BGS – Brasil Game Show 2015

BGS-logo

Olá para todos!

Mais uma vez tive o prazer de estar presente na maior feira de jogos da América Latina, a Brasil Game Show, também conhecida como BGS. Mais uma vez a feira ocorreu em São Paulo, na Expo Center Norte.

Se em 2013 tive a companhia do Tchulanguero lá do Vão Jogar! e em 2014 tive a companhia do pessoal do Retroplayers, em 2015 eu pude juntar todos estes pra curtir o evento. Do segundo site foram no mesmo dia que eu o Sabat, Rokuman Senpai e o TH, além do Visionnaire que eu não conhecia pessoalmente.

Ainda de quebra pude conhecer pessoalmente também a Lica – que também é fã e coleciona Sonic, diga-se de passagem – lá do site Porca Flamejante e também o Mano Beto do Grupo Game Sênior, ambos muito bacanas. E ainda tive uma surpresa no fim do evento e conheci também o Ataliba lá do Noobz, mas só fiquei sabendo no dia seguinte que era ele. Longa história.

Olha aí o Ataliba e eu. Se soubesse quem era na hora, eu que tinha pedido pra tirar a foto! [risos]

Olha aí o Ataliba e eu. Se soubesse quem era na hora, eu que tinha pedido pra tirar a foto! [risos]

Estive somente no dia liberado apenas aos membros da imprensa, convidados e quem comprou ingressos VIP, que foi o primeiro do evento. Lembrando que a BGS rolou de 08 a 12 de Outubro.

Falando sobre o evento em si, primeiro tenho que parabenizar o staff pela melhora significativa da organização interna do evento. Bastante espaço pra circular, os estandes estavam bem espaçosos (o que permitiu organizar bem as filas), a praça de alimentação cresceu e estava com muitas boas opções e não vi nenhuma confusão, conseguiram inclusive dedicar um espaço aos Youtubers para evitar o que ocorreu na edição anterior do evento. Claro que respondo tudo isso pelo dia de imprensa que é mais calmo, mas pelo que andei lendo por aí e soube pelos meus espiões fiéis que estiveram no evento nos outros dias tudo correu tranquilamente, mesmo com o grande público presente.

Ao mesmo tempo, fica aqui uma crítica referente à organização externa da feira. Primeiro quanto à chegada. Muita gente passou pela mesma situação que eu, foi para o evento usando transporte público, indo em direção ao Terminal Tietê / Estação Portuguesa-Tietê.

Dentro do terminal mais uma vez não tinha nenhuma referência a onde pegar o fretado gratuito que levaria ao evento. Também não encontrei a informação no aplicativo para celular (isso, claro, pode ser minha culpa). No fim vi bastante gente perdida, o local para pegar o ônibus não era o mesmo que nos últimos anos e nada foi informado.

No mesmo dia estava ocorrendo um evento chamado Salão Duas Rodas, que confesso desconhecer. Dentro da estação o que não faltava era gente informando onde pegar o fretado para este evento. Mas e da BGS? Nada. Somente um rapaz segurando uma placa na avenida onde os fretados estava parando. Porém, o metrô não possui uma saída só, ainda acho que faltou uma indicação melhor. Sem crise, ano que vem será em outro espaço (São Paulo Expo, na Zona Sul – Rod. dos Imigrantes), espero que organizem isso melhor.

A parte da volta também teve problemas. Uma bagunça para pegar todo mundo na saída do evento para o Terminal, ônibus que priorizou algumas pessoas sem maiores explicações (ouvi boatos de que era fretado particular destas pessoas, mas era da mesma companhia fretada pela organização, tinha propaganda de jogo e tudo). Ficou um bocado confuso. Mas, mais uma vez, nada de mais, fica só de dica para ser melhor pensado em 2016, ainda mais em um novo local.

