Meme – O Que Você Jogou em 2019? #OQVJ2019

Feliz ano novo, caríssimos leitores!

Como foram de festas de fim de ano? Animados para 2020?

Mantendo a tradição que segue neste e diversos outros blogs, sites, canais, podcasts e qualquer outra forma de mídia que eu possa estar esquecendo, chegou a hora de falarmos sobre os jogos que jogamos no ano que passou.

A brincadeira começou pra valer lá no ano de 2011 e sempre contou com a organização feita pelo blog Marvox Brasil, já que a iniciativa foi dele naquele ano. Mas a verdade é que é uma brincadeira de todos para todos, época de confraternização entre todas estas mídias e trocas de links para que todos os leitores/espectadores/ouvintes possam conhecer mais e mais formas de falar sobre videogames com outros apaixonados por esta forma de entretenimento. A gente centraliza no Marvox porque precisamos que alguém organize a suruba coisa pra que dê certo, não é verdade? Agora o lance mesmo é da comunidade. Como diria o próprio Marvox: “O Meme é da galera”! E eu complemento com: “O Meme é da galera para a galera”!

Enfim, falando sobre o meu ano, 2019 também teve uma lista extensa de jogos jogados até o fim, como foi em 2018. A diferença é que este ano que passou eu não consegui manter o equilíbrio entre jogos novos e velhos, como fiz no ano anterior. O motivo disso é que no segundo semestre eu passei muito mais tempo jogando em transporte público do que em casa. Usei muito do meu tempo com estudos e outras prioridades. Então não assustem com o tamanho da lista, ela é mais numerosa em quantidade de jogos do que em quantidade de horas jogadas. Podem ver que boa parte da lista é composta por jogos curtinhos. Essa falta de tempo deve se manter até Setembro desse ano pelo menos, então o post do Meme de 2020 deve ficar bem parecido.

Gostei muito de conseguir desafogar minhas listas de Master System e Mega Drive, embora eu ainda tenha muita coisa pra jogar nas duas plataformas. Organizei o que queria jogar e fui atacando a lista da melhor forma possível, dependendo de como estava no momento que terminava um jogo e estava para escolher o próximo. Agora preciso fazer o mesmo com o Super Nintendo. Lembrando que eu já tinha começado essa ideia em 2018 com o Nintendinho. Ainda tenho vários jogos dele pra jogar também. Muitos jogos, pouco tempo!

Fiz uma leve mudança em relação aos anos anteriores, tentando deixar mais evidente o que eu achei de cada jogo com poucas palavras. Isso pra ajudar vocês que também devem estar sem tempo pra ler um texto desse tamanho. Assim vocês já vão ter uma impressão do que achei só de bater o olho e, caso interesse saber mais, podem ler a descrição logo abaixo. Espero que ajude de alguma forma!

Agora chega de introdução, vamos à lista!

XCOM 2 (Playstation 4)
Marvel’s Spider-Man (Playstation 4)
Bloodstained: Curse of the Moon (Switch)
Battletoads (NES)
Sonic Labyrinth (Game Gear)
Dragon Ball FighterZ (Playstation 4)
Fantasy Zone II: The Tears of Opa-Opa (Master System)
Sonic the Fighters (Playstation 3)
Sonic Blast (Master System)
Sonic Jam (Saturn)
Escaped Chasm (PC)
Sonic R (Saturn)
Woody Pop (Game Gear)
Virtua Fighter Animation (Master System)
Submarine Attack (Master System)
Enduro Racer (Master System)
Tempo Jr. (Game Gear)
R.C. Grand Prix (Master System)
Captain Toad: Treasure Tracker (Switch)
Battle OutRun (Master System)
Taz Mania (Master System)
Astérix and the Secret Mission (Master System)
South Park: The Fractred But Whole (Playstation 4)
Ayrton Senna’s Super Monaco GP II (Master System)
Hollow Knight (Switch)
Phantasy Star IV (Mega Drive)
Full Throttle Remastered (Playstation 4)
Super Mario Maker 2 (Switch)
ToeJam & Earl – Back to the Groove (Switch)
Valis: The Fantasm Soldier (Mega Drive)
Bare Knuckle III (Mega Drive)
Rambo III (Mega Drive)
The Flintstones (Mega Drive)
Mega Bomberman (Mega Drive)
Sonic Pocket Adventure (Neo Geo Pocket Color)
Pulseman (Mega Drive)
Magical Taruruuto-Kun (Mega Drive)
Shadow Blasters (Mega Drive)
Sonic Shuffle (Dreamcast)
Valkyria Chronicles 4 (Switch)
Valis III (Mega Drive)
Sonic Adventure 2 Battle (Playstation 3)
Sunset Riders (Mega Drive)
Shinobi III: Return of the Ninja Master (Mega Drive)
ESWAT: City Under Siege (Mega Drive)
Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars (Super NES)
Mario Kart Tour (Android)

