Pecados Gamísticos: Jogos de RPG

Olá caros leitores, tudo bem?

Faz um tempo que eu não posto nada sobre Pecados Gamísticos aqui no blog, né?

Os primeiros que fiz foram focados em plataformas (Mega Drive e Nintendinho, clique nos links se quiser saber mais) e um mais abrangente (link aqui para quem quiser conhecer), mas ainda não tinha feito uma lista com um tema específico por gênero (ou qualquer outro tema).

Até tinha pensado em fazer no passado, mas acabei esquecendo eventualmente. Quem de fato me motivou este post foi o Felipe lá do Videogames Com Cerveja, que montou a lista dele de pecados (link aqui), sendo que ele também foi inspirado por um post em outro blog: no caso o do Diogo lá no Arquivos do Woo (link aqui).

Foi o suficiente para que eu entrasse na brincadeira dos blogs parceiros e fizesse a minha lista também, para que vocês possam se decepcionar e me cobrar por ter deixado de conhecer este ou aquele jogo.

Vou falar que fazer uma lista focada em gênero é talvez mais complexo que de plataforma específica, pois são tantas opções que a gente fica até perdido tentando lembrar. No fim das contas vira o pecado do pecado. Que coisa, não?

A minha lista ficou bem diversificada, pegando várias gerações e plataformas. Talvez você possa ver um ou outro jogo na lista de menções honrosas que na sua cabeça possa ser um pecado muito mais grave, mas eu preferi destacar 11 jogos (ou franquias) que eu sempre tive vontade de conhecer, mas por alguma razão nunca botei pra jogar ou não joguei a sério, deixando aquele gostinho amargo de quem sabe que está perdendo algo muito bom.

Penso que nos dias de hoje a grande desculpa o grande motivo para eu não jogar cada um dos jogos da lista é a velha falta de tempo. Numa época onde eu não consigo fazer longas sessões de jogatina, me incomoda muito pegar um jogo em que a progressão não é (e nem deve ser) rápida. Tudo o que não quero nesta fase é sentir que não evoluí quase nada na história a cada tempo jogado. E RPGs são assim, a gente precisa de muitas horas para que a história vá se desenrolando e as coisas vão acontecendo. Ou seja, é uma situação chata, mas faz parte da vida.

Mas quem sabe um dia isso não muda? Se este dia chegar, talvez este post sirva como um guia para mim mesmo. Isso se essa lista não crescer. Com certeza vai. Que dureza!

Outro ponto que preciso dizer é que de propósito eu deixei de fora os RPGs Táticos. Pretendo fazer um post mais específico sobre eles um dia no futuro. Se der tempo.

Enfim, chega de delongas, vamos ao que interessa: a lista da vergonha! Podem me massacrar nos comentários. Tá tudo liberado, menos golpes abaixo da cintura e falar mal do cachorro.

A lista está em ordem alfabética, não em ordem de prioridade.

Chega, Cadu. Mostra essa lista logo, caceta!

Baldur’s Gate (I e II)

Em nenhum momento da minha vida eu tive em casa um computador pudesse ser considerado potente o bastante para rodar os lançamentos, e lá em meados de 1998/1999 não era diferente. Enquanto algumas pessoas já estavam com um Pentium II em casa, eu provavelmente estava usando um Am5x86 (vulgo 586) da AMD, que era meio que concorrente do Pentium 100 mas com capacidade menor (equivalente ao Pentium 75). Ou talvez eu tinha migrado para o Celeron, não me lembro ao certo. Nessa época eu já tinha ingressado na faculdade e estava completamente interessado em jogos para PC, além de estar começando a descobrir os RPGs de mesa, em especial o AD&D (sim, esta versão, faz tempo mesmo). Então um dos amigos da faculdade me indicou Baldur’s Gate (o primeiro), e eu logo já garanti a minha cópia autorizada pelo Capitão Gancho (pois é) com ele e tentei jogar. Meu PC não aguentava ele muito bem, vivia travando. Mesmo assim tentei jogar por algum tempo, embora não tenha ido muito longe. Alguns anos mais tarde eu atualizei o PC e consegui rodar ele melhor, mas na mesma época havia sido lançado o Icewind Dale e nele eu progredi um pouco mais. Mais ou menos na mesma época foi lançado também o Baldur’s Gate II, mas este simplesmente não carregava na minha máquina. No fim das contas o saldo é: joguei pouco o primeiro Baldur’s Gate, literalmente não encostei no segundo de forma alguma e Icewind Dale (permitam que eu coloque nesta lista do pecado ele também) eu até que fui longe, mas não terminei. Pretendo um dia tentar jogar pelo menos os dois primeiros. Inclusive cogitei jogar as versões remasterizadas (Enhanced Edition), mas duas pessoas já me disseram que elas não prestam, só não me lembro bem o porque. Então já criei uma certa barreira com elas, infelizmente.


