Maratona Sonic: Sonic Advance 2 (Game Boy Advance)

Olá caros leitores! Como sempre, espero que estejam bem!

Mais um post, mais um capítulo da grande Maratona Sonic aqui no blog. Bem ou mal, é o que consigo preparar com o pouco de tempo que eu ando tendo pra videogames e blog, espero que entendam.

Mal publiquei sobre o primeiro Sonic Advance e já estou de volta falando sobre sua sequência, com o nome não tão criativo Sonic Advance 2 (se fosse um filme, aqui no Brasil talvez tivesse um subtítulo).

Eu não tenho nenhuma história muito emocionante pra contar igual no post anterior, então vou começar dando alguns dados técnicos.

O início do desenvolvimento de Sonic Advance 2 começou logo após o lançamento de seu antecessor. Ele utiliza a mesma engine, só que com algumas melhorias. Inclusive todo o time principal envolvido com o jogo é o mesmo de Sonic Advance: diretor, compositores, artista, produtores e provavelmente os programadores também. A empresa responsável também foi a Dimps.

O desenvolvimento durou apenas 8 meses e o jogo foi lançado para o Game Boy Advanced Advance no final de 2002 no Japão pela própria SEGA e em Março de 2003 pela THQ na América do Norte. Na Europa saiu um pouco depois, pela Infogrames. Praticamente um ano após o primeiro jogo em todas as regiões.

Em um primeiro momento, podemos perceber nitidamente as diferenças entre os dois jogos. De cara já temos uma percepção de que as fases são maiores e o jogo é muito mais corrido, de uma forma que até se destaca por ser um jogo diferenciado mesmo, não somente do primeiro Sonic Advance mas de toda a série, incluindo jogos de 8 e 16 Bits.

Os próprios produtores afirmam que sim, houve aumento na velocidade do jogo e as fases são em torno de seis vezes maiores que as do Advance 1. Então não é só impressão, a coisa realmente mudou.

Esta fórmula, inclusive, foi aproveitada pela própria empresa em jogos posteriores lançados para portáteis. É curioso que eu conheci Sonic Advance 2 na época e ainda achava que esta fórmula de fases maiores e correria desenfreada tinham surgido com Sonic Rush, do DS. Que engano da minha pessoa. Muito bacana ver onde de fato tudo isso surgiu. Tanto as inspirações quanto o que se consolidou e permaneceu por diversos jogos.

Como as fases são maiores, a quantidade de argolas pra coletar também acaba se tornando maior. Se tivermos cuidado ao longo da fase, podemos acumular uma porção de vidas. Ainda mais que existem poucos inimigos e armadilhas nas primeiras fases. Mais pra frente a coisa muda e a chance de cair em um buraco no meio daquela correria insana é bem grande.

No começo da fase tem a animação que comentei no post anterior, com um contador decrescente começando em “3” antes do personagem começar a correr. Ali já tem um truquezinho pra quem não sabe: se apertarmos para a direita bem na hora que o jogo mostra o “START!!”, o personagem já sai correndo em alta velocidade.

Detalhe que este não é o único truque que tem nos comandos, existem outros mais. Alguns que eu só fiquei sabendo por causa do Twitter, inclusive. Obrigado Hyper Emerson e Somari!

No caso, sempre que acessamos uma mola ou qualquer outra coisa que rebata o personagem pra cima, se apertarmos o botão R mais algum direcional, algo acontece. Pra cima ele sobe mais, pra baixo ele interrompe o movimento e cai rapidamente em linha reta, para os lados ele faz algum truque no ar que aumenta um pouco a velocidade. Vou dizer pra vocês que isso faz uma diferença gritante a partir da quinta fase (Sky Canyon).