Também soube de casos que ocorreram no estacionamento do evento, mas isso infelizmente está mais para como as coisas acontecem no nosso país do que qualquer outra coisa. Não vou me prolongar ou vão aparecer os torcedores partidários aqui e aí já viu, né?

Bem, voltando para o lado de dentro do evento…

A BGS contou com diversos estandes de empresas importantes para a indústria dos games como a dupla rival Sony e Microsoft, com seus estandes Playstation e XBOX respectivamente, além da Ubisoft, EA, Capcom, entre outros.

Estande da Americanas. O único lugar onde vi algo da Nintendo (especialmente campeonatos de Super Smash Bros).

Estande da Americanas. O único lugar onde vi algo da Nintendo (especialmente campeonatos de Super Smash Bros).

Também contou novamente com a presença da Saraiva e Americanas, fora o espaço dedicado aos produtores e desenvolvedores independentes, praça de alimentação (já mencionada), exposição da coleção do organizador – Marcelo Tavares – e uma área de máquinas de Arcade bem bacana. Esta última eu só usei pra jogar Pump it Up. E foi um fracasso, não tenho mais a mesma disposição física de 12 anos atrás, quando era viciado no jogo. A vida tem dessas coisas, né? Pelo menos o Tchulanguero se divertiu assistindo e fotografando…

Eu não tenho mais o mesmo fôlego de antigamente - Imagem gentilmente afanada do Vão Jogar!

Eu não tenho mais o mesmo fôlego de antigamente – Imagem gentilmente afanada do Vão Jogar!

Sobre o que andei curtindo de novidades e outros…

Street Fighter V

Street Fighter V - melhor jogo da feira, na minha humilde opinião.

Street Fighter V – melhor jogo da feira, na minha humilde opinião.

Gente, sério, que jogo! O leigo enxerga este jogo como mais um Street Fighter, diz que os gráficos pouco mudaram e outras coisas que não são tão importantes. O leigo plus (meu caso) percebe que este jogo tem um diferencial, que tudo funciona muito bem e é uma delícia de ser jogado. Quem está acima destes níveis está dando pirueta com a qualidade apresentada.

Primeira coisa que jogamos foi isso. Fugi do meu amigo que mais me espancou em jogos de luta desde 2002, o TH (Retroplayers) o máximo que pude e escolhi como adversário o Tchula. Altas surras nele. Sorry, Tchula, eu tinha que contar isso aqui. Mas o legal foi que pudemos jogar várias vezes, a fila era pequena. Vantagens da data.

Pouco tempo depois de experimentarmos o jogo, o estande da Sony chamou todos para a apresentação do game. Primeiro falou o Peter Rosas, que está atuando como Co-Produtor no projeto, além também do papel de gerenciar a comunidade do jogo, algo que ele conhece bem de seus tempos de pro gamer ComboFiend. Ele falou mais sobre movimentos, skills e outros detalhes técnicos importantes do jogo.

Momento em que o Ono começou a fazer bagunça lá na feira. Foi muito bom! O cara é uma figura!

Momento em que o Ono começou a fazer bagunça lá na feira. Foi muito bom! O cara é uma figura!

Depois subiu ao palco o extremamente simpático e carismático Yoshinori Ono, atual produtor da série. Vestido de Blanka e com anteninhas que mais lembravam o Chapolim Colorado. Sério, não tem como não adorar esse cara! Logo de cara ele pediu para que a gente fingisse não saber sobre a existência da Laura, personagem que seria oficialmente anunciada.

Dessa vez não deu pro "brasileiro" Blanka e nem pro brasileiro Sean.

Dessa vez não deu pro “brasileiro” Blanka e nem pro brasileiro Sean.

Durante a apresentação, várias piadas referentes a quem seria este novo personagem? Blanka? Não! Sean? Não! Yoshinori Ono? Não também! Com tudo isso a galera ria e vibrava. Na sequência ainda colocou como candidata a personagem Blana, que seria a versão feminina do Blanka (parecia a fusão dele com a/o Poison). A maioria gargalhou.

