Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2018? #OQVJ2018

Olá caríssimos leitores, como estão? Foram bem de festas de fim de ano? Espero que sim!

Chegou a hora de compartilhar com vocês aquela lista marota com todos os jogos que eu encarei durante o ano que passou, seguindo a tradição do Meme Gamer proposto pelo blog Marvox Brasil, e que está firme e forte desde 2011.

Desde já fica aqui um grande abraço e o agradecimento ao Marvox por seguir com o Meme Gamer “O Que Você Jogou Em” por mais um ano. O blog Gamer Caduco continua se orgulhando de ser um dos poucos a ter participado de todas as edições de forma oficial!

Fazendo uma breve introdução, 2018 foi um ano extremamente produtivo no quesito videogames. Eu consegui aproveitar o primeiro semestre pra dar vazão em alguns jogos mais recentes fazendo aquele velho rodízio de plataformas que eu as vezes me empolgo a fazer.

E no segundo semestre, mesmo com quase nenhum tempo pra jogar em casa (responsabilidades falando mais alto), consegui otimizar o tempo de jogatina usando as idas de casa para o trabalho e vice-versa pra acabar com um backlog bem antigo que tenho de jogos da época dos 8 bits.

Não vou me prolongar muito na introdução, então fiquem com a enorme lista de jogos que joguei no ano passado. Entendo se não quiserem ler todas as descrições, falta de tempo é um treco que afeta todo mundo. Mas espero que leiam os que tiverem curiosidade de saber como foi a minha experiência, pelo menos.

Divirtam-se com a leitura!


Sonic Forces (PS4)

Gênero: Jogo moderno do Sonic (deveria existir essa categoria)
O que é: Jogo genérico do ouriço Moderno, com participação do Clássico que não acrescenta grandes coisas. Jogo que se joga sozinho, é super radical e realiza o sonho dos fãs que ficam criando personagens com o próprio nome na Internet e “homenageando” os desenhos fazendo justiça com as próprias mãos.
Jogado em: Janeiro

Eu comecei o ano mal. Mas mal mesmo! Sem querer dar grandes spoilers pra quando este jogo surgir na Maratona Sonic daqui uns 6 anos pelo menos, o que eu posso dizer é que tudo que eu imaginava antes do lançamento dele meio que se concretizou. E não eram boas impressões, então nem consegui ficar decepcionado. Só desapontado mesmo.
Também, a ideia da SEGA foi um tanto quanto estranha: pegar tudo que Sonic Generations tinha de bom e tirar, colocar umas coisas estranhas a mais como personagem customizado pros fãs terem orgasmos se criando no jogo e adicionar a uma história que era mais do que clichê e que eu até havia previsto em algum episódio do RetroCast ou post do Retroplayers, não me lembro agora ao certo. O tal do apocalipse robô. Ê copiazinha sem vergonha de ideia de Last of Us e similares.
Mas vou parar por aqui. Um jogo que se joga sozinho não merece tantos caracteres, vou pular pro próximo. Só sei que fiz de tudo pra me livrar dessa bomba o mais cedo possível.

The Witcher 3 – The Wild Hunt (PS4)

Gênero: RPG Ocidental
O que é: História fantástica do Geraldinho, um bruxo que adora se envolver em altas confusões em um mundo fantástico cheio de criaturas fantásticas e … tá, eu não vou repetir a piada do meme passado.
Jogado de: Outubro/2017 até Janeiro/2018.

Este aqui eu já estava gostando de jogar em 2017, isso somente se concretizou ainda mais no ano seguinte. Depois de certo momento, acabei focando na main quest pra chegar ao fim. Mesmo tendo a edição completa, resolvi não começar as DLCs, mas sim deixar elas pra quando sentisse saudades do jogo. Enquanto isso, aproveitaria para dar uma limpada na lista infinita de jogos pra jogar.
É isso! Eu recomendo que joguem algum dia na vida de vocês, vale a pena. Não por desafio nem nada assim, mas por história e acontecimentos.

Violent Storm (Arcade)

Gênero: Beat’em Up
O que é: Beat’em Up de arcade com uma trilha sonora muito anos 90 e bem marcante. Diversão garantida pra galera jogando com fichas infinitas.
Jogado em: Janeiro

É interessante quando a gente se surpreende com um jogo antigo que a gente nem sabia que existe. Num encontro de jogadores idosos que aconteceu em Janeiro, ligamos o Raspberry Pi do dono da casa para jogar coisas antigas quando de repente selecionaram esta joia do Arcade, que é um divertidíssimo beat’em up super responsivo e fluido e que ainda por cima tem uma trilha sonora fantástica. Jogamos naquele esquema de gastar algumas fichas e passar o controle, mas terminamos felizes da vida. Foi muito memorável, eu senti que precisava mencionar a experiência aqui pra me lembrar no futuro. Joguem sem medo!

Mother Russia Bleeds (PS4)

Gênero: Beat’em Up
O que é: Beat’em Up meio com tema um pouco político, um pouco viajado e um pouco adulto (não na parte de boletos e louça infinita, apenas referências à violência, drogas e outras coisas mais barra pesada, como russos).
Jogado em: Janeiro

Ainda na saga dos beat’em ups, acabei dando bola pra um jogo que estava há algum tempo na minha lista: Mother Russia Bleeds. Jogo tem uma temática um tanto quanto perturbadora, passa por diversos desafios pontuais bem interessantes e é convidativo pra jogar de fone de ouvido pra aumentar a imersão. Acabei terminando ele consideravelmente rápido. Confesso que não está entre meus jogos favoritos do gênero, nem mesmo se considerarmos apenas os das últimas duas gerações. Ainda assim, vale a pena conhecer, é uma boa experiência de jogo.

Sonic the Hedgehog 3 (Mega Drive)

Gênero: Plataforma 2D
O que é: Definitivamente eu não preciso descrever Sonic 3 pra ninguém.
Jogado em: Janeiro

Pra constar na lista, já que o jogo já havia sido jogado antes por mim e também pelo fato de ter um post dedicado a ele na Maratona Sonic. Recomendo a leitura, só clicar aqui.

Captain Tsubasa: Dream Team (Android)

Gênero: jRPG de futebol (acreditem, é isso aí mesmo).
O que é: jRPG de futebol inspirado no anime/manga Supercampeões. Lembram? Passava na saudosa TV Manchete.
Jogado de: Dezembro/2017 até Fevereiro/2018

Continuei jogando essa coisa viciante, tinha começado no ano anterior. Depois de me pegar jogando ao mesmo tempo dois jogos online (no tablet e no celular) e ganhar os dois, eu percebi o quão viciado estava e resolvi desinstalar sem pensar duas vezes. Minha esposa e meu cachorro comemoraram o fato. Fazer o que, eu adoro esses jogos diferentões (leia-se estranhos)! Mas não sinto saudade desse não, foi bom enquanto durou e olhe lá.

Giana Sisters: Twisted Dreams – Director’s Cut (PS4)

Gênero: Plataforma 2.5D
O que é: Plataforma 2D com gráficos 3D que é cheio de puzzles e possui troca de personagens (juntamente com troca de cenários) para superá-los
Jogado em: Fevereiro

Eu tinha uma expectativa bem alta pra este jogo. Gosto de jogos de plataforma, ainda mais quando misturam com puzzles inteligentes. Não me levem a mal, o jogo não é ruim, mas não me agradou tanto quanto imaginei que agradaria. Chegou um ponto que eu tava me arrastando pra terminar as fases dele só pra colocar na lista de jogos terminados e partir para o próximo. Eu acho que ele ficou comprido demais e com poucos momentos realmente criativos e diferenciados, mesmo que o desafio seja relativamente bom.

Sonic Drift (Game Gear)

Gênero: Jogo de Corrida de Mascotes
O que é: Não é Mario Kart, mas é corrida, tem mascotes e sim, a turma do Sonic corre com carros.
Jogado em: Fevereiro

Pra constar na lista, já que o jogo tem um post dedicado a ele na Maratona Sonic. Recomendo a leitura, só clicar aqui.

Mega Man V (NES @ PS4)

Gênero: Plataforma 2D / Ação
O que é: Mega Man dispensa qualquer tipo de apresentação, estou errado?
Jogado de: Fevereiro até Março

Pra constar na lista, já que o jogo tem uma série de posts dedicados a ele no Desafio Mega Man. Recomendo a leitura, só clicar aqui.

Street Fighter V: Arcade Edition (PS4)

Gênero: Luta
O que é: Versão Arcade que finalmente saiu no Street Fighter V. O jogo em si eu não preciso apresentar.
Jogado de: Janeiro até Março

Quando a Capcom lançou de graça a atualização do Street Fighter V para a Arcade Edition, coloquei na minha cabeça que voltaria a jogar o jogo. Foi o que aconteceu por pelo menos por três meses. Terminei o modo Arcade com alguns personagens em diversos “jogos”. Só pra tentar explicar, ele cria versões do modo Arcade com personagens de jogos anteriores (1 ao 4 e os Alpha/Zero, além do próprio 5), como se estivesse jogando o modo Arcade destes jogos.
Daí eu me dei conta que eu não tava ganhando Fight Money com isso, fiquei meio frustrado e parei. Expectativa minha, se ela tá certa ou não eu não estou ligando, sei que acabei desistindo. Até porque eu sou uma negação em jogos de luta e sempre que entrava online só levava porrada. Então acabei largando, disse que voltaria mas não aconteceu. Não me frustro por isso, por melhor que o jogo seja. E ele é bem bom, no geral.

The Revenge of Shinobi (Mega Drive @ PS3)

Gênero: Plataforma 2D / Ação
O que é: Aquele jogo famosão de Mega Drive com o Joe Musashi. Aquele mesmo que uma galera acha difícil e outra acha fácil, nunca vi meio termo na Internet.
Jogado em: Março

Pra constar na lista, já que o jogo abriu uma nova seção (que ainda não foi continuada, desculpe por isso) chamada Desafio Algozes. Recomendo a leitura do post sobre The Revenge of Shinobi, só clicar aqui.

Wonder Boy: The Dragon’s Trap (Switch)

Gênero: Plataforma 2D / Metroidvania
O que é: Remake sensacional (feito por estúdio independente) do jogo que nos anos 90 teve sprites trocados pelos da Turma da Mônica no Master System. Só que este com elenco original, ou seja, um garoto maravilhoso que se transforma em diferentes seres.
Jogado em: Março

Entre tantos Algozes Gamísticos que eu tinha na vida, um deles era o Turma da Mônica em: O Resgate. Nada melhor que tirar ele da lista aproveitando para jogar o remake do jogo original que foi lançado recentemente para as plataformas atuais. Com o lance de poder colocar o console pra dormir e continuar depois, a coisa ficou bem mais tranquila (melhor que sistema de passwords). Mas o legal mesmo era poder ficar chaveando entre gráficos modernos e clássicos. Não só eles, música também. Aliás, a música eu ouvia pouco na versão moderna, só algumas repetições pra ver como tinha ficado e logo chaveava para a versão clássica. Inclusive, preferi os gráficos modernos. A arte ficou tão boa que valia a pena. A música também ficou, mas aí o saudosismo falou mais alto. Olha, recomendo pra quem é nostálgico com jogos do Wonder Boy e pra quem quer experimentar também. Vale a pena.

Sonic & Knuckles (Mega Drive)

Gênero: Plataforma 2D
O que é: A mesma descrição do Sonic 3, mas com o Knuckles.
Jogado em: Março

Pra constar na lista, já que o jogo já havia sido jogado antes por mim e também pelo fato de ter um post dedicado a ele na Maratona Sonic. Recomendo a leitura, só clicar aqui.

New Super Luigi U (Wii U)

Gênero: Plataforma 2.5D
O que é: Sabem o Mario? Então, aquele mesmo, do Wii U. É igual, só que diferente. E melhor!
Jogado de: Março até Abril

Dando sequência ao revezamento de plataformas, precisava jogar algo no Wii U. Aí lembrei que o pouco que vi de New Super Luigi U me pareceu interessante. Também, começar as fases já com a vinheta de que o tempo está acabando em 100 segundos e ter que atravessar a fase correndo, sem deixar de lado os Star Coins e ainda assim procurando passagens secretas fez com que eu me sentisse jogando alguma coisa próxima de Sonic. Só que no universo de Mario! Ou seja, sensacional! Tudo bem que dá pra fazer isso de jogar correndo em qualquer jogo, mas não é qualquer um que te estimula a fazer isso. De todos os New Mario, este foi de longe o mais desafiador e o que eu achei mais divertido também, mesmo que jogar o primeirão lá no Wii em dupla ou trio até o final num passado distante tenha sido ótimo também. Pena que a plataforma é desprezada por tanta gente, este é um jogão! Quem sabe o relançamento em versão Deluxe no Switch não aumenta o público que conhece o jogo?