Essa combinação do botão R mais direcional é uma grande sacanagem. O jogo em nenhum momento te dá uma pista de que isso existe. Não é o tipo de coisa que a gente testa quando o jogo começa, até porque demora para aparecer a primeira mola. Sim, nem mesmo nós que vivenciamos os anos 80/90 e já estávamos acostumados a apertar tudo antes de começar a jogar pra valer. Quem ia imaginar isso? Mesmo que tivesse uma mola no comecinho da primeira fase, acho que não pegaríamos os comandos de primeira, pois em nenhum outro jogo do Sonic existe tal mecânica. Então não é nada intuitivo. Lembrou um certo tambor, não lembrou?

Além disso, também há uma certa novidade nos controles. No caso, do personagem Sonic. Durante o gameplay, tive a sensação que em alguns momentos pressionar o botão de pulo novamente fez com que acontecesse um Homing Attack. Aquele movimento dos jogos 3D do Sonic que em 2D não faz o menor sentido. No começo era impressão, depois parecia que acontecia aleatoriamente. No fim, soube que ele de fato existe. Li a respeito e tem que ter inimigo próximo e estar virado pra ele. Posso ser sincero? Desnecessário!

Outra novidade no jogo é o aumento de velocidade que ocorre quando o personagem atinge certa velocidade durante certo tempo. O personagem fica com algumas “sombras”, indicando que está em alta velocidade. O efeito prático (jogável) é parecido com o de pegar os sapatos que aumentam a velocidade em outros jogos da série, só que acontece de forma natural. Basta pegar uma descida mais inclinada e seja feliz pra correr feito um doido pela fase. Tenho que admitir: é divertido!

Por falar em personagens, temos uma debutante aqui. Na verdade, dois debutantes. Cream e Cheese. Cream and Cheese! Entenderam? Entenderam? Riam, por favor. Porque não é só o panaca do Gamer Caduco que faz umas piadas tão ruins que as pessoas ficam com vontade de se matar, o Sonic Team também tem esta capacidade.

Bem, frustrações com nomes de personagens a parte, os dois personagens são controlados ao mesmo tempo, mas não no mesmo esquema de Sonic e Tails que vem desde Sonic 2. Cheese é um Chato Chao, pode ser usado para atacar inimigos se pressionado o botão de ataque enquanto controlamos a coelhinha Cremosa Cream.

Além dela, outros personagens jogáveis são o próprio Sonic, o Tails, o Knuckles e a Amy Rose. Exceto os ouriços, todos os demais (inclusive a própria Cream e o Cheese) são desbloqueados após batalhas específicas contra o Dr. Eggman. Sonic já vem desbloqueado por padrão e a Amy só é desbloqueada quando terminamos o jogo com todos outros personagens com todas Chaos Emeralds. Eu já chego nessa parte das benditas Chaos Emeralds, aguardem.

Falando sobre as batalhas contra o vilão do jogo, elas possuem também uma meio que novidade. Todas elas são feitas com auto scrolling, ou seja, a tela se mexe sozinha enquanto o Sonic persegue em alta velocidade o cientista genial em suas engenhocas. Não que seja a primeira vez que aparece um chefe assim, mas todas as batalhas serem desta forma é sim uma novidade. Aumenta consideravelmente o desafio, inclusive. Eu que o diga, quantas vezes demorei pra passar o chefe da Sky Canyon (esta fase foi meio que um marco pra mim, podem perceber por ser a segunda vez que falo dela no post já).

A batalha contra o Dr. Eggman é sempre o Ato 3 de cada Zona. As duas primeiras são fases normais. Naquele esquema já mencionado da correria, enormes, etc.

Ao salvarmos um dos personagens, aparece uma cutscene com diálogos entre o Sonic e o personagem salvo. Todos eles são divertidinhos, dão uma açucarada na história do jogo.

Entre as fases é mostrado um mapa, que pode ser usado para seleção de fases. O Ato 1 de uma Zona fica disponível assim que entramos nele pela primeira vez. O Ato 2 só fica disponível quando derrotamos o chefe daquela Zona. Falando desta forma parece que o jogo é uma bagunça chefiada. Ou pior. Não é?