Divinity: Original Sin (I e II)

O fato de Divinity ser bastante similar a Baldur’s Gate (pelo que dizem) já é suficiente para aguçar a minha curiosidade de conhecer os dois jogos. Nunca joguei, mesmo, mas isso somado ao fato do jogo ter uma capacidade (ainda que seja limitada, eu realmente não sei) de você poder mestrar sua própria aventura é algo muito chamativo. Pior que agora eu não tenho a desculpa da falta de equipamento, já que ele roda em plataformas que eu tenho em casa. O que me afasta é a falta de tempo mesmo e o receio de me perder em um mundo cheio de alternativas, como acontecem em praticamente todos os RPGs ocidentais. Eu tenho certeza que vou ficar muito frustrado de não poder vivenciar o mundo fantástico do jogo por tempo suficiente em cada sessão de jogatina. Ficar velho é uma droga!


EarthBound (ou melhor, Mother 1, 2 e 3)

Mudando um pouco o foco do texto, eis o primeiro RPG oriental (ou jRPG) da lista: EarthBound. Pra começo de conversa, eu sou muito fã de jogos com forte senso de humor, cheio de paródias, sátiras e tudo mais. Somando isto ao fato de que eu adoro RPGs japoneses desde que era criança quando joguei Phantasy Star, qual a desculpa para eu nunca ter jogado EarthBound? Eu não faço a menor ideia. Talvez tenha sido o fato de eu não conhecer ele até que comecei a acompanhar blogs de jogos retrô, em 2009. Não me culpo, eu não tive Super Nintendo na infância, jogava na casa de amigos. O curioso é que eu curto pra caramba Undertale, que foi inspirado por EarthBound, ou seja, joguei o “inspirado por” mas não sua referência. Vai entender. É bom mencionar que Earthbound é o segundo capítulo da franquia chamada Mother e que ele ainda tem algumas diferenças em relação à versão japonesa que leva este nome, o que complica ainda mais as coisas pra mim. Qual dos dois jogar? Também tem o lance do primeiro jogo ter sido rebatizado de EarthBound Beginnings (ou Zero) e relançado, mas eu ainda acho que eu começaria pelo EarthBound mesmo para depois conhecer os outros dois. A grande verdade é que eu acho que eu nunca vou me redimir deste pecado, dado que meu backlog é enorme e tem muitos outros jogos (de outros gêneros) que eu quero conhecer antes.


Mass Effect (trilogia)

Sempre ouvi falar muito bem de Mass Effect, que mesmo os problemas que cada um dos capítulos pode ter (técnicos, design ou história, já ouvi e li de tudo) acabam sendo facilmente esquecidos porque a experiência no geral é fantástica. Preciso contar que ainda na época do PlayStation 3 o dólar estava num valor aceitável eu vi a trilogia a venda para o console (versão digital) por um preço consideravelmente baixo. O que eu fiz? Comprei. O que eu não fiz? Joguei. Pois é, Mass Effect entrou na lista daqueles jogos que eu gastei dinheiro a toa, enrolei pra caramba pra começar alegando falta de tempo e mal sabia eu que esta situação só iria piorar com os anos. Com o lançamento da remasterização dos jogos (Legendary Edition) ainda corro o risco de gastar dinheiro de novo e também não jogar, o que vai me deixar ainda mais frustrado. Pior que eu sofro do mesmo problema com o próximo da lista.


Ni No Kuni

Na época em que Ni No Kuni foi lançado eu ouvi maravilhas do jogo, que é bonito, que tem uma baita história, que é legal de jogar, etc. Fui lá, baixei a demo e parecia que estavam certos. Então comprei a mídia física dele, tinha certeza que jogaria em breve. Não aconteceu. O jogo tá lá paradão no armário me esperando desde então e isso já deve estar próximo dos 10 anos. Que absurdo, né? De novo a desculpa esfarrapada foi a falta de tempo, o lance de saber que o jogo é bem longo e etc. Hoje em dia é outro que eu vivo batendo o olho nas lojas de jogos digitais se não fica por um preço bacana pra jogar no PS4 ou no Switch. Enquanto isso o Octopath Traveller está lá no armário esperando a vez dele de ser jogado. Que maravilha, outro potencial pecado surgindo…


