Memórias: Tetris (Game Boy)

Olá meus caros, como estão? Espero que bem!

Resolvi dar uma quebrada no combo de posts das seções Desafio Mega Man e Maratona Sonic para manter minha tradição de sempre postar algo da seção Memórias no dia 5 de Maio.

Relembrando, primeiro post da seção foi sobre DOOM II e o segundo sobre Space Cadet, ambos para PC.

Vale o disclaimer padrão da seção: este post não é um review, provavelmente eu falarei bem pouco do jogo em si, vou focar principalmente em histórias minhas relacionadas com ele, histórias que de alguma forma lembrem meu querido pai.

Pra quem procura review de Tetris para Game Boy, saibam que já escrevi um no começo de 2015 lá no Retroplayers. Quem quiser conferir é só clicar neste link, não esqueçam de deixar um comentário por lá pra deixar o idoso aqui feliz (e, por tabela, o Sabat também).

Aliás, lá eu contei algumas das histórias que vou repetir por aqui, não se zanguem com isto.

No finalzinho da década de 80 estávamos na casa de parentes que haviam viajado para a América do Norte havia pouco tempo e tinham trazido, entre outras coisas, um aparelho pouco conhecidas por nós aqui no Brasil (ou eu pelo menos eu não fazia ideia do que se tratava): um “mini game que aceitava cartuchos” chamado Game Boy.

Meu pai se apaixonou por aquele trocinho e deu um jeito de adquirir um. Sinceramente, não sei de nenhum detalhe que envolveu esta transação, onde ele comprou, quanto custou, se parcelou, se ainda deveria estar pagando, etc. Sei que eu até fiz um post sobre o aparelho lá pra 2011 (no comecinho do blog) e ele até comentou confirmando a história.

O Game Boy daquela época é esse aí.

Engraçado, meu pai sempre leu e comentou meus posts aqui, mesmo quando não entendia nada. Fazia isso direto no blog ou mesmo que fosse pessoalmente (muitas vezes afirmando que não entendeu nada e me perguntando uma porção de coisas). Pelo menos na época eu achava engraçado (não no sentido pejorativo), hoje eu vejo com outros olhos, percebo o carinho e orgulho que ele de alguma forma sentia disso tudo.

Enfim, estou fugindo um pouco do tópico, permitam que eu guarde esta carta para outro turno e foque nas histórias envolvendo o melhor puzzle de todos os tempos.

No mesmo dia em que conhecemos o “gaminho” (eu sempre gostei de chamar o Game Boy e até aqueles Mini Games desta forma), lógico que a versão criança e pentelha do velho que vos fala ficou extremamente curioso e quis experimentar aquele negócio que meu pai tinha aparentado tanto interesse.

Fiquei lá enchendo o saco dele pra ele deixar eu jogar, até que ele, bonzinho que sempre foi, cedeu o aparelho após um Game Over (não tenho plena certeza se foi depois de um Game Over, mas gosto de pensar que sim). Eu já tinha observado ele jogando e acabei entendendo qual era o objetivo ali, mas recebi uma dica ou outra, por exemplo fazer mais linhas de uma vez só, e por aí vai.

Afastei-me dos adultos e fui jogar deitado todo torto em um banquinho qualquer, até onde minha memória me ajuda. A impressão que tenho é que fiquei um tempão jogando, até um momento em que a tela meio que se apagou, a luz vermelha (power) se apagou e eu não sabia o que estava acontecendo. Tentei desligar e ligar de novo (e olha que eu nem usava Windows ainda), sem sucesso.

Com aquele medo de criança que todo mundo já passou na vida (eu inúmeras vezes), voltei lá na mesa dos adultos e mostrei para o dono do aparelho. Ele, que sempre foi tirador de sarro, fechou a cara e começou a dizer uma frase que me marcou muito: “você estragou minha maquininha”. Se eu já cheguei lá assustado, nem preciso dizer o quão desesperado eu fiquei ao ouvir isso. A frase ecoa na minha cabeça até hoje.

