Algozes Gamísticos no Mega Drive

Olá caríssimos leitores, como estão?

Apesar dos primeiros jogos que terminei na vida foram alguns lançados para o Master System, foi na época do Mega Drive que comecei a perceber que jogos também foram feitos para serem terminados, não somente jogados.

Eu tinha o costume de jogar por jogar até uma hora que cansava e acabava indo fazer outra coisa, mas em algum momento tive a curiosidade de terminar pelo menos alguns deles.

Desde então, posso dizer que tentei terminar uma boa quantidade de jogos da plataforma, entretanto nem todos foram vencidos ao longo dos anos, mesmo em épocas mais recentes.

No caso do 16 Bits da SEGA, alguns acabaram deixando de serem algozes na época dos emuladores. Até mesmo depois de velho, como foi o caso de Shadow Dancer. Já outros eu não consegui vencer nem depois. Os principais estão na lista abaixo para vocês darem risada da minha cara.

Preparados para lista? Então chega de delongas!

Fantasia

Desenvolvedora: Infogrames
Publisher: SEGA
Ano: 1991
Gênero: Plataforma
Rápida descrição: Cruel criação da humanidade que tentava afastar as crianças dos videogames no começo dos anos 90.

“Olha, que legal, mãe, um jogo do Mickey! E é daquela animação legal pra caramba chamada Fantasia! Compra?”

Imagino a frustração das crianças que ganharam este jogo de presente. Felizmente meu caso foi só de locadora mesmo.

Esse jogo foi idealizado, desenhado e programado por pessoas que foram dominadas mentalmente pelo capeta em dias em que ele estava enfurecido com a raça humana e resolveu fazer como punição para aqueles que gostavam de videogames da SEGA.

Quem jogou sabe. Logo no começo você vai tentar entender os controles, vê os inimigos e solta uma magia. Beleza, a magia mata o inimigo, mas você percebe que gastou do estoque pequeno que possui. Então você pensa melhor e usa a lógica de jogos de plataforma 2D: pula em cima do próximo inimigo. O que acontece? Você toma dano! E logo pensa que pular em cima não dá certo.

OK, a partir desse momento você lembra do espetacular Castle of Illusion, onde pulamos e apertamos outro botão para cair de bunda atacar o inimigo com as nádegas de aço do mascote da Disney. Faz o teste antes de tentar acertar algum inimigo e nada acontece. Mesmo apertando para baixo, o sprite do simpático camundongo continua o mesmo.

O detalhe é que esse apertar pra baixo no ar pode não mudar a animação do personagem, mas é o suficiente para matarmos os inimigos pulando em cima. E aí, como descobrir isso naquela época sem Twitter pra xingar Youtube para assistir (e dizer que terminou o jogo porque viu o final lá) lugar para consultar o que fazer?

Eu nem quero saber se o manual do jogo diz algo sobre os comandos dele, ninguém lia manuais naquela época e continuaríamos não lendo se eles existissem ou dissessem algo que presta nos dias de hoje.

O pior de tudo é que isso é só um detalhe, pois o jogo como um todo é um inferno de difícil. Eu ainda não sei porque raios eu comprei o cartucho deste jogo depois de velho (mentira, sei sim, foi uma promoção), sei que eu ainda vou tentar terminar ele direto no console. Ah vou!

Sonic Spinball

Desenvolvedora/Publisher: SEGA (Technical Institute / Sonic Team)
Ano: 1993
Gênero: Pinball
Rápida descrição: Tapa buraco do Sonic Team para controlar a ansiedade dos fãs do ouriço que aguardavam ansiosamente pelo Sonic 3.

