Desafio: Mega Man 6

Olá caros leitores, como estão?

Eu estava devendo, não estava? Claro que estava, eu tinha prometido que um post sobre Mega Man 6 sairia em um momento próximo do Meme Gamer de 2018.

Em Maio do mesmo ano eu postei a última parte do Desafio Mega Man 5, a tendência é que ainda naquele ano ou talvez no ano seguinte eu colocasse no ar algum texto sobre a sequência dele.

Tudo bem que meses mais tarde eu coloquei no ar os textos sobre as minhas aventuras no primeiro Mega Man (já que antes só tinha colocado em vídeo), mas mesmo assim fiquei em débito com o sexto episódio da série clássica.

De fato eu joguei Mega Man 6 entre o final de Agosto e o começo de Setembro de 2018, fiz isso durante as idas e vindas do trabalho no PSP, apenas controlando os acontecimentos (leia-se vidas perdidas) com screenshots do emulador de NES do portátil.

Daí enrolei pra falar sobre o jogo e o que aconteceu? Esqueci tudo!

No meio do caminho surgiu um Mega Man: The Wily Wars, em 2020. Foi super divertido jogá-lo. Tão divertido quanto fazer os Challenges do Mega Man Legacy Collection, algo que aconteceu praticamente na mesma época, contei sobre tudo isso no post sobre o Wily Wars.

Então em 2021 eu aproveitei novamente uma época de tempo escasso pra fazer jogatinas rápidas e relembrar o sexto capítulo da saga do robozinho azul mais simpático dos games.

Antes de colocar a playlist com os vídeos, permitam que eu diga duas coisas.

Primeiro de tudo, quem assistir vai reparar que eu acabei fazendo uns cortes e pausas estranhas. Foram momentos em que eu precisei largar o jogo pra cuidar da família, se isso incomodar alguém eu já peço desculpas antecipadamente. Vocês também vão reparar que eu deixei de gravar uma ou outra parte, a minha cabeça na época em que joguei estava bastante atrapalhada por falta de sono. Quem tem/teve recém-nascido em casa sabe como é, quem ainda não teve vai entender melhor um dia do que estou falando.

Segundo que o texto sobre este jogo será diferente dos demais textos da seção. Sai formato do diário de bordo que acompanhou os outros cinco jogos do Nintendinho e entra uma análise rápida de como foi a minha experiência e quais foram as minhas impressões. Meio parecido com o post sobre Wily Wars, só que sem os dados técnicos. A minha intenção sempre foi que a seção Desafios não fosse composta por reviews. Prefiro algo mais direto, a não ser que eu vá encarar um jogo menos famoso ou conhecido (como foi o caso do próprio Wily Wars).

Sem mais delongas, primeiro a playlist com os vídeos pra quem for de vídeo.

Agora o texto para quem é de texto.

Ao contrário do que eu pensei em um primeiro momento, Mega Man 6 é um jogo bem divertido. Quando o encarei pela primeira vez fiquei meio injuriado com o que vi no 5 e acabei fazendo um julgamento errado do jogo.

Na minha humilde opinião, Mega Man 5 parece um fangame sem noção feito por quem está começando na franquia e/ou no desenvolvimento. Não quero desmerecer fangames no geral, até porque eu gosto muito de vários e dou muito valor pra quem se esforça nesta área. Normalmente os fangames surgem cheios de ótimas ideias e muitos deles são impecáveis. Porém, existem vários em que o desenvolvedor acaba tendo ideias que na cabeça dele são fantásticas e no resultado final vira algo que meio que descaracteriza a série que ele quer homenagear, seja com maluquices de história, ou de design de jogo, ou de fases que não fazem sentido ou até mesmo mecânicas que muitas vezes são incabíveis.

Mega Man 5 parece um desses casos, onde inventaram coisas demais e o jogo se descaracterizou bastante em relação ao restante da franquia. Inovação é bom e tal, mas desta vez inovaram demais e inovaram errado, até na trilha sonora ele acabou pecando.