XCOM 2 (Playstation 4)

Gênero: Tactical RPG
O que é: Aquele jogo tático de tiro que o seu soldado erra um tiro com 99% de chances de acertar e o alien controlado pela IA acerta um tiro com 10% de chances. O tempo todo. E ainda assim é divertido!
Jogado quando: De Dezembro/2018 até Fevereiro/2019
O que achei: bem legal.

Estava numa pilha grande para jogar XCOM 2, basicamente desde que soube do lançamento. Gostei bastante do primeiro, mesmo com todos os problemas que ele tem. O segundo ainda mantém alguns, tipo os percentuais de acerto que não são lá tão precisos. Ainda assim é um tipo de jogo que me diverte muito. Altos momentos de revolta e resets quando alguém do esquadrão morria. De jeito nenhum meu time pode deixar soldados pra trás. Recomendo sim para quem é fã de jogos táticos por turno. Mas confesso que só joguei ele por ter ficado gratuito para assinantes da PS Plus em um passado não tão distante.

Marvel’s Spider-Man (Playstation 4)

Gênero: Aventura / Ação / Mundo Aberto
O que é: A melhor representação de Nova York feita para videogames e o herói da vizinhança resolvendo todas as tretas que aparecem por lá, dentro da história ou não.
Jogado quando: De Fevereiro até Março
O que achei: sensacional!

Eu já tinha ouvido falar bastante do jogo, lido bastante a respeito e a minha curiosidade foi só aumentando, mesmo que eu não seja lá grande fã de jogos de mundo aberto. Nunca fui. Aí eu aproveitei que uma loja próxima de onde moro fez um evento para que as pessoas levassem os usados e comprassem jogos com o crédito obtido. Levei alguns meus que não fazia mais questão e bati um papo com uma galera da comunidade de jogadores que está sempre presente na Internet. Entre os jogos obtidos com os créditos da trocar estava Marvel’s Spider Man.
Rapaz, que jogo! Não é uma representação totalmente fiel de Manhattan, mas os caras fizeram um trabalho tão bem feito que parece que é tudo de verdade. Mesmo com a inclusão da torre dos Vingadores. A história em si é bem legal, a narrativa também, os controles são muito bons, as missões principais são divertidas e as secundárias são convidativas. Gráficos e som sensacionais. O resultado de tudo isso? Fiquei tão empolgado que platinei o jogo. Não que seja difícil, mas envolve tempo e um pouco de dedicação. E eu fiz com prazer, a ponto de dar um gostinho amargo ver o troféu de platina pipocando na tela. Se desse, jogaria mais. Ai se as DLCs não fossem caras, juro que as comprava pra voltar para aquele mundo. Um dos melhores jogos que joguei em 2019 e recomendo com prazer.

Bloodstained: Curse of the Moon (Switch)

Gênero: Plataforma 2D / Ação
O que é: Baita homenagem ao Castlevania III de NES, com outra roupagem, múltiplos finais e dificuldade bem menor que a do clássico, mas ainda assim na medida.
Jogado quando: Março
O que achei: bem legal!

Aproveitando uma promoção na eShop e apoiado em uma série de análises positivas sobre o jogo, decidi jogar Bloodstained este ano. Não o principal financiado pelo Kickstarter, mas a homenagem aos jogos de 8 bits da franquia que foi feita neste meio tempo entre o lançamento da campanha e a entrega do jogo “principal”. E se no ano passado havia encarado os dois primeiros Castlevania de NES, como não dar atenção a este jogo?
Eu gostei bastante da experiência, embora ele seja um jogo bem tranquilo de se terminar e fazer todos os finais. Diverte um bocado, mecânica competente, gráficos e sons que remetem ao Nintendinho, muitas coisas criativas no meio do pacote todo. Como não gostar, né?
Se encontrarem alguma promoção e gostarem dos jogos clássicos já mencionados, é uma recomendação e tanto.