Quem acompanha este blog aqui já sabe a minha opinião sobre Sonic Spinball. Ele está longe de ser um bom jogo, embora também não seja tão ruim. Provavelmente aqui entra muito do gosto e tolerância de cada um, mas enfim…

Agora, tem uma coisa que ele é, e é um fato: ele é difícil pacas. É uma dificuldade bastante injusta. Tudo bem que máquinas de pinball tendem a ter um design injusto pra te roubar fichas, mas precisava colocar isso em um jogo que tem um final? Sem tentar diminuir essas máquinas divertidíssimas, Pinball normalmente está mais para uma briga (pessoal ou contra outros jogadores) por um score maior. No máximo dá para dizer que conseguiu acertar a bolinha em um lugar de um jeito que ninguém conseguiu, não dá pra ser mais profundo que esse tipo de coisa. Novamente, sem desmerecer toda categoria que diverte demais.

Sonic Spinball, por outro lado, tenta misturar as mecânicas de Pinball em um jogo terminável, com fase e chefe. Não funciona isso sem um sistema de Continues, ou no mínimo uma forma de conseguir vidas. Checkpoints já ajudariam, como acontece na versão 8 Bits do jogo. Mas não aqui, aqui eles quiseram ser cruéis e injustos.

Fortes são aqueles que conseguem terminar o jogo na raça, sem usar save states, nem para treinar pra depois tentar jogar de uma vez. A única vez que terminei, acabei usando. Ou seja, não considero como terminado (fiz isso pra poder fazer o post da Maratona Sonic).

Minha bronca com ele é tão grande que eu não vou sair dessa situação de nunca ter terminado. Não tenho o menor interesse em tentar a sorte até conseguir. Teria se o jogo fosse bom, pena que não é o caso. Enfim, próximo da lista…

Comix Zone

Desenvolvedora/Publisher: SEGA (Technical Institute / Sonic Team)
Ano: 1995
Gênero: Ação / Beat’em up
Rápida descrição: Desenhista é raptado pelo seu próprio quadrinho e precisa da sua ajuda para morrer muitas vezes sair dessa.

Outro jogo bem complicado!

Eu não me lembro se alguma vez tentei jogar a sério o Comix Zone, até porque eu só fui jogá-lo depois de velho. Era impossível alugar este jogo na época em que saiu.

Todas as tentativas de chegar ao fim deste game foram frustradas com armadilhas e outras artimanhas que ele usa pra te matar. Acho que o mais longe que cheguei foi em 2011, quando o port dele que saiu para PS3 e ficou grátis para assinantes da PS Plus.

Não lembro de ter chegado nem na terceira fase. E olha que ele só tem seis, mas as múltiplas rotas sempre me ferraram todas as vezes que encarei o desafio. A minha paciência esgotava antes de eu querer levá-lo a sério. Ou essa é a desculpa que eu gosto de falar para todos, inclusive para mim mesmo.

Talvez com um pouco de empenho eu consiga eliminar este algoz. Quem sabe?

The Immortal

Desenvolvedora: Sandcastle
Publisher: Electronic Arts
Ano: 1991
Gênero: RPG (ocidental)
Rápida descrição: O capeta em pessoa resolveu desenvolver jogos e entregou esta preciosidade aqui pra quem quer reduzir a pena no inferno. RPG ocidental cheio de detalhes que impedem que seres humanos comuns consigam chegar até o final da aventura sem ter um treco.

Já este daqui, acho que não termino nem com a ajuda de todas as forças místicas do Universo.

Eu tenho um cartucho de The Immortal desde adolescente. Achava o máximo o negócio de ter um jogo 18+ em casa, mas acima de tudo, adorava todo o clima de mistério que envolve o game.

O mais engraçado é que eu consegui o cartucho em uma barraquinha de trocas que tinha no bairro vizinho. É um daqueles cartuchos piratões que tem literalmente uma foto do encarte. E ele funciona até hoje numa boa.

Agora, terminar que é bom? Nada. Nem quando eu usei password pra ver o último chefe eu consegui fazer alguma coisa. Pudera, uma vez eu li que existe uma sequência de coisas que precisam ser feitas para derrotá-lo, e sem jogar o jogo fica difícil imaginar quais são essas coisas.