Mega Man 6 num primeiro momento me passou esta impressão. Só que jogando novamente eu mudei completamente de opinião e acho hoje que o jogo não é “esquecível” ou “marcante” como eu havia inclusive dito no post sobre Wily Wars.

O jogo é relativamente fácil. Pelo menos é muito mais fácil que qualquer outro jogo da série lançado para o NES. Nem por isso ele perde o brilho, já que o design das fases e de chefes é interessantíssimo o tempo todo. Alguns Robot Masters são estranhos, mas eu gosto de como eles foram desenhados e como eles funcionam nas batalhas.

A trilha sonora é bacana demais, tecnicamente o jogo está impecável (física, controles, etc) e ele ficou bem bonito. Soa como uma grande evolução para a série.

O plot é divertido: um Torneio de Robôs sendo sabotado pelo misterioso Mr. X que veio diretamente do Streets of Rage pra encher o saco, que afirma estar manipulando o Dr. Wily este tempo todo e que agora não precisa mais dele para dominar o mundo. Manda o recado desafiando o Mega Man e o jogo dá o seu início.

Spoiler? Claro que no fim das contas o Mr. X é o próprio Dr. Wily tentando limpar o nome dele, mas acaba sendo descoberto e preso pelo robozinho azul. Algo fácil de deduzir, o pilantra do Wily está sempre de alguma forma envolvido nas tretas que ocorrem em 20XX.

Importante ressaltar que eu segui a mesma ordem de fases/chefes que segui em 2018. Como eu tinha os screenshots, foi fácil pegar a ordem certinha. Um pouco trabalhoso, mas fácil.

Teve um primeiro dia que eu até joguei a fase do Plant Man, que foi a que comecei, mas não salvei o vídeo por ter esquecido como funciona o compartilhamento do PlayStation 4 e acabei fazendo errado, resultando na perda da gravação. Neste dia eu rage quitei bonito por não estar com cabeça para jogar e troquei por What Remains of Edith Finch. Valeu a pena, bom jogo!

Alguns dias depois retornei e aí sim comecei a gravar certinho. Ou quase isso, já que eu gastei um Continue na fase e não salvei o vídeo por errar de novo. Foi justamente neste momento que eu reaprendi como funciona. A perda não foi tão significativa, já que o vídeo tinha ficado pausado mais de 15 minutos na tela de pause porque eu tive que largar o controle pra cuidar do bebê. Sabem como é, né? Então talvez tenha sido até bom não ter gravado.

A fase do Plant Man é relativamente fácil, mas tem as pegadinhas e surpresas que um Mega Man clássico pode te proporcionar. Já o chefe é fácil pacas, foi tranquilo passar por ele.

Depois passei pra fase do Centaur Man, que também foi fácil de passar porque eu lembrava das pegadinhas. Mas elas existem, claro. O chefe é bem de boa também, embora assuste num primeiro momento.

Em terceiro encarei o Knight Man, que também tem fase e chefe bem fáceis. Não tive complicação alguma.

A quarta fase jogada foi a do Wind Man, onde eu caí que nem um patinho em uma armadilha e foi algo que me fez cair na risada. Mas fora isso a fase é bem de boa e o chefe eu passei meio no desespero e meio na sorte, com pouca vida e tal. Ele não é difícil, foi trapalhada minha.

Logo em seguida a escolha foi o Yamato Man. Cabe a pergunta: que diabos é um Yamato? Descobri que a palavra tem uma porrada de significados, mas no caso aqui parece ter a ver com o povo antigo do Japão. Enfim, fase fácil, chefe mais fácil ainda.

Depois veio a fase do Toma Lá Dá Cá Man digo, Tony Hawk Man digo, T. Hawk Man. Tá, chega de zoeira, Tomahawk Man é o cara. Ou o robô. Vocês entenderam. A fase é fácil, até caminho alternativo tem e foi divertido de seguir ele em uma das minhas tentativas. Sim, tentativas, no plural, já que o chefe é chato pra diacho pra derrotar na Buster. Mesmo assim o derrotei eventualmente, era só manter a calma. Vejam os vídeos e vão entender o que quero dizer.

