Maratona Sonic: Sonic the Hedgehog 3 (Mega Drive)

Olá caríssimos leitores, como estão?

Será que posso afirmar que finalmente chegou um post que as pessoas que gostam da Maratona Sonic tanto esperavam? Eu gosto de pensar que sim, já que as pessoas gostam tanto dos jogos numerados da franquia do ouriço azul que foram lançados para o Mega Drive. Pois é, meus caros, está na hora de falar de Sonic the Hedgehog 3. Estavam ansiosos?

Antes de começar a falar qualquer coisa eu quero deixar aquele velho disclaimer que sempre faço em posts da Maratona: estou seguindo a ordem cronológica dos lançamentos, então não esperem que eu fale algo aqui de Sonic & Knuckles e da integração dos dois cartuchos (o tal do lock on). Para a linha do tempo da Maratona, S&K ainda não existe. Falarei sobre ele em um post futuro e da integração dos cartuchos (inclusive 1 e 2) em outro post. De propósito pretendo deixar as coisas bem separadas.

Então que fique claro que qualquer crítica que eu faça aqui não será aliviada com qualquer coisa similar a “ain, mas no Sonic & Knuckles…”. Vou considerar apenas Sonic 3 como jogo único, mesmo hoje sabendo do que motivou ele ser dividido em duas partes.

“Coleçãozinha” de Sonic 3 que tenho. 🙂

Isto posto, comportem-se e vamos ao que interessa. Quero começar contando minha história com Sonic 3. Inclusive deixa eu contar um breve caso meu sobre locadoras nos anos 90. Quem é que viveu a época e não tem pelo menos alguma coisa pra contar, não é mesmo?

Contextualizando, eu vivi esta fase praticamente alugando em uma locadora só, que ficava mais ou menos perto de casa. Raramente eu alugava em lugares que precisava de rodas para chegar (transporte público, carro, bicicleta, skate, velotrol, etc). Mesmo porque nunca eu alugava sozinho, sempre preferi fazer isso na companhia dos meus pais. Mais especificamente meu pai, já que era ele que tinha a “missão” de alugar filmes em casa. A locadora em questão não tinha muitos títulos para o Megão, e a gente costumava ir muito mais no sábado de manhã do que na sexta à noite. Então eu sempre meio que me ferrava e ficava com as sobras das sobras.

Por isso, demorou um certo tempo para que eu conseguisse alugar Sonic 3 pela primeira vez. Por mais que eu tivesse visto o jogo em revistas, colocar as mãos nele e jogar foi acontecer depois que muita gente já tinha experimentado. No entanto, esse tempo não foi tão longo quando comparado a outros lançamentos de sucesso do console. Não dá pra dizer ao certo o que aconteceu, se a galera perdeu o interesse ou se todo mundo já havia terminado o jogo (ou ambos). Digo isso porque, pensando agora, acabei alugando algumas semanas seguidas depois da primeira vez.

Lembro claramente de algumas das minhas primeiras reações com o jogo. Começando pela tela de título, com uma música que a princípio eu estranhei bastante. Cadê a música que eu estava acostumado, com ou sem um efeito a mais? Que música foi essa? Pelo menos os gráficos pareciam bem bonitos, mais modernos que de seus antecessores (embora prefira as deles). Fiquei com uma sensação estranha, sem saber se estava gostando ou não daquilo tudo.

Que seja! Apertei Start e vi a tela de seleção de slot para salvar. Primeiro apreciei a existência dela, achei bacana ter isso. Entretanto, na verdade tanto fazia a existência daquilo para mim no momento, o jogo era pirata e logo eu descobriria que ele não salvava de qualquer forma. Então apertei o botão e parti para o jogo.

Aquela cena do avião chegando com rasante, Sonic pulando e voltando como Super Sonic. Uau, que incrível! Eu logo associei ao final do 2, achei aquilo o máximo. De repente, algum bicho rosa (vermelho, eu sei) atinge o ouriço e fica com as Esmeraldas. Ué? Cadê aquele poder todo e invencibilidade do Super Sonic? O jogo começou, sem cortes, era algo que deveria me deixar surpreso, mas eu ainda estava incomodado como alguém poderia tirar as esmeraldas tão facilmente do Super Sonic. Sério, ficou meio marcado, eu tinha jogado Sonic 2 alucinadamente e desde então gostava bastante da versão super do ouriço, tinha aquela sensação de poder e velocidade. De repente não parecia mais tão poderosa assim.