Battletoads (NES)

Gênero: Plataforma 2D / Ação / Aventura / Masoquismo
O que é: Você sabe o que é Battletoads, com certeza sabe. Sabe o que é Turbo Tunnel. Eu definitivamente não preciso explicar para vocês.
Jogado quando: De Dezembro/2018 até Março/2019
O que achei: espetacular!

Eu me preparei pra ele. Eu fui atrás de Contra, de Castlevania, de Ninja Gaiden 2. Treinei os músculos dos meus dedos ao som de Gonna Fly Now. Tudo isso para depois encarar o meu maior algoz, Battletoads. Sim, eu consegui pela primeira vez em 2019 terminar um dos jogos que mais assustam a comunidade de gamers. A experiência eu descrevi neste post, recomendo que façam a leitura. Só digo que toda pessoa que gosta de um bom desafio deveia dar a si mesmo a oportunidade de tentar encarar este jogo pra valer uma vez na vida. Pelo menos uma vez. É uma experiência incrível!

Sonic Labyrinth (Game Gear)

Gênero: Aventura (Isométrico)
O que é: Um dos jogos mais subestimados da franquia Sonic the Hedgehog, onde o herói precisa sair do labirinto criado pelo Dr. Robotnik e recuperar sua velocidade, num esquema de jogo bem parecido com Super Monkey Ball e similares.
Jogado quando: Março
O que achei: surpreendentemente bom!

Contrariando o que a maioria pensa (inclusive a minha primeira impressão de muitos anos atrás), gostei do jogo. Para não me prolongar muito, recomendo a leitura do post que fiz sobre a minha experiência com ele.

Dragon Ball FighterZ (Playstation 4)

Gênero: Luta 2D
O que é: Um dos maiores responsáveis pelo esmagamento alucinado de botões dentre os jogos de luta já inventados; e o jogo de luta de Dragon Ball Z mais emocionante que já joguei.
Jogado quando: De Março até Abril
O que achei: gostei!

Já tinha jogado a demo do jogo e gostado, então aproveitei uma daquelas promoções e comprei o jogo. Comecei ele de imediato e fui jogando o modo história até desbloquear tudo. Gostei pra caramba da experiência, mas achei o jogo um pouco desbalanceado para jogatinas multiplayer. Tanto que entrei no online uma única vez. Perdi, claro. Sou péssimo em jogos de luta. Mas para a experiência single player, é um jogo bastante divertido!


Ano passado eu fiz uma mini maratona com jogos de NES e joguei até o fim uma porção de jogos muito bons que eu não tinha dado a devida atenção ou mesmo nunca tinha jogado antes. Ela terminou com Battletoads, que no fim das contas era o meu maior objetivo de superação dentro dos games. Após alcançar este objetivo, resolvi atacar os consoles de 8 Bits da SEGA, tanto o Master System quanto o Game Gear. Esta mini maratona começa aqui.


Fantasy Zone II: Tears of Opa-Opa (Master System)

Gênero: Shoot’em Up (Shmup) / Cute ‘em Up
O que é: Aquele jogo bonitinho que parece bobinho, tudo é coloridinho e parece inofensivo, mas que é infernal de difícil.
Jogado quando: Abril
O que achei: adorei!

Eu já sou fã deste jogo desde moleque, culpa daquele anime antigo chamado Akai Koudan Zillion. Já falei disso por aqui. Posso afirmar que dá um baita de um trabalho terminar este jogo, eu perdi as contas de quantos Game Over eu vi até conseguir chegar nos créditos. Confesso que ativei o turbo do botão, mas fiz isso sem peso na consciência porque o Master System tinha o Rapid Fire (acessório que transformava qualquer controle em turbo). Configurei o turbo numa velocidade próxima, inclusive. E mesmo assim perdi toneladas de vidas neste jogo, passei um nervoso tremendo e comemorei feito um louco quando derrotei o último chefe. Finalmente venci um de meus maiores algozes. Recomendo fortemente este jogo pra quem gosta de shmups, não se deixem enganar pelos gráficos fofinhos. Que são bem bacanas, por sinal. Aliás, a trilha sonora dele é muito boa também! Recomendadíssimo!