Na última fase tem uma baita de uma surpresa: temos que enfrentar todos os chefes novamente. Em sequência. Se morrer, volta do chefe onde morreu. Pelo menos isso.

Eu fico imaginando o quanto de gente não desistiu aí. Vou falar que não é fácil, tomei muitos Game Over antes de conseguir terminar de fato. Pelo menos aprendi a derrotar todos os chefes das melhores maneiras possíveis que minha cabeça soube planejar.

Sei que eu nunca tinha terminado o jogo antes, mas não me lembro se cheguei até este ponto. Acho que desisti antes. Como falei no post anterior, estava em outra fase da vida. Já não era muito determinado em terminar jogos antes, nessa fase aí eu não tava ligando mesmo.

Além de tudo isso que já falei, o jogo ainda tem mais coisas novas e/ou diferentes. As fases tem umas tais de Special Rings, que quando a gente joga desencanado, não fazemos ideia para que elas servem. E eu joguei desta forma, totalmente desencanado de tentar descobrir qualquer coisa ou de pesquisar sobre ele, queria ter uma experiência neutra em um primeiro momento. Tanto que teve o lance lá de saber dos controles adicionais via Twitter.

Depois que terminei, descobri que as Special Rings servem para desbloquear os Special Stages, que levam às Chaos Emeralds. Eu deveria ter desconfiado. Enfim, são sete ao todo em cada ato. Precisamos de todas as sete para entrar no Special Stage referente àquela fase.

E é aí, meus caros, que as minhas frustrações com Sonic Advance 2 começam.

Primeiro de tudo. Que saco encontrar Special Rings dentro das fases. Elas são enormes, elas possuem muitos caminhos, alguns caminhos não são atingíveis dependendo de onde você estiver. Ou seja, tem que fazer a fase perfeitinha, ou vai ficar sem Special Ring, sem Special Stage, sem Chaos Emerald.

De verdade, depois de passar alguns dias procurando as do primeiro ato da primeira fase, eu fiquei de saco cheio e abri o Youtube pra me ajudar a localizar os Special Rings. Nem mesmo com ele eu fui capaz de pegar todas de primeira. Sério! E não é falta de capacidade da minha pessoa (paciência sim), é que o design das fases é sacana mesmo. Errou por um milímetro alguma coisa? Se lascou! Dá Quit e tenta de novo, você perdeu o caminho feliz da fase. Legal, né? Só que não!

Detalhe: diferentemente do que acontece no primeiro Advance, aqui cada personagem deve coletar suas próprias Esmeraldas. Bacana, né? Então não tem aquela boiada de pegar o Tails e sair voando pra pegar uma das Chaos Emeralds mais fácil com ele pra depois alternar pro Knuckles, escalar e planar pra pegar as coisas e… bem, vocês entenderam, não tem boiada!

Calma, a coisa fica pior! Imaginem que vocês estão na fase, pegam seis Special Rings, passam por Checkpoints na fase e perdem uma vida. Sabem todos aqueles Special Rings que você coletou naquela fase? Perdeu! Não importa se pegou Checkpoint, vai ter que pegar tudo de novo. Aperta Start e dá Quit. Simples assim. Pode chorar a vontade! E eu achando chato ter que procurar as Red Star Rings nos jogos modernos. Bem, vamos deixar esta parte para lá, o “futuro” ainda não chegou na Maratona Sonic.

Ou seja, não tem boiada, pelo contrário, te ferram ainda mais pra conseguir pegar as Esmeraldas do Caos. Que ideia horrível, Dimps e Sonic Team!

No fim das contas, larguei tudo e parei de jogar. O que é frustrante, porque eu nem cheguei a jogar um Special Stage sequer, só os vi em vídeos. Não sou capaz nem de opinar sobre eles, se são fáceis, difíceis, divertidos, chatos, etc. Só sei que a música é a mesma do primeiro Sonic Advance e eu adoro aquela música. O que me deixa ainda mais frustrado.