O penúltimo escolhido foi o Flame Man. A fase dele é de boa, mas o chefe é fogo (desculpem). Com algumas interrupções deixa o processo ainda mais complexo, mas passei eventualmente.

Por fim o robô de gelo, responsável pelo jogo Diablo. Ele mesmo, Activision Blizzard Man. Cara, minhas piadas tão cada vez piores. Morri de besta na fase algumas vezes e não cheguei no chefe. No Continue seguinte cheguei e descobri que o chefe não é difícil, embora eu tenha apanhado que bem besta quando cheguei nele a primeira vez.

Falei que não teria diário de bordo e acabei fazendo um compacto disso, né? Eu sei. Só que eu queria dar um resumo do que achei das fases e chefes. Vale dizer aqui que todos os Robot Masters foram derrotados com a Mega Buster e sem usar E-Tank. O jogo inteiro foi sem o uso de E-Tank, assim como o restante do Desafio Mega Man até agora. Sinto-me orgulhoso por isso, mas grande coisa, né? Não vai salvar a vida de ninguém ou acabar com a fome do mundo. Entre outros problemas graves. Enfim.

Uma coisa que não entendi enquanto jogava: quando vencemos algumas fases, fica a cabecinha do Mega Man no quadradinho dela na tela de seleção de fases. Isso não acontece com todas. Daí depois que terminei o jogo e vim escrever o texto, pesquisei aqui vi que as que não tem é porque possuem caminhos alternativos para formar as letras do Beat e então poder contar com o robô de apoio (caso todas sejam encontradas). Eu não iria querer usar esta arma mesmo, então que se dane. Mas fica aqui registrado que eu não encontrei letra nenhuma, que incompetente.

Um resumo bem resumido das fases da Fortaleza do Mr. X: as fases são mais complicadas, os chefes são bem variados. Quanto às fases, nota-se que o time de level design foi bem competente em deixar a dificuldade progressiva. Sobre os chefes, vamos caso a caso:

O primeiro é confuso, com aquelas duas máquinas correndo pelos trilhos de mudando a direção de vez em quando e alguns tiros que parecem entrar e outros não. Quando entendemos o que precisamos fazer fica bem fácil, mas leva um tempinho pra aprender.

Depois o do Stage 2 é um horror pra passar. Foi o único chefe do jogo inteiro que me fez usar arma especial (a Wind Storm do Wind Man). Sem contar a revanche dos Robot Masters, já chego nesta parte. Ele fica numa altura que é ruim de acertar com o Rush Jet, fica chovendo coisas para dar dano e os tiros dele são um pouco chatos de tentar desviar voando. Acabei apelando.

O terceiro é bem fácil, em poucos segundos dá pra sacar o que precisa ser feito e passamos numa boa.

O quarto é a baba do boi, talvez o chefe mais fácil de todos (do jogo inteiro). Perdi uma vida nele de bobeira, cheguei com pouca energia. Depois foi Perfect.

Aí vem a revelação de que o Mr. X é o Dr. Wily OOOOOOHHHHHHH e vamos para a Fortaleza do principal e mais querido vilão da franquia.

O Stage 1 é chato. Fizeram um esquema para passar com o Rush Jet onde é fácil demais de errarmos e acabamos perdendo muitas vidas caindo nos espinhos. Aconteceu várias vezes comigo pelo menos. Já o chefe é bem de boa de vencer.

A segunda fase tem desafio médio e o chefe dá pra vencer na força bruta. Não gosto muito quando é assim na força bruta, mas não vou tirar pontos do jogo por causa disso.

O terceiro estágio tem uma fase curtinha que mal dá pra contar e logo depois vem a revanche dos Robot Masters.

Na batalha contra eles usei armas especiais. Dei uma pesquisada rápida na Internet para relembrar quais são as fraquezas e mandei bala em todo mundo, derrotando todos sem perder nenhuma vida.