Ele repetiu isso algumas vezes, adorava me fazer chorar. E eu, que era chorão demais quando era criança, já começava a ensaiar as primeiras lágrimas, até que meu pai pegou a “maquininha” das minhas mãos, deu uma piscadinha como quem queria me tranquilizar no melhor estilo “deixa comigo”, virou o aparelho, abriu o compartimento que havia na parte de trás do portátil e trocou as pilhas. Ligou de novo, deu na minha mão pra eu jogar de novo. Eu com aquela cara de paspalho e os dois rindo a beça.

Essa é uma das histórias mais marcantes que eu tenho com meu pai e videogames. Ele não ia deixar que alguém tirasse tanto sarro da minha cara assim, não a ponto de me deixar triste. Deixou a brincadeira fluir até o que pareceu o ponto exato e transformou em um alívio pra mim e não estragou a diversão dos adultos em volta.

Não é a toa que ele era querido, até onde sei, por absolutamente todo mundo que o conheceu. E não é papo de filho super protetor ou aquele lance que vira santo todo mundo que deixa este plano, isso pode ser perguntado a quem vocês quiserem. É difícil expressar com palavras o tamanho do meu orgulho por ele e uma certa auto frustração por não ser nem 10% do que ele foi.

Bem, relacionando um pouco mais com o jogo e o portátil, meu pai era o tipo de adulto que não tinha mais tempo para dedicar a jogos frequentemente. Muito embora ele tenha jogado bastante DOOM 2 (já contei). Nessas condições, não é estranho eu dizer que o negócio dele acabou se tornando os jogos que hoje a gente gosta de chamar de “casuais”, termo que eu sempre afirmo que detesto (não vou prolongar, prometi a mim mesmo que essa seção não teria críticas negativas à qualquer coisa, só momentos nostálgicos e felizes).

Isso deve explicar também o outro post que fiz, sobre Space Cadet, e como ele adorava aquele jogo e esfregar na minha cara de bocó que ele conseguiu bater um recorde meu. Jogos de cartas (Paciência, Free Cell, Spider, etc) ele também detonava, tanto quanto Mahjong e outros jogos de puzzles que todo “gamer de verdade” já jogou e faz questão de dizer que nunca jogou e nunca jogará de novo.

Entendam, muitos de vocês devem passar por isso nos dias de hoje: vida adulta e tempo sempre escasso, provavelmente menor que o meu hoje – talvez a culpa do tempo dele ter sido menor seja parcialmente minha, inclusive. O tempo livre dele ele aproveitava pra passar com a minha mãe (filmes, conversar, etc), já que os dois sempre tiveram uma parceria inabalável e de dar orgulho.

Ou seja, vira e mexe ele dedicava um pouquinho desse tempo pra tal maquininha e o jogo de construir castelos fazer linhas infinitamente, pra tentar relaxar um pouco. E de tanto jogar, ficou expert no jogo. Eu nunca fui idiota o bastante pra tentar competir com ele, não achando que tinha alguma chance de ganhar, pelo menos. Tentar eu tentava, nem que fosse pra gente fazer algo juntos, porque ali já não era mais desafio pra mim, era humilhação.

E olha que eu tentei treinar durante um tempo, lembro bem. Mas nunca fui bom o bastante para superar meu mestre. Mestre é um ótimo termo, pois é claro que ele me ensinou uma porção de coisas do jogo, não somente naquele fatídico primeiro dia onde eu acabei com quatro pilhas (imaginem se fosse um Game Gear, a empresa de pilhas teria levado meu pai à falência).

Entre as coisas que eu lembro que ele me ensinou, teve a apresentação do tal Modo B, não só como funcionava, mas seu objetivo e até como vencer nele. Lembro muito bem da primeira vez que ele me mostrou o foguete partindo logo depois daquela apresentação musical com dançarinos e tudo mais. Aquilo pra mim foi coisa de outro mundo.