Knuckles the Echidna in Sonic 2 (Mega Drive)

Gênero: Plataforma 2D
O que é: Quando você pega o cartucho do Sonic 2, espeta ele no Sonic & Knuckles e joga tudo com o bicho rosa Knuckles e seu “fantástico” pulo mais curto.
Jogado em: Abril

Pra constar na lista, já que o jogo já havia sido jogado antes por mim e também pelo fato de ter um post da Maratona Sonic dedicado aos três primeiros jogos encaixados no Sonic & Knuckles. Recomendo a leitura, só clicar aqui.

Shadow of Mordor (PS4)

Gênero: Ação / Aventura (3D)
O que é: Jogo com temática da franquia Senhor dos Anéis, com um espetacular sistema de Nemesis e outras coisas bem interessantes.
Jogado em: Abril

Estava na hora de optar por um jogo no Playstation 4! Lembrei que alguns amigos haviam comentado sobre Shadow of Mordor. Alguns destes amigos são bem exigentes, e eles já faziam altos elogios. Botei fé para experimentar e vi que eles estavam corretíssimos. O sistema de Nemesis existente, mais o sistema de promoções dos Orcs dentro da hierarquia do exército deles já é algo aparentemente inovador e bem divertido por si só. Tudo isso dentro do universo de Senhor dos Anéis (que já é sensacional) e mais um sistema de combate muito competente me fez adorar este jogo. Não parei pra fazer tudo nele porque me deu aquela ansiedade de continuar diminuindo a lista, mas passei um tempo fazendo side quests e entrando em combates só porque sim. Só não tinha muita paciência com a parte stealth dele, mas aí sou eu que detesto jogar desta forma desde sempre. Que bom que o jogo não te força a usar isso em todo momento. E não usar torna a coisa mais desafiadora. Só vi vantagem, mas quase quebrei o controle em alguns momentos de tanto ódio! Jogaço! Recomendo fortemente e já estou na expectativa de jogar a continuação, Shadow of War.

Sonic 3 & Knuckles (Mega Drive)

Gênero: Plataforma 2D
O que é: O jeito certo de jogar Sonic 3 e Sonic & Knuckles.
Jogado em: Maio

Pra constar na lista, já que o jogo já havia sido jogado antes por mim e também pelo fato de ter um post da Maratona Sonic dedicado aos três primeiros jogos encaixados no Sonic & Knuckles. Recomendo a leitura, só clicar aqui.

Sonic Triple Trouble (Game Gear)

Gênero: Plataforma 2D
O que é: Primeiro plataforma do ouriço exclusivo do Game Gear.
Jogado em: Maio

Pra constar na lista, já que o jogo tem um post dedicado a ele na Maratona Sonic. Recomendo a leitura, só clicar aqui.

Sonic Drift 2 (Game Gear)

Gênero: Corrida de Mascotes
O que é: Igual ao primeiro Sonic Drift, só que com coisas a mais e outras a menos.
Jogado em: Junho

Pra constar na lista, já que o jogo tem um post dedicado a ele na Maratona Sonic. Recomendo a leitura, só clicar aqui.

Mario + Rabbids: Kingdom Battle (Switch)

Gênero: RPG tático
O que é: Uma mistura de Mario, Rabbids, XCOM e mais dois continentes à sua escolha.
Jogado de: Abril até Junho

Fazia um tempão que eu queria jogar Mario + Rabbids, baita curiosidade pra ver como seria jogar uma mistura de duas franquias divertidas em um sistema parecido com o de outro jogo que gosto bastante, XCOM. O preço que nunca baixava era um problema, mas felizmente consegui pegar emprestado! Valeu demais a pena jogar, ele não tem só a mecânica parecida com a de XCOM, mas alguma coisa que lembra Mario fora das batalhas. Sem falar no humor totalmente sem noção dos Rabbids. Este jogo é um mix que tinha tudo pra dar certo e realmente deu! Méritos de quem conseguiu fazer essa maluquice toda sem perder o controle durante o desenvolvimento. Se tiverem um Switch, tentem experimentar. Tem um baita potencial pra divertir até mesmo quem não curte jogos de combate tático por turno.

Astérix (Master System)

Gênero: Plataforma 2D
O que é: Incrível jogo dos queridos personagens da série animada e HQ que eu não sei porque não tinha jogado antes no Master System.
Jogado em: Junho

Sabem aquele jogo que você sempre leu ou ouviu falar e subestimou? Sabem aquele jogo de personagens que você gosta bastante e ficou sempre empurrando pro futuro? Então, Astérix de Master System entrava de cabeça nas duas categorias. Até que um dia eu resolvi que iria jogá-lo só pra ver até onde chegava. Mas resolvi fazer algo diferente do que sempre faço, que é passar algumas fases e/ou tomar um Game Over e deixar pro futuro. Felizmente me empolguei o bastante pra ir até o fim em uma noite, no Raspberry Pi. Foi quando percebi que baita jogo que eu tava perdendo! A gente nunca lembra que o Master System tem joias tão preciosas que pouca gente dá o devido valor. O legal é que jogar ele me encorajou a voltar com tudo a jogar jogos retrô, em especial os de 8 bits. Mais pra frente vocês vão entender, vão seguindo a lista. Se recomendo? Sem sombra de dúvidas!

Choplifter HD (PS3)

Gênero: Helicóptero, Ação, Resgate e Nervosismo
O que é: Uma releitura do clássico que saiu até pra geladeiras, com muito do clima do jogo antigo, só que de forma que lembra bastante jogos de sua geração. Pro bem e pro mal.
Jogado em: Junho

Voltando ao turno do PS3 no meu esquema de revezamento, deu uma chance pra uma franquia que me tirava o sono quando era moleque e que ao longo desses anos todos me rendeu um dos maiores Algozes Gamísticos que tenho na vida, que é o Choplifter de Master System. Duvidam? Só olhar o post de algozes que criei da plataforma e a chorada que dei nele. Bem, a versão HD me surpreendeu bastante. Não é um remake nem remaster, trata-se de um novo jogo da série que mistura a fórmula clássica com elementos mais recentes, coisas da geração passada. Ao invés de um jogo sequencial, temos um jogo de estágios que podem ser selecionados em qualquer ordem e que nos rende um ranking contabilizado em estrelas. Essas estrelas desbloqueiam novos estágios e novos helicópteros (entre outros). Nas fases, não temos apenas missões de resgate como nos primeiros jogos, mas também algumas missões de destruir bases inimigas e coisas do gênero. Misturem isso com o fato do helicóptero resistir a mais tiros (diferente do clássico, que é one hit kill) e termos que gerenciar combustível (algo que confesso não saber se existe em outros jogos da franquia, no Master não tem). Eu achei a experiência fantástica em todos os aspectos. Passei um nervoso imensurável em algumas fases, achei que o jogo tem um desafio sob medida. Tem que ter uma paciência enorme pra passar algumas fases, não adianta sair tentando destruir tudo correndo que é morte certa. Pode não ser o tipo de “difícil” que muita gente do “clube” do retrô curte, mas mesmo pra essas pessoas eu recomendo o jogo. A não ser que você não goste de passar nervoso. Daí eu falo pra você ficar longe do título.

Fire Emblem Awakening (3DS)

Gênero: RPG Tático
O que é: Clássica franquia de RPGs táticos da Nintendo, numa versão consagrada para o 3DS.
Jogado de: Dezembro/2017 até Julho/2018

Oito meses! Por oito meses eu fiquei jogando Fire Emblem Awakening no 3DS! Eu e a minha mania incrível de pegar RPGs táticos e ficar enrolando neles fazendo nível e tentando coisas em batalhas aleatórias. Joguei no modo clássico (morreu, já era) e no Hard, perdi as contas de quantas vezes eu tive que resetar o sistema (já que não tem um Exit/Quit no jogo) porque alguém morreu e eu não admitia que ninguém morresse. No fim, o relógio marcava alguma coisa em torno de 45 horas, mas podem ter certeza que eu devo ter jogado o dobro disso ou mais. Isso porque eu só jogava no metrô. Valeu demais a pena jogar, e por mais que tenha sido um dos jogos do gênero que eu mais curti, ele ainda não tá entre meus cinco favoritos. Eu recomendo sim, mas talvez esperasse algumas coisas diferentes.
Uma observação não diretamente relacionada com o jogo. Terminar ele abriu um baú de possibilidades no mundo de portáteis pra mim. Eu já chego lá.

Rayman Legends (Wii U)

Gênero: Plataforma 2D
O que é: Continuação do fantástico Rayman Origins, também com suporte para até 4 jogadores simultâneos e muito mais.
Jogado de: Junho até Julho

Ainda no embalo do rodízio de plataformas, voltei ao Wii U e encarei um jogo que havia começado logo que adquiri o console e depois larguei. Aquele esquema de “nossa, que jogo legal, vou guardar ele pra jogar depois”. E o depois nunca chega, sabem como é? Então. Só que em 2018, o momento chegou! Ou seja, coloquem aí uns 4 ou 5 anos de armário. Triste.
Já havia platinado o Rayman Origins, gosto demais dele. E o Legends vem com a mesma força e mais algumas coisas bacanas. Raramente eu me empolgo de jogar coisas em telas de toque, mas as fases que exigem isso na versão de Wii U do jogo são absolutamente divertidas. Aquelas que dão nervoso quando a gente erra. O restante do jogo dispensa apresentações pra quem conhece o jogo anterior, inclusive possui até algumas fases repetidas. Não a toa fiz 100% nele também, só não “platinei” porque a plataforma não possui troféus/conquistas. Mas eu teria tentado com certeza.


Antes de continuar com a lista, queria dizer algo importante. Algo relacionado com a observação que escrevi no final da parte do Fire Emblem Awakening. Depois de terminá-lo, rolou um alinhamento de planetas do universo ou qualquer maluquice similar que criou um cenário favorável para que eu voltasse a ter tempo, disposição, paciência e muita vontade de jogar jogos retrô. Fazia anos que não acontecia algo assim com essa intensidade. Até as viagens de ida e volta do trabalho aumentaram o tempo e isso permitiu que eu aproveitasse esse tempo pra jogar coisas que eu ignorei por todos estes anos, especialmente de um console que eu praticamente não conheço muita coisa, o Nintendinho. Então tirei a poeira do PSP e comecei a jogar loucamente jogos 8 bits nele. Tudo isso começou com…


Contra (NES)

Gênero: Ação 2D / Run & Gun
O que é: Simplesmente o pai de todos os Run & Gun que já existiram, clássico que também dispensa qualquer apresentação.
Jogado em: Julho

Na verdade verdadeira, tudo começou quando eu comprei um controle similar ao de SNES da 8bitdo pra usar no Raspberry Pi, aproveitando que também tinha vendido a TV com o input lag gigante e investido em uma com input lag imperceptível. Um dia resolvi testar a combinação controle e TV e achei que seria uma boa ideia colocar um jogo que exige muita precisão e que eu mandava mal pra caramba, e Contra do NES era uma ótima opção. Eis que eu tomei dois Game Over bem ridículos no chefe da segunda fase e comentei com um amigo, com aquela velha história da carochinha que eu sou ruim, que não sei jogar e um monte de mimimi. Ele logo disse que eu não tinha tentado o bastante e eu me senti desafiado. Aí tentei jogar mais vezes, em casa mesmo. Até que lembrei da existência do PSP, que estava encostado no armário, e aproveitei que não estava mais jogando nada nas idas e vindas do trabalho, como mencionei acima. Peguei o PSP com o intuito de treinar pra tentar terminar em casa e, no fim das contas, foi nele que eu consegui terminar o jogo. Foi muito bom perceber todo meu progresso como jogador, sendo paciente e voltando desde o começo nos casos de Game Over definitivos. Eu achei que não tinha mais paciência pra isso e que logo largaria, mas aconteceu justamente o contrário (CONTRArio, ops, desculpem por isso). Chegar no fim dele desencadeou uma vontade enorme de jogar outros jogos do Nintendinho e me livrar de vez dos Pecados Gamísticos que tinha e que ainda tenho do console.
Agora eu quero tentar jogar esse jogo em duas pessoas. Quem sabe um dia?

Fire Emblem Heroes (Android)

Gênero: RPG Tático
O que é: Versão mobile do clássico RPG tático da Nintendo, jogo que eu consegui “desviciar” com muito sacrifício.
Jogado de: De Fevereiro/2017 até Abril/2018 (mas continuei pegando Orbs em Maio, Junho, Julho e aí cansei e excluí o app)

Ah, eu continuei viciado nessa tralha até Abril. Não vou falar muito dele porque já falei no ano retrasado. Depois de Abril começaram a enfiar um monte de coisas e eu comecei a desanimar. Ainda entrava todos os dias pra pegar os bônus, mas aos poucos fui largando até que resolvi remover do celular. Melhor coisa que fiz, com certeza! Nada contra, só queria perder o vício mesmo. Funcionou!