Pandora’s Tower

Outro daqueles jogos que gastei dinheiro e não joguei. Lá em meados de 2013 ou 2014 o Wii U era o videogame do momento pra mim, então resolvi investir em alguns jogos de Wii que tinha deixado passar, para aproveitar a retrocompatibilidade. Lembro claramente que Pandora’s Tower e The Last Story eram difíceis de encontrar e, quando apareciam, custavam uma fortuna. Eis que uma loja gringa colocou ele em estoque por preço “pagável”, aí o idiota aqui foi lá e comprou. O jogo veio, anos se passaram e ele continua aqui paradão no armário me esperando para ser jogado, junto com alguns outros títulos de Wii e que não estão nesta lista por não serem RPGs. Alguns dos jogos eu até vendi, desisti de ficar segurando. Eu não sei qual a desculpa para eu não ter jogado Pandora’s Tower ainda, talvez tenha sido esquecimento. Sei de uma galera que vai ficar brava quando ler esta história, mas o intuito era esse mesmo. É pra contestar mesmo.


Paper Mario

Ainda na época do Wii U, os jogos que comprei para o console (os do próprio console e os de Wii) e mais os de 3DS me renderam alguns pontos (ou eram moedas?) no extinto Club Nintendo. Na época em que anunciaram que o serviço encerraria as atividades eu corri para escolher alguns jogos para colocar no console de graça. Entre eles estava um grande pecado de outro gênero que não vou dizer que é Super Metroid qual é e junto com ele coloquei o primeiro Paper Mario e Super Mario Bros. 3, este pecado sim eu redimi. Perto desta época eu tinha jogado o Sticker Star de 3DS, único da série que joguei pra valer. Infelizmente este é um que muita gente refuta por alguns motivos que prefiro não expor aqui, mas eu gostei muito dele e algumas destas pessoas recomendaram o primeiro jogo da série que foi lançado para o N64, afirmando que ele possui mais proximidade do Super Mario RPG de SNES (pecado que eu me redimi em 2019), um game excelente que dispensa comentários. Até hoje eu acredito no tamanho da qualidade que este jogo deve ter, mas ele mesmo acabou ficando armazenado no Wii dentro do Wii U e eu nunca cheguei a abrir nem pra ver se estava funcionando. Parabéns pra mim. Pelo menos eu não gastei dinheiro de verdade nele. Acredito que Paper Mario seja um dos jogos da lista que tem maior chance de ser jogado, principalmente porque com certeza ele deve contar com um grande senso de humor também. Já falei que adoro isso quando citei Earthbound.


Parasite Eve II (e talvez o 3rd Chapter)

Falei no post do Meme Gamer de 2016 que por muitos anos eu deixei o primeiro Parasite Eve meio que de lado depois de sofrer pra passar um chefe quando ainda era um jovem jogador no começo dos anos 2000. De repente o jogo ficou grátis para quem assina PS Plus. Botei ele no Vita eu fui até o fim, passando o tal chefe que não conseguia derrotar até com bastante facilidade. Daí então aproveitei uma promoção para comprar a versão digital do segundo, mas ela ficou lá baixada também no Vita sem sequer ser carregada pra ver se funcionava. Como eu gostei muito da história e das mecânicas do primeiro jogo desde aquela época do primeiro PlayStation, entendo que não encarar o segundo jogo da série é um grande pecado meu. Talvez o 3rd Chapter, lançado para o PSP, também devesse ser considerado um pecado, mas sinceramente não sei por não ter visto quase nada sobre ele. Por enquanto vou a passos curtos, em breve tento me convencer a jogar esta sequência o quanto antes pra me sentir livre de mais um pecado na vida gamística. Credo, falando assim parece que só jogo para me redimir de pecados. Vocês entenderam o que eu quis dizer, espero.


Secret of Mana (e talvez outros da série)

Também no começo dos anos 2000, período que gosto de chamar de “época dos emuladores”, vira e mexe recebia um monte de dica de RPGs para jogar no Super Nintendo. Comecei com Final Fantasy IV e fui jogando alguns dos mais aclamados títulos do gênero lançados para a plataforma, que está recheada de grandiosos RPGs orientais. Uma das dicas que recebi foi de Secret of Mana, que em algum momento comecei a jogar e parecia um jogo muito legal, mas eu não dei muita bola por se tratar de um Action RPG e não de um RPG de turnos mais tradicional (levando em conta os consoles) e que eu estava mais acostumado. Grande vacilo, hoje eu me arrependo de não ter jogado. Sei que existe uma versão mais moderna, tenho minhas dúvidas se parto para ela (por questões de comodidade, especialmente se for no Switch) ou se fico com a versão original. Só sei que pretendo me redimir deste pecado algum dia, assim que o backlog der uma folga de títulos que eu julgo prioritários (independentemente do gênero).