No mesmo dia ele deixou o portátil comigo pra ficar tentando fazer o mesmo, mas demorei mais de um dia pra conseguir. Devo ter demorado uma semana. Eu era muito criança ainda, mas lembro que o dia que conseguir eu fui correndo lá mostrar pra ele todo feliz, e ganhei um elogio, claro. Ele não deixaria eu comemorando sozinho. Nunca.

Tiveram disputas por recordes de pontos, como ocorreu com o Space Cadet. Entretanto, lembro que a gente não anotava as pontuações do dia, e o jogo resetava o score sempre que desligávamos o aparelho. Agora, não lembro de algum dia que eu tenha feito mais pontos que ele. Quando eu o superava, ele ficava menos tempo com o jogo na mão e logo fazia outra pontuação que eu não atingiria até o fim do dia (ou das pilhas). Sabe quando você se diverte até quando perde? Então.

Outra coisa marcante pra mim foi quando o Game Boy quebrou de vez e não tinha mais conserto. Começou com algumas linhas amareladas (dead pixels, presumo), depois foi piorando. Ele já não era mais novidade, então o preço havia caído. Depois de consertar umas duas ou três vezes, foi melhor comprar um novo aparelhinho. E veio um todo amarelo, todo invocado.

O amarelão!

O amarelão durou mais alguns anos e eventualmente acabou quebrando também, numa época em que já não era mais tão fácil encontrar outro. Não novos, pelo menos. No fim não consigo lembrar se a gente comprou de presente ou se ele mesmo comprou um daqueles Brick Games que vinham com trocentos jogos em um, sendo que era um mais horripilante que o outro.

Nunca vi ele tão frustrado com alguma coisa na vida como com aquela porcaria. Aquele não era o Tetris que ele gostava. Aqueles outros milhões de jogos não faziam o menor sentido pra ele. Ele só queria jogar Tetris do Game Boy.

Lembro dele falando pra eu ajudar ele a arrumar um portátil, já que eu já era um adulto irresponsável e vivia no centro de SP procurando jogo disso, jogo daquilo. Ele falou com aquela carinha de gato daquela animação do ogro verde (que eu também não gosto, mas ele amava). Aí o coração aqui apertou. Então eu pensei na melhor solução que eu poderia no momento: mostrei pra ele que meu Game Boy Advance, portátil que já não estava jogando mais tanto assim, rodava jogos do GB original.

O GBA com o cartuchão do Tetris.

Adivinhem qual foi o resultado. Meu pai simplesmente afanou o portátil e eu nunca mais vi a cor dele. Ele jogou até não poder mais, e era bem estranho ver o portátil com aquele cartuchão com mais da metade pra fora. Não que importasse, o importante mesmo era o velho feliz. Meu único arrependimento com isso é que eu poderia ter ajudado ele com uma limpeza, quando botões e direcionais emperraram de tanto usar e tanto suor de mãos (vocês jogadores sabem do que estou falando).

Fui fazer a limpeza em casa, sozinho, no final de 2015 (Instagram do blog não me deixa mentir sozinho) . Ele ficou zero bala, mas já era um momento em que meu pai foi jogar Tetris em outro plano.

Só não limpei o cartucho do Tetris. Dá pra notar que ele ficou um tempão encaixado no GBA, olha a marca que delimita até onde o cartucho fica dentro do portátil.

Seria um arrependimento maior se eu não tivesse presenteado ele com um aparelho original no Natal de 2012. Amigo Secreto da família, para ser mais exato. Eu fiz um esforço tremendo para achar um aparelho que estivesse funcionando e bonitão e que não me custasse o corpo naquela rua famosa de São Paulo. Consegui achar um, na caixa, quase zeradinho, tela perfeita, etc. Comprei junto um conjunto de pilhas recarregáveis com carregador.

A caixa do presente.