Wacky Worlds: Creativity Studio (Mega Drive)

Gênero: Não faço ideia. Arte talvez?
O que é: Deveria ser algo legal pra usar o mouse no Mega Drive, mas é uma decepção tão grande que não cabe neste post.
Jogado em: Agosto

Pra constar na lista (apesar da vergonha), já que o jogo tem um post dedicado a ele na Maratona Sonic. Recomendo a leitura, só clicar aqui.

Horizon Chase Turbo (PS4)

Gênero: Corrida (Arcade)
O que é: Praticamente o filho de Top Gear com OutRun, jogo imperdível para fãs de jogos de corrida dos anos 90.
Jogado: uma única vez em Maio, retomei em Junho e parei, retomei em Agosto e platinei

Eu já tinha jogado a versão não Turbo de Horizon Chase e adorei cada segundo de jogatina nela. Cheguei num ponto que eu tentava bater os recordes dos amigos e fiquei tão paranoico que tomei a mesma atitude que tomei com o Fire Emblem Heroes este ano: deletei do celular sem dó pra parar o vício. Isso em 2016.
Aí o que os caras fazem? Lançam uma versão ainda melhor pro PS4! Sacanagem, né Aquiris? Poxa! Fizeram eu comprar na pré-venda!
Quando chegou, joguei uma única vez e larguei. Fiz aquele esquema de jogar meia horinha por dia durante um período e parei. Daí logo que terminei o Rayman Legends resolvi começar a jogar ele e pretendia continuar o esquema de jogar um pouquinho por dia. Só que viciei! Fui sossegar quando platinei o jogo. Valeu a pena cada segundo dele. Não tem jogo melhor pra jogar depois de um Happy Hour, diga-se de passagem. Aliás, jogar bebendo também é bom. Não que eu esteja estimulando vocês a isso, mas vocês me entendem. Só não consegui bater muito os recordes dos amigos, galera da PSN também tava viciada. Tinha amigo até entre os 5 melhores do mundo em uma das pistas. Né, Ivo? Seus viciados!
Não jogou Horizon Chase Turbo ainda? Larguem o que estiverem jogando e comecem ele, não sabem o que estão perdendo! Sério, jogaço!

Teenage Mutant Ninja Turtles (NES)

Gênero: Plataforma 2D / Ação / Aventura
O que é: Primeiro jogo das famosas Tartarugas Ninjas que saiu pra Nintendinho, jogo que não tem nada a ver com os beat’em ups tradicionais dos personagens e que, mesmo com todos os defeitos, consegue ser muito cativante.
Jogado em: Agosto

Quando terminei Contra fiquei com aquela sensação de vazio, sem saber o que ia fazer da vida. Olhando a lista de jogos do NES, olhei pra TMNT e lembrei que eu sequer tinha experimentado este jogo em toda a minha existência. Lembrava do mesmo amigo que falou pra eu dar uma chance pro Contra dizendo que ama o jogo, lembrei do AVGN falando de vários defeitos do jogo e no mesmo vídeo dizendo que mesmo assim gosta bastante dele, lembrei do amigo falando do vídeo do AVGN sobre o jogo e o que foi que eu fiz? Escolhi ele pra encarar!
Eu não sei o que acontece com o primeiro TMNT do NES, um jogo cheio de decisões que parecem erradas e/ou sem sentido, que tem tudo pra ser xingado de todas as formas e ser colocados em listas de ódio. Mesmo assim provoca amores em uma porção de jogadores, eu incluso. Eu resmungava muito jogando e ao mesmo tempo não conseguia largar dele. O jogo é cheio de partes que a galera gosta de dizer que “separa os meninos dos homens”, muita gente desistiu em mais de um trecho deste jogo. Eu ia percebendo estes detalhes conforme ia comentando no Twitter sobre minha experiência e recebia umas respostas. Aliás, galera do Twitter, vocês são demais! Enfim, eu quase desisti na última fase, até que recebi uma dica de item pra usar que tornaria ela pelo menos “passável”. No fim, usei a estratégia e venci o jogo. Não senti aquela sensação de vitória absoluta, mas ainda assim senti alegria ao ver a tela de créditos. Valeu demais a pena ter conhecido de cabo a rabo, eu só não sei o que me faz gostar tanto do jogo. Alguém que também gosta saberia explicar?

Bomberman (NES)

Gênero: Bomberman (sério, deveria ter um gênero com este nome)
O que é: Como assim o que é? Nunca jogou Bomberman? Não sabe o que tá perdendo. Vá fazer isso assim que terminar de ler este post e escrever um comentário de aproximadamente 32 linhas.
Jogado em: Agosto

Logo depois de pegar duas pedreiras do NES eu resolvi pegar um pouco mais leve comigo mesmo e comecei a jogar Bomberman. Na verdade, é o segundo jogo envolvendo a série que eu jogo levando a sério (o primeiro foi Wario Blast featuring Bomberman do Game Boy). O que eu não sabia é que eu teria uma certa dor de cabeça com este jogo também. Eu não me recordo ao certo agora, mas das 50 fases, passei a ter dificuldade um pouco antes da 40 (acho que foi a 37 ou a 38, de verdade não tenho certeza). O maior pesadelo do jogo é a tela de password, usar ela foi muito traumático pra mim. Não sei se era a emulação ou se a tela era meio bugada mesmo, só sei que tinha dificuldade pra preenchê-la nas poucas vezes que usei. Mas consegui sobreviver até o final. Vou ver se levo mais a sério outros jogos do personagem, são extremamente divertidos!

Sonic Mania (PS4) + Sonic Mania Plus (Switch)

Gênero: Plataforma 2D
O que é: Melhor jogo do Sonic dos últimos anos, com uma versão Plus que tem coisas a mais que fazem valer uma nova jogatina. Uma não, várias.
Jogado de: Julho até Agosto, pausei, joguei o não Plus em Setembro para “platinar”. E vou jogar mais ainda, não se preocupem.

Não vou me prolongar muito, já que falei do jogo no post do ano anterior também. Em 2018 esperei sair a versão Plus, botei as mãos nela e debulhei o Encore Mode rapidinho. Antes dei uma passada no Mania Mode, estava jogando em outro console em relação ao ano retrasado. Aliás, fiz final com quase todos os personagens e também voltei pro PS4 só pra “platinar” o jogo, faltavam dois ou três troféus. Na verdade, fazer 100%, pois não há troféu de platina para o jogo, infelizmente.
Observação: eu juro que não vou botar ele na votação do Gamer Caduco Awards de 2018, pra que um mesmo jogo não seja bicampeão na categoria na história do blog (mesmo que mereça)!

Mega Man VI (NES)

Gênero: Plataforma 2D / Ação
O que é: Mega Man dispensa qualquer tipo de apresentação, estou errado?
Jogado de: final de Agosto (dia 31) até Setembro

Deveria já existir um post sobre o jogo na seção Desafio Mega Man, mas ainda não aconteceu. Joguei no PSP, diferentemente do que aconteceu com os três últimos jogos que possuem até vídeos por terem sidos jogados no Mega Man Legacy Collection no PS4. Não se preocupem, eu tirei uma porção de screenshots durante o gameplay para me lembrar de contar a história pra vocês. Sem outros spoilers, guardem a curiosidade aí para lerem os posts da seção.

Legend of Illusion starring Mickey Mouse (Game Gear)

Gênero: Plataforma 2D / Quase um Metroidvania
O que é: Terceiro capítulo da série “of Illusion” estrelando o queridíssimo Mickey Mouse, com algumas novidades em relação aos títulos anteriores e uma história bem bonitinha, tipo Disney mesmo.
Jogado em: Setembro

Quando percebi que terminei quatro jogos de Nintendinho no PSP e que estava me divertindo muito jogando 8 bits nas viagens de casa para o trabalho e vice-versa, pensei em dar uma chance ao Game Gear e jogar algo que eu tinha tentado começar no passado e não me animou muito: Legend of Illusion. No ano anterior eu tinha jogado o Land of Illusion e parecia a hora certa pra fechar a trinca de jogos do camundongo da Disney. Deu super certo, me animei jogando ele até o fim, foi ótimo pegar um jogo mais leve de desafios para fazer um “cool down” (ou “chill out”, o que preferirem). Achei Legend of Illusion super gostoso de jogar, história bonitinha e só fiquei um pouco incomodado com alguns detalhes durante o gameplay, mas nada que pudesse comprometer a ponto de largar o jogo. Fora que terminei super rápido.
Curioso perceber que os 8 bits ultimamente estão chamando mais a minha atenção que os 16, que pelo menos até então era minha geração favorita. Agora eu não sei mais. Acho que a gente vai mudando ao longo dos anos, não é mesmo?

Ninja Gaiden (Master System)

Gênero: Plataforma 2D / Ação
O que é: Versão para Master System da famosa franquia do ninja Ryu Hayabusa, diferente dos jogos de NES, mas com grande valor também.
Jogado em: Setembro

E se eu dei bola pra um jogo de Game Gear, por que não fazer o mesmo com o Master System? Eu tenho alguns débitos com ele! Como já tinha tirado Astérix do backlog no mesmo ano, achei que poderia dar uma chance ao Ninja Gaiden e usar como treino pra tentar posteriormente o de Nintendinho. O que eu não sabia é que, por mais que seja o mesmo personagem e a mecânica seja muito próxima dos jogos nos dois consoles, nota-se que o design das fases e chefes é um tanto quanto diferente. No console da SEGA a coisa pareceu bem menos sacana e punitiva, sem muitos momentos de morte certa, mas com algumas sacanagens pra te lembrar que ainda é um Ninja Gaiden. Gostei de tudo que vi, gráficos, jogabilidade, trilha sonora, design, tudo mesmo! Até então eu só tinha terminado um jogo da série que é o Ninja Gaiden Shadow de Game Boy e que tem a uma pegada similar à da versão de Master, ou seja, menos difícil. Mas acho que foi um bom treino sim, fora a experiência que foi divertida demais, e pra mim é isso que importa! Então valeu a pena demais, posso afirmar. Vocês que jogaram os de NES e que não encaram o de Master por algum preconceito deveria abrir a cabeça e jogar sem ficar procurando defeitos. Só uma leve dica, eu tenho certeza que dá pra encontrar bastante diversão nele. Só não usem o controle do Master, por favor. Senão vai ficar mais difícil que o do NES, mas pelo motivo errado.

Super Mario Odyssey (Switch)

Gênero: Plataforma 3D
O que é: Mais uma fantástica aventura do encanador bigodudo e sua jornada para salvar a biscate da princesa Peach das garras do terrível Bowser.
Jogado de: Agosto até Setembro

Se você leu algo sobre Super Mario Odyssey e viu uma série de elogios, que o jogo é fantástico coisa e tal, bem, esses reviews estão absolutamente corretos! Super Mario Odyssey é animal! Por mais que tenha visto algumas pessoas reclamando de facilitadores e falta de sistema de vidas, até a presença disso eu achei bacana. Quem não quer usar facilitadores, não use e pronto, vai se divertir do mesmo jeito. Quer ver a tela de Game Over? Tá, essa você não vê, mas me explica uma coisa: o que vai mudar se você vai dar Load e continuar do mesmo lugar? Enfim, a experiência é sim espetacular e vale muito a pena, o jogo é daqueles que chegam a emocionar, tem uma série de coisas que eu adoraria comentar aqui, mas seriam spoilers que poderiam estragar a experiência de quem for encarar. Eu só não tive paciência pra coletar todas as luas, mas o dia que comprar o jogo eu talvez tente. Pois é, pra bom entendedor meia palavra basta, peguei este jogo emprestado pra poder vivenciar, pois jogo de Switch é caro pra dedéu! Quem sabe um dia, lá pra 2027, o preço fique menor?

Master of Darkness (Master System)

Gênero: Plataforma 2D / Ação
O que é: Jogo que claramente homenageia a franquia Castlevania, só que no Master System e com algumas particularidades interessantes.
Jogado em: Setembro

Pro Master System não ficar com ciúmes, acabei jogando outra pérola do console que eu sequer sabia da existência antes da era da Internet. Depois que passei a acessar a rede, li uns dois ou três reviews que me chamaram bastante a atenção. Apesar de ser muito clara a homenagem (ou plágio, como queiram) à Castlevania, o jogo tem sim identidade própria e traz algumas características um pouco diferentes que são bastante interessantes (tipo poder pular enquanto está numa escada). Não acho que quem chama o jogo de “Castlevania de Master System” esteja errado, mas eu não concordo completamente. Concordava na hora em que joguei de cabo a rabo, mas aí eu acabei jogando o clássico do NES (também em 2018) e vi que não são tão iguais assim. Quase a mesma coisa de comparar o Ninja Gaiden dos dois consoles. São duas experiências diferentes e as duas valem a pena. Recomendo Master of Darkness, a não ser que você seja da turma que fala mal do Master System por esporte. Se for, joga e não conta pra ninguém que você curtiu. Os deuses dos games guardarão seu segredo nefasto.