The Immortal é um RPG ocidental bem complexo e cheio de surpresas e pegadinhas, sem falar em coisas certas para serem feitas e itens certos para serem usados nos lugares certos. É uma loucura só. O Cadu adolescente não tinha a menor chance contra ele. Já o Cadu adulto talvez tenha alguma, por causa da experiência adquirida ao longo dos anos, certo domínio do inglês e pelo fato de ser menos impulsivo (ou seja, mais racional) jogando.

Quem sabe eu não tiro este jogo da lista um dia?

Kid Chameleon

Desenvolvedora/Publisher: SEGA (Technical Institute / Sonic Team)
Ano: 1992
Gênero: Plataforma
Rápida descrição: O jogo sem saves mais comprido de todos os tempos.

Este aqui os caras que se acham senhores supremos do retrogaming alguns jogadores adoram usar como base para tentar chacotear os outros. Já vi uma porção de desculpas argumentos pra isso. “Você só terminou com save states” normalmente seguido de “tem que terminar em uma sentada só” são os mais comuns.

Besteira! Como se fosse muito diferente você deixar o videogame ligado uma madrugada inteira e retomar no dia seguinte e usar o load apenas para voltar de onde parou. Ênfase no apenas, ou seja, respeitando o Game Over se ele ocorrer e recomeçando. Alguém vê diferença?

De qualquer maneira, eu aluguei algumas vezes Kid Chameleon, mas o jogo tem tantas, mas tantas fases que eu nunca consegui terminar. Eu parava antes, ou por Game Over, ou por querer/cansar ou ser obrigado (hora de dormir, deixar a televisão livre, etc).

Não sei porque eu nunca tentei jogar depois de velho, principalmente quando ainda tinha algum tempo livre sobrando. Um dia vou tentar fazer o esquema do “deixar ligado virtual” (Load Game apenas para retomar) e ver até onde chego. E dane-se quem fica inventando regra estúpida para os outros.

ESWAT: City Under Siege

Desenvolvedora/Publisher: SEGA
Ano: 1990
Gênero: Ação / Run’n Gun
Rápida descrição: “Robocop da SEGA” que não facilita em nada a vida do jogador, nem nos 16 Bits.

Esse jogo me surra no Master System e no Mega Drive. Se existisse para mais plataformas, me surraria nelas também. É patético, mas é a verdade.

Lembro que peguei emprestado e aluguei este jogo algumas vezes. Nunca fui longe. Nas vezes que tentei jogar via emulação, mesmo em épocas mais remotas quanto mais recentes, sempre acabo vencido nas primeiras fases e fico naquele papinho de “um dia eu vou jogar este aqui a sério e vou terminar”.

Sei que ele não é nada impossível nos 16 Bits e que com empenho daria sim pra terminar, mas e toda frustração que já passei? É fácil desistir rápido depois de falhar tantas vezes.

O de Master eu desisti já, sério. Ainda mais com aquele d-pad.

Strider

Desenvolvedora/Publisher: Capcom
Ano: 1990
Gênero: Ação
Rápida descrição: Adaptação de um daqueles jogos de Arcade feitos única e exclusivamente para comer suas fichas igual você come no rodízio de [introduza seu alimento favorito aqui] para dar prejuízo pro restaurante.

É engraçado como eu não tenho muitas memórias com Strider, embora tenha alugado ele uma porção de vezes e até fiquei com o jogo um tempo emprestado.

E por mais que eu goste muito do jogo, nunca tentei jogá-lo a sério, sempre desisti muito rápido. Sei que ele tem um certo grau de dificuldade mesmo e que no passado até justifica eu não ter terminado, mas porque não tentei ele depois mais experiente eu não faço ideia.