Depois de tudo isso, finalmente a personagem foi apresentada. Seus golpes, sua relação com o jiu-jitsu e por aí vai. Peter Rosas deu os detalhes técnicos. Depois o Ono voltou a falar, fez um quiz super divertido sobre os jogos da franquia e distribuiu prêmios aos acertadores. E eu não ganhei minha toalha laranja! Droga! Pior que até cueca de Street Fighter rolou, o que gerou piadas por parte do Ono, claro!

Laura finalmente anunciada de forma oficial.

Laura finalmente anunciada de forma oficial.

Em seguida disse que teria duas surpresas. Mostrou uma estátua da personagem muito bem feita e anunciou que ela estaria desbloqueada a partir desse momento nas máquinas onde o jogo estava rodando (inclusive em estandes além do montado pela Sony).

Nem preciso dizer que a fila lotou, não? Cheguei lá e já tinha gente jogando Laura vs Laura adoidado. Segundo o rapaz que estava trabalhando no estande, o Tchulanguero e eu estivemos entre os 50 ou 60 primeiros do mundo a jogar com a personagem. Bacana, não? Desculpa aí.

Laura wins! Aqui já tinha jogado com ela. A mulher é forte pra diacho!

Laura wins! Aqui já tinha jogado com ela. A mulher é forte pra diacho!

A personagem é muito bacana de se jogar, vocês verão quando tiver a oportunidade. Guardem seus comentários maliciosos sobre estilo, curvas ou qualquer outra coisa pra depois que de fato controlarem a personagem ou levarem uma surra dela, antes disso recomendo o silêncio. Pré julgamento normalmente faz a gente dizer muitas bobagens. Eu que o diga sobre Super Mario Galaxy, né?

Desculpem ter sido tão prolixo e detalhista com essa parte, mas eu precisava contar como foi. Foi o momento mais épico de todas as BGSs que presenciei!

Ah, teve a famosa foto do Shoryuken. E eu fiz parte dela. Mas não me achei na foto. Ainda assim, roubei do Twitter do Ono, que ele me perdoe por isso. Créditos totais pra ele.

Peguei a foto lá do Twipple do Ono. Alguém consegue me achar aí? Eu não consegui.

Peguei a foto lá do Twipple do Ono. Alguém consegue me achar aí? Eu não consegui.

Chega de falar de Street Fighter V, né? Mesmo ele sendo a melhor coisa da BGS 2015.

Playstation

Estande Playstation.

Estande Playstation.

O estande da Sony ainda tinha algumas outras coisas bacanas. Eu não joguei mais nada, confesso. Mas lá estavam para serem experimentados o novo Cavaleiros do Zodíaco, PES 2016, Dark Souls III, Star Wars Battlefield Battlefront, entre outros. Destaque negativo pra God of War III Remastered. Sério, pra quê? Cadê o Horizon: Zero Dawn? Nadica de nada dele, e era o jogo que mais queria ver. Que pena…

XBOX

Rise of the Tomb Raider só em sala fechada. Desculpem, todas as fotos que tirei da bela moça interpretando a Lara Croft saíram tremidas. Destaque para a cabeça mística no canto direito da foto.

Rise of the Tomb Raider só em sala fechada. Desculpem, todas as fotos que tirei da moça interpretando a Lara Croft saíram tremidas. Destaque para a cabeça mística no canto direito da foto.

De cara entramos na fila do Rise of the Tomb Raider. Um mistério enorme, sala fechada, poucos entravam, passava um tempo e todos saíam (eu acho). Ficamos uns 40 minutos na fila, jurávamos que era somente uma apresentação de portas fechadas e nada mais. Mas não, tinha lá o jogo pra jogar!

Gente, que jogaço! Acabei lembrando que não joguei o tal reboot para PS3/X360 ainda e que preciso fazer isso logo, mas o novo jogo está impecável. De verdade. Ótimo pra quem curte um jogo de aventura.