Alex Kidd in Miracle World 2 (ROM Hack – Master System)

Gênero: Plataforma 2D / Aventura
O que é: ROM Hack feita por fã que contempla como seria a continuação do super prestigiado jogo do Master System. Spoiler: não tem jankenpo!
Jogado em: Setembro

Certo dia li a notícia de que um fã resolveu criar uma sequência para o clássico Alex Kidd in Miracle World. Que lançou o jogo em cartucho inclusive, com uma arte linda. Pena que foram só 25 cópias. Tudo bem, a ROM Hack foi disponibilizada gratuitamente para download, então botei ela no PSP e joguei feliz e contente no metrô de Sampa! Como não dá para avaliar o jogo graficamente e sua física (são as mesmas do original), a única coisa que posso dizer é que o level design é interessante em boa parte do jogo, que a remoção do jankenpo deixou o ritmo do jogo mais bacana (embora tenha ficado, digamos, “menos clássico”) e a história é aceitável. Agora a trilha sonora ninguém merece! Meus ouvidos quase sangraram com as músicas que foram colocadas! Que coisa horrível! Cheguei a ficar com dor de cabeça jogando. Ainda assim, vale a experiência. Coloquem no mudo e sejam felizes.

Knuckles’ Chaotix (32X)

Gênero: Plataforma 2D
O que é: Jogo da franquia Sonic the Hedgehog, sem o ouriço, que tinha um baita potencial pra ser fantástico e acabou se mostrando decepcionante.
Jogado em: Setembro

Pra constar na lista, já que o jogo tem um post dedicado a ele na Maratona Sonic. Recomendo a leitura, só clicar aqui.

Tails’ Sky Patrol (Game Gear)

Gênero: Puzzle / Aventura
O que é: Estreia do queridíssimo Tails em um jogo solo no Game Gear, em que voamos o tempo todo e precisamos capturar uma série de malfeitores, passando por diversas armadilhas.
Jogado em: Outubro

Pra constar na lista, já que o jogo tem um post dedicado a ele na Maratona Sonic. Recomendo a leitura, só clicar aqui.

Jackie Chan’s Action Kung Fu (NES)

Gênero: Plataforma 2D / Ação / Aventura
O que é: Surpreendente jogo onde controlamos o boneco da Panco Jackie Chan em uma aventura para salvar seu mestre e a Chun Li uma amiga ou namorada ou seja lá o que for.
Jogado em: Outubro

Aí que eu fiquei um pouco preguiçoso para desafios alucinantes e queria um jogo que não fosse tão fácil, mas que fosse gostoso de jogar e tivesse algum desafio. Algo pra me colocar no ritmo de volta. Foi recomendado para mim alguns jogos, entre eles esse jogo maluco que tem como personagem principal o boneco da Panco Jackie Chan. Eu lembro de ter visto imagens desse jogo antes, mas tinha um certo preconceito só de olhá-las. Ainda assim, dei chance a ele e adorei o jogo de ponta a ponta, inclusive os gráficos que eu achava esquisitos de ver em fotos. Curti muito também a trilha sonora. Sei que nunca iria escolher este jogo por conta própria. Nunca mesmo! Então fica aqui de dica pra vocês que querem uma experiência 2D retrô sem grandes complicações, mas com boa carga de desafio. Só acho bem estranho o sistema de vidas dele ser medido com Continues e a cada morte ver a tela de Game Over, voltando pra tela de título. Nela é que selecionamos o Continue. Fica lá contadinho quantos você tem à disposição, como se fossem vidas. Pelo menos a tela de Game Over é bem divertida!

TorqueL (PS Vita)

Gênero: Puzzle / Plataforma
O que é: Um dos jogos que ficaram grátis na PS Plus, que mistura puzzle e plataforma (pra variar, parece que só tem isso no Vita de graça na Plus), que resolvi experimentar e até gostei, mas não sei se quero jogar mais e fazer os outros finais.
Jogado em: Outubro

A hora que percebi que o Vita ficou quase totalmente abandonado em 2018, resolvi tirar ele da gaveta e experimentar algum dos jogos grátis da PS Plus. E o que foi que escolhi? Um jogo que mistura puzzle e plataforma 2D, pra variar. Quem não entendeu o “pra variar” é só olhar os posts do Meme dos últimos dois ou três anos, tem vários jogos desse gênero misto e a maioria foi jogada no portátil da Sony. Apesar do jogo ter uma física um bocado estranha (e isso parecer ser proposital), consegui fazer um dos finais (o jogo possui sete, um para cada letra do nome do jogo) e parei por aí. Não me interessou continuar jogando. Não que TorqueL seja ruim, só não vi muita graça mesmo. Pode passar batido por vocês também.

Akumajō Special: Boku Dracula-kun (NES)

Gênero: Plataforma 2D / Aventura
O que é: Simpático spin off da franquia Castlevania que saiu apenas no Japão e contém o Drácula criança (ou o Alucard criança, não sei ao certo) e que tem a Estátua da Liberdade mais fofinha de todos os tempos.
Jogado em: Outubro

Seguindo a saga de jogos do NES que não são bichos de sete cabeças mas também não são fáceis demais, lembrei de alguns textos que li na internet sobre o Kid Dracula e bateu aquela vontade. Só que eu não esperava que fosse gostar tanto deste jogo! Ele é incrivelmente divertido! Fiquei com um pouco de bronca apenas do quiz que surge no meio da jogatina, ainda mais que o jogo tá todo em japonês (existem traduções por aí, eu que não quis ir atrás). E perder o quiz é vida perdida. Achei sacanagem, quase na mesma proporção do jankenpo do Alex Kidd in Miracle World. Só que a bronca foi realmente pouca, porque a cena em si é bem legal de ver (adorei a Estátua da Liberdade, que apresenta o quiz, como se fosse o chefe da fase). Quem gosta de jogos em 8 bits e não jogou Akumajō Special, não sabe o que está perdendo. Coloquem no backlog aí, vale a pena!

Ninja Crusaders (NES)

Gênero: Plataforma 2D / Ação
O que é: Jogo muito esquisito e quase nada polido que não sei como deixaram lançar no NES. Mas o mais incrível é que ele é super divertido! Mistura ninjas que se transformam em animais, bem anos 80/90!
Jogado em: Outubro

Definitivamente este foi o jogo oficial mais estranho que eu joguei na vida. E, por incrível que pareça, ele é bastante divertido. Chamo ele de estranho porque ele é meio “cru”, sei lá, não teve um polimento final. Pouca (ou quase nenhuma) animação de sprites, alguns sound effects que parece que eram de testes durante desenvolvimento e deixaram na versão final, tela de Game Over que automaticamente já dá Continue, entre outras coisas que causam estranheza, ainda mais em 2018! Só que o level design dele e batalhas contra chefes são bem pensados, o que garante toda diversão e faz a gente esquecer toda maluquice que está em volta. Foi outra dica dada por amigos, eu sozinho não teria escolhido este jogo pra jogar nunca. Eu recomendo, nem que seja só pra conhecer.
Só foi dureza que eu joguei o jogo todo sem saber das transformações em animais que ele possui. Só vi depois que cheguei no fim.

flOw (PS Vita)

Gênero: Viagem Psicodélica
O que é: Já falei, viagem psicodélica. Não sei se dá pra chamar isso de jogo, mas sei que para alguns ele é agradável de “jogar”.
Jogado em: Outubro

Eu sei, tem um monte de gente que paga um pau enorme pra este jogo, fala que ele quebra paradigmas dos games por ser totalmente diferente, que é super artístico e o caramba a quatro. Mas eu achei este jogo um pé no saco. Desculpem, o termo que passou pela minha cabeça é justamente esse. Nada acontece nele, você não morre, mas ao mesmo tempo quando “perde” volta um nível. Não conseguir entender muita coisa que tava acontecendo, só fui jogando por impulso e tentando chegar no fim, até que cheguei e não entendi que tinha chegado. Ou seja, não entendi nada. No fim, ficou aquela impressão de “é só isso”? Não sei se recomendo, a não ser que a pessoa este afim de relaxar enquanto aperta botões. Talvez assistir alguma coisa seja mais agradável, mas cada um é cada um. Meu santo não bateu com o desse “jogo”.

P.O.W. – Prisoners of War (NES)

Gênero: Beat’em Up
O que é: Um dos Beat’em Ups mais desafiadores que joguei na vida, com uma trilha sonora fantástica e extremamente divertido.
Jogado em: Outubro

Olhando a lista de ROMs de NES, eu nunca escolheria um jogo chamado P.O.W. É sério, não escolheria mesmo. Eu só não sabia que era uma abreviação de Prisoners of War, mas descobri assim que recebi a dica pra jogá-lo e vi na tela de título. Que bom que recebi a dica, porque é um jogão! Com certeza foi um dos Beat’em ups mais difíceis que joguei na vida, deve estar pelo menos entre os três ou cinco primeiros. A trilha sonora deste jogo é sensacional, gostei demais! Faz jus ao gênero. Aliás, gostei de tudo nele, o desafio é puxado mas é interessante e justo, nada de apelações. Uma vez que você aprende como vencer determinadas situações, a coisa vai ficando menos complicada. Mas ainda assim não dá pra cometer pequenos vacilos, resulta em morte na certa. Recomendadíssimo!

Hue (PS Vita)

Gênero: Puzzle / Plataforma
O que é: Não, não tem a ver com aquele Meme do Brasileiro. É um jogo independente que mistura plataforma e puzzle e que, adivinhem só, saiu de graça pra assinantes da Plus no PS Vita.
Jogado em: Outubro

Olha lá o Caduco jogando no Vita outro puzzle plataforma que saiu de graça pra assinantes da Plus. Só que, diferentemente do que aconteceu com TorqueL, este aqui me empolgou pra caramba. Pensem que vamos adquirindo ao longo do tempo algumas cores que podemos usar para mudar o background do cenário e assim fazer com que objetos desta mesma cor desapareçam da tela, tudo isso pra resolver quebra-cabeças. E ao longo que vamos adquirindo mais cores e progredindo no jogo, mais armadilhas aparecem para que a gente exercite não só o pensamento do que fazer naquele momento, mas também um pouco de agilidade e reflexo pra executar essa troca durante um pulo ou algo assim (o jogo diminui a velocidade enquanto escolhemos outras cores). Achei genial a ideia e a experiência toda muito bem executada. Física super competente! Outro que recomendo, pelo menos pra quem gosta do gênero!

Kyatto Ninden Teyandee (NES)

Gênero: Plataforma 2D / Aventura
O que é: Jogo que tem tudo a ver com Tokusatsu, mas os personagens são gatos com roupas e habilidades especiais, com uma pitadinha de quebra-cabeças no meio.
Jogado em: Outubro

Pra fechar a saga dos jogos não tão fáceis nem tão difíceis do NES, a última dica que recebi foi do jogo dos gatos ninjas que mais lembram Changeman do que qualquer coisa. Por mais que eu não entendesse nada do que estava acontecendo nos diálogos, eu adorava assistir eles e ver as poses e trocas de música e fundo, uma coisa muito japonesa mesmo, lembra demais os tokusatsus da vida. Aí enquanto escrevia este post descobri que trata-se de uma série que também é conhecida como Samurai Pizza Cats. Eu juro que não lembro desse troço, acho que nunca tinha visto na vida até então. Enfim.
A jogabilidade é super competente, assim como trilha sonora e gráficos. Level design e chefes ficam cada vez mais desafiadores conforme vamos progredindo, essa parte é super bem feita. A bronca ficou por conta do começo do jogo eu não saber que dava pra trocar de personagem pra quebrar algumas barreiras ou passar por partes específicas. Demorei um bocadinho. Coisas de quem cresceu jogando Master System e se esquece que o Nintendinho tem um botão chamado Select. De qualquer forma, posso afirmar vale muito a pena experimentar, principalmente pra quem adora coisas japonesas (tipo eu)!