Recentemente joguei o novo jogo que leva mesmo nome e foi lançado para algumas plataformas da geração atual (PS4/XOne/PC) e fiquei animado pra tentar de novo o de Mega Drive, mas mais tarde acabei esquecendo disso. Essa lista aqui talvez me anime a tentar de novo num futuro não muito distante. Quem sabe, né?

Vocês já terminaram ele?

Streets of Rage 3

Desenvolvedora/Publisher: SEGA
Ano: 1994
Gênero: Beat’em Up
Rápida descrição: Talvez o mais completo Beat’em Up da SEGA, com a trilha sonora controversa, composta pelo Yuzo Koshiro em reabilitação pós DOOORGAS e uma dificuldade acima da normal para o gênero.

Alguma coisa me afastou deste jogo na época em que foi lançado. Não sei se foi o fato de eu estar mais interessado em jogos de PC, se foi a dificuldade, a trilha sonora diferentona (eu gosto dela), ou se foi outro motivo, mas lembro de ter alugado ou pegado emprestado este jogo uma única vez na vida.

Foi o suficiente para que eu não o levasse a sério nunca, não tive apego a ele. Mesmo assim, algum tempo mais tarde eu até tentei uma ou outra vez ver até onde conseguia chegar, mas nunca fui muito longe.

Tenho plena ciência que este é o episódio mais desafiador dos três lançados para o Mega, já ouvi dizer que ele vai muito além de só ficar distribuindo porrada aleatoriamente nos inimigos, que tem que saber dosar estratégias e golpes especiais.

Mesmo que eu tenha tentado pouco, esse pouco foi o bastante para que ficasse entalado na minha garganta e algo na minha mente sempre me lembra que tenho ele pra terminar. Quem sabe listar aqui não me ajuda a tentar encarar esta pedreira pra valer algum dia?

Super Thunder Blade

Desenvolvedora/Publisher: SEGA
Ano: 1989
Gênero: Shooter
Rápida descrição: Trovão Azul da SEGA, jogo de helicóptero que tem gente que jura que é fácil, mas pra mim beira o impossível.

Por mais que o jogo tenha sido pelo Yuji Naka e tudo mais, eu definitivamente não gosto dele.

Um amigo de infância tinha um daqueles cartuchos nada originais que vinham com quatro jogos, e que trocar de jogo era feito pressionando Reset. Chegaram a ver e se lembram disso?

Curioso que o cartucho dele, no Mega Drive nacional, só carregada dois dos quatro jogos. As vezes era possível trocar tirando o cartucho com o console ligado, colocando de novo e apertando Reset, mas nem sempre funcionava. Mais curioso ainda é que no Mega Drive japonês tudo funcionava normal.

Não consigo me lembrar quais eram os outros três jogos, mas o amigo acabou emprestando o cartucho por não conseguir jogar todos eles e eu me encantei com um dos que ele não conseguia jogar, o tal do Thunder Blade.

Peguei uma bronca tão grande do jogo por causa da primeira fase, aquela visão pelas costas onde eu morria o tempo todo sendo atingido ou batendo em prédios (acho que era isso, estou tentando puxar da memória, corrijam-me se estiver falando bobagem).

Daí resolvi que nunca mais encostaria nele. Porém, por alguma razão eu resolvi colocar o jogo na lista deste post. Se eu vou tentar jogar ele pra valer algum dia eu não sei, mas tá aqui. Devo tentar?

El Viento

Desenvolvedora/Publisher: Wolf Team
Ano: 1991
Gênero: Plataforma/Ação
Rápida descrição: Jogo estilo Anime, que faz parte de uma trilogia, onde controlamos uma garota com um bumerangue e pernocas de fora.

Sabe aquele jogo que vivia na locadora para os retardatários que iam alugar quando tudo que prestava já tinha sido alugado? El Viento fazia parte dessa lista, e eu era um assíduo retardatário da locadora onde alugava.