O quê? Achou ruim eu ver as fraquezas na Internet? A galera também usava dicas e detonados de revistas, que diferença faz? Tô nem aí, eu ia usar a arma de qualquer jeito, só não perdi tempo testando e anotando. Tempo é algo escasso na minha vida agora, lidem com isso. Eu também estou tendo que lidar.

Por fim a fase final e o chefe final. Quer dizer, só chefe final, né? Eu lembrei dele enquanto perdia a primeira vida, ele me deu uma certa dor de cabeça nos Challenges do Mega Man Legacy Collection, então acabei lembrando até que rápido e passei de boa na segunda vida.

Daí que o Dr. Wily é preso, mostra o jornal com a notícia e fim de jogo.

A conclusão é que Mega Man 6 de fato é um jogo que retorna a franquia às suas origens depois de um quinto capítulo, digamos, experimental demais.

Pode parecer absurdo o que eu vou dizer, mas ele parece uma edição melhorada do Mega Man 2.

“Ai, nossa, que absurdo! Ele falou que o 6 é melhor que o 2”. Não, não foi isso que eu disse. Eu quero dizer que ele é como se fosse uma evolução mesmo. Os dois possuem fases mais fáceis que os demais jogos e chefes que podem ser facilmente vencidos com a Buster, salvo um ou outro que dá um pouco mais de trabalho. Lembrando que eu joguei o 2 no Hard, não fiz a pilantragem de colocar no Normal pra ficar aqui pregando que o jogo é fácil.

Fazendo um balanço do que conheci da franquia até agora (considerando apenas os jogos de NES), parece que os jogos ímpares são sempre os jogos que tentam inovar mais e os pares são os que fazem algum tipo de consolidação e melhorias.

Mega Man (1) é aquele jogo mais cru, como se fosse um piloto da franquia. Cheio de ideias bacanas, mas que precisavam ser lapidadas. O jogo é bem desbalanceado, mas é um clássico que está no coração de muita gente e não é a toa.

Mega Man 2 lapidou muitas destas ideias e entregou um jogo sólido, mas ainda com algumas coisas que precisavam ser melhoradas, como a física (Mega Man escorregadio) e alguns pontos de game design. Lembrando que nele ainda não existia o “ciclo” de armas, onde uma arma é forte contra apenas um robô e isso meio que fecha um ciclo entre os 8.

Este “ciclo” surgiu no 3, que também nos entregou a rasteirinha e ainda por cima resolveu o problema do Mega Man escorregadio dos dois primeiros jogos. Ao mesmo tempo tentou inovar colocando estágios e chefes adicionais (a volta dos robôs do 2) e acabou estendendo demais o jogo, o que desagrada alguns. Este ainda é o meu Mega Man favorito, digam o que quiserem.

Mesmo assim, na minha humilde opinião o Mega Man que chegou no estado da arte de equilíbrio entre mecânicas, controles, design de jogo e de fases, além de gráficos e música impecáveis foi o 4. Tecnicamente ele é incrível, talvez o melhor de todos os 6 primeiros. Acabou sendo uma baita evolução do 3 em muitos aspectos e ainda inovou com o tiro carregado, que se tornou padrão da franquia até os dias de hoje (inclusive sub franquias, como a série X).

O 5 eu já falei, fizeram um carnaval de coisas e se tornou algo meio estranho. Não é um jogo ruim, nenhum Mega Man clássico é na minha opinião. Mas ele deixa a desejar em relação aos demais do Nintendinho com toda certeza, impossível não perceber e não se queixar.

Também já expus o que penso sobre o 6. Um retorno as origens e um baita jogo. O único porém, se é que é um porém, é que o jogo é bem fácil para um Mega Man.

Talvez hoje eu usaria o sexto jogo como opção para quem nunca jogou a franquia e quer começar, justamente para treinar e tudo mais sem se frustrar muito. Só que pode deixar o jogador meio que mal acostumado com as mecânicas precisas e fases e chefes com menos complexidade. Depois a pessoa vai sofrer horrores com outros jogos por faltar ou “sobrar” alguma coisa.