Não esqueço a festa que ele fez quando viu o presente, e eu que tava todo sem jeito de dar um presente usado pra ele, ainda falei isso pra ele, e tudo que ele repetia eram coisas tipo “você me deu um Game Boy, ele funciona, vou pode jogar Tetris”, entre outras que agora não vou lembrar. Ele ficou feliz. E eu até me emociono de lembrar disso. Como que algo tão simples pode significar tanto pra uma pessoa, né?

O que me lembrou uma outra história, anterior a essa, num dia que ele me disse que tinha encontrado algo em casa (eu já não morava mais lá) e que queria me dar, mas eu não poderia surtar muito. Era o manual do Tetris que veio com o primeiro Game Boy, que ele tinha encontrado jogado numa gaveta de um armário. Muitos anos depois. Óbvio que eu surtei!

Manual com seu respectivo cartucho. Quantas memórias…

Hoje esse Game Boy, o manual e o cartucho do Tetris estão aqui no meu armário, todos juntos dentro da caixa. Do lado dessa caixa estão os dois Game Boys originais (normal e amarelo) que eu acabei guardando mesmo quando ele quis jogar fora, não sei bem o motivo, mas que mesmo hoje eu não tenho a menor coragem de me desfazer. Não funcionam, mas o valor sentimental deles é inestimável.

Olha o kit aí!

Junto estão os cartuchos do Dr. Mario e o TMNT Fall of the Foot Clan, dois jogos que eu amo do portátil. O primeiro eu dei nas mãos do meu pai pra ver se ele se animava, mas não curtiu tanto. O negócio dele era Tetris mesmo. O TMNT eu aproveitei pra jogar de novo em um passado não muito distante.

Aquele post do Retroplayers que eu mencionei e linkei no começo deste post na verdade foi uma homenagem que eu fiz a ele e gostaria que ele tivesse lido, mas ele já não tinha mais condições na época. Minha mãe tentou mostrar pra ele mais de uma vez, mas nunca deu certo. Uma pena. Era o mínimo que eu poderia fazer pra alguém que merece muito mais, alguém que foi marcante onde passou.

O TMNT. Sei que não é Tetris, mas faz parte das memórias mais recentes (e até algumas mais antigas, não contadas aqui).

É um pouco triste lembrar disso e até de outras coisas que envolvem também o jogo, mas essas eu prefiro não colocar por aqui. Foram anos difíceis os de 2014 e 2015, lembrar deles ainda machuca um pouco, mas lembrar de todos os anos que os antecedem e fazer todo esse link com videogames e um jogo que acabou se tornando muito especial pra mim é algo inenarrável.

Ainda assim, tentei de alguma forma “narrar”. Este é mais um pouco do mínimo que posso fazer por uma pessoa incrível, que muito além de pai, sempre foi um baita amigo. O meu melhor amigo. Não a toa eu sempre brincava que ele era o “pai brother”, por mais que este termo não faça o menor sentido se levado ao pé da letra.

Pessoal, despeço-me agradecendo a todos pela leitura. Sei que o texto foi extremamente pessoal e longo, talvez possa ter sido cansativo para alguns. Entretanto, era algo que eu precisava fazer.

Abraço enorme a todos vocês e volto com a programação normal em breve!

O trio. Valeu Game Boy, valeu Nintendo!

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Sobre Gamer Caduco

Menino novo, com mais de 30 anos de idade, fanático por games de todas as gerações.
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6 respostas para Memórias: Tetris (Game Boy)

  1. Cadu, você não precisa pedir desculpa cara =) Não foi cansativo nem nada! Foi um belo texto! Eu já tinha lido o do Retroplayers e lembro até hoje! Eu sou o tipo de cara que grava na mente textos assim (O seu e o do Sabat por exemplo) porque justamente também vivenciei situações assim e tão legais de lembrar. Meu pai era viciado no jogo de cartas do Windows ^^ ele amava jogar aquilo hahahaha! Ele não jogava muita coisa, mas acredito que coração que ele me amava dar coisas de videogame e ver minha felicidade. Grande texto Cadu!
    Eu tenho escrito sobre minha vida gamer e justamente sabendo que meu pai tá lendo tudo isso! Eu nunca tive a oportunidade de falar minha felicidade nessa época para ele =_
    Grande Abraço. Ivo. =)