Skies of Arcadia

“Como assim você é seguista e nunca jogou Skies of Arcadia?”, alguns podem estar pensando. Bom, primeiro de tudo: eu não sou seguista. A minha história prova isso, na geração dos 32 bits eu passei a jogar PlayStation, inclusive pude conhecer alguns RPGs fantásticos do console e do seu sucessor, o PlayStation 2. Ou seja, Saturn e Dreamcast foram plataformas que eu tive pouquíssimo contato. Mesmo hoje sabendo que é um jogo projetado pela Rieko Kodama e que é um título aclamado para o último console da SEGA, acabei deixando Skies of Arcadia de lado por todos estes anos e de uns tempos para cá venho considerando ele como um dos meus maiores pecados dos RPGs. A chance de eu jogar a versão de Game Cube dele (Legends) é bem maior do que jogar a do console da própria empresa. Isso eu vou decidir quando chegar a hora, mas aceito sugestões. Ainda não vi se há grandes diferenças entre as versões. Sei que este pecado será redimido sim, em um futuro que espero não estar tão distante.


Terranigma

Há um bom tempo no passado o finado Retroplayers fez uma brincadeira para comemorar um dos aniversários do site e sugeriu que os leitores elegessem alguns títulos obscuros de Super Nintendo para que a equipe jogasse e revisasse. Um dos jogos que recebeu uma certa quantidade de votos foi Terranigma, que por acaso também foi votado por um amigo meu que pilhou muito para que eu jogasse. Então eu pedi pra equipe deixar comigo este jogo e no fim das contas eu joguei ele por mais ou menos 20 minutos somente. O que aconteceu foi que o PSP não consegue emular este jogo, qualquer coisa que envolva animação 3D simplesmente deixa o jogo extremamente lento, quase travado. Muitos dos menus usam esta animação, e eu acabei tendo que jogar o jogo no PC mesmo. Na época eu ainda estava com muita birra de jogar no PC, considerava plataforma apenas para trabalho ou para escrever textos, então só joguei os tais 20 minutos pra ver como era, curti e nunca mais encostei no jogo. Que vacilo! O título da Enix talvez seja um pouco obscuro mesmo para a maior parte dos jogadores, mas é bastante querido por quem o conhece. É outro Action RPG de SNES da minha lista de pecados que eu pretendo buscar a redenção algum dia.


Menções honrosas

Sim, tem a lista de menções honrosas e eu vou revelar ela aqui, para quem achar que eu deveria priorizar algum(ns) jogo(s) dela ao invés se manifestar nos comentários, muito embora eu acredite fortemente que eu não vá fazer isso. Fica aí a chance de vocês argumentarem e me convencerem do contrário. Também vou seguir ordem alfabética.

Começo com os Breath of Fire, que parecem ser bons jogos, mas não sei se eu tenho paciência para encarar tantos jogos de uma mesma série. Posso tentar o primeiro algum dia e vejo se pego embalo.

Logo em seguida vem Chrono Cross, que muita gente agora se revira na cadeira de ler na lista e ser tratado com menos importância que os se destacaram, mas cabe aqui dizer que eu tomei um spoiler referente ao Chrono Trigger nele que me deixou irritado o suficiente para desistir de jogar.

Eternal Sonata continua a lista dos jogos que eu me esforcei pra encontrar e comprar, mas por alguma razão ficou encostado no armário. Outro que foi esquecido quando a geração seguinte chegou.

Sobre uma das franquias mais queridas do gênero, Final Fantasy, preciso confessar que eu não joguei nada a partir do XII. O próprio XII eu joguei algumas horas, mas foi o suficiente para eu detestar o estilo de batalha e acabar largando. O XIII e o XIII-2 estão na lista de jogos comprados e não jogados. Os online eu dispenso e o XV eu não me vejo jogando tão cedo.

Ainda na série, cabe aqui dizer que nunca terminei Final Fantasy VIII e tenho um ódio profundo deste jogo. Eu cheguei no último chefe me arrastando, tive uma surpresa bem desagradável nele (não vou dar spoiler) e me forçou a abandonar o jogo, no ódio cheguei a excluir todos os saves. Não gosto da história, personagens e jogabilidade deste jogo.

Os jogos da série Mario & Luigi muito me interessam também. Depois de jogar o Dream Team no 3DS, me interessei pelo Paper Jam (que por acaso mistura com o Paper Mario, série também citada na lista) e fiquei interessado em todos os outros. Como ganhei o jogo em um amigo secreto, com certeza vou jogar ele um dia.

