Maratona Sonic: Sonic Triple Trouble (Game Gear)

Olá meus caros leitores, como estão?

Como era de se esperar, chegou mais um capítulo da Maratona Sonic.

Desta vez vou contar a experiência de pela primeira vez na vida jogar de cabo a rabo o primeiro jogo do gênero plataforma lançado exclusivamente para o portátil devorador de pilhas da SEGA, Sonic Triple Trouble de Game Gear.

O jogo foi lançado em Outubro de 1994 e foi desenvolvido pela Aspect, mesma empresa que desenvolveu Sonic the Hedgehog 2 (8 bits) e Sonic Chaos, ambos lançados para o Master System e para o Game Gear.

No Japão, o jogo foi lançado como Sonic & Tails 2, ou seja, trata-se de uma continuação de Sonic Chaos (lançado como Sonic & Tails no Oriente).

Não sei exatamente porque o Sonic Triple Trouble foi lançado apenas no Game Gear. Talvez porque em 94 a SEGA já havia desistido por completo do Master System, provavelmente queria tentar alavancar as vendas do portátil enquanto ainda valia a pena a tentativa.

Eu nunca tinha jogado mais do que 5 minutos deste jogo antes, nunca tinha me chamado muito a atenção. Então não tenho nenhuma história nostálgica com ele, posso falar dele como totalmente novo pra mim. E é isso que farei.

Logo de cara a primeira impressão que Sonic Triple Trouble passa é que, diferentemente dos outros jogos lançados para o portátil e para o Master System, este jogo não tem uma “identidade própria”, pois ele tenta se parecer com os jogos lançados para o Mega Drive. A velocidade é um pouco maior que a de seus antecessores, a física aparentemente tenta imitar os 16 bits e o level design é descaradamente inspirado com os games desenvolvidos pelo Sonic Team, com múltiplos caminhos, o lance do caminho mais alto ser o mais rápido, esse tipo de coisa.

Não que os jogos anteriores não tenham outros caminhos, mas normalmente esses caminhos, digamos, “alternativos” apenas levavam a algo especial, a maior parte das vezes uma Chaos Emerald. Sendo que logo em seguida precisávamos voltar ao trilho certo pra chegar no fim da fase. Em Sonic Triple Trouble existe mais de um caminho por fase que leva ao seu fim.

Toda essa preocupação em se parecer com os jogos do Mega Drive pode ser visto como algo positivo por muitos jogadores que são fãs dos clássicos de 16 Bits, mas eu sinceramente fiquei incomodado com a perda da originalidade que os jogos de 8 bits tinham. Ainda mais porque com uma resolução menor e uma telinha pequena forçam o jogo a ter a câmera mais aproximada do personagem e, consequentemente, uma visão menor do que temos em volta.

A única coisa legal que é imitada do Mega Drive é isso aqui, a SEGA esfregando na nossa cara mais uma vez que o Robotnik é o personagem mais rápido da série.

Por conta disso, muitas vezes você não consegue encontrar todos os caminhos. Algumas vezes você tenta se manter no caminho mais alto e acaba caindo em uma armadilha, muitas destas vezes é algo mortal. Em outros momentos você tenta acelerar e dá de cara com outra armadilha. Vira muito mais um jogo de decorebas do que um jogo de reflexo. Eu sinceramente achei isso mais incômodo do que divertido, mas é mera opinião minha.

O lance da velocidade e aproximação de câmera é tão incômodo, inclusive, que eu tentei jogar Sonic Triple Trouble usando o Raspberry Pi 3 em uma TV e tive que parar, porque comecei a ter uma crise séria de Motion Sickness. Em um segundo momento, passei a jogar via emulação no PSP e tudo ficou bem, pelo menos com a minha saúde.

Dá para quebrar paredes neste jogo também.

Ainda sobre a física, quando eu disse que “tenta imitar os 16 bits”, eu realmente quis dar ênfase no “tenta”. Vira e mexe dá pra perceber algo esquisito no jogo. Não é incomum usarmos o Spin Dash ou o pra baixo pra virar bolinha e essa bolinha se manter girando parado, permitindo que continuemos andar girando. É um tanto quanto estranho.

