o Tico e deixei pra tentar de novo na semana seguinte. Desta vez, jogando com o Teco, consegui terminar. E foi divertido a beça! Eu tinha certeza que me identificaria mais com o personagem mais zoeiro e retardado, ele é a minha cara.
Reabriu meu apetite para jogos antigos. Não quero prometer nada, mas deu vontade até de criar uma categoria nova aqui de redenção gamísitca ou maratona de jogos do Nintendinho. Não se animem, não deve acontecer. A frase anterior foi pra mim mesmo, só pra lembrar que eu adoro me enganar. Enfim.
Quem não jogou ainda deveria fazer, fica a dica. É uma horinha e meia no máximo que você nem vai sentir passar. Sim, eu estou pensando muito em tempo ultimamente, desculpem.

Project X Zone (3DS)

Gênero: RPG Tático
O que é: Suruba de personagens e números voando pela tela em um RPG tático completamente diferente de todos outros que já joguei.
Jogado de: Agosto até Novembro

Em algum momento da vida eu tinha tentado jogar a demo de Project X Zone e fiquei sem entender nada das regras e mecânicas do jogo, mas ainda assim consegui gostar dele. Estranho, não? Mas é verdade. Foi o suficiente pra eu marcar que um dia o jogaria e, depois de mais de ano procurando, encontrá-lo em site de troca de jogos e substituí-lo um dos que não curti tanto no ano anterior (pra quem ficou curioso, Chibi-Robo! Zip Lash, antepenúltimo colocado no ranking do GCA2016).
É curioso como este jogo é tão diferente de RPGs táticos tradicionais e ainda assim conseguiu me prender do mesmo jeito. Primeiro pelos personagens, que são bastante conhecidos, já que o título desenvolvido pela Bandai Namco envolve várias franquias já consagradas (e outras nem tanto), inclusive de outras empresas, no caso a SEGA e a Capcom.
Embora a história sirva apenas como uma grande desculpa pra essa suruba de franquias acontecer (não que seja ruim, apenas não é nada de mais), é bem legal ver a interação entre estes personagens, os diálogos sempre possuem algo divertido/cômico. São vários personagens que são heróis ou vilões em seus mundos, cada um com uma personalidade marcante. Já deve ser suficiente para vocês imaginarem algumas coisas que saem da boca deles.
Ainda assim, o que mais me chamou a atenção foi a mecânica de combate, que mesmo simples eu demorei algumas batalhas pra masterizar. É muito satisfatório/gratificante entrar em modo de batalha e acertar golpes críticos, inclusive envolvendo combinações de duplas ou personagens solo. Digamos que não é só mandar atacar, você ainda tem a liberdade de executar algo próximo de combo de ataques entre algumas opções.
Não pretendo entrar muito no detalhe aqui. Se o tempo me permitir, queria fazer um review mais detalhado do jogo. De novo não vou prometer nada, até porque já esqueci tudo que eu tinha em mente na época que ainda estava na empolgação por ter jogado. Sei que estou ansioso pra jogar sua continuação. Basta achar uma promoção boa do cartuchinho e vocês o verão descrito aqui no Meme de algum outro ano! Recomendo demais. Imagino que Project X Zone ficaria bem colocado no GCA.

Land of Illusion starring Mickey Mouse (Master System)

Gênero: Plataforma
O que é: Segundo jogo do Master System estrelando o camundongo mais conhecido do mundo dando surra de bunda nos inimigos.
Jogado em: Novembro