Castlevania (NES)

Gênero: Plataforma 2D / Ação
O que é: Aquele jogo que o seu amigo fala que terminou, mas só derrota a Morte com água benta (posso dizer isso depois de conseguir uma única vez sem).
Jogado de: Setembro até 01/10, depois retomado nos últimos dias de Outubro e terminado em Novembro

Aí eu fui da água pro vinho. Ou seria sangue mesmo? Talvez sangue. Castlevania dispensa qualquer tipo de apresentação, todo mundo já experimentou ou pelo menos ouviu falar do jogo e o quão difícil ele é. Até então eu não tinha encarado um jogo tão pedreira quanto ele, sofri muito pra chegar até a Morte, o penúltimo chefe. Mas eu sofri talvez o triplo disso pra passar por ela. Sei que muita gente apelou pra água benta e que isso fez com que muitos passassem sem dificuldades, mas eu não queria fazer isso. Todos os chefes eu já havia derrotado sem usar itens, mas a Morte mesmo eu não consegui. Mas evitei a água benta. Precisei me desdobrar pra derrotá-la usando a cruz. Quando consegui, comemorei como nunca! Só não sabia que a fase seguinte seria outro pedregulho enorme no sapato. Agora entendo porque os Belmonts mancam. Enfim, terminar Castlevania pra mim foi uma vitória como nenhuma outra. Eu queria muito encarar ele e ver até onde chegava, passei meses pra vencê-lo. Cheguei ao ponto de desistir duas vezes. Queria esperar acalmar pra tentar de novo. O legal é que mesmo quando estamos treinados o jogo não fica fácil, e mesmo assim eu cheguei ao ponto de chegar na Morte sem morrer algumas vezes, recomeçando do zero. Poderia ficar aqui tagarelando pra sempre sobre toda experiência, mas prefiro encerrar antes que fiquem cansados com este post enorme. Quem sabe não faço um post específico contando toda experiência? Vou considerar.

Tails Adventures (Game Gear)

Gênero: Metroidvania
O que é: Último jogo solo do queridíssimo Tails, que é basicamente um Metroidvania com mapa, vários itens e explosivos de tudo quanto é tipo.
Jogado na: Última semana de Novembro

Pra constar na lista, já que o jogo tem um post dedicado a ele na Maratona Sonic. Recomendo a leitura, só clicar aqui.

Final Fantasy III [Remake] (PSP @ PS Vita)

Gênero: jRPG
O que é: Remake do clássico de Nintendinho que saiu pra DS, depois foi portado para PSP, versão que eu joguei no PS Vita. Que loucura!
Jogado de: Novembro até Dezembro

Durante uma viagem longa parecia interessante pegar um jogo longo pra jogar pra passar o tempo, e não fazia muito tempo que eu tinha comprado o remake de Final Fantasy III. Parecia a escolha perfeita pro momento e saiu melhor do que o esperado, pois acabei me empolgando pra jogar até em casa depois. Finalmente eu pude conhecer o primeiro jogo com sistema de Jobs da franquia, mesmo que não tenha sido a versão clássica do NES. Sem problemas, os outros dois jogos que saíram para o console (I e II) eu também conheci através de Remakes (no caso, ambos de Game Boy Advance). Legal que, com isso, completei ter jogado todos os numerados até o 10 (embora não tenha terminado o 8 e me orgulhe disso). Esse Remake do 3 é bem interessante no fim das contas, mas eu fiquei um pouco incomodado com o salto de dificuldade que ele dá nas duas últimas dungeons (pior que fui alertado disso quando estava chegando nelas), te forçando descaradamente a ficar fazendo nível com os personagens. Felizmente ele conta com sistema de auto-battle, ajudou bastante a progredir. Em diversos dias eu deixava lá batalhando sozinho e fazia outras coisas, só checava se tava indo tudo bem e continuava. Quando atingi certo nível, parei com isso e terminei numa boa. Mas é bem estranho você poder manter nível normal o jogo todo e quando chega lá é forçado a isso. Tudo bem, tudo bem, ainda assim recomendo o jogo pra quem curte um RPG de turnos bem clássico!

Deltarune – Chapter 1 (PC)

Gênero: RPG
O que é: Outra aventura maluca feita pelo Toby Fox, que faz parte do mesmo universo da sua outra criação, Undertale.
Jogado em: Dezembro

Grata surpresa do ano, Deltarune teve o Capítulo 1 liberado de forma gratuita para comemorar o Halloween de 2018. O jogo não havia sido anunciado nem nada do gênero, então pegou todo mundo desprevenido e uma porção de gente adorou a notícia. Ele tem a mesma pegada do Undertale (inclusive se passa no mesmo universo), batalhas que podemos evitar bater nos inimigos e usar atos, digamos, mais generosos para resolver os conflitos. O que gera uma porção de situações cômicas e malucas, a grande graça do jogo. Sério, gente! O capítulo não é longo, se vocês possuem curiosidade com Undertale, talvez possam jogar um pouco pra entender como a coisa toda funciona. Só não vai pegar algumas referências, mas pode ser um ponto de partida. Ambos jogos valem demais!

Castlevania 3: Dracula’s Curse (NES)

Gênero: Plataforma 2D / Ação
O que é: Olha, cá entre nós, todo mundo sabe o que é Castlevania e quem não jogou o 3 deveria jogar urgentemente, porque é um jogão!
Jogado em: Dezembro

Voltando para a saga do NES, estava de olho no Castlevania 3 há algum tempinho, principalmente por conta da segunda temporada da animação do Castlevania que saiu na Netflix (quem não assistiu ainda deveria investir um tempo nisso). Gente, que jogo! Comecei a versão americana e fui fazendo o caminho “por baixo” (sempre escolhendo baixo) até chegar e encontrar ninguém menos que o Alucard, personagem que eu gosto bastante. Mesmo que ele esteja totalmente diferente do que eu conhecia (SotN), foi legal a coincidência de chegar justamente nele. Nesse ponto acabei recomeçando jogo, pois duas pessoas falaram da qualidade superior da trilha sonora nela, que já é incrível na versão americana. Achei uma ROM traduzida e recomecei. Fui até o fim, sofri bastante em algumas fases, mas claramente o desafio é mais justo neste jogo do que no primeiro, além de ter uma série de outras melhorias. Mesmo assim, tenho uma dificuldade tremenda para escolher qual o meu favorito entre os dois. Só sei que é jogo obrigatório para todo jogador de videogame, novo ou velho! Quem ama videogames deveria experimentar no mínimo ver até onde chega nele. Jogaço!

Ninja Gaiden 2: The Dark Sword of Chaos (NES)

Gênero: Plataforma 2D / Ação
O que é: Segundo jogo daquela franquia que quebrou controles de muita gente, após serem arremessados na parede de tanto ódio dos jogadores.
Jogado em: Dezembro

Ao invés de usar o fim do ano para aliviar a carga de desafios, resolvi manter o pé firme no acelerador. Iria começar pelo primeiro jogo da série Ninja Gaiden, mas recebi a informação de que o último chefe possui características pra tirar paciência de qualquer um. A dica foi dada: talvez o ideal fosse começar pelo 2. Como essa info foi do mesmo amigo que recomendou que eu começasse Mega Man pelo III, confiei plenamente. E valeu a pena! O jogo tem sim seus desafios, mas a treta maior é só a última fase e as malditas 3 formas do último chefe. Morrer em qualquer uma dessas 3 formas te faz voltar pro começo da fase, que não é fácil. Pelo menos as formas derrotadas não voltam mais, pelo menos no mesmo Continue. Não tomei Game Over depois que derrotei a forma 1, ficava acumulando vidas no meio da fase, imagino que com Continue pode ser que a gente volte para a forma 1. Mas a dica foi bem precisa, o jogo não é tão difícil a ponto de parecer impossível e valeu bastante a pena ter jogado de cabo a rabo. É gostoso poder dizer que terminou um Ninja Gaiden de NES na vida, não é mesmo?


Com isso, a lista chega ao fim!

Em 2018 eu também comecei outros dois jogos que eu acho que não se encaixam neste post, que já está bastante longo: XCOM2 (PS4) e, pasmem, estou tentando Battletoads (NES) já tem um tempo. Conto essas experiências no post do Meme de 2019! Talvez eu dê alguns spoilers de como estão as jogatinas em redes sociais (especialmente Instagram e Twitter).

Além deles, tiveram as poucas partidas e desistências. Joguei por duas vezes com amigos o Battlefield 1 online, mas foi só. Tentei começar o Dragon’s Crown no Vita e achei que não era o momento de jogá-lo (achei que era apenas Beat’em Up, mas tem elementos pesados de RPG no meio e duração mais longa do que eu esperava). Comprei e experimentei o jogo independente Slain: Back From Hell (no Vita) e peguei bronca dele. Talvez eu dê uma chance pra ele no futuro, mas ficar mostrando telinha com logo só pra esfregar na sua cara “olha como eu sou difícil”, fingindo que tá fazendo loading, pra mim foi desnecessário.

Diddy Kong Racing DS foi outro que experimentei e não curti. Sempre ouvi dizer que era um baita jogo, só que não me divertiu. Talvez a versão do 64 seja interessante, mas eu acho pouco provável que vá me interessar. Outro que abandonei, mas faço isso quase todo ano, foi Patapon. Não sei que acontece, gosto pra caramba, mas chega num determinado ponto e eu paro de jogar. Em 2018 foi o ano que cheguei mais longe, mas ainda assim acabei parando ele. Vai entender. Pior que eu sempre recomeço, ao invés de tentar continuar de onde parei.

Minha única frustração de ter que largar um jogo mesmo sem querer foi com DOOM (PS4). O jogo é animal, eu tava adorando ele, mas logo no começo já comecei a sofrer fortemente com Motion Sickness, num ponto em que não dava pra tentar “treinar” o cérebro pra que não acontecesse, a não ser que eu jogasse sessões bem curtas (10 minutos e uns 15 de intervalo pelo menos). Uma pena, mesmo. Curioso que joguei o multiplayer dela algumas vezes e em nenhuma eu fiquei tão mal. Não tem explicação, mas foi muito frustrante, sou fã dos dois primeiros jogos da franquia (em especial o DOOM II) e senti que a pegada é bem parecida. Que frustrante não poder jogar.

Pra fechar, joguei um pouco de Momodora: Reverie Under the Moonlight no PS4. Poxa, achei o jogo legal pra caramba e não consigo justificar porque larguei. Acho que foi o hiato, deixei ele parado enquanto estava de férias e quando retomei, senti necessidade de recomeçar. Aí bateu a preguiça. Foi bem na fase que eu só conseguia jogar no metrô (aí o NES comeu solto, como vocês puderam observar). Depois eu retomo, depois do XCOM2, talvez.

Galera, esse é o “resumo” (!) do meu ano com videogames.

Queria agradecer a todos pela paciência e tempo pra ler o que pareceu interessante e conto com os comentários de vocês. Mesmo que aqui tenha sido puxado, ainda tem uma lista bacana aí de outros participantes do Meme para vocês conheceram as listas deles de 2018. Com certeza estão recheadas de dicas interessantes, então vão dar uma conferida nelas!

===Blogs/Sites===

Arquivos do Woo => Cyber Woo
Desocupado => Paulo Victor
Gamer Caduco => Gamer Caduco [você está aqui]
Gamerníaco => Eduardo Farnezi
Locadora Resident Ivo => Ivo Ornelas
MarvoxBrasil => Marvox
RetroPlayers => Sabat
Vão Jogar! => sucodelarAngela
Vão Jogar! => Somari
Vão Jogar! => Rafael “Tchulanguero” Paes
Videogames com Cerveja => Felipe B. Barbosa

===Canal (YouTube)===

5 Pixels – Games => Carlos Henrique
Aleskis o Alx => Alexis
Jogatinas Saudáveis => Rodrigo Vigia


Quanto ao futuro do Gamer Caduco? Bem, o blog vai continuar em 2019, mas num ritmo diferente de 2018. Pelo menos nesse começo de ano vou focar em outras coisas da vida, estou realmente empolgado com estas coisas. Então pode ser que o ritmo seja bem mais lento que o “semana sim, semana não” que eu consegui manter de Fevereiro à Dezembro de 2018. Espero que entendam!

No mais, desejo a todos um 2019 incrível em todos os aspectos da vida de vocês, inclusive nos nossos amados games!

E vocês? O que jogaram no ano que já passou?

Obrigado a todos pela leitura e a gente se fala no próximo post!

Abração a todos!