Não que o jogo seja ruim, mas por algum motivo ele não fazia sucesso na vila onde eu morava. Então aluguei ele trocentas vezes. Outro que passava pela mesma situação era Earnest Evans, que eu tentei reviver outro dia e não consigo entender o que via de bom nele na época.

Pior é que peguei El Viento pra jogar no mesmo dia e percebi o quanto eu não lembrava dele também (embora este tenha me divertido). Só que lembrei que na época eu não entendia nada do jogo, morria toda hora e queria continuar, porque ele me lembrava Zillion.

Claro, o jogo tinha cutscenes de anime, eu nem sabia o que era anime naquela época, só sabia que era “desenho japonês” e que parecia Zillion. Então queria continuar alugando e tentando.

Não sei o que aconteceria se eu tentasse jogar ele focado em terminar, provavelmente conseguiria. Alguém aí tem noção se o jogo é realmente difícil? Se vale a pena tentar? Agradeço as dicas!

The Revenge of Shinobi

Desenvolvedora/Publisher: SEGA
Ano: 1989
Gênero: Ação
Rápida descrição: Joe Musashi com infinitas shurikens contra capangas que raptaram sua digníssima.

Não sei, eu tenho uma trava mental que me impede de terminar este daqui! Não consegui terminar na época direto no Mega Drive e nem depois em emuladores ou mesmo no PS3 (ele também ficou “de graça” para assinantes da PS Plus).

Inclusive no console da Sony foi quando eu cheguei mais longe. Fui até o último chefe e não consegui derrotá-lo a tempo de salvar a esposa do Joe Musashi. Aí eu desencanei de vez. Detalhe que eu só consegui isso pois estava usando o truque das shurikens infinitas. Sem este truque eu nunca passei da quarta fase. Nem no Schwarzenegger eu chego. A estratégia muda demais quando precisamos poupar ataques, o que pode-se dizer que bastante interessante, mas não tenho paciência pra ficar gerenciando quantidades.

Eu não considero como um dos meus maiores algozes, parece ser o tipo de pedra no caminho que algum dia eu consigo superar, pelo menos com shurikens infinitas. O alívio aqui é que conheço mais pessoas com dificuldade para terminar The Revenge of Shinobi, então não é tão absurdo eu ainda não tê-lo vencido. Mentira, eu venci agora em 2018, inclusive este jogo foi o que me motivou a postar este texto que está há mais de 6 meses encostado nos meus rascunhos. A partir de agora, eu deveria trocar ele por Rocket Knight Adventures na minha lista de algozes.


Vale fazer algumas menções honrosas aqui, de jogos que eu não joguei tanto, mas nunca consegui ir muito longe.

Um deles é Rocket Knight Adventures, que eu tentei jogar pela primeira vez na vida (acreditem) somente agora em 2018. Tentei jogar no Hard e em mais ou menos uma hora de jogatina tomei uma porção de Game Over e não consegui ir muito longe. Demanda muita paciência, decoreba e repetição. Na época não estava com essa paciência toda.

Contra Hard Corps e Chakkan estão em uma situação parecida: tentei poucas vezes, mais depois de velho e não consegui ir longe. A diferença é que no Rocket Knight eu tentei insistir, os outros não.

Phelios, Ecco the Dolphin e Ghostbusters foram outros três jogos que sempre me derrotaram, sendo que os três (especialmente os dois primeiros) eu aluguei uma porção de vezes. Phelios me detona por ser um shmup e eu ser tosco neste tipo de jogo; Ecco the Dolphin eu não entendia nada na época da locadora e eu achava o jogo legal demais, hoje acho um saco; Ghostbusters, bem, eu nunca tentei jogar depois de velho. Talvez eu termine se insistir um pouco.

Bem, meus caros. Esta é a lista de jogos que quase sempre me surraram no meu videogame favorito de todos os tempos.

Espero que tenham gostado do post, deixem nos comentários quais são seus algozes no console pra eu rir da cara de vocês também falarmos sobre os jogos desafiadores da plataforma.