Sonic the Fighters (Playstation 3)

Gênero: Luta 3D
O que é: Basicamente o Virtua Fighter com personagens da franquia Sonic the Hedgehog, com muito mais humor.
Jogado quando: Abril
O que achei: curti!

Um spin-off totalmente maluco da franquia Sonic the Hedgehog que eu joguei pouco, mas suficiente pra capturar minha experiência dentro do post da Maratona Sonic. Post que recomendo a leitura!

Sonic Blast (Master System)

Gênero: Plataforma 2D
O que é: Provavelmente o pior Sonic de Plataforma. Sim, talvez pior que Sonic 4.
Jogado quando: Abril
O que achei: sem graça.

Um dos piores jogos da franquia Sonic, super sem graça e cheio de pequenos problemas que me incomodaram. Mais detalhes no post que fiz do jogo para a Maratona Sonic.

Sonic Jam (Saturn)

Gênero: Coletânea / Aventura 3D / Mini Games
O que é: Coletânea com os jogos lançados para o Mega Drive (reprogramados e com versões que tem coisas a mais) e mais um mundo 3D para explorarmos e cumprirmos mini games.
Jogado quando: Abril
O que achei: bacaninha.

Não esperava, mas me diverti um bocado neste jogo com o modo Sonic World. Também vou deixar aqui o link para o post da Maratona Sonic para quem quiser maiores detalhes.

Escaped Chasm (PC)

Gênero: RPG (?)
O que é: Uma espécie de prequela de um game que ainda não saiu, como se fosse uma demo para despertar a curiosidade dos jogadores. Foi criado pela artista que criou o visual de Undertale.
Jogado quando: Abril
O que achei: interessante!

Um jogo feito pela artista do Undertale e do Deltarune, com alguma participação do Toby Fox (criador dos dois jogos) na parte musical. Uma experiência curta e interessante, basicamente um RPG quase nos mesmos moldes dos outros jogos citados onde controlamos uma solitária garota e coisas estranhas/sobrenaturais ocorrendo na casa dela e nas proximidades. Não vou dar muitos detalhes mais para não estragar a experiência de vocês, mas o jogo tem quatro finais diferentes. Vale mencionar que ele é gratuito, só baixar neste link e se divertir. Embora você possa fazer doações para a criadora, caso queira. Recomendo para quem gosta de jogos do gênero.

Sonic R (Saturn)

Gênero: Corrida 3D… A PÉ!!!
O que é: EVERYBODY SUPER SONIC RACING TRY GOTTA KEEP Y… ops… Jogo de corrida 3D da série Sonic the Hedgehog em que os personagens correm a pé, é totalmente inovador e infelizmente nunca foi devidamente continuado.
Jogado quando: Janeiro e depois Abril
O que achei: bom demais!

Mais uma vez contrariando boa parte das pessoas que me falou que o jogo não é nada de mais, eu me apaixonei fortemente por Sonic R mesmo tendo conhecido ele somente este ano. Foi uma das experiências mais divertidas que tive dentro da franquia nos últimos anos. Recomendo mais uma vez a leitura do post que fiz para a Maratona Sonic caso vocês queiram ter mais detalhes. Recomendo também que todos tenham uma experiência com este jogo assim que puderem, mas façam isso de coração aberto e terão sensação similar com a que tive com certeza.

Woody Pop (Master System)

Gênero: “Breakout Clone”
O que é: Praticamente o Breakout da SEGA, com múltiplos caminhos para chegarmos até o final.
Jogado quando: Maio
O que achei: divertido!

Quando ganhei o Game Gear dos meus pais, um dos jogos que vieram junto com ele foi Woody Pop. Inclusive, ainda tenho o mesmo cartucho! Joguei muito ao longo da vida e mesmo assim não lembrava se já o tinha terminado, então resolvi tentar a façanha. Só que este ano optei pela versão do Master System. Pra quem não conhece, é basicamente um clone de Breakout (ou Arkanoid) feito pela SEGA para seus consoles de 8 Bits. Tão divertido quanto, tão irritante quanto. No fim, acaba se tornando um bom passatempo pra quem gosta deste tipo de jogo.