Para vermos o final verdadeiro, precisamos coletar todas as Chaos Emeralds com o Sonic e terminar o jogo. Não só isso, precisamos terminar o jogo também com os outros três personagens (Tails, Knuckles e Cream), não sendo necessárias as Esmeraldas para eles. Agora, se quiserem desbloquear a Amy Rose, aí tem que pegar as Chaos Emeralds com todo mundo. Sem choro.

Para mim, não tem final verdadeiro, muito menos Amy. Parei quando terminei com o Sonic e tentei pegar a primeira das Chaos Emeralds. Ali eu já percebi que não teria a paciência suficiente. Não tenho tempo pra isso este ano, infelizmente. Talvez em um futuro distante eu pense em tentar novamente, mas acho pouco provável. Prefiro dar sequência na Maratona Sonic e seus jogos do que ficar o ano todo preso em um só tentando fazer o final verdadeiro dele. Ou pior, desbloquear um personagem que nem se enquadra na história, só é um bônus. Triste, SEGA, triste!

Eu também estranho um pouco a física deste jogo. Me parece que o personagem demora um pouco pra pegar embalo. E quando pega embalo também não para tão rapidamente. Nem de longe é a física ruim de jogos posteriores (estou falando de você, Sonic 4), fiquem tranquilos quanto a isso. Só um leve estranhamento da minha parte mesmo.

No quesito gráfico e sonoro o jogo é um espetáculo. Tão incríveis quanto os do antecessor. Aquela pixel-art lindíssima somada à uma trilha extremamente criativa e que, como é de se esperar em um jogo do Sonic, combina totalmente com cada situação/fase. Só tenho elogios para estes dois pontos.

Eu tenho sentimentos mistos sobre Sonic Advance 2. Ao mesmo tempo que gosto da ideia das fases longas e corridas, eu acho elas não tão legais assim. É estranho, mas é isso que sinto. Tipo, é legal que existe, que bom, tomara que existam pessoas que prefiram jogos do Sonic assim. Mas não é o tipo de jogo pra mim. Ainda mais com essas maluquices relacionadas às Chaos Emeralds. Ao mesmo tempo, gosto de poder jogar um jogo assim de vez em quando. Não é uma loucura?

É um jogo legal, de verdade. Mas eu preferia que ele fosse um pouco mais, digamos, clássico! Reconheço a investida do Sonic Team em topar a ideia para buscar inovação para a franquia, só que acho que erraram um pouco a mão. No fim, prefiro o primeiro Sonic Advance, se compararmos os dois.

O engraçado é que eu me lembro de participar de discussões sobre a franquia ao longo destes anos todos, principalmente desde que o blog foi criado. Algumas pessoas que não gostam de Sonic costumam incluir entre as reclamações o fato de que é um jogo corrido demais e que não dá tempo de desviar de algumas armadilhas que as fases possuem.

Eu sempre discordei disso, afinal de contas o jogo não é mais veloz que um Mario com o botão de corrida ativado, se pararmos para avaliar bem friamente. Isso quando estamos falando dos jogos de Mega Drive. Agora, no caso de Sonic Advance 2, o que estas pessoas sempre reclamaram se aplica. Realmente acontece. E não são somente armadilhas de arrancar argolas, que são as que mais as pessoas se queixavam pra mim. No caso de Advance 2, tem as mortais também. Aos montes! Buracos e mais buracos! Basta errar o caminho no meio da correria e pronto, uma vida a menos.

Então, se você é uma dessas pessoas (vocês podem se identificar se quiserem), não joguem Sonic Advance 2. Sério, vocês vão passar nervoso.

Já a crítica da época gostou bastante do jogo, com notas médias aproximando-se de 80% da nota total em praticamente todas as revistas e sites especializadas consideradas grandes. Muitos elogiaram o aumento de velocidade e de tamanho das fases. Só divergiram sobre a dificuldade do jogo, onde surgiram opiniões muito polarizadas. Os que gostam de dificuldade elogiaram, os que não gostam desceram o verbo.