Bem, eu não me lembro o quanto fiquei remoendo isso, mas em algum momento comecei a jogar de fato e logo achei o primeiro argolão para entrar no Special Stage. Claro, aquela argolona mais à esquerda do primeiro ato está na cara para ser encontrada mesmo, muito provavelmente pra avisar o jogador como funciona a parte de Special Stages e Chaos Emeralds neste game. Muito mais inteligente que enfiar uma dezena de tutoriais, como fazem hoje em dia.

Aí vem a minha primeira bronca: eu detesto o Special Stage de Sonic 3. Muito! Pior: não sei se por causa ou efeito de não gostar, eu sou péssimo nele. Antes que alguém chie, sim, eu sei que o problema está em mim, não no jogo. Questão de gosto. Aliás, eu adoro a música dele! Controverso, não?

Continuando com as minhas memórias, provavelmente eu falhei na primeira tentativa de pegar a Esmeralda, mas segui pela fase, gostei de tudo que vi. Ou quase, eu achei aquele novo movimento do Sonic (Insta-Shield) completamente inútil logo de cara. E continuo achando. Enfim, dá para jogar sem usar esse troço, não tenho motivos para ficar incomodado com isso.

No geral, o ato 1 da primeira zona foi uma experiência bem legal. Tem aquele lance de enfrentar o subchefe uma vez, não conseguir vencer e rolar a troca de background, deixando o cenário todo em chamas. Foi inesquecível ver isso pela primeira vez. Mais um momento de “uau” no jogo! Outra coisa que gosto de ver até hoje.

E os escudos novos? Caramba, que bacana! Refletir tiros e movimentos e habilidades especiais para cada um deles foi uma baita sacada do Sonic Team. Que bela evolução a franquia teve nesse sentido! Será que tiveram alguma inspiração nos Power Ups de Mario?

Lembro que enfrentei o subchefe novamente, o derrotei, caiu a plaquinha de fim de fase e… que raio de música é essa? Cadê aquela música que eu gosto tanto que sempre tocou no fim das fases do Sonic? É outra coisa que eu odeio desde o primeiro momento até os dias atuais. Ainda acho que ela substituiu a que eu considero como música “original” de fim de fase da série. Pior que eu tinha escutado ela já no fim do Special Stage e nem devo ter reparado, pois lembro que a bronca veio mesmo no fim do ato. O mesmo efeito aconteceu com a música de invencibilidade e também de vida extra. Aliás, por que diabos tem um assovio na da vida extra? Que ódio! Música ridícula.

Hoje em dia eu sei que isso ocorreu por causa da saída de Masato Nakamura da composição das músicas da série. Para quem não sabe, ele foi o principal compositor nos jogos anteriores. O motivo? Não chegaram a um acordo financeiro. Qualquer música que remetesse as composições dele tiveram que ser removidas do jogo. Inclusive ele detém o direito da autoria das músicas até os dias atuais. Usar músicas dos dois primeiros jogos rendem royaties para o compositor.

Com a saída de Nakamura, a SEGA precisou contratar uma equipe de compositores para fazer a trilha sonora. Inclusive, não tem muito tempo que foram confirmados rumores de que Michael Jackson pode ter ligação com algumas composições. Algo bem bacana. Pena que ele nunca foi creditado diretamente, provavelmente por conta dos escândalos de abuso sexual que sofreu em 1993. Já pensaram se tivesse sido anunciado oficialmente na época? Adeus Super Nintendo!

Enfim, de volta ao jogo, outro momento de “uau” logo aconteceu. O segundo ato começou exatamente de onde parou o primeiro, sem escurecer a tela ou qualquer outra coisa que pudesse indicar o carregamento de novo cenário. Surpreendente! Além disso, começou a tocar um remix diferente da mesma música que tocou no primeiro ato. Poxa, de cara eu já achei tudo muito bacana! O mais legal é que isso se tornou padrão na série a partir de então. É algo que eu gosto muito até mesmo nos jogos mais recentes.

Continuei a jogatina. Passei algumas fases, morri, ganhei vidas, coletei argolas, perdi argolas (HEY! NÃO PENSE BESTEIRA!), derrotei chefes, passei fases e cheguei em um maldito tambor. Vocês sabem do que eu estou falando, não sabem?