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Sobre Gamer Caduco

Menino novo, com mais de 30 anos de idade, fanático por games de todas as gerações.
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15 respostas para Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2018? #OQVJ2018

  1. Pingback: Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2018? [8ª Edição] – Blog MarvoxBrasil

  2. Marvox disse:

    Cadu deveria escrever o livro “1001 backlogs para terminar antes de morrer”. Tá muito show essa lista! Que isso! Comecei a ler pelo celular e só acabei quando vim pro PC. Tá fazendo a varredura em tudo, e fala sério, seguir uma lista é muito bom, faço isso desde a época do N64 e não me perco mais. Legal ver que você joga mais ou menos como eu, joga, aproveita, terminou ótimo e a lista segue.
    Gostei muito de saber que jogou Violent Storm, gosto demais dele, jogo desde que conheci ele no Arcade na época do colegial enquanto esperava a aula começar.
    Esse Alex Kidd 2 é o Curse in MiracleWorld que acabou virando cartucho, é a versão do Ian Wall, porque existem dois projetos envolvendo isso (sim é meio bagunçado), o outro é Alex Kidd 3 Curse in Miracle World feito pelo Yeti Bomar. Os dois são ótimos, tem esse lance da música nesse Alex 2 que irrita mesmo, mas dá uma olhada no Alex 3 que o desafio vale a pena.

    Valeu mesmo por manter o Gamer Caduco nessa trajetória do Meme Gamer, gostei muito da sua participação e vamos ver se a gente se tromba no BIG hein XD. E que 2019 traga à você muitas oportunidades para curtir mais jogatinas. Grande abraço!

    • Gamer Caduco disse:

      Putz Marvox, eu tô é na luta pra conseguir terminar pelo menos 500 jogos antes de morrer. Jogar eu já devo ter jogado uns 1000 sim, mas terminar que é bom parece que eu comecei pra valer há pouco tempo! Mas vc tem razão quanto a se organizar e seguir a fila à risca. Senão a gente se perde e fica lamentando que não jogou esse ou aquele, que nunca levou a sério e um monte de mimimi pessoal que eu sempre fiz e este blog é prova viva disso! haahahaha
      Não sabia das paradas dos Alex Kidd 2 e 3. Vou dar sim uma chance ao do Yeti Bomar, depois vou olhar com calma. Antes preciso destruir o meu maior Algoz, Battletoads. Por enquanto tá difícil. Bom, era o previsto, né? hahahaha
      Cara, é sempre um prazer inenarrável participar do Meme Gamer, eu realmente gosto muito de fazer parte, dá pra sentir a empolgação nos posts com certeza!
      Valeu Marvox!

  3. Eae meu amigo Cadu! Agora arrumei um tempinho aqui durante a cagança pra comentar aqui seu text PUTAQUEUPARIU OLHA O TAMANHO DESSA PORRA!! SE LASCAR!!! HAJA COCÔ PRA EU FAZER MANO, ARREMARIA!!!
    Não vai dar, vou ter que… imprimir.

  4. Voltei, agora li tudo, arremaria!! Mano, esse PSP aí já deve estar com partes brancas de desgaste, pq vc USOU o bichinho heim! Demorei pra ler tudo por causa do monte de jogos que vc jogou (e terminou) no metrô kk Depois não quer que eu chame de Hardicó! Bom, vamos aos jogos, devolvendo “QUASE” tudo no mesmo estilo, só que com texto tamanho Caduco. É, não vou comentar todos pq alguns não me interessam e outros já joguei várias vezes.

    Sonic Forceps: sim, a gente previu isso num retrocast (ou dois), e previmos também que esse jogo seria uma bomba, e muito antes disso previmos que um jogo 2D com mecânicas antigas e com o Sonic gordinho e mudo seria o melhor caminho para a franquia. Além de um PUTA podcast, a gente fazia serviço de vidência também! LIGUE DJÁ!!

    Um Bruxo do Barulho 3: não joguei, preciso jogar, quero jogar, jogarei talvez esse ano. Torça por mim!

    Tempestade da Porra: caramba mano, olha… que tal a gente jogar isso aí qualquer dia? Eu não tenho Hasp pi, então vai ter que ser na casa de alguém…

    Mãe do Zangief Menstruada: po, eu tava muito a fim de jogar esse, mas fiquei um pouco ressabiado. Qual é a do jogo? Peca em que requisitos? Muito fácil? Repetitivo? Curto??

    Giana e Geana: O Jeff falou tão bem desse jogo que eu quase joguei… QUASE né. Juro que eu olhei pra ele umas 10 vezes, e as 10 eu fiquei com o pé atrás pq o visual não me agradava de jeito nenhum. Nem sei se tenho no meu Steam, xeu ver aqui… não, não tenho, nem vou ter.

    Lutador Arruaceiro 5 Versão de buteco: Eu não consegui se quer encostar nesse jogo ano passado.Tá, eu encostei sim, pra ver o Blanka,e só. Sou outro saco de pancada nessa coisa, não é pra mim, mas reconheço que é um bom jogo. Quem sabe eu ainda jogue mais um pouco…

    Garoto Maravilhoso: É uma cilada Bin..Dragão!: primeiro jogo que jogamos em comum esse ano =D diferença é que vc terminou, eu não. Vou sanar isso logo logo, to com vontade de jogar esse tréco kk

    Novo Super Mario Verde U: rapaz, nunca tinha visto por este lado… fiquei com vontade de jogar =D Como tô sem WiiU (pretendo recomprar um console desse, a sim, pretendo, tanto por que tenho alguns jogos originais dele e do Wii (entenda ZELDAS) que eu quero ter onde jogar KKK) então só se eu jogar por emulador, mas não to a fim de configurar CEMU de novo não… arremaria trabalheira!

    Sombra do Mordor: rapaz, agora aconteceu o contrário do que foi com Giana e Geane: fiquei com vontade de jogar kkk eu adoro esses jogos épicos, mas à primeira vista, não achei nada demais. Vc me encorajou! Quando estiver barato nas Gringas ou Sumarino eu compro!

    Jogo do Sonic que o “& Knuckles” tá no lugar certo: Rapaz, pensa num pecado… Poisé, não joguei. Nem na época, nem agora. Preciso DEMAIS detonar esse jogo, me livrar desse pecado gamístico!! Na época não deu pq não tinha os 2 cartuchos pra plugar um no outro, e agora… é… agora… hum… é, não tem desculpa…

    Bigode + Coelhos doidos na batalha do reino de Xcom: Eu não tenho switch, mas eu vou ter um switch, aí eu vou destravar o switch, e aí eu testo isso! Sim, sou fora da lei! ME PRENDA!!!

    Lendas do carinha amarelo desmembrado: Eu tinha o Origins no meu falecido WiiU, não joguei. Agora tenho os 2 no Steam e o Legends no PS4… e continuo sem jogar kkk Fazer o quê? Pelo menos meu sobrinho vive me atazanando pra eu jogar, então acho que logo eu paro tudo e resolvo detonar ambos de uma vez =)

    CONTRA DO NINTENDINHO: SEU HARDCORE, HARDCOOOOOREEEEEEEEE!!! BADASS!!

    Correndo de carro atrás do horizonte nos anos 90: tá, eu joguei, e parei, Não por que não gostei, mas pq não conseguiu me prender. Sim, vou voltar a jogar em breve, pode apostar, e vou platinar, só preciso de tempo, mas espero que os backgrounds melhorem viu, e MUITO! Puta cara de desenho em flash… kkkkkkk detestei XD Mas tirando eles, o jogo tava bom. Espero que eu melhore minha opinião!

    Tartarugas Ninjas Boladas 2D de plataforma do NES: HARDCOOOOOREEEEEEEEEE!! CADU HARDCÓÓÓÓÓÓÓÓ!! THE CHOSEN ONE!

    Sonic Mania ++ &Knuckles &Ray &Mighty: Sim, o que era bom agora vem com motivos pra mais uma ou várias jogatinas, e eu ADORO isso kkk Só coloquei no meu texto como menção honrosa pq só joguei 1 campanha, mas quero pegar pra valer pra maratonar todo mundo de uma vez kkk

    Odisseia do Bigode: Eu não tenho switch, mas eu vou ter um switch, aí eu vou destravar o switch, e aí… bem vc já leu isso. Próximo!!

    Garoto Cabeçudo no Mundo Maravilhoso 2: isso com certeza vou experimentar. Mas valeu pela dica do som kkk

    Chinês maluco do Kung Fu: cara esse jogo é MARAVILHOSO mano! Uma delícia de jogar! Demais mesmo =D SE eu soubesse desse seu pecado, teria recomendado antes!

    Alucardinho Especial: mesma coisa do anterior. PRÓXIMO!!

    Castelo da Vânia: HARDCOREEEEEEEEEEEE!! CADU HARDICÓÓÓÓÓÓÓÓ!! ALEMÃOZINHO RADICAL DE “O GÊNIO DO VIDEOGAME”!!

    Pronto, nem vo comentar o resto pq cansei de te chamar de hardcore. Ta me dando inveja, e eu vou tentar terminar alguma dessas coisas aí também, tipo TMNT Nes que eu cheguei longe mas não fechei não…
    Abraço mano =D

    • Gamer Caduco disse:

      Pô, é lógico que eu não gosto de ser chamado de hardcore, hardcore mesmo é a molecada que joga Call of Duty, não esse velho ranzinza jogador de Nintendinho e “aqueles gráficos toscos” e “musiquinha em 8 bits”!
      Sim, eu usei o PSP, mas com o Battletoads agora é que eu tô judiando do bichinho. Eu acho que ele quebra antes de eu conseguir terminar! huahuahuahuahua
      Vou responder alguns dos tópicos, senão fica uma discussão interminável.
      – Sonic Clarividente: sim, é um puta podcast (ainda tá no ar o que a gente gravou, então ainda existe) e a gente adivinhou e pediu um monte de coisa que a SEGA e a Nintendo ouviram e atenderam. Veja só a importância do RetroCast!
      – Uitcher: Sa-bat! tum tum tum! Sa-bat! tum tum tum! Sa-bat!
      – Toró da pêga: porra mano, a gente jogou isso no TH, antes de vc chegar. Ninguém mandou vc ser enrolado e se atrasar! huahuahu. Mas podemos jogar de novo sim!
      – Dona Chica Zangief: eu achei um pouco repetitivo, um pouco esmaga botões, um pouco sem carisma. Mas pode ter sido uma má impressão minha, o jogo é divertido sim. Tenta começar pelo menos e vê o que acha. Se der pra jogar online no PS4 me avisa, eu realmente esqueci se dá o não! A gente joga! huahua
      – Mordo Sombreado: joga sim, mano! Acho que vc vai se divertir. A mecânica dele e o desafio são bem interessantes. Fora todo o sistema de Nemesis. Eu achei divertido pra caramba. Vivia entrando nas bases dos Orcs de peito aberto pra tentar socar todo mundo e morria toda hora. O jogo me mandando ser stealth e eu me sentindo o Rambo da espada. As vezes dava certo, mas eu me rachava de rir das estratégias retardadas que eu usava pra isso acontecer!
      – Knuckles antes de ser bolado & Sonic: não acredito! Como assim não jogou? Vc precisa fazer uma maratona de Sonic de Master System e esse jogo urgentemente. Mesmo! Traria bastante conteúdo pro Retroplayers!
      – Horizon Certo (o Dawn sei lá das quantas tá errado): pô mano, mas os gráficos são low pole de propósito! Eu se fosse vc me apegava menos a isso e mais à dor de cabeça que vc vai ter nas últimas pistas. Além de ficar puto com o Ivo por causa dos tempos dele nas primeiras corridas! huahuahu
      – Jogos de Hardcore: jogue tudo, sem dó! Vamos ver quem desiste de Battletoads primeiro???? uhahuahuahuauha
      – Jogos de Suíte: compra e desbloqueia saporra logo, importante é que jogue os jogos. Tem muita coisa legal no novo bichinho da Nintendo!
      Acho que é isso! huahuahuahuauha
      Valeu Sabat! Tomara que não tenha ficado com calos nas mãos… por causa da resposta, seu sem vergonha, pare de pensar besteira!

  5. aki é rock disse:

    Bela lista esta sua Caduco vou postar a minha dos jogos que andei jogando e zerando espero que curta.