Lá vem o bundudo do Mickey de novo na minha vida, mostrando pra todo mundo que ele não é um bunda mole, como muita gente pensava.
Trocadilhos podres a parte, fiquei surpreso com a experiência que tive com Land of Illusion. Achava que ele era “só” (muitas aspas aqui) um “Castle of Illusion 2” (de 8 bits, evidentemente). Mas não, ele tem uma baita identidade própria. Apesar da jogabilidade em si ser a do seu antecessor, o jogo traz como característica um mapa do mundo e a possibilidade de jogarmos novamente as fases que já passamos. Inclusive há momentos em que um personagem é salvo e te dá a dica para voltar para determinada fase para tentar um item, aproveitando uma nova habilidade adquirida (normalmente através de um item fornecido por este personagem). Então nada de pular os diálogos aqui. Este leve backtracking de certa forma acaba sendo necessário em um determinado momento pra avançar no jogo. Fica a dica aqui pra quem quiser encarar o desafio.
Jogo curto e de ótima qualidade. Vou ver se separo um tempo pra jogar o Legend of Illusion agora. Só preciso voltar com o hábito de jogar os jogos clássicos pelo menos uma vez a cada duas semanas, mal chegou 2018 e eu já abandonei o projeto de novo. Este foi o último clássico que eu finalizei em 2017. Desisti da ideia quando tomei alguns Game Over seguidos em Rocket Knight Adventures (Mega Drive) no Hard. Mas isso é história pro Meme de 2018, quem sabe?

Mario vs. Donkey Kong: Mini-land Mayhem (DS)

Gênero: Puzzle
O que é: Combate épico entre mascotes da Nintendo onde temos que derrotar o gorila usando versões bonecos de corda do encanador bigodudo, montando e desmontando cenários com a stylus.
Jogado de: Novembro até Dezembro

Um dos jogos mais geniais que joguei no ano. Sério. Sabem aquele preconceito de vocês com jogos que usam tela de toque? Então, esqueçam ele um dia na vida de vocês e experimentem dois ou três mundos de Mario vs DK do DS.
Lembro que comprei o cartucho no impulso, promoção de loja, amigo de confiança estava junto e falou que eu iria curtir. Cacilda, ele acertou em cheio (mais uma vez). Detalhe: eu só joguei este jogo porque tinha acabado o Project X Zone e fiz uma troca insana de vários jogos de PS3 por alguns de 3DS em uma loja (nem queiram saber, valeu a pena, mas doeu um pouco). Aí eu achei que em uma semana ou pouco mais eu terminaria e me divertiria um pouco. Que nada, eu comecei a jogar este game até mesmo dentro de casa, o que não é comum (3DS é a minha “plataforma de transporte público”). Vibrava quando abria uma fase nova pra jogar. Sabe quando você sente um vazio inexplicável ao finalizar um game? Então, este criou um vazio enorme quando atingi 100% dele. Larguei por não ter mais o que fazer, além de melhorar recordes. Mas não estava na pegada.
Se eu tentar explicar como o jogo funciona, vai parecer sem graça. A descrição que fiz no “O que é” lá em cima de certa forma serve, mas só jogando mesmo pra entender o quão genial e viciante este título é. Já estou até de olho pra encontrar continuações e jogos similares. Recomendadíssimo.

Fire Emblem Heroes (Android)

Gênero: RPG Tático
O que é: Algo que vicia mais que qualquer droga conhecida no mundo.
Jogado desde: Fevereiro, e vou continuar jogando até não lembrar mais quando comecei.

Com essa falta de tempo toda e a impossibilidade de jogar qualquer jogo em qualquer lugar, sobrou o que para ser consumido insanamente? Um jogo para celular, claro!
Eu que gosto muito de RPGs Táticos resolvi experimentar o jogo e gostei bastante, mesmo que ele seja absurdamente simplificado perto de outros do gênero.
Difícil mesmo é controlar a ansiedade e gastar dinheiro para desbloquear uma ou outra coisa no jogo. Aliás, esta parte de “economia versus desbloqueáveis” é muito bem feita, porque tudo pode ser feito jogando. Tudo mesmo, você não precisa gastar um mísero centavo nele. Porém, se quiser acelerar o progresso dos personagens (entre outros), aí seus reais podem ser usados. Não gastei nada, mas às vezes deu vontade. Especialmente para colocar no time alguns personagens sazonais, tem hora que você não dá sorte e fica meio na paranoia de que não vai conseguir pegar um ou outro. Ou todos. Aí segura o bolso.
Não, o jogo não é Pay To Win nem nada assim. Como falei, tudo pode ser obtido jogando. Eles só não são muito generosos quanto a tempos e quantidades. Estão certos nisso, não devem mesmo, o jogo tem custo de produção e manutenção e não tem propagandas. Porém, você pode ser mão de vaca com ele que nem eu e se divertir o suficiente. Só não vale ficar reclamando. Você não trabalha de graça também, imagino.
Enfim, joguei ele praticamente o ano todo, com mais frequência a partir de Junho. Continuo jogando bastante, diga-se de passagem. Recomendo pra quem gosta e tem curtos períodos para jogatinas rápidas.