Como vocês podem ter percebido, eu fico no meio desse tiroteio sem saber pra quem dar razão. Gostei do jogo, mas sinto que erraram nos extras dele. Muito mais do que erraram com Advance 1, que eu já tinha criticado um pouco no post anterior. Exige um outro tipo de paciência que eu não tenho, a exploratória. Ainda mais considerando que não dá pra voltar atrás se errar o caminho. E sem guardar progresso do que você já pegou durante a fase, mesmo que você não tenha saído dela. Isso tudo pra mim é imperdoável.

Um dos veículos considerou o jogo como o mais difícil de toda a franquia. Definitivamente eles não devem ter jogado Sonic Spinball tentando levar a sério.

Quando terminei o primeiro Sonic Advance, fiquei muito empolgado pra começar a jogar com outro personagem logo na sequência. Isso aconteceu do Sonic pro Tails, do Tails pro Knuckles e do Knuckles pra Amy. Terminei com todos meio que emendando uma campanha na outra. Super divertido! Só depois fui atrás das Chaos Emeralds, tive alguma dificuldade, mas consegui me divertir no processo.

Não posso dizer a mesma coisa de Sonic Advance 2. Terminei com o Sonic e fui tentar jogar com a Cream. Não me empolguei. Daí, como já falei, tentei ver o esquema das Chaos Emeralds. Fiquei bem irritado. Decidi largar tudo, ignorar o Knuckles e o Tails, fingir que a Amy não existe e seguir a vida. Sim, eu sei, estou sendo repetitivo. É pra deixar bastante evidente a frustração.

Só acho engraçado que na minha memória, Sonic Advance 2 era bem mais interessante que o primeiro. O que será que aconteceu? Minha memória tá pregando uma peça em mim? Eu mudei? Realmente não sei dizer.

Hoje eu tenho o jogo lacrado em casa. Eu sei, vocês estão me julgando por deixar um videogame fechado no armário. Não me importo. Deixa ele assim, é pra efeitos de coleção mesmo. Um dia eu vendo e alguém abre e é feliz. Por que não dar a oportunidade de alguém dizer no futuro que abriu um jogo novinho em folha de Game Boy Advance?

Além da versão original para o portátil da Nintendo, Sonic Advance 2 também foi portado para o Virtual Console do Wii U. Isto ocorreu somente no Japão. Vale mencionar também que não foi lançada uma versão deste jogo para outras plataformas da época, como aconteceu com o SonicN do N-Gage em relação ao primeiro Advance.

Talvez vocês tenham ficado com a impressão de que eu não gostei de Sonic Advance 2. Não é bem isso, eu de fato gosto dele. É sim um bom jogo, divertido, interessante, bonito pra caramba e gostoso de jogar. Só que me parece um título para jogar de forma mais descompromissada, tentando no máximo chegar ao seu final com um ou mais personagens. Mas para quem é do tipo que quer fazer tudo que o jogo tem disponível, talvez a coisa não seja tão divertida assim.

Vocês chegaram a jogar Sonic Advance 2? Fizeram tudo o que dá pra fazer nele? Digam o que acharam nos comentários!

Eu vou ficando por aqui.

Obrigado pela leitura e até o próximo episódio da Maratona!

Abraços

Sobre Gamer Caduco

Menino novo, com mais de 30 anos de idade, fanático por games de todas as gerações.
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7 respostas para Maratona Sonic: Sonic Advance 2 (Game Boy Advance)

  1. Hyper Emerson disse:

    Sonic Advance 2 é um jogo que me deixava alucinado quando o conheci por emuladores. Tinha até um fangame em flash muito popular chamado Ultimate Flash Sonic que chamava ele o melhor Sonic de Todos os Tempos. A ideia de passar as fases correndo adoidado daquele jeito era do balacobaco!