    Msx – Akumajou Dracula, Knigthmare
    Nes – Darkwing Duck, Teenage Mutants Ninjas Turtles 2 The Arcade Game
    Master System – Turma da Monica o resgate, Golvellius
    Pc Engine – Salamander, Soldier Blade, Legendary Axe ,Legendary Axe 2 Gokuraku Chuka Taisen
    GameBoy – Trax, Super Mario Land 2, Super Mario Land 3, Castlevania Legends, Bomberman GB, Contra, Donk Kong Land
    GameBoy Color – Spiderman 2 sinister Six, Donald Duck Goin Quackers, Disney’s Alladin
    NeoGeo Pocket Color – Dark Arms, Metal Slug 2nd Mission
    GameGear – Sonic Triple Trouble, Wonder Boy, GG Aleste
    Mega Drive – Toejam e Earl, Bonanza Bros,
    Super Nintendo – Go Go Ackman, Asterix, Super Adventure Island
    Pc Engine Cd – Double Dragon The Revenge, Valis 3, Last Alert, Lords of Thunder
    PlayStation – Gramstream Saga, Ninja Shadow of the Darkness
    Mame – Ninja Baseball Batman
    Psp – Legend of Heroes Tears of Vermillion
    Nintendo DS – Moon, Draglade, Super Robot Taisen Og Saga Endles Frontier Exceed, Alien Infestation, From the Abyss
    Xbox 360 – Ninja Blade, Infinite Undiscovery, Enslaved Jorney to West
    PlayStation 3 – Darksiders, Deus Ex Human Revolution, Killzone 2, One Piece Unlimited world Red, Uncharted Drake’s Fortune
    Android – Callys Cave 2, Illusion of Castle, Mahluk, Shadow of Death,
    Ghoulboy
    Jogos Indie – Castle of Darkness, Hydra Castle Labyrinth

    • Gamer Caduco disse:

      Caraca mano, que listona! Superou a minha em quantidade! Em qualidade acho que estamos pau a pau! hahaha
      De tudo isso a gente só tem um jogo em comum em 2018: Sonic Triple Trouble! Que coisa! Se contar Castlevania do MSX vs de NES, seriam dois. E se contar Wonder Boy The Dragon’s Trap Remake com o Turma da Monica de Master, seriam 3. Mas ainda assim são poucos jogos pra duas listas enormes! hahaha
      Muito boa a sua lista!
      Valeu Rock

  6. smariobr disse:

    Grande Cadu! Como vc está! Enfim um post para saciar minha sede retrô! Fico com crise de abstinência enquanto aguardo vc , Ivo e Sabat postarem algo!
    Mas que listão da porra heim! Como tu arruma tempo pra isso tudo? Tu tem vida? Principalmente pelos jogos antigo que devem ter tomado um bom tempo vide a dificuldade. Mas foi uma bela e variada lista. Acho que os únicos que joguei foram Rayman e a demo Horizon Chaze Turbo. Eu joguei poucos jogos mas que tomaram bastante de meu tempo. Ano passado mesmo com a patroa grávida eu conseguia jogar legal, depois que o moleque nasceu ficou meio complicado mas até conseguia jogar nuns horários doidos. Eu e a patroa revezávamos horários pra ficar com ele na madrugada eu acordava umas 02:30h, ela ia dormir, aí eu ficava com ele no colo e ficava jogando usando fone de ouvido enquanto ele dormia. Joguei muito Dark Souls 2 assim. Não vou lembrar os meses exatos, mas vou pôr na ordem que jogueiEnfim, bora pra minha singela lista:
    Need for Speed Rivals – Acho que foi o primeiro jogo que joguei em meu ps4. Comprei em meu primeiro acesso à Ps Plus. Fiz meu cadastro na psn, assinei a ps plus e não acreditei quando vi esse jogo a R$16,00! Eu olhei..olhei…achei que tinha alguma treta, alguma letra miúda que me custaria 1 milhão de reais (ma oeee). Sempre joguei NFS, baixei quase todos do ps2, era viciado. E aqui não foi diferente, joguei muito e era muito legal fazer umas corridas aleatórias contra jogadores online. Era brabo quando os caras eram da polícia! Vinham com tudo, usavam uns itens fodas, davam uma porrada que eu saía voando com o carro destruído! A última fase que é uma volta completa no mapa foi difícil e sensacional!

    Brawlhalla – Segundo (ou primeiro?) que joguei. Jogo de luta igual ao Super Smash Bros mas 2d, em uma arena com 4 jogadores. Me diverti muito com esse jogo! Devia ter uns 30 personagens, mas como era um jogo gratuito, só liberava uns 6 que mudavam toda semana. Foda que me acostumei com um personagem e na semana seguinte tive que procurar outro que gostasse. Apanhei muito e bati muito também. Mas como tem nego viciado nessa internet!!! Tinha uns que partiam pra cima cheio dos combos!!! Eu tomava um sacode! O melhor era jogar com 4 jogadores na arena! Ficava uma doidera, tomava golpe que nem sabia de onde veio, chegava no meio de dois lutando e tacava longe, era muito divertido! Recomendo! Parei de jogar com a chegada do próximo na ps plus…
    Bloodborne – O que falar desse jogo? Que obra de arte sensacional! Tu fica com raiva, morre, mas quer jogar de novo. Nunca pensei que fosse gostar de rpg action. Discutia isso com um colega de trabalho. Rpg pra mim era de turno como Chrono Trigger e Final Fantasy. Action no máximo um Secret of Mana ou Evermore. Quebrei a cara. Passei muita raiva no começo, achei esse jogo impossível! Aquele começo com aquela horda na “rua”, aí vem cachorro, aí vem gigante, aí vem lobo…olha fui forte e persisti, pq deu vontade de largar o controle. Mas o pior é que é essa dificuldade que me instiga a jogar. Levei mais de uma semana empacado na Fera Sedenta de Sangue, aquela daquele vídeo onde apanho. Na primeira vez fiz o final ruim mas na segunda…rá, fiz tb…é dei mole e perdi um dos terços de cordão umbilical. Devo ter levado quase 3 meses pra zerar na primeira vez, já que não jogava todo dia e é um jogo difícil igual uma desgraça. Mas essa desgraça me tornou fã da série souls.
    The Last of Us – Ame-o ou odei-o (Que???) . Belo jogo adquirido em uma bela promoção. Belos gráficos, ótima história, narrativa diferente de tudo que já tinha visto em jogos, várias cenas emocionantes (vide o começo…não esperava por aquilo, escorreu um suor estranho de meu rosto), realmente um filme…mas como dizia Jota Quest, ele era fácil, extremamente fácil. Joguei na dificuldade normal, o que em minha opinião é a dificuldade padrão do jogo. Foram uns poucos momentos de perrengue. Pra quem saiu do Bloodborne esse foi mamão com açúcar. Mas não se pode ficar um pouco parado que o jogo já te diz o que fazer e pra onde ir. Espero que a sequência seja mais desafiadora.
    God of War 3 – Jogão da porra! Bonito, dificinho, violento (rapaz fiquei até meio chocado). Matei saudade de hack & slash ! As lutas contra os chefes são épicas…e mais violentas ainda eheheh! Esse foi o primeiro que joguei com meu filho dormindo no meu colo durante a madrugada. Como joguei com as configurações originais, achei que aquele save automático atrapalhou. Do que adianta ter um save point normal láa longe naquela parte difícil se tem o save automático a cada tela??? Tirou o desafio de se esforçar em não perder energia e sobreviver até o check point. O melhor é que comprei no site da Americanas em uma promoção e no mês seguinte veio de graça na plus.
    Dark Souls 2 Scholar of the First Sin – Socorro! Eu não gostava de rpg action né…sei…No início estranhei. (morri) É (beeem) mais lento que Bloodborne, em alguns momentos mais difícil, (morri) mais complexo para upar atributos, armas e armaduras pesam. Acabei percebendo que em Bloodborne resolveram simplificar as coisas. (Morri de novo). E que jogo grande! Estou com 107 horas de jogo!!! Não aguento mais! E ainda tem as dlcs . Estou jogando desde Novembro e estou perto do final, ao menos creio. Passei mais raiva que em Bloodborne, sem dúvida! Mas é aquele negócio, quando vc consegue superar o desafio vem aquela sensação de “EU JOGO BAGARAAI!” …morri…
    Também vou fazer menções honrosas de jogos que joguei menos como Ultra Street Fighter 4 que não foi do jeito que pensava, Rayman Legends joguei algumas fases e pretendo retornar a jogá-lo, 99 vidas um belo beat’em up retrô que joguei até a 3º fase, BulletStorm um fps legalzinho mas não apeteceu, Megaman Collection 1 onde joguei um pouco de Megaman 3. Acho que foi só isso, nem se compara com sua lista. Como adquiri meu ps4 ano passado, nem joguei outros sistemas, foquei na novidade! Sinto que esqueci algum jogo, qualquer coisa comento de novo.
    Ah e meus próximos jogos a serem jogados são Hollow Knight (metroidvania 2d) e Batman Arkhan Knight.
    Ah tô te seguindo lá no Twitter, vou perturbar lá tb!!!
    Abração.

    • Gamer Caduco disse:

      Pô Mario, espero que o Ivo e o Sabat não te deixem em abstinência, pq eu tô com dificuldades pra achar tempo esse ano pra escrever. Aliás, até pra jogar, de certa forma. O que responde a sua primeira pergunta: eu dei uma priorizada em games em 2018, foi daí que tirei tempo. Deixei filmes, séries e outras coisas de lado, investia a grande maioria do tempo em jogos. E tempo de ida/volta do trabalho também. Mas fora isso, tenho vida normal! hahaha
      Olha, eu não sei se posso jogar com bebê dormindo do lado. Ainda mais alguma coisa difícil, pois eu xingo pra caramba jogando, acordaria a criança facilmente! kkkkkkk! Corajoso vc de jogar Dark Souls nesse esquema.
      Vou comentar algumas coisas da sua lista…
      Bloodborne é sensacional mesmo, não tem o que falar. Eu tô pra pegar pra jogar a DLC que comprei numa promoção, mas ainda quero dar uma desafogada nos outros jogos de PS4 que peguei nos últimos tempos. Eu fiz o esquema do cordão umbilical meio na cagada, mas eu acabei não fazendo o melhor final pq não usei eles na última batalha. Muito burro! huahuahuahuahuauh
      Lastófus: mano do céu, vc misturou lastófus com jota quest, duas coisas que eu quero distância! Parabéns por me fazer pegar mais raiva das duas coisas! huahahuauhahuahuahu. Mas sim, além do jogo ser fácil, ele é muito medíocre como jogo, a parte jogável em si. O resto eu concordo que é incrível mesmo pra um filme B hollywoodiano.
      Bigode of war 3: eu nem lembro mais tanto dele, pq joguei no PS3. Lembro que me diverti, mas achei mais fácil que os dois primeiros. Ainda assim, é um jogo competente. O inverso do lastófus: bom jogo, personagens risíveis, história razoável, etc. Acho que prefiro God of War…
      Pirata Alma Negra 2: eu ainda preciso jogar, mas queria de novo dar uma chance ao 1 antes. Se um dia tiver como, jogue Demon’s Souls! Espero que façam remake dele no PS4 pra galera poder jogar, é mil vezes melhor que o Dark Souls 1. O II eu ainda preciso ver… Bloodborne ainda surra todo mundo nesse quesito.
      Rivais de Corrida e o Brawlhalla eu pulo. Um pouco cansado de jogos de corrida e odeio Smash Bros. Pqp, tô muito haterzinho de merda ultimamente! Foi mal… kkkkkk
      Eu tô louco pra jogar o Hollow Knight, por favor não me dê spoilers dele! huahuahuahuauh
      E os jogos da série Arkham são incríveis, se vc não jogou nenhum ainda, vai se apaixonar. Outro pra vc botar na lista é o Marvel’s Spider Man.
      Pode me chamar nas redes sociais a vonts que quando eu lembro de acessá-las eu respondo com certeza! huahuahuahuahua
      Valeu Mario!

  7. Caralho Cadu! Você jogou muito coisa! MEU DEUSSS!!
    Isso que você joga no metrô e em pé! Só pensar nisso já me dá tontura!
    Vou passar rapidão pelo teus jogos para não perder a estação do metrô que vou descer!