The Witcher 3: The Wild Hunt – Complete Edition (PS4)

Gênero: RPG Ocidental
O que é: História fantástica do bruxo que adora se envolver em altas confusões em um mundo fantástico cheio de criaturas fantásticas que sabem que o fim de semana está acabando quando começa o Fantástico. Essa doeu até em mim.
Jogado desde: Dezembro.

O ruim de ficar envolvido com notícias e premiações e qualquer coisa próxima disso tudo que faça referência ao mundo dos games é que as pessoas amam jogos infinitos e ficam enaltecendo e recomendando eles o tempo todo. Parece que estão te infernizando pra jogá-los também. E mesmo que você seja um velho teimoso e sem tempo, você acaba cedendo. E está aí a minha história com The Witcher 3: Uma Caçada Muito Louca (créditos não são meus aqui) The Wild Hunt.
Terminei a main quest somente na terceira semana de 2018. Pra isso acabei fugindo de boa parte das side quests depois de certo ponto, acabei perdendo um monte de coisa bacana no processo (tenho consciência disso, é uma mais divertida que a outra). Ainda assim, vou colocar ele na lista deste ano. Ainda mais que The Witcher 3 está facilmente entre os jogos com histórias que mais me divertiram em todos os aspectos. Sem falar na parte gráfica dele que é absurdamente incrível. A sonora também, embora eu prefira as músicas mais marcantes e grudentas do passado do que as “de ambiente” atuais.
Outro jogo de mundo aberto que acabou me entretendo, é verdade. Muito mais pela história e personagens. Curioso que eu achei o combate até meio monótono (mesmo estando no nível considerado como Hard – ainda tem um Hardest, mas não interessou). Mesmo que eu me importe bastante com isso, joguei tudo e foi uma experiência incrível. Pretendo jogar ainda em 2018 as expansões, quando der saudade, nem que eu fique alternando ele com jogos mais curtos. Tá no meu top 10 do ano com toda certeza. Mas consigo entender quando alguém diz que não quer jogá-lo. É muito tempo investido e pouco tempo disponível. É ou não é?

Captain Tsubasa: Dream Team (Android)

Gênero: RPG de futebol (acreditem, é isso aí mesmo).
O que é: RPG de futebol inspirado no anime/manga Supercampeões. Lembram? Passava na TV Manchete.
Jogado desde: Dezembro.

Por fim, logo no último mês do ano fiquei sabendo do lançamento de um novo jogo para celulares com o Oliver Tsubasa (pra quem assistiu o desenho na TV Manchete). Não tive dúvidas: criei um time no celular e outro em tablet. Pronto, joguei alucinadamente o mês todo, até que em certo momento deixei de jogar as partidas (deixei a CPU se encarregar disso) enquanto focava no gerenciamento da equipe. Tem graça? Claro que sim! Pra quem jogava Elifoot, Championship Manager e Football Manager adoidado no passado, tem sim. Ainda mais que posso deixar o time jogando enquanto faço outras coisas (tipo escrever e editar este post). Mas esta fase foi mais em 2018, tanto que finalizei toda campanha em todos os níveis e agora não tenho muito o que fazer, só jogar os eventos e liga contra times de outras pessoas. Um dos motivos pelo qual resolvi listar no post de 2017, pois não sei se vou continuar jogando ao longo de 2018.
Pra quem tem saudosismo com anime, ainda gosta das versões mais recentes, gosta de jogos exagerados e mobile, é uma boa pedida. Se não gosta desse tipo de coisa, passe batido. Só não me venha com o velho papo de “sou jogador de verdade e não jogo futebol/no celular”.