    • Gamer Caduco disse:

      Ah mano, com certeza seu pai sempre adorou te dar coisas de videogame e ver seus olhos brilhando ao ver as embalagens e depois brilhando ainda mais enquanto jogava as novidades. Tenho plena certeza.
      Meu pai também curtia os jogos de cartas do Windows, curioso não? Acho que a geração acima da nossa teria jogado mais videogame se tivesse mais tempo disponível na época que começou a popularizar, não a toa eles conseguiam um tempinho pra jogar coisas mais “casuais” (odeio este termo) no PC.
      Aproveita sim pra compartilhar tudo isso, meu pai também acompanhou meu blog por pelo menos 3 ou 4 anos. Adorava ler. Ainda vou escrever sobre isso, fazer um compiladão dos comentários e coisas que ele me disse pessoalmente que eu me recordo. Tá nos meus planos pra seção Memórias (olha o spoiler! haha).
      Valeu Ivo! São comentários como este que mantém o meu blog aqui vivo! 🙂

  2. Essa é uma das coisas legais que o videogame proporciona. Memórias. Fico pensando que os jovens de hoje também terão memórias com seus consoles, falando que o PS4 era legal e agora é extremamente retrô. Acho que desde que o videogame chegou na casa das pessoas ele ficou e constantemente está fazendo parte da vida de todos nós jogadores. Você, Cadu, trouxe uma bela lembrança de seu pai e do portátil da Nintendo. É como se a experiência do jogo marcasse nossa experiência de vida em si e nossas relações com quem convivemos. Acho que os games servem como marcadores de momentos da nossa vida, escola, pessoas e outras coisas. Ao lembrar de um console ou jogo antigo, dependendo do caso podemos viajar e trazer outras lembranças quase como um gatilho emocional. Enfim. Além do valor material e intrínseco que todo jogo tem. Um videogame pode também trazer momentos de reflexão.Sobre o passado, sobre pessoas que fizeram parte do nosso dia a dia e sobre nós mesmos.

    • Gamer Caduco disse:

      Uma das coisas que mais desejo na vida é isso, Ulisses! Ver a molecada de hj tratando PS2/3/4 (e rivais) com muito carinho e nostalgia, associando a memórias pessoais e tudo mais que a gente tenta fazer com as gerações 8 e 16 bits, na maioria (inclusive hj em dia vejo acontecendo com 32/64, especialmente em podcasts). Vai deixar muito tiozão chato de hj emocionado e vai quebrar muita barreira que galera impõe hj em dia.
      Penso que vc acertou em cheio quando disse que videogames são (ou pode ser usados como) marcadores na nossa vida. É muito comum eu associar coisas à videogames ou videogames à coisas. Tipo, não lembrar quando exatamente aconteceu tal coisa, do nada lembrar que nessa época eu estava largando o Mega Drive e começando a jogar no PC e logo perceber que era meados da metade dos anos 90. Não duvido que outras pessoas façam isso também, não só com games, mas com quaisquer outros entretenimentos existentes (futebol deve ser bastante comum também).
      Mas é gostoso poder usar videogame pra lembrar de situações e pessoas que passaram em nossas vidas. Escrever sobre isso e relembrar meio que carrega minhas baterias pra seguir em frente. Então por que não, né?
      Valeu Ulisses!

      PS: seu blog sumiu de novo? Eu tô com uns 5 ou 6 comentários prontos pra fazer lá… rs.

  3. aki é rock disse:

    Que bela historia Caduco muito emocionante viu.

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