    Sonic Forces – Eu tô com ele lá no Ps4. Joguei exatamente 5 minutos e abandonei! Depois que comecei a jogar Sonic 1 e 2 de Mega Drive… dá um nó na garganta ver isso!
    The Witcher 3 – Eu sei que o jogo é animal, bonito e tudo mais! Mas tem 400 horas de jogatina! Não tenho coragem de jogar
    Violent Storm – Jogaçoooooooooo!!! Descobri essa pérola na época dos emuladores! Espero que em um futuro breve você joguei Rushing Beat 3 para saber sua opinião.
    Mother Russia Bleeds – Esse não conheço. Vou dar uma olhada em breve.
    Sonic the Hedgehog 3 – Jogando o 1 e 2 para valer! E já estou ansioso para jogar o 3.
    Captain Tsubasa: Dream Team – Super Campeõesssssssss!! Se não fosse e celular eu jogaria com certeza!
    Giana Sisters: Twisted Dreams – Não conheço! Vai para lista =)
    Sonic Drift – Eu jogueiii depois que li seu review! Que droga! Eu iria gostar muito desse game se jogasse na época que tinha o Master System!
    Mega Man V – JOGUE O 7! Vou comentar isso só!
    Street Fighter V: Arcade Edition – Passo! Não consigo mais jogar SF! Negócio virou simulador de luta.
    The Revenge of Shinobi – Jogãooooooooooo!! Esse eu joguei bastante de Mega junto com Keinseden de Master System! Era um combo que sempre fazia de jogos de ninja!
    Wonder Boy: The Dragon’s Trap – Fechado e platinado! E minha versão física vai chegar em breve! Daqui uns 3 meses uhahuauhuhuha!!
    Sonic & Knuckles – Vai lpara lista!
    New Super Luigi U – Joguei! Mas prefiro ainda o estilo Mario 64.
    Knuckles the Echidna in Sonic 2 – Vai para lista!
    Shadow of Mordor – Ganhei de natal esse game! Vou jogar em breve!
    Sonic 3 & Knuckles – Vai para lista! MAIS 1!
    Sonic Drift 2 – Joguei também depois do teu review!
    Mario + Rabbids: Kingdom Battle – queria um novo MARIO RPG!
    Astérix – JOGO MARAVILHOSOOOOOO! EU sou fã do Asterix e Obelix e esse fechei na época do Master =)
    Choplifter HD – Não sabia q existência disso O_o
    Fire Emblem Awakening – Se tivesse para consoles >..<
    P.O.W. – Prisoners of War – Não conhecia! Vai para lista!
    Hue – Brazlians Hue?
    Kyatto Ninden Teyandee – Vai para lista!
    Castlevania – Esse separa Entidades Cósmicas de Deuses, Ninjas, Homens e meninos!
    Tails Adventures – Meu deusss! Game Gear teve mais jogos que Master System?
    Final Fantasy III – Pena só ter para portátil
    Deltarune – Chapter 1 – MUITO JOGOOO CADUUU!! MEU DEUSSS!!
    Castlevania 3: Dracula’s Curse – Esse eu fechei no emu!
    Ninja Gaiden 2: The Dark Sword of Chaos – Fechei no emu!

    Ufaaaaa! Termineiii Cadu!
    O Troféu de quem mais jogou foi teu! Parabéns!

    • Gamer Caduco disse:

      Cara, sei lá. Talvez eu não mereça este troféu aí, toda palhaçada dos grupos de WhatsApp a parte.
      A lista é grande, mas se parar pra pensar nas horas de jogo, talvez eu não esteja destoando tanto assim. Só optei por jogos mais, digamos, “curtos”! As aspas pq tem uns que são rápidos de terminar quando a gente sabe o que fazer, não é o caso de Battletoads por exemplo (ainda termino esse fiudumaégua)!
      Vou responder algumas das passagens de jogos que vc comentou.
      Bruxeiro 3: dá uma chance, é o tipo do jogo que vc pode manter como “segundo”, tipo, vai jogando os jogos curtos e um pouco por semana vc joga o Bruxador. Vale a pena, histórias incríveis, cômicas, tem de tudo! O jogo é bem fácil, mas vale a pena.
      Temporal: sabe que eu vi esse Rushing Beat japa na loja lá quando fez o evento de troca de jogos e quase peguei? Mas decidi que não. Vou botar o jogo na minha lista pra conhecer algum dia. Mas e o 1 e o 2?
      Sonic 3: olha… eu não sei se te falo pra jogar o 3 ou já espetar ele no &Knuckles e jogar a porra toda. Pq o 3 sozinho é meio… incompleto, sei lá. Bom, vê o que vc acha e me fala.
      Mega Mano: vou jogar o 7, calma carai! kkkkk
      Kenseiden: pô, mas Kenseiden não é jogo de ninja! Vc me deixou confuso! hehe
      Wonder Boy: demorei tanto pra responder que já deve estar na Alfândega o jogo…
      New Mario: pô, mas uma coisa é o Mario 3D e outra é o 2D. Sacanagem comparar os jogos. A mesma coisa NÃO vale pra Sonic, pode meter o pau no 3D que eu deixo! Dois pesos, duas medidas. Tô nem aí, me julgue! huahuahuauh
      Mario+Rabbids: pelamor, parem de chorar por Mario RPG! Toda hora a mesma coisa. Quando falei de Sticker Star, fora e dentro da Internet, todo mundo chora Mario RPG. Carácoles, são jogos diferentes! O Rabbids também. Vale muito a pena. Deixa o RPG pra quando a Nintendo liberar pra Square fazer outro jogo desses. Vcs são chatos pra dedéu, pqp! huahuahuahuahuauha
      Tails Adventures: não sei dizer, eu precisaria consultar o Google e tô com preguiça, mas acho que o Master teve mais jogos. Só que da franquia Sonic o Game Gear teve mais jogos com certeza. Contando Spin Offs.
      Valeu Ivo!

  8. gico disse:

    Fala Cadu, adorei conhecer seu blog. Caraca que post maravilhoso, entretenimento honestíssimo. Mas vem cá, chega aqui pertinho……QUAL SEU SEGREDO P/ JOGAR TANTO? ahahahauahua

    O ano de 2018 foi quando comprei meu Xone, então aí vai minha lista – pequena e preguiçosa- de 2018:

    The Witcher 3 – Jogo muito bom, porém suas mil possibilidades de gameplay me deram uma coceira na bunda tão grande que saí correndo na história, afinal de contas tenho mais o que jogar ô bruxo comedô

    Metal Gear Solid 5 – Kojima sendo kojima e entregando uma obra que, ao mesmo tempo eu amo pela grande saga, odeio cada pedaço de bizarrices japonesas que envergonham a alma

    Crypt of the NecroDancer – Coisa linda, original, e estranhamente dificil

    South Park (os dois) – Episódio gigante da série, infelizmente a quantidade de palavrões é inversamente proporcional a o nível de dificuldade, fácil demaisss

    Mega Man Maverick Hunter X (PSP) – viva esse portátil maravilhoso, o jogo é NHÉ

    Advance Wars – não canso de jogar há anos essa belezura do game boy advance

    Castlevania: Aria of Sorrow – zerado pela enésima vez

    E delicinha 2018 – Stardew Valley – como ser um caipira magnata e dominar uma vila inocente

    forte abraço!

    • Gamer Caduco disse:

      Opa Gico, beleza?
      Primeiro seja bem vindo!
      Segundo obrigado pelo comentário e pelos elogios também! XD
      Segredo pra jogar tanto? Se organizar pra isso! hahaha
      É sério, eu fiz lista e cumpri. Agora vou usar a mesma energia pra estudar em 2019, então diminui bastante a probabilidade do post desse ano ser tão grande quanto. Mas valeu ter feito isso pelo menos um ano da vida! 🙂
      Parabéns pelo Xone, tomara que se divirta bastante com ele. Já escolheu um bocado de jogo bom. Witcher 3 tá na minha lista também, vale demais a pena!
      O Metal Gear me dá curiosidade, mas eu não curto a série. Esse 5 dá a chance de ser Rambo no jogo, talvez um dia eu experimente. Mas as bizarrices japonesas me assustam também! ahahha
      Eu peguei o Crypt of the NecroDancer pra jogar, tem um amigo meu que falou dele há bons anos atrás quando era exclusivo de PC. Disse que era a minha cara (gosto de jogos de ritmo). Até agora não tive coragem de começar, medo de viciar! haha
      South Park eu joguei o primeiro e há pouco tempo peguei o segundo. Esse eu não esperava dificuldade, esperava era a história a lá South Park mesmo. E o primeiro pelo menos entregou isso muito bem, apesar de tantos bugs! kkkk
      Maverick Hunter: não joguei nem o X original ainda, quem dirá esse. Mas um dia eu tentarei ambos.
      Advance Wars: PRECISO… JOGAR… URGENTEMENTE!!!!
      Castelo da Vânia: desses Metroidvanias eu joguei só o SotN mesmo. Tudo bem que eu terminei ele N vezes também, mas eu deveria ter jogado os outros. Ainda vou me redimir.
      Stardew Valley: eu não sei se é o tipo de jogo que eu iria curtir, mas vi muita gente elogiando pacas!
      Valeu Gico!

  9. Diogo Batista disse:

    Grande Caduco! Eu demorei mas enfim terminei a leitura do que você jogou ano passado. Eu adoro a maneira como escreve, principalmente os trocadilhos. Só peço desculpa por não conseguir comentar sempre por aqui, basicamente vou pouco para o PC e quando vou é pra fazer outras coisas, NÃO É XVIDEOS, HAHAHA
    Vamos lá:
    Sonic Forces (PS4) – Eu vou te dizer que mesmo com todo mundo criticando e até mesmo você batendo de leve no jogo, ainda é algo que eu gostaria de experimentar, mas que só vou o fazer daqui mais alguns anos, hahaha!
    The Witcher 3 – The Wild Hunt (PS4) – É um jogo incrível e que eu precisei parar abruptamente porque não tava querendo jogar mais nada. Eu compreendo você não ter ido para as dlcs, até porque a Blood and Wine é basicamente The Witcher 4, HAHAHA!
    Violent Storm (Arcade) – Nunca joguei, mas fiquei curioso, adoro pegar uns beat’n up pra brincar de vez em quando. Ah, ando muito tentado a pegar um raspberry Pi pra jogar velharia.
    Mother Russia Bleeds (PS4) – Esse game ta no meu radar desde antes do seu lançamento, adoro a maior parte dos jogos que a Devolver publica. Por alguma razão havia esquecido dele, deve ser por conta da enxurrada de lançamento que todo mês os consoles tem. Oras, eu gosto de Beat’n up, não poderia deixar de notar esse game.
    Sonic the Hedgehog 3 (Mega Drive) – Não lembro se terminei alguma vez, mas o primeiro e o segundo eu conclui e adoro.Eu devia tomar vergonha na cara e começar a terminar a trilogia uma vez ao ano, hahaha!
    Captain Tsubasa: Dream Team – To instalando no celular nesse exato momento. Pow, o jogo do Super Nes era maneiro, então as chances desse ser bacana são grandes.
    Giana Sisters: Twisted Dreams – Director’s Cut (PS4) – Tenho, joguei, achei foda mas não ando com tempo pra games onde preciso retornar varias e varias vezes afim de achar todos os coletaveis, hahaha! Eu me sinto compelido a achar todas as gemas, droga! Gosto muito da trilha sonora dele =)
    Sonic “Clone do Mario Kart” Drift (Game Gear)- Nunca joguei, me pareceu interessante depois de ler sobre ele na sua marotana.
    Mega Man V (NES @ PS4) – Não gosto do Mega Man clássico, não porque acho ruim, mas porque é dificil o suficiente para que eu não queira morrer centena de milhares de vezes até aprender os padrões, MAS, gosto da trilha sonora, hahaha!
    Street Fighter V: Arcade Edition (PS4) – Eu joguei durante a BGS, achei mó legal, mas tipo, Capcom deixou exclusivo a torradei…ops, PS4.
    The Revenge of Shinobi (Mega Drive @ PS3)- É baita jogo foda, só terminei durante a adolescência, mas coloco ele no mesmo nivel do Shinobi do Saturn que é um dos meus favoritos.
    Wonder Boy: The Dragon’s Trap (Switch) – Olha, eu não terminei, mas acho incrivel o trabalho que fizeram nesse game. Qualquer hora retomo a jogatina.
    Sonic & Knuckles (Mega Drive) – Também nunca terminei, mas adorava ficar jogando por jogar, sabe. Ligava e ficava indo e voltando pelas fases, hahaha!
    New Super Luigi U (Wii U)- Enjoei de Mario, sabe, mas gostaria de jogar esse Luigi, hehehe
    Shadow of Mordor (PS4) – Gostei bastante desse game, mas no Xbox360 tinha uns loadings que me dava vontade de atirar o jogo pela janela. Qualquer hora compro ele em uma promoção e tento de novo.
    Mario + Rabbids: Kingdom Battle (Switch) – Esse dai eu morro de vontade de jogar, até porque eu adoro jogos de estratégia. O pouco que joguei de Xcom realmente me encantou e o jogo lembra muito a mesma mecanica, como você mesmo disse.
    Astérix (Master System) – Joguei pouco, nunca terminei mas adorei o game. Por que eu nunca terminei? Não tenho ideia.
    Choplifter HD (PS3) – Nem sabia da existencia desse game. Alimento uma raiva profunda pela versão Choplifter III do snes. Meu pai por um periodo jogou muito esse game, e eu acabava sendo obrigado a ficar vendo, hahaha!
    Fire Emblem Awakening (3DS) – Eu disse lá em cima que adoro jogos de estrategia, esse e um dos que estão na lista.
    Rayman Legends (Wii U) – O Origins se tornou um dos melhores jogos da franquia, mas o Legends eu ainda não tive a oportunidade de pegar pra valer. Esse tá na lista.
    Bem, os demais são alguns jogos que já joguei e outros (principalmente de Game Gear ) que pretendo jogar. Uma gigantesca participação sua no meme, Cadu, hahahaha! Mas é sempre divertido ler. Quero só ver a bíblia do Caduco do ano que vem, hahaha!
    Abraço

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