Muito obrigado pela leitura e até o próximo post!

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Sobre Gamer Caduco

Menino novo, com mais de 30 anos de idade, fanático por games de todas as gerações.
Esse post foi publicado em Algozes Gamísticos, Jogos, Mega Drive, Sega, Sonic e marcado , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

11 respostas para Algozes Gamísticos no Mega Drive

  1. thiagojsantos disse:

    ótimo post
    de todos ai, não zerei NENHUM na epoca do mega, mas depois de grande, zerei shinobi,. comix zone e o streets of rage
    cada um tem sua dicifuldade exagerada!
    streets é o mais facil, mas la pert do final na fase da bomba tem um maldito tempo e se nao consgeuir passar pegar o final ruim, o bom só se passar com bom tempo da bomba
    shinobi a dificuldade sao os chefes, o ultimo entao tb tem tempo, dificilimo
    comix zone é impossivel rs poucas vidas, só com save state mesmo kk

    • Gamer Caduco disse:

      Rapaz, vc resumiu bem os jogos.
      Engraçado que depois de grande a gente tem mais experiência e joga de forma mais inteligente os jogos, mas tem menos tempo e as vezes menos paciência… rs.
      Vou seguir sua dica e tentar terminar o SoR3 antes de todo resto da lista, exceto Shinobi que eu terminei recentemente e até escrevi sobre! XD
      Valeu Thiago!

  2. Marvox disse:

    Fala aê Cadu, muito bom seu texto! Seus comentários subliminares são os melhores.
    Não tive o Mega Drive na época, o que conhecia dele era pelas revistas de games ou na Locadora olhando para a prateleira de jogos e pagando para jogar. Foi Kid Chameleon que me fez ter vontade de tentar conseguir um Mega Drive na época, que nunca rolou.
    Só quando os emuladores começaram que tive oportunidade de tirar o atraso de títulos que eu sempre quis jogar. Lembro que comecei pelo Alex Kidd, QuackShot e Streets of Rage só pra dar aquela iniciada, e com o tempo fui montando uma lista de favoritos, esse Ghostbusters que você colocou aí, é fenomenal.
    Manda ver aí na jogatina, falow carinha!

    • Gamer Caduco disse:

      Fala Marvox!
      Com certeza Ghostbusters é fenomenal, é o jogo mais divertido que envolve a marca, até onde consigo me recordar. Pena que eu sou ruim a beça nele. Ou era quando moleque, não tentei depois de velho… rs.
      Kid Chameleon chamou a atenção de todo mundo na época, né? Era um dos chamarizes do Mega.
      Que da hora que vc correu atrás de tirar o atraso do console, eu deveria ter feito isso na época em que tinha um pouco mais de tempo, vacilei. Agora até tento, mas difícil conseguir emplacar uma sequência de tentativas pós Game Over. Mesmo assim continuo tentando… huahuahuau
      Valeu Marvox!

  3. wilerson disse:

    Sonic Spinball – terminei na raça na época, e juro que não valeu a pena. Tem tanta coisa aleatória (ou que eu não sabia fazer e fazia coisas aleatórias para ativar) na última fase que o jogo acaba vencendo pelo cansaço. Duvido que depois de velho eu teria paciência.

    Comix Zone – Também terminei na época – quando saiu o port pro 360, eu tentei de novo e não conseguia nem ferrando. Vai entender.

    The Immortal – Putz, eu não tinha entendido o jogo quando moleque. Devia tentar de novo algum dia desses.

    Kid Chameleon – o foda do Kid Chameleon é precisar de mapa de warp zones para saber o q q ta coteseno. Nunca terminei pq sempre me recusei a procurar um mapa no gamefaqs.

    Strider – Foi o primeiro cartucho que comprei pro meu Mega Drive. Foi o último jogo que terminei no console mesmo, uns 10+ anos depois. A última fase é ridícula de difícil.