Pior que isso são os “tetos curvos”. Sabem igual tem no Mega Drive, normalmente molas ou outras coisas que arremessam pra cima, daí você chega a um teto curvado e a física do jogo reage super bem? Então, aqui ela age de forma totalmente não natural, se você encostar no direcional ele fica perdido, mas se deixar ir embora ele ganha velocidade do nada, como se estivesse sendo puxado pra cima.

Disso aqui que eu tô falando.

Em subidas de ladeiras mais íngremes é comum também batermos em molas ou tentarmos subir com Spin Dash e do nada o personagem parar e cair. Como se tivesse tropeçado em alguma coisa enquanto subia. Tem hora que dá ódio, é totalmente “anti Sonic” um negócio desses. Eles tentaram tanto imitar o Mega mas não conseguiram reproduzir uma das características mais interessantes que os jogos de 16 Bits trouxeram quando foram criados, justamente a física. Aliás, eu prefiro nem falar nada dos “entendidos de games” que tentam falar mal da física do Mega Drive, que não passam de mariozetes frustradas. Ops, falei!

Já que mencionei o Spin Dash, vale mencionar também que podemos usar o Super Peel Out neste jogo, assim como em Sonic CD e Sonic Chaos. Os dois movimentos funcionam como em Sonic CD, que a velocidade aumenta conforme seguramos para cima (ou para baixo) e o botão, não pressionando diversas vezes.

Super Peel Out

Particularmente eu não consegui me empolgar em nada com a trilha sonora do jogo. Achei as músicas no geral bem genéricas, nada marcantes, não combinam com as fases, não combinam com nada. Sincera e honestamente eu não me recordo de nenhuma das músicas. Nenhuma mesmo. Mesmo que eu tenha jogado apenas duas vezes até o fim, é de se esperar que as músicas mais interessantes fiquem na memória da gente e a gente acabe cantarolando sem perceber depois de jogar. Não aconteceu.

Trilha sonora genérica me deixa um bocado frustrado, ainda mais em Sonic de 8 Bits, depois da fantástica trilha do primeiro Sonic, que foi feita por ninguém menos que Yuzo Koshiro. Ainda mais depois de outras trilha muito boa que é a de Sonic 2 que é inteira marcante e a de Sonic Chaos que possui uma porção de boas músicas.

Vocês podem alegar que é nostalgia da minha parte, mas podem ter certeza que não é. Sonic 1 sim envolve também nostalgia. Sonic 2 talvez, tive o jogo no Game Gear na época em que os jogos antigos estavam desvalorizados. Mas Sonic Chaos foi jogo que fui jogar mesmo no ano passado e consigo cantarolar pelo menos umas 4 músicas tranquilamente. Mas Sonic Triple Trouble? Nenhuma!

Como disse anteriormente, este jogo é como se fosse uma continuação de Sonic Chaos. Uma das características dele foi parcialmente mantida em Triple Trouble: os Special Stages para obter as Chaos Emeralds. Em ambos os jogos, os Special Stages são fases exatamente como as de jogo, onde temos um tempo regressivo para encontrar a esmeralda escondida nela.

Dois tipos diferentes de Special Stages no jogo para obtermos as Chaos Emeralds.

Porém, este tipo de Special Stage ocorre apenas nas esmeraldas “ímpares”. Ao todo são 5 Chaos Emeralds que precisamos recuperar (a sexta está com o Dr. Robotnik, faz parte da história do jogo, já chego nela). Então a primeira, terceira e quinta são estágios assim.

Já as outras duas são obtidas em um estágio diferente, onde o personagem escolhido aparece pilotando o Tornado em uma visão traseira do avião e precisa coletar 80 argolas. São bem fáceis, por sinal. Diferentemente do que acontece com a fase para obter a quinta esmeralda, essa daí me deu um trabalho danado, principalmente por envolver um pouco de sorte de passar corretamente numa parte da fase, e a física do jogo não ajuda muito.

Para acessar os estágios especiais, precisamos encontrar monitores que mostram uma esmeralda e quebrá-los. Se tivermos mais de 50 argolas, vai aparecer uma roda de estrelinhas acima de onde estava o monitor, basta pularmos nela. Se quebrarmos o monitor com menos de 50 argolas, nada acontece feijoada.