    …Só que com o passar do tempo a minha visão do level design do jogo foi amargurando. O jogo não é nada ruim e esbanja estilo, mas todas as fases tem o mesmo ritmo e forçam a velocidade até o ponto em que mal faz diferença com qual personagem você está. Inclusive, a Amy é uma reskin do Sonic. A AMY! Eu tinha raiva dos reviews do Advance 1 que reclamavam que a Amy era lenta apesar da jogabilidade dela conseguir ser interessante da sua própria maneira — e olha que eu acho a série Sonic inseparável da habilidade dos personagens de virar bolinha. Todo o trabalho pra destravar a menina pra nada.

    Ouso dizer que prefiro muito mais o Sonic 1 com a mudança drástica de ritmo que a Marble e a Labyrinth trazem do que o Advance 2.

    As fases especiais eu também nunca terminei direito na raça na época, pelos mesmos motivos que você. Baixei saves da Gamefaqs pra espancar o Eggman com o Super Sonic e pronto.

    Se você está jogando em ordem, vai comentar sobre o Sonic Battle antes do Advance 3, não? Porque a historinha do Advance 3 foi pros fãs que ficaram deprimidos com o final do Battle…
    No mais, ótimo post e até o próximo!

    • Gamer Caduco disse:

      Eu acho que o seu comentário sintetiza muito do meu sentimento para com Sonic Advance 2. Também achava ele sensacional na época, embora no meu caso eu não sabia dizer bem o porque, não percebia esta diferença entre o clássico e o, digamos, “correria”. Agora o lance da Amy é de lascar, hein? Nem sabia que era basicamente o Sonic com sprites trocados. Que triste! Ainda bem que eu não me esforcei pra desbloquear nada, além do processo ser chato, ainda a recompensa é desprezível.
      Não acho que seja nenhuma ousadia vc dizer que prefere Sonic 1. Um dos fatores que eu mais gosto no jogo é justamente vc ter essa quebra de ritmo logo de cara pra mostrar pro jogador que não é só segurar pro lado que ele vai terminar o jogo. Provavelmente foi um soco na cara de muita gente e isso acho que mais aguçou curiosidades e vontade de seguir em frente do que desanimou. Pelo menos é o que eu sinto pelo que sei da época e pelo que fui conhecendo as pessoas depois que jogaram e falaram sobre.
      O Advance 2 é um grande aditivo pra franquia, a gente tem o Rush e o Rush Adventure (talvez o Colors de DS também, preciso jogar de novo pra lembrar) que são divertidos e tal, mas sinceramente eu também prefiro algo mais clássico. Por isso me apeguei mais ao primeiro Advance. Mas isso é o Cadu de 2020 falando, né? Na época foi diferente. Bem, já falamos isso! haha
      Eu devia ter feito isso do save state, bem pensado. Acabei apelando pro YouTube mesmo.
      Sobre a ordem, vou te dizer que até já joguei e terminei o Sonic Battle, o post sai em breve. Faz tempo, inclusive. Os posts estão encavalados aqui, antes eu não tive tempo de escrever tudo e principalmente editar. O Sonic Advance 3 vai ficar pra depois do Heroes, que eu tô enrolando pra caramba pra começar! kkkkkkkkkkkkk
      Valeu!

  2. aki é rock disse:

    Eu saquei a piada Caduco e até dei ma risadinha de canto viu mas lendo esse post sobre essa continuação me parece ser bem complicado para tentar fazer tudo nesse jogo.

    • Gamer Caduco disse:

      Olha, sinceramente: não perca o tempo tentando fazer tudo, a não ser que vc esteja com muito tempo sobrando mesmo! hahahaha
      A piada pelamor, a SEGA mandou muito mal. Eu fiquei até orgulhoso. Quase os considero como uns dos meus mestres no humor tosco! kkkkkkk
      Valeu Rock!

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