    Streets of Rage 3 – Na época eu não entendia que o final que eu conseguia fazer era o ruim. 😛
    Mas consegui o final bom em emulador anos depois.

    Super Thunder Blade – errrr… tem final? Sempre achei que era jogo arcade infinito.

    The Revenge of Shinobi – esse é difícil pra carai mesmo. Mas eu nunca vi vantagem nas shurikens infinitas, meu problema sempre era morrer demais mesmo.

    • Gamer Caduco disse:

      Mais um comentário pra provar que essas pedras no meu caminho não são meros obstáculos fáceis! haha
      Vou tentar responder tudo que foi dito.
      Sonic Spinball: a última fase é meio aleatória mesmo. Tem uma lógica, mas é um saco, precisei de muito load state pra entender… huahuahuahua
      Comix Zone: te entendo perfeitamente, isso acontece comigo com frequência! rs
      Immortal: provavelment vc não vai entender uma porção de coisas mesmo nos dias atuais, pode ter certeza. Tento jogar as vezes e caio numas coisas tão aleatórias que desanimam muito. E ao mesmo tempo dão mais vontade de jogar.
      Kid Chameleon: também me nego a pegar o mapa. E falta tempo pra ficar testando e decorando/anotando warp zones.
      Strider: eu lembro de vc ter comentado que foi o primeiro jogo. Nunca cheguei nem perto da última fase, isso me deixa com um pé atrás pra tentar terminar… kkkkkkkkkk
      SoR3: aí sim, boa! Ainda bem que não se conformou com o final ruim pra vida toda… haha
      Super Thunder Blade: tem, pior que tem… pior ainda é que são poucas fases pra chegar nele, e eu não consigo terminar… raios!
      Shinobi: tem uma leve vantagem nas shurikens infinitas, chuva de shurikens pós pulo duplo. Na fase da base militar faz uma diferença gritante. Em alguns chefes também.
      Valeu Wil!

  4. aki é rock disse:

    Só jogo bom e interessante ai que voce listou Caduco gostei bastante.

  5. smariobr disse:

    Nada como um novo post de Algozes!!!! Já citei os meus no post de Algozes de Master System.
    Tô tentando lembrar de outros aqui. Tem jogo que é algoz pela jogabilidade ruim né.

    Lembrei de The Death and Return of Superman de Snes\Mega. O jogo é 70% beat’em up e 30 % de tiro (nas fases que eles voam). Cara, quando vc tá de frente com um monte de inimigos e começa a “socar” , o soco só acerta um deles! E os demais te batem enquanto isso! Nunca vi disso!!! Zerei esse jogo à base de código pra vidas infinitas e não me arrependo disso.
    Outro bom (ou ruim?) algoz foi o Magus em Chrono Trigger. Sabe como que é aquela primeira jogada em qualquer game, tu não manja dos paranauês, como funciona e etc. Em minha primeira jogada de Chrono eu não upava (não tinha esse termo na época, mas me rendi à ele). Eu ia jogando e enfrentava só os inimigos que eu encontrava e seguia em frente. Na primeira batalha com Magus em seu castelo eu morri muito! Cheguei com nível baixo, magias fracas (Crono só tinha Lightining 1) e pouco Tonic para a energia. Decidi voltar pro mapa e comprar um monte de tonic. Nessa ida e volta eu subi de nível e ainda adquiri a Lightining 2, aí passei dele.

    Turtles in Time foi outro ótimo e difícil jogo…até pq é Konami né!!! Empaquei legal na primeira luta com o Destruidor onde tínhamos que jogar os inimigos fora da tela pra acertar ele. No começo eu não conseguia fazer esse lance de arremessar os inimigos na tela, então simplesmente ignorei. Quando cheguei no Destruidor não sabia o que fazer…eu batia e batia e não acabava nunca!!!! Aqueeele meu amigo mais habilidoso que me explicou o que tinha que fazer, aí jogamos até zerar.