É isso! Claro que joguei outras coisas ao longo do ano, como: Street Fighter V (PS4) um pouco com a galera (só apanhei nessa desgrama) e menos ainda offline; mais um pouco de Shovel Knight em outra plataforma (3DS) para fazer os challenges (joguem Shovel Knight!); Tetris Ultimate (Vita), que eu acho que foi dinheiro mal gasto (mesmo que tenha sido menos de 5 dólares); Sky Force Reloaded (Android) pra bater o recorde de alguns amigos e depois larguei; Killing Floor 2 (PS4) online com amigos uma única vez pra chegar à conclusão que não curti o jogo; Mario Kart 8 Ultimate (Switch) mais em galera quando vinham em casa; Rocketbirds (Vita) que eu odiei com todas as minhas forças e larguei com pouco tempo de jogo; e por fim DOOM (PS4), que joguei uma única vez online e depois um pouco offline pra ver como era o jogo, mas larguei por ter me atacado a Cinetose. Pretendo voltar pra ele, se eu consegui treinar meu cérebro pra jogar Witcher 3 (que também atacava minha motion sickness), então consigo treinar com ele também. Vamos ver. O jogo parece bom demais pra eu deixar passar.

Espero que tenham curtido a lista, as descrições e tudo mais. Que não tenham ficado chateados por passar 3 horas e meia lendo essa tralha toda que eu escrevi.

Ah, claro, aproveitem para ver as listas da galera que tá participando do Meme. Só clicar nos links aí embaixo.

Arquivos do Woo [CyberWoo]
Blog Desocupado [Paulo Victor]
Blog MarvoxBrasil [Marvox]
Gamer Caduco [Cadu]  <———— você está aqui!
Gamerníaco [Eduardo Farnezi]
GebirgeBR [Gebirge]
Jogatinas Saudáveis [Rodrigo Vigia]
Jornada Gamer [UsoppBR]
Locadora Resident Ivo [Ivo Ornelas]
Old Magus Pub [Lucas Vinicio]
QG Master [Marcos Vieira Machado]
RetroPlayers [Sabat]
U-8Bits [Ulisses 8 Bits]
Vão Jogar! [Rafael “Tchulanguero” Paes]
Vão Jogar! [Rodrigo Borges]
Vão Jogar! [Somari]
Vão Jogar! [sucodelarAngela]
Videogames com Cerveja [Felipe B. Barbosa]

Gamer Caduco Awards? Já falei, da minha parte não vai rolar. Mas em breve eu solto uma enquete para vocês votarem no jogo do ano e depois do Carnaval eu publico o resultado.

Depois disso sei lá quando volto a postar. Vamos ver como serão os próximos dias.

Obrigado a todos pela leitura e até o ano que vem próximo post!

Aquele abraço apertado e suado pra todos!

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Sobre Gamer Caduco

Menino novo, com mais de 30 anos de idade, fanático por games de todas as gerações.
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10 respostas para Meme – O Que Você Jogou em 2017? #oqvj2017

  1. Pingback: Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2017? [7ª Edição] | Blog MarvoxBrasil

  2. aki é rock disse:

    Belos jogos esses ai Caduco depois eu vou postar a minha lista por aqui beleza.

  3. Marvox disse:

    Fala Cadu, cara como ri litros do que você escreveu dos jogos. Estou torcendo para que você fique firme na sua luta, trabalho, estudo e o que mais for. Assim como espero que sobre um tempo pra novos encontros nos eventos desse ano. Mas, chega de papo sofá da Hebe e deixa comentar aqui seus jogos, essa lista tá muito cheia de caminhos “Caducos”, viu só também sei usar aspas XD.

    VVVVVV – Lembro da fama desse jogo quando apareceu no Steam, tenho muita curiosidade de jogá-lo.
    Sonic Spinball – Sério que você jogou isso? Corajoso!!

    Mario Kart DS – Vou gostar sempre de Mario Kart, queria jogar o 8 mas não tenho Switch, pera aê que vou ali me esganar.

    Undertale – Meu lado RPG uma hora sempre acaba aparecendo, e esse é um jogo que aguça bastante.