É, esse maldito tambor/barril aí mesmo. Claro que eu estou entre as crianças/adolescentes que se frustraram com essa maldição por não saber passar por ele. Depois de velho, quando vi outras pessoas resmungando sobre o assunto na Internet, eu me rachei de rir com várias histórias divertidas. Quer dizer, divertidas depois desse tempo todo contanto, porque na hora eu imagino que deve ter ativado o mesmo grau de raiva que ativou em mim. Talvez vocês tenham alguma noção de tudo que tentei fazer pra passar por aquilo. Não fazia sentido não ter como passar.

Lembro que fiquei pulando e pulando achando que aquilo deveria me impulsionar pra cima. Eu não sabia ainda que dava pra voar com o Tails e nem mesmo que dava pra carregar o Sonic junto se estivesse jogando com a dupla. Aliás, eu não consigo lembrar quando foi que descobri ou fiquei sabendo destes dois detalhes, que foram baita novidades na franquia. A única coisa que eu sei é que eu nunca mais joguei Sonic 3 sem o segundo controle ligado pra levar o Sonic pros lugares altos. Podem me julgar, pois eu fiz de novo quando joguei novamente pra escrever este post.

De toda forma, depois de alugar algumas outras vezes, fiquei sabendo (provavelmente li em alguma revista) que o jeito certo de passar pelo tambor era movimentá-lo apertando para cima e para baixo nele até ter espaço para passar por baixo (em cima é fechado, contrariando o que eu imaginava, a princípio). Porém, em lugar nenhum a forma de movimentar o tambor é explicada. E este comando não é usado em nenhum outro lugar do jogo, então como descobrir? Caramba, Sonic Team! O que vocês acertaram em outros detalhes, erraram feio neste.

Após isso foi tranquilo chegar no fim. Muito tranquilo, por sinal. O jogo é muito fácil e curto. Um dos problemas que vejo nele. Não que seja grave, mas é um problema. De qualquer forma, tudo isso é o que eu tenho em memória daquele fatídico ano de 1994 (ou seria 1995?), em que eu já dividia as atenções do Mega Drive com um PC 486. Pode ser que isso influencie um pouco a eu não gostar tanto assim do terceiro episódio da série. Ou é o fato dele parecer (e ser) incompleto.

Antes de jogá-lo novamente, fiz um baita esforço mental para lembrar todas as Zonas do jogo e não consegui. Talvez isso seja outro bom indicador para afirmar que o jogo nunca foi tão marcante pra mim. Não entendam mal, eu gosto do jogo e acho ele razoável, mas ele fica muito atrás dos dois primeiros games lançados no Mega Drive. Acho que dá pra incluir aqui os títulos anteriores do Master System também.

É claro, mais pra frente eu soube o motivo dele ser meio “sem sal”: o atraso no lançamento do jogo, que não ficaria pronto até o Natal de 1993. A divisão em dois jogos, que só foi aceita pelo Yuji Naka por causa da tecnologia “lock on” que permitiria ligar com a segunda parte do jogo (& Knuckles) e tudo mais. Porém, vou lembrar vocês mais uma vez que Sonic & Knuckles ainda não faz parte da Maratona. Guardem seus escudos para defender a fusão dos jogos pra usar no post específico sobre isso.

Bem, como foi jogar Sonic 3 novamente? Diga-se de passagem, em uma época em que eu estava completamente alucinado por Sonic Mania e frustrado com Sonic Forces? Chegou a hora de contar a experiência.

Vale ressaltar que esse destaque todo na nova jogatina deve-se ao fato de que eu não costumo jogar Sonic 3 com a mesma frequência que jogo Sonic 1 (tanto de Master quanto de Mega) e menos ainda Sonic 2 (Mega). São jogos que eu encaro pelo menos uma vez por ano, terminando ou não. Aos quais estou mais que adaptado e acostumado. Moram no meu coração. Sonic 3 eu sempre largava na metade antes de terminar, não sei explicar bem o porquê. Só que este ano resolvi separar uma madrugada pra ligar ele direto no Mega Drive e ver como seria. Inclusive as imagens deste post são quase todas desta jogatina.