Virtua Fighter Animation (Master System)

Gênero: Luta 2D
O que é: Aquele jogo pra dizerem que o Master System tem sim jogos de luta (que não foram programados pela TecToy).
Jogado quando: Maio
O que achei: médio.

Em algum momento da mini maratona de Master eu resolvi ver quais eram os jogos que dava para acabar rapidamente do console, para dar vazão mesmo e aumentar a minha Lista de Jogos Terminados. Escolhi Virtua Fighter Animation utilizando este critério e até gostei da experiência, mas não achei o jogo nada de mais. Fiquei com a sensação do jogo ser muito simplório. Se tiverem na pegada de aumentar a lista de jogos terminados também, manda bala. Caso contrário, não sei se vale a pena passar o tempo jogando.

Submarine Attack (Master System)

Gênero: Shoot’em Up (Shmup)
O que é: Jogo de navinha em que a navinha é um submarino e o céu/espaço é o oceano. Bem curto e um tanto quanto peculiar.
Jogado quando: Maio
O que achei: chato!

Outro que escolhi porque disseram que é curto. O que esqueceram de dizer é que ele é extremamente sem graça também. Ou pelo menos foi o que eu achei. Até fui até o final e tal, mas faltou pouco pra que eu largasse e fosse jogar outra coisa. Não sei se recomendo, acho que não.

Enduro Racer (Master System)

Gênero: Corrida (Isométrica)
O que é: Também conhecido como Super Cross no Brasil, jogo de corrida de motos em que precisamos finalizar dentro do tempo, podemos comprar equipamentos e não podemos encostar em nada para não explodirmos. Super clássico!
Jogado quando: Maio
O que achei: muito divertido!

Iniciada aqui a temporada de jogos de corrida “termináveis” de Master System. Enduro Racer eu sofria e não conseguia terminar quando era moleque, descobri que o que faltava era experiência mesmo. Agora com mais idade a gente começa a sacar que é só customizar a moto do jeito certo e achar os melhores caminhos que a gente termina facilmente. E, por ter terminado, o jogo está na lista deste ano, mesmo que jogá-lo não tenha sido nenhuma novidade pra mim. Agora, se você não conhece este clássico do Master System, deveria passar um tempo nele até ver os créditos. Acredito que vai proporcionar bastante diversão.

Tempo Jr. (Game Gear)

Gênero: Plataforma 2D
O que é: Jogo de plataforma questionável com nenhuma grande novidade. Com show de dancinha tosca no fim da fase.
Jogado quando: Maio
O que achei: muito zoado.

Que jogo besta! As fases são sem graça, os chefes são sem graça, tudo é sem graça. Pra piorar, quando passa de fase ainda tem que aguentar o raio do personagem principal e as menininhas que ele salva fazendo uma dancinha mais sem graça ainda. Só de lembrar a musiquinha vem na minha cabeça e eu já fico irritado. Passem longe dessa tranqueira. Lembrando que foi outro que escolhi porque era curto. Péssima ideia jogar pensando em terminar rápido os jogos, definitivamente.

R.C. Grand Prix (Master System)

Gênero: Corrida (Isométrica)
O que é: Corrida de carrinhos de controle remoto, com compra de equipamentos e pistas cada vez mais complexas. Do tipo do jogo que chega um determinado momento a gente nem pisca enquanto joga.
Jogado quando: Maio
O que achei: divertido!

Continuando a saga dos jogos de corrida termináveis, este aqui foi o mesmíssimo caso do Enduro Racer. O pequeno Cadu não ia bem, o velho Caduco aprendeu a customizar o carrinho da melhor forma possível e conseguiu chegar ao fim. Mas neste aqui eu tive um sofrimento maior, porque os rivais também melhoram ao longo da competição e qualquer pequeno erro te custa caro. Fiquei num nível de paranoia tão forte que eu mal escutava o barulhinho que informa que tem curva adiante e eu já tava pressionando o direcional na intensidade e tempo certinhos pra fazer cada uma das curvas do melhor jeito possível. No fim, vibrei com os créditos! Ainda assim, sacaneei bastante o jogo com nomes de jogador bem peculiares. Alguns deles apareceram no Instagram do blog, caso estejam curiosos. Os nomes mais pesados eu preferi não publicar! Já o jogo eu recomendo fortemente, divertidíssimo!