    Unravel – Jogo louco demais que só joguei a Demo, depois acabei comprando. Vou chegar nele esse ano, e ainda coloco Little Nightmares pra acompanhar por ser tão necessário quanto.

    Tembo: The Badass Elephant – Caraca, outro jogo que vejo direto no Steam, bom já que você terminou ele, e tendo ligações com a Sega, tenta terminar agora Rolo to The Rescue do Mega Drive que também você joga com um elefante e me fala o que acha, por favor.

    Sonic Mania – Isso de não dormir pra querer jogar e dane-se o sono no dia seguinte no trabalho aconteceu com Cuphead. Pra que dormir?

    Chip’n Dale: Rescue Rangers – Momento Saloon do ano? Cara que legal você ter terminado ele, tenta jogar o 2º jogo e vê se também curte.

    Land of Illusion – Castle é legal, e esse Land é algo muito precioso também, o esquema do mapinha e do cenário que sofre alterações, e os itens mágicos é muito louco. E no fim o Mickey tá sempre sonhando né, dorgas só pode.

    E agora hein, é Cadu no Switch em 2018? No aguardo das impressões, comprar um novo console é sempre um momento bem marcante de novos caminhos. Grande abraço!

  4. J.F. Souza (Yoz) disse:

    Uma tremenda lista, heim? Até eu fiquei com inveja!
    ^_^
    Eu joguei poucos títulos, mesmo porque não foi um ano nenhum pouco bom. PC Pifado, blog e canal parado… Em 2018 que eu estou jogando um pouco mais

  5. Bruno Castro Alves disse:

    Caramba, que post bom! Sério, me inspirou a anotar todos os jogos que joguei ou vou jogar esse ano. Jogue muito em 2017, mas cadê que lembro de pelo menos 50% do que joguei ?(é, tô caducando.)
    Sonic Mania não tem perigo de não ganhar o GOTY 2017. O Whitehead conseguiu fazer um Sonic à altura (ou até melhor, ainda tô em dúvida) do melhor jogo de 16bits: Sonic 2. E um recado para a nossa querida SEGA: Bota na rua o Sonic Team todo! (Sonic Forces, pqp).

  6. helisonbsb disse:

    Depois de muitos anos jogando mega drive, finalizei sonic 2 que tanto queria zerar!!!! bons tempos!!!! Sonic CD foi outro que consegui detonar também…joguei alguns clássicos PC da vida…tipo um Quake, Need for speed das antigas e outros clássicos ps1 tipo Resident evil 3!!!! Nos mais atuais consegui finalizar Metroid Other M e Resident evil 7…Não joguei quase nada mesmo!!!! para finalizar detonei um pouco em Keystone kapers do Atari, gosto muito desse jogo!!!! A meta de 2018 é seguir com sonic 3 e sonick knucles!!!! só porrada!!!! Feliz ano novo a todos!!!!

  7. Pingback: Meme – O Que Você Jogou em 2017? | Retro Journey

  8. Linda lista, cara!
    Acho que a vida adulta cada vez mais cobra o nosso tempo pra ser gamer, eu joguei menos, mas em comparação com os dois ultimos anos joguei mais títulos. Dentre eles, foi o Super Tokussatsu Onore, Toejam & Earl, Sonic Triple Trouble e Out Run. Fizemos um post no QG Master!
    Bom ver que jogou bem e saber que você tá na ativa, Caduco.
    Um ótimo 2018!

  9. Daniel Gamer disse:

    Caramba, Caduco! 32 jogos e vc achou pouco?
    Mas é muito bacana ver que vc mantém os registros de suas memórias.
    Eu nem sei quantos games terminei em 2017, mas certamente foram menos de 10 (nunca dá pra ser mais do que isso).
    Verei se sou capaz de manter algum registro em 2018.

  10. Daniel Gamer disse:

    Da sua lista, tenho em mídia física, na memória de algum console ou da conta Steam: Klonoa, Bastion, Sonic Spinball, Unravel, Broforce e Stride, mas não joguei nenhum.
    Ainda tem mais outros que já joguei, mas ainda não zerei. O principal é Witcher 3, que estou jogando desde outubro e não terminei ainda 😛

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