De cara a primeira coisa que posso dizer é que eu melhorei bastante nos Special Stages. Terminei o ato 2 da primeira fase com 3 Chaos Emeralds, achei que ia terminar o jogo com todas elas tranquilamente. Que nada. terminei com 4. Não fiquei concentrado em achar as argolonas e as poucas vezes que achei, acabei vacilando e perdendo. Teria conseguido se não tivesse errado por bobeiras. Talvez ter ficado um tempo brincando nas fases similares do Mania tenha me deixado treinado.

Jogar com fone de ouvido me fez perceber que, por mais que eu não goste tanto da trilha deste jogo quanto gosto das feitas pelo Masato Nakamura, eu não desgosto tanto assim do trabalho dos caras em Sonic 3. As músicas são bem compostas, mas eu não acho elas tão “cartunescas” quanto dos jogos anteriores, nem tão marcantes e nem tão brilhantes.

Também não acho elas quase nada “atmosféricas”, ou seja, é como se elas não combinassem tanto com os estágios. Pelo menos em sua maioria. Pode ser (e é) picuinha minha, só que penso que a qualidade das músicas no geral é inferior quando comparada aos jogos anteriores.

Enquanto as músicas de Sonic 1 e 2 se destacam justamente por não parecerem com as de outros jogos do Mega Drive, Sonic 3 vai no caminho contrário e as melodias se parecem muito com muita coisa que havia sido lançada até então para o console. Juro que eu gostaria de saber explicar melhor meu ponto de vista, talvez vocês tenham entendido. Espero que sim.

É bom afirmar que eu curto muito uma porção de trilhas do console, mas ainda acho que as que mais se destacam são as que menos se parecem com as demais, no caso Sonic 1, Sonic 2 e os três Streets of Rage.

Legal relembrar algumas novidades que apareceram em Sonic 3 e que eu não lembrava quando comecei a escrever o texto: a habilidade de correr por cima d’água; coisas que podem ser usadas como “veículos” (prancha, “peão”, etc); as cutscenes entre os estágios (e não somente entre os atos, como mencionei antes no texto); batalhas contra robôs subchefes que não são diretamente operadas pelo Dr. Robotnik (pareceu influência do Master System); possibilidade de pegar as esmeraldas restantes no save mesmo depois de terminar o jogo; Sonic usando uma nave do Robotnik pra chegar até ele. Talvez tenham outras coisas.

Outra coisa interessante é que o level design te convida a usar o Tails pra sair voando carregando o Sonic em algumas partes. A batalha contra o chefe da Marble Garden Zone é criativa demais, perseguir o arqui-inimigo voando foi algo bem pensado. Em contrapartida, o último chefe é absolutamente sem graça. Não só ele, mas toda sequência até ele chefe é bem sem graça. Ainda mais quando tudo isso é comparado ao que vimos nos dois primeiros games da franquia (Final Zone e Death Egg Zone são emblemáticas demais).

Que seja lembrado aqui também que foi ótimo terem implementado uma solução para o bug da transformação em Super Sonic que acontecia no Sonic 2 e nos forçava a resetar o jogo. Só esqueceram de um detalhe: usar escudo impossibilita a transformação. Caramba, gente, tem mais de um botão ali pra usar pra isso, onde é que vocês estavam com a cabeça? Hein, ex-funcionários da SEGA? Eu sei que vocês estão lendo isso!

Por fim, por falar nos ex-funcionários, reparei que algum deles gostava muito de preparar armadilhas com molas que te empurram de volta de onde você veio. Isso tem em abundância no jogo. Só pra irritar de leve.

Bem, para concluir de forma bem resumida: na minha humilde opinião, Sonic 3 talvez não tenha a mesma qualidade dos dois primeiros jogos lançados para o grandioso console de 16 Bits da SEGA. Só que ainda faz jus à franquia e entrega momentos de diversão, ideias bastante interessantes e outras características que sim, demonstram qualidade no produto final, embora deixe aquela impressão de que ele de alguma forma ficou inacabado. No fim, acaba se tornando um título obrigatório para qualquer fã da franquia, do console, dos 16 bits e até de videogames no geral.

Galera, é isso! O post ficou longo pra dedéu, desculpem por isso. Agradeço imensamente a todos que tiveram paciência de ler tudo e prometo que vou fazer de tudo pra voltar logo com mais um episódio da Maratona (spoiler: o texto está pronto). Finalmente falaremos do jogo onde pela primeira vez outro dos heróis da franquia se tornou personagem jogável.