Neverwinter Nights é outro jogo que me desperta interesse. Nunca nem encostei nele, mas vi um amigo jogando há um tempão e me despertou grande curiosidade. Aliás, isso se aplica a muitos jogos de RPG ocidentais, pensando nos mais clássicos. Devem ter vários que estou me esquecendo.

Persona 5 é outro que quero jogar algum dia. Depois de me apaixonar pelo 4 (a ponto dele ganhar este texto aqui) e de curtir o 3 que joguei depois, fiquei bastante interessado no 5. Principalmente por ele se passar em Tóquio e, pelo que dizem, passar a sensação de estar na cidade. Tornou-se um pecado que pretendo me redimir em breve

Também pretendo um dia conhecer Pillars of Eternity. Justo, não? Dizem que ele tem a mesma pegada de Baldur’s Gate, como não iria me despertar interesse? Sei que existem muitos fãs do jogo espalhados ao redor do globo, se você for um deles, manifeste-se nos comentários.

Uma série que não explorei o bastante foi The Elder Scrolls. Embora eu tenha jogado bastante o quarto (Oblivion), mesmo não fazendo a campanha principal completa, nunca encostei em Morrowind ou Skyrim. Por incrível que pareça eu tenho mais curiosidade com o Morrowind, sempre ouvi falar muito bem dele, só não sei se a barreira do tempo pode me impedir de querer jogar.

Um dos jogos do gênero que é bastante aclamado e que eu deixei passar foi The Last Story. Ele quase entrou na lista principal, mas achei que existem outros aí que doem mais em mim não ter jogado. Fora que um exemplar original deste jogo deve custar uma casa, então prefiro não me martirizar por isso.

Existe uma grande discussão se a série The Legend of Zelda é RPG ou não. Sem querer entrar neste mérito, existe um jogo da série que eu considero um pecado e eu quero colocar como menção honrosa deste post, que é o A Link to the Past. A verdade é que até hoje eu só joguei Breath of the Wild e achei ele tecnicamente incrível, embora em outros pontos eu não tenha ficado tão empolgado quanto muita gente por aí. Mesmo assim, um dia vou experimentar o clássico do SNES.

Ah, outro que eu me culpo não ter jogado é Vagrant Story. Eu até comecei, joguei bastante e por alguma razão que não me lembro acabei me cansando. Acho que na verdade eu entrei numa fase corrida da vida, pois era último ano de faculdade e tudo mais, acho que acabei priorizando outras coisas e daí o interesse sumiu com o tempo. Quero voltar a tentar ele um dia.

Pra fechar a lista, ainda naquela dúvida se são RPGs ou não, tem as séries Diablo e Torchlight.

Eu joguei bastante o primeiro e o segundo Diablo, mas não terminei nenhum dos dois. Somente o terceiro e foi uma grande decepção. Só que o segundo eu acho muito bom, não sei porque não fui até o fim. Quem sabe pego a versão remastered que foi anunciada e me livro deste pecado?

Torchlight me interessa porque sempre ouvi falar bem, especialmente por fãs de Diablo, inclusive pelos que não gostaram do Diablo III. Parece que as chances de eu curtir são boas.

Ufa, é isso! Fim da minha vergonhosa lista!

Sei que ela parece grande, porém suspeito que ela é ainda maior. O gênero está cheio de preciosidades que eu não lembro ou mesmo nem sei que existe, independentemente se vieram do Oriente ou do Ocidente. Pior que são sempre jogos muito longos, e a tendência é que eu tenha cada vez menos tempo na vida para jogá-los. É duro ter que se conformar com isso, mas reclamar também não vai mudar nada.

Bem, encerro por aqui.

Compartilhem os pecados de vocês e digam o que acharam da minha lista, se concordam ou não com ela e o que mais quiserem compartilhar. O espaço dos comentários é sempre de vocês!

Obrigado pela leitura e até o próximo post!

Abraços

Sobre Gamer Caduco

Apenas mais um cara que nasceu nos anos 80 e que desde que se conhece por gente curte muito videogames, não importa a geração.
Esta entrada foi publicada em Assuntos Aleatórios, Jogos, Pecados Gamísticos com as etiquetas , , , , . ligação permanente.

Uma resposta a Pecados Gamísticos: Jogos de RPG

  1. aki é rock diz:

    Eu te entendo viu Caduco não ter jogado esses jogos pois a nossa vida bem corrida e que os rpgs consomem muito tempo que hoje em dia é bem precioso e temos que analisar o que jogar. Pois temos que trabalhar e cuidar das nossas famílias e nesse meio tempo tentar ver se consegue jogar um pouquinho não é fácil né.

Deixe seu comentário sobre este post!

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s