Saindo de lá demos uma volta no estande e eu vi algo que eu precisava muito jogar, que eu tinha me esquecido e tinha enormes expectativas: Cuphead.

O jogo é sim tudo aquilo que eu imaginava. Desafio, gráficos lindos e uma diversão ilimitada especialmente para jogatina em dupla. Porque multiplayer local cooperativo é algo que me traz uma saudade enorme e tentar derrotar os chefes com poucos recursos em dois foi ótimo! Disse poucos recursos pois o rapaz que estava apresentando o jogo disse que na versão completa teríamos mais armas, mais vida, mais especiais, etc.

Não pense que é fácil, pois não é. Definitivamente. Mas é extremamente divertido e viciante!

Não pense que é fácil, pois não é. Definitivamente. Mas é extremamente divertido e viciante!

Sinceramente? Podia deixar desse jeito mesmo que eu ia adorar, mas gosto da ideia de disponibilizarem mais recursos e deixar o jogo mais “inclusivo”, mantendo a possibilidade de deixar o desafio pra quem não quiser essas melhorias. Se for assim mesmo, genial! Mal posso esperar pelo lançamento do game, foi com certeza o medalha de prata do evento na opinião do tiozinho aqui.

O estande também contava com jogos como Final Fantasy XV (que estava com um framerate baixo ao meu ver e incomodou sim, apesar de eu não ligar pra essas coisas), o novo Metal Gear (que confirmou que eu não consigo mesmo gostar da franquia, desculpem aí), Batman, Forza, Mad Max, e… eu acho que eram esses mesmo. Só tentei o Metal Gear mesmo.

Outros

No estande da Warner joguei um pouco de Mad Max. Jogo competente, mas acho que não é pra mim. Fico tentado a fazer somente besteira em jogos de mundo aberto. De qualquer forma, recomendo!

Também joguei mais um pouco de Street Fighter V (pois é) no estande da Capcom, mas com arcade stick. Nem hadouken consigo soltar com essa coisa, claro que perdi por culpa dele. Não foi porque perco pra mesma pessoa o tempo todo desde 2002. Alguém conhece um bom psicólogo?

Área Indie Independente

Sensacional terem aumentado a área de produtores e desenvolvedores independentes no evento. Não, eu não vou usar o termo, eu não gosto dele.

Eu fui pra BGS com o intuito de passar a maior parte do tempo conversando com o pessoal desta área, mas o SFV sugou minha alma pra outra dimensão (não confundam com Cavaleiro de Gêmeos) e eu acabei deixando quase todo resto de lado. O que é uma droga, estou um pouco arrependido disso. Queria ter batido mais papo com o pessoal de lá.

Lembro de ter visto de longe o Aritana, que tenho curiosidade de conhecer. Vacilei de não ter jogado. Lembro também do rapaz vestido de cavaleiro que nos contou a sinopse do jogo que estava representando, Don’t Kill the Knight. Foi muito bacana.

Porém, a maior parte do tempo que fiquei lá na área, estive no estande da Messier Games, vendo uma impressora 3D trabalhar, conhecendo um pouco sobre seus jogos e twittando feito um louco pro Saci dar uma voadora de duas pernas na Cuca no Kriaturaz.

Estande da Messier Games com o Kriaturaz.

Estande da Messier Games com o Kriaturaz.

Sim, meus caros, um dos jogos da empresa tem a ver com o folclore brasileiro. Mas antes que vocês desfaçam a careta que acabaram de fazer, saibam que a arte do jogo está impressionante, galera está mandando bem e a temática foge das coisas estranhas que a gente vê na literatura infantil e parte pra algo mais a cara de jogos eletrônicos mesmo.

O jogo em si tem uma ideia simples, porém divertida. Você coloca em um tweet a hashtag da empresa seguido de quem vai aplicar o golpe, o golpe em si (que deve estar entre as palavras esperadas pelo jogo, como soco, voadora, chute, pontapé e por aí vai) e um complemento qualquer.