    Outro que ele me ajudou foi Alundra de PS1. Mas foi bem burrice minha. Tinha um enigma com pedras de Estrela, Lua, a Terra e alguma outra coisa. Erá só pôr em ordem lógica e eu troquei tudo…eheheh….coloquei as estrelas na frente da Lua…uma demência…

    Liga da Justiça de PS2, nunca consegui zerar e nem lembro em que fase parei. Era um beat’em up com visão de cima e era bem difícil! Dava pra desbloquear vários golpes. Seria uma boa opção pra rejogar hj em dia.

    Driver 2 de PS2 na fase que temos que perseguir um helicóptero. Tão nonsense quanto impossível. Era uma fase no Rio de Janeiro, creio que a última. Eu seguia ele na moral, mas chegava um ponto que ele sumia…desisti.

    E Bloodborne conta??? Qual parte??? Ham…o jogo todo??? Ahahahahah…
    Aproveitando gostaria de dar uma sugestão que também enviarei ao Ivo: que tal uma seção de Vícios Gamísticos. Aqueles jogos que vc joga única e repetidamente, seja pra desbloquear algo, quebrar algum record ou simplesmente por jogar. Juro que tô assim com Bloodborne parceiro! Saiu na Psn em Março e praticamente só to jogando ele até hj. Baixei os outros jogos que saíram, mas pouco. Ratched & Clank, Rayman, Last of Us, Beyond two souls, Guilty Gear (comprei), Call of Duty Black Ops…joguei todos esses só um pouco, sem dedicação ou só pra ver como eram. E ainda comprei a expansão Old Hunters!!! Nem séries to vendo direito. Sou um Game Addicted (aí um bom nome pra seção!)

    Enfim…juro que parei pra pensar pra falar de algozes não óbvios ou que já não comentei antes, como Contra 3 e Maximum Carnage. Tirei esses do fundo da mente…como se fossem um Lado B de meus algozes. Se lembrar de mais eu comento novamente!
    Ah…viu meu vídeo da surra no Bloodborne que te mandei???
    Abração parceiro!!!

    • Gamer Caduco disse:

      Ah cara, tem jogo que é algoz por jogabilidade ruim, de fato. Mas lembra que a gente na época de criança não ligava muito e saía tentando terminar até as coisas que são horríveis de controlar? rs
      Dos jogos que vc mencionou…
      Death and Return of Superman eu nunca joguei. Odeio com todas as minhas forças o Superman de Mega Drive, que chegava num ponto eu ficava travado sem saber o que fazer. Tive este jogo e troquei.
      Sério que vc sofreu com o Magus? Eu lembro que o derrotei 2x de boa na primeira jogatina, pq eu fiz a idiotice de matar ele na primeira vez. Daí dei load a tentei de novo. Mas eu sempre fui meio paranoico com estratégias em RPGs de turno e sempre curti batalhas assim, então foi de boa. Mas sem subir nível de personagens e sem cura deve ter sido um parto mesmo.
      Do TMNT foi foda! Imagino vc batendo eternamente e nada de vencer a batalha! kkkkk
      Alundra tá entre os zilhares de jogos piratas que peguei pra PSOne na época e não joguei, então não manjo.
      Liga da Justiça e Driver 2 do PS2 não joguei também. Driver só joguei o 1 e nem fui até o fim.
      Gostei da ideia dos Vícios. Eu tenho um conjunto de jogos que vivo (ou vivia) revisitando. Vou ver com o pessoal de fazer um Meme disso e vários sites e canais participarem, gostei da ideia!
      Video da surra? Eita! Não lembro de ter recebido. Onde vc mandou?
      Valeu Mario!

  6. Pingback: Desafio Algozes: The Revenge of Shinobi (Mega Drive) | Gamer Caduco

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