No final dos Special Stages tem uma das outras novidades que o jogo oferece. Uma luta contra o Fang the Sniper. Ou Nack the Weasel, na versão Ocidental. Vou continuar usando o nome japonês, embora o jogo em si esteja nomeando da forma americana. Para o personagem, estou mais familiarizado com o nome oriental. Não que eu esteja acostumado ao personagem em si ou tenha algum carinho por ele. Afinal de contas, aposto que tem uma porção de gente que nem sabe quem ele é (mesmo que tenham visto ele em Sonic Mania).

O Fang é um caçador de tesouros bastante ganancioso que deseja obter as Chaos Emeralds para vendê-las por um bom preço. Pelo menos é o que diz o manual do jogo. Vou aproveitar o gancho pra dizer qual o plot do game, considerando que existem diferenças sutis entre o manual oriental e o ocidental.

No manual japonês, o Eggman (vou seguir o nome japa somente aqui) consegue finalmente botar as mãos nas seis (!) Chaos Emeralds sem que os heróis fiquem sabendo e, durante testes com sua mais nova arma, causa uma explosão e faz com que cinco delas sejam arremessadas em diferentes lugares do mundo. Ao saberem do ocorrido, Sonic e Tails decidem coletar as esmeraldas antes do cientista, que já havia previsto isso. E são surpreendidos pelo bicho rosa Knuckles, que resolve impedir a ação deles. Enquanto isso, Fang, o colecionador de tesouros já havia recolhido todas as cinco esmeraldas e as escondeu em sua dimensão paralela.

No manual americano a história é bem similar, mas eles deixam claro na área onde falam dos personagens, especialmente do Knuckles, que o Dr. Robotnik tapeou o equidna dizendo que a dupla dinâmica de heróis deseja roubar as Chaos Emeralds. E então ele resolve pará-los, tapado do jeito que é.

De fato o Knuckles aparece em diversos momentos do game, especialmente entre as fases, em cutscenes levemente parecidas com as de Sonic 3 & Knuckles, para atrapalhar o caminho do Sonic ou do Tails. O ouriço e a raposa são personagens jogáveis (podemos escolher um ou outro, não os dois juntos), mas o equidna não.

Bem, voltando ao Fang no final dos Special Stages, as batalhas contra ele costumam ser divertidas, talvez sejam as melhores boss battles do jogo. Uma pena que precisa passar pelas fases chatas a pé em três das cinco ocasiões. Como falei anteriormente, chatas porque a física não ajuda muito, é um pouco frustrante errar plataformas porque os controles não ajudam. Além do lance da sorte. Das fases de avião eu gostei, é praticamente o momento de relaxar um pouco durante a jogatina.

Existem duas características de jogabilidade que são novidades aqui e eu não me lembro de ter visto em outros jogos. E eu odiei as duas.

A primeira delas é que podemos “virar bolinha” depois de bater em uma mola que nos arremessa para cima. O movimento dura pouquíssimo tempo (1 ou 2 segundos), então deve ser executado na hora certa. Pior de tudo é que este movimento é explorado em algumas fases e até no primeiro chefe. Precisamos dele para prosseguirmos com o jogo.

O tal primeiro chefe, alto pra caramba, para acostumarmos com a “bolinha pós mola”.

A segunda característica é ainda pior. Vocês que jogam Sonic a bastante tempo, respondam uma coisa pra mim. O que acontece quando o Sonic (ou o Tails, ou o Knuckles, ou seja lá quem for) é atingido por algum espinho, inimigo, tiro ou qualquer coisa assim e temos pelo menos uma argola enfiada sabe-se lá onde? Todas as argolas se espalham e ficamos zerado, correto?

Imaginem vocês que neste jogo isso não ocorre. Dependendo do que atingir o personagem, uma certa quantidade de argolas cai do “bolso” do personagem (que está pelado e de tênis, logo não tem bolso). Aí é uma zona essa parte, pois pelo que percebi, espinhos tiram 50 argolas e outros danos tiram 30. Isso foi o que percebi, mas tem lugares que dizem que a quantidade depende da fase e do ato. O que torna as coisas ainda mais ridículas, mas enfim.

Ah, já ia me esquecendo. Tem outro detalhe que não me recordo se é novidade nos 8 bits, mas (UPDATE: não é novidade, como bem lembrado pelo Thiago nos comentários) que eu acho bem legal. O lance de poder quicar na água se atingir ela girando em certa velocidade. Quase não dá pra usar no jogo, mas é legal.