Muito obrigado mesmo pela leitura e até o próximo post!

Aquele abraço.

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Sobre Gamer Caduco

Menino novo, com mais de 30 anos de idade, fanático por games de todas as gerações.
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9 respostas para Maratona Sonic: Sonic the Hedgehog 3 (Mega Drive)

  1. Fala Cadu! Finalmente \o/ textinho da sua maratona de Sonic!
    Muito legal seu texto e principalmente a história da locadora. Incrível como eu sempre acho que fãs de Sonic tinham os jogos em casa e com o tempo descubro que eles alugavam e mesmo dividindo com outras pessoas as locações… eles terminavam o jogo! Digo isso porque quando criança sempre achei Sonic um daqueles jogos difíceis de fechar e somente quem tinha jogo em casa consegui fecha-lo. Era como imaginar uma jornada longa hahahaha XD Hoje gente vê que Sonic pode ser fechado em poucas horas… resumindo! Quando menores não temos a noção de proporcionalidade das coisas.
    Sonic 3 joguei MUITO POUCO Cadu! Vou ser sincero! E não fechei ele até hoje! Talvez seja uma das poucos jogos do Sonic (digo JOGOS! SONIC BOOM não é jogo!). Essas semanas por acaso eu lembrei quando vi o jogo do Sonic pela primeira vez! Foi em uma galeria no centro comercial da minha cidade, lembro vagamento o Sonic correndo e o local nem era uma locadora. Ae depois com o tempo você sabe como fiquei fã dele no Master System ^^
    Adorei as caixinhas! Como sou apaixonado por essas caixinhas de jogos! E você tem 3 versões delas, que maneiro!
    Bom, falei demais! Parabéns pelo texto Cadu, fico feliz em ver você re-jogando esses games e contando sua experiência.MESMO! No aguardo do próximo texto. Grande Abraço.

    • Gamer Caduco disse:

      Textinho? Eu hein, preciso escrever uma Bíblia pra virar textão? ahuahuahuhaua
      Zoeira, mas legal que a Maratona voltou com tudo, né? Se eu não der vazão nela, vai demorar uns 10 anos pra chegar no Sonic Mania, e quero falar dele, né?
      Curioso que eu nunca achei Sonic muito difícil, embora tivessem alguns momentos de apuros (tipo a Death Egg inteira do Sonic 2, que hj eu acho ridiculamente fácil, mas tinha o jogo, né? rs).
      Completamente compreensível vc não ter terminado o 3. O jogo meio que te dá vontade de largar antes de acabar. Mas se vc insistir um pouco vc termina em 1 hora ou 1 hora e meia tranquilamente. Depois dê uma chance e ainda tenta jogar o “completo” (3&K), esse vc vai precisar investir um tempo maior (principalmente por ser essencial pegar todas 14 Chaos Emeralds – vou guardar pra falar disso no post equivalente, o do &K já tá pronto… spoiler… rs).
      Ainda quero a caixinha da versão Européia. Definitivamente quero colecionar direito Sonic. Mas tá faltando grana ultimamente pra isso…
      Próximo da Maratona já tá no ar e o seguinte logo vem! 🙂
      Valeu Ivo!

  2. O complicado nas franquias de sucesso é que o nível de tudo fica lá em cima. O terceiro filme, o terceiro álbum o terceiro livro, é sempre um desafio manter a glória dos antecessores.
    Ótimo texto, Cadu.

    • Gamer Caduco disse:

      Sem sombra de dúvidas. Alguns conseguem manter, outros nem tanto. Aqui parece ter faltado um pouco de capricho, mas depois com a “versão completa” talvez algumas coisas façam mais sentido. Mas não vou falar disso agora, né? Prometi no post! hehe
      Valeu Ulisses!

  3. aki é rock disse:

    Eu cheguei jogar um pouco nas locadoras e não curti muito o Sonic 3 pelo que me lembro achei meio estranho o jeito que ficou vendo as versão 1 e 2.

    • Gamer Caduco disse:

      Isso que vc falou é muito do que eu senti na época também e acho que até hj sinto um pouco desse efeito “esquisito em relação ao 1 e 2”. Aliás, deve ser geral. Pode ver que os dois primeiros recebem muito mais atenção em relançamentos e coisas do gênero nos dias de hj do que o 3 (e até o & Knuckles).
      Valeu Rock!

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