Então a ordem que eu recomendo continua sendo a mesma que foi recomendada para mim: 3, 4, 2, 1, 5 e 6. Se puderem, joguem o Wily Wars também, achei ele sensacional e entendo que valha a pena conhecer. Versão americana, por favor. Fujam da europeia, problemas de framerate.

Finalizar Mega Man 6 é praticamente um marco pessoal na série clássica, já que encerra os jogos onde a franquia nasceu. Sendo assim, permitam que eu elabore um ranking pessoal dos jogos também antes de encerrar o post. Vou considerar de tudo: gráficos, músicas, fases, robôs (desenho e luta contra eles), armas, nostalgia, desafio, criatividade, etc.

A ordem ficaria: 3, 4, 2, 6, 1 , ser espancado por um lutador de MMA profissional e 5.

Compartilhem o ranking de vocês nos comentários!

Eu encerro por aqui. No próximo episódio da seção já vou poder abrir o Mega Man Legacy Collection 2, começando pelo primeiro título lançado para o Super Nintendo. Isso mesmo, para a felicidade do Ivo, será o Mega Man 7. Aliás, leiam e comentem o super review dele sobre o jogo.

Obrigado a todos pela leitura e nos vemos no próximo post.

Abraços

Sobre Gamer Caduco

Apenas mais um cara que nasceu nos anos 80 e que desde que se conhece por gente curte muito videogames, não importa a geração.
Esta entrada foi publicada em Desafio Mega Man, Desafios, Jogos, Mega Man 6, NES, Playstation 4, Vídeos com as etiquetas , , , , , , , . ligação permanente.

6 respostas a Desafio: Mega Man 6

  1. Ah! Cadu! Esses trocadilhos são o tempero do texto kkkkk
    Para quem não conhece nenhum jogo da franquia, este post ficou tipo um manual de inicialização. Eu comecei pelo 2 e nunca joguei até o fim o 6 e o 5. Antes eu tinha um TOC de jogar tudo em sequência ou assistir em sequência ou ler… mas perdi isso, ainda bem. Não sabia desse dilema do Mega Man V. Fiquei curioso. Como nunca joguei pra valer eu fico aqui apreensivo, mas mais cedo ou mais tarde eu vou enfrentá-lo! Ou seria melhor enfrentar um lutador de MMA? É… entre MMA e MMV prefiro levar uma surra da Capcom mesmo. 🙂

    • Bom, eu também tinha o tal TOC de jogar as coisas na sequência e esta seção, ou melhor, o desafio em si foi um ótimo divisor de águas na minha vida que me fez ficar menos encucado com seguir uma ordem. Sair um pouco do metódico e sistemático que sou. Ainda bem que vc também perdeu isso, viu?
      Joga sim os dois jogos, tanto o 6 quanto o 5. Apesar das brincadeiras com o lutador de MMA, melhor deixar a Capcom de bater mesmo pq o 5 pode ser o Mega Man menos Mega Man de todos, mas ele ainda é um Mega Man. Horrível essa frase, mas fica bem evidente o que quero dizer… haha! Ele é meia boca, mas vai te divertir mais do que muita coisa que sai por aí nos dias de hj.
      Valeu Giovani!

  2. aki é rock diz:

    E´um dos Mega Man mais fácil da saga clássica do Nes que zerei ele de boas sem problema nenhum eu até curto a sua jogabilidade.

  3. Pingback: Pecados Gamísticos | Gamer Caduco

  4. Ansioso para ver tu jogando Mega Man 7. Mas algo me diz que sei lá se tu vai jogar!
    Tu tá mais com cara da série clássica!

    Mas de qualquer forma Mega Man 6 é muito gostoso d jogar. Ele é um dos mais fáceis e quando o papo rola de MM acabou no final recomendando ele.

    Jà falei que tô ansioso de tu jogar o 7? Hahahahaha!

    Valeu pelo texto Cadu!
    Abração!

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