E por falar em água, claro que a fase da água deste jogo é um parto. Talvez ela merecesse o nome Labyrinth, pois ela realmente é um labirinto, a ponto de eu ter ficado muitos minutos na primeira vez que passei por ela e sinceramente não sei direito como achei o caminho nas duas vezes que joguei.

Uma das tradições que é mantida dos jogos de 8 bits da franquia são itens que podem ser usados como espécie de “veículos”. Aspas porque temos até uma bolha gigante na fase da água no meio deles. Também existe o pula-pula, prancha de snowboard e um carrinho que se movimenta quando giramos dentro dele.

Não que seja considerado um “veículo”, mas em uma das fases existem alguns “ventiladores” que deixam o personagem em um estado de giro diferente do usado no ataque, mesmo quando estamos atacando. Atrapalha demais, pois sempre colocam um robozinho que voa próximo desses ventiladores para roubar algumas argolas. Tem que controlar o dedo nervoso do pulo e atacar com giro rasteiro. Eu errei isso um monte de vezes.

“Veículos” e, por fim, os malditos ventiladores.

Outra tradição são os chefes de fases, que são robôs construídos pelo Dr. Robotnik ao invés de batalhas contra o próprio vilão. Exceto as últimas batalhas, onde que enfrentamos ele pessoalmente e mais dois personagens conhecidos: o Metal Sonic, que é o subchefe da última fase; e o Knuckles que é o chefe da penúltima fase. Sem falar no Fang, no final dos Special Stages, como mencionado anteriormente.

Aliás, não enfrentamos o Knuckles como em Sonic & Knuckles, cara a cara. Ele usa uma das máquinas do Dr. Robotnik para tentar derrotar o herói utilizado na jogatina. E tem um dos chefes que traz uma surpresinha que eu não quero revelar pra não dar spoiler pra quem for jogar, eu gostei.

Ah, tem a outra tradição da placa no final da fase que pode mostrar imagens diferentes do que a do personagem controlado quando passamos por ela. Cada imagem representa um bônus diferente (mais argolas, continues, etc).

A última fase também honra outra tradição, a de labirinto de canos. Normal tomarmos um caminho que não nos leva a lugar algum e ter que tentar algo diferente. Um pouco irritante, mas é menos frustrante que nos jogos anteriores.

O jogo em si não é um passeio no shopping de mãos dadas com a(o) namorada(o), se bobear vai acabar acontecendo com vocês igual aconteceu comigo: gastei um Continue na primeira jogatina. Talvez seja um pouco culpa da resolução e da física. Ou sou eu arrumando desculpas.

No fim, ao derrotarmos o cientista maluco, obtemos a última Chaos Emerald e libertamos a princesa o Knuckles de uma jaula (BIRL), ele e o herói escolhido pelo jogador dão as mãos e começa um caso de amor digno de novela escapam da base do Dr. Robotnik.

Se recolhermos todas as Chaos Emeralds, uma animação bonitona do herói voltando pilotando o avião é mostrada. Se não, aparece o Fang dando risada, jogando as esmeraldas na cara do jogador e um Try Again aparece na tela. Deboche por parte dos programadores? Parece que sim.

No fim, eu gostei de ter jogado Sonic Triple Trouble, mas não me vejo encarando o jogo novamente por um bom tempo. Prefiro mil vezes voltar pros dois primeiros jogos quando o assunto é Sonic em 8 Bits. Ao meu ver, é o título mais fraco da franquia considerando os lançados para Master System e Game Gear.

Recentemente foi notícia que alguns fãs estão criando uma versão do game para Mega Drive. Não pretendo referenciar o tal futuro port por aqui, já que o post é referente à versão original lançada para Game Gear. Entretanto, confesso que tenho alguma curiosidade. Este jogo na física autêntica do Mega parece mais promissor.

Bem, espero que tenham gostado deste episódio da Maratona que teve “cara” de review. Acredito que pouca gente teve contato com Sonic Triple Trouble, então achei que era melhor contar as características dele e ver se alguém se interessa a jogar (não que eu recomende isso).

Bônus: nos créditos aparecem agradecimentos à Saori Kido e ao Hideo Kojima. Só que não…

Obrigado a todos pela leitura e vejo vocês no próximo post. Ou não, eu não consigo ver quem está lendo. Ou será que estou invadindo a câmera de vocês neste exato momento? Enfim, vocês entenderam.