Eu me empolguei um pouco no Twitter...

Eu me empolguei um pouco no Twitter…

Foram tantos golpes na Cuca que rendeu até a piada de que eu seria preso pela Lei Maria da Penha. Mas é que o Saci está muito bem feito, ele tinha que ganhar a luta. Nada contra a Cuca que estava com visual bem bacana também.

Também existe um jogo de mesma temática mas outro estilo de gameplay para mobile, que é o carro chefe da empresa em desenvolvimento, mas… droga, esqueci de jogar! Maldita Capcom e seu jogo de luta perfeito!

Impressora 3D trabalhando...

Impressora 3D trabalhando…

Bem, eu acho que é só tudo isso que eu tenho pra falar da BGS de 2015. Uma pena que não consegui aproveitar tudo que queria, o tempo passou muito rápido. Mas foi ótimo para rever amigos que moram distantes (e até os que andam sumidos), conhecer gente que só tinha contato virtualmente ou nunca tinha falado, jogar algumas novidades e me divertir um bocado.

Duro foi a dor no pé e coluna que fiquei depois. Coisas da idade.

Ah sim, se tudo isso não foi suficiente pra vocês sobre o evento, cliquem aqui e Vão Comentar! lá no Vão Jogar! Mas comentem aqui antes, né? Não esqueçam do velho Caduco.

Espero que tenham gostado e tomara que eu consiga encontrar vocês na BGS de 2016.

Vou ficando por aqui.

Grande abraço a todos e até o próximo post!

 

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Sobre Gamer Caduco

Menino novo, com mais de 30 anos de idade, fanático por games de todas as gerações.
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5 respostas para BGS – Brasil Game Show 2015

  1. Ulisses 8Bit disse:

    Grande texto Cadu!
    Legal vc ter encontrado o pessoal retrogamer por lá.Eu espero que as Americanas não levem um BAN da Nintendo, onde já se viu, levar seus produtos para uma feira de games e pior…vendê-los!!! kkkkkkk essa Nintendo é complicada viu…
    Admiro quem consegue pilotar essas máquinas de pump it up, eu fujo delas kkkkkkk
    Rapaz leigo plus é nova pra mim, seria um leigo menos leigo, certo? 🙂
    Bom saber que os brasileiros tiveram acesso a jogar com Laura antes de outros.

    A dúvida que fica é se com tantas “estrelas” o jogos da série Street fighter ainda vão conseguir emplacar algum novo personagem com o mesmo carisma dos iniciais lá do street 2 turbo.
    Valeu pelas dicas da BGS Cadu!

    • Gamer Caduco disse:

      Então Ulisses, o pior que a Americanas não estava vendendo nada de Nintendo, era mais os jogos mesmo que faziam parte de disputas entre os gamers que estavam lá na arquibancada e palco. Especialmente Super Smash Bros. Acho que faltou esclarecer isso no meu post, vou corrigir lá.
      Sobre Pump, o jogo é tranquilo, desde que vc esteja em forma… algo que não acontece mais com pessoas idosas e sedentárias que nem eu! huauauhahuahua
      Leigo plus é basicamente isso: é o cara que joga por jogar, eu inventei isso na hora de escrever mesmo… kkkkk
      Compara alguém que é especialista em jogos de luta com um cara que joga de vez em quando pra tirar um lazer. E esse que joga por lazer com o outro que joga só quando vai na casa de algum amigo. É basicamente isso: Especialista, Leigo Plus e Leigo, respectivamente… rs
      Rapaz, não sei quanto a personagens que poderiam emplacar como os clássicos do 2, acho que vivemos outros tempos. Talvez as gerações mais jovens de jogadores idolatrem personagens do 5 da mesma forma como idolatramos do 2 no futuro. Difícil saber… hehe
      Valeu Ulisses!

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