Aquele abraço!

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Sobre Gamer Caduco

Menino novo, com mais de 30 anos de idade, fanático por games de todas as gerações.
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10 respostas para Maratona Sonic: Sonic Triple Trouble (Game Gear)

  1. Fala Cadu, shows vc desbravar esse game! Eu já não posso dizer o mesmo!
    Eu não consegui jogar Cadu, tentei tempo atrás… mas não consegui! É como algo me falasse no meu ouvido – SONIC 1 e 2 VÁ JOGAR!

    Toda hora! Na verdade não gostei do jogo e vou cair naquele assunto que já comentamos – Sonic de Master System é mais plataforma que no de Mega e prefiro assim. Quem gostou do Sonic de Mega vai se adaptar fácil com esses estilo nos jogos de Master System e cia.

    Mas de qualquer forma é muito legal ler o seus desbravamentos nesses jogos do Sonic de Master System e GameGear. Pelo menos por ele acabou descobrindo tudo sobre o jogo! Engraçado que quando estou lendo sobre esses jogos fico na esperança de você dizer que é possível transformar em Super Sonic >.< Um dia quem sabe alguma alma faça um jogo de Master System que o Sonic vire Super Sonic e eu acabe com esse frustração de infância.

    Valeu Cadu! Grande Abraço.

    • Gamer Caduco disse:

      Ivo, eu te entendo cara, de verdade. Esse jogo grita mesmo na orelha de quem é fã dos dois primeiros jogos do ouriço do Master/Game Gear.
      Ainda se a física dele ajudasse, talvez fosse mais divertido. Mas eu prefiro os dois primeiros mesmo.
      Tenho a impressão que o GG não tem força suficiente pra aguentar um jogo nesses moldes. Aí ficou algo bem meia boca.
      Enfim, tô na luta aqui pra tentar terminar tudo da franquia, vamos ver onde eu chego.
      E acho que o Master não aguenta um Super Sonic! rs
      Quem sabe um jogo nos moldes com mais tecnologia, tipo um Mania da vida, mas mais inspirado nos jogos de 8 Bits. Se eu tivesse tempo eu faria um desses e levava lá na CEGA pra ver se eles topam lançar oficialmente… kkkk
      Valeu Ivo!

  2. aki é rock disse:

    Pelo jeito jogo ficou bem abaixo dos outros que você jogou não cheguei a jogar ainda mas esta na minha lista de se aventurar por esse título da franquia Sonic.

    • Gamer Caduco disse:

      Vale a pena para conhecer, Rock. Mas não vá com grandes expectativas pra não ficar frustrado, ainda mais se for fã dos outros jogos de plataformas 8 bits do ouriço.
      Valeu Rock!

  3. Thiago Rodrigues disse:

    Não gostei desse jogo, faltou humildade aos desenvolvedores. (O Sonic já quica na água no Sonic 2 e Chaos)

    • Gamer Caduco disse:

      Comida de bola minha, Thiago, muito bem observado: o Sonic de fato quica na água nos dois jogos que vc falou. Pior que eu falei nos outros dois posts (sobre 2 e Chaos) que quicar na água era novidade.
      Já corrigi o texto aqui e vou corrigir o do Chaos também, valeu pela observação! XD
      Vou lembrar de ler meus próprios textos da Maratona antes de sair groselhando! kkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Mas não entendi o “faltou humildade” que vc se referiu. É por causa da tentativa de imitar o Mega Drive?
      De qualquer forma, eu também não curti tanto, embora não tenha achado um jogo ruim.
      Valeu Thiago!

      • Thiago Rodrigues disse:

        Olá, sim foram na base do “hoje eu se consagro” e acabou sendo o primeiro jogo fraco dos 8 bits, aliás percebo que, ao contrário do mega, os jogos do Sonic foram ficando mais fracos (não estou dizendo que o 2 e o Chaos, são ruins, muito pelo contrário, adoro eles).

        • Gamer Caduco disse:

          Eu entendi e concordo. O primeiro Sonic de 8 bits dá uma surra em todos os outros, o 2 dá surra em todos menos no 1, o Chaos dá surra em todos os outros menos 1 e 2 e o Triple Trouble apanha de todo mundo, no meu ranking pessoal pelo menos. Então tem tudo a ver com o que vc disse! rs

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