Captain Toad: Treasure Tracker (Switch)

Gênero: Puzzle 3D / Aventura
O que é: Aventuras do simpático cogumelinho da franquia Mario juntamente com a(o) Toadette tentando capturar estrelas, enquanto escapam de um pássaro gigante xarope.
Jogado quando: De Abril até Maio
O que achei: muito bom!

Quando tive a felicidade de jogar Super Mario 3D World do Wii U, me encantei com as fases do Captain Toad. Aquilo era divertido pra caramba! Só que eu nunca comprei o jogo do personagem que saiu para o console, pois os preços nunca foram convidativos. Ano passado eu estive no Japão (eu preciso postar sobre isso, podem me cobrar) e eu acabei encontrando o jogo para o Switch por um preço muito bom. Acabei pegando, depois de saber que o jogo funcionaria em inglês normalmente, mesmo que a própria capa do jogo mostre um nome diferente (Captain Kinopio, que é o nome dele no país). O game definitivamente é muito divertido, mesmo. Uma série de puzzles bem feitos, fases que te desafiam a pensar antes de agir, e outras que te fazem agir no impulso porque se você ficar parado significa uma vida perdida. Eu levei mais de duas semanas em uma fase pra conseguir fazer 100% nele, cheguei a dar alguns chiliques bem fortes no processo. Ou seja, ultra divertido! Quem tem o Switch pode pegar pra jogar que é diversão garantida!

Battle OutRun (Master System)

Gênero: Corrida / Ação
O que é: Jogo que mistura corrida com ação, onde precisamos capturar alguns meliantes que abusam do limite de velocidade batendo no carro deles sem nenhuma dó. Porém, não podemos bater nos carros dos capangas deles. Vai entender!
Jogado quando: Maio
O que achei: divertido e desafiador!

E lá vamos nós novamente, mais um jogo de corrida terminável do Master System, mais um jogo que contém customização de carro, mais um jogo que eu tinha como algoz gamístico por não conseguir terminar quando moleque. O velho Caduco sacou rapidamente quais eram as peças certas para vencer cada um dos chefes. O jogo é divertido a beça, só é meio estranho ter que ficar desviando dos capangas para depois ficar batendo feito maluco no carro do chefe para derrotá-lo. Isso “conceitualmente” falando, porque na prática as duas coisas são divertidas! Gráficos bonitos e trilha sonora bacana, como acontece em toda a franquia OutRun. Óbvio que recomendo!

Taz Mania (Master System)

Gênero: Plataforma 2D
O que é: Game surpreendente de plataforma do Master System que eu deveria ter conhecido antes. Uma das joias do console, com certeza.
Jogado quando: Maio
O que achei: bem bacana!

Quando eu era moleque eu joguei bastante o Taz Mania de Mega Drive. Um primo tinha, peguei emprestado algumas vezes. Gosto dele e fui até o fim na época. O que eu nunca imaginaria é que o Master System tem um jogo tão divertido quanto! Um dia eu estava em um encontro de jogadores retrô e eu lembro bem que havia um cara jogando o game no Master, quando o Marvox parou do meu lado e disse que aquele jogo era ótimo. Parecia mesmo. Assim que terminei a saga dos jogos de corrida termináveis do console, resolvi dar uma chance a ele. O resultado? Curti demais, o Marvox tinha razão. Pode se gabar aí nos comentários, Marvox! Eu deixo! Se está afim de conhecer um dos jogos mais interessantes do Master System, fica aí a dica. Plataforma fino, diversão garantida!

Astérix and the Secret Mission (Master System)

Gênero: Plataforma 2D / Aventura / Ação
O que é: Aventuras do gaulês e seu melhor amigo Obelix no melhor estilo de jogos de plataforma do console.
Jogado quando: Junho
O que achei: interessante.

Uma das coisas que meu pai me ensinou nesta vida foi gostar de Astérix. O desenho mesmo. Além dos gibis, que ele colecionava com tanto carinho. Sempre soube que os jogos com as aventuras do gaulês eram bacanas, especialmente no Master System. Assim que terminei o Taz Mania, resolvi dar uma chance ao segundo jogo dos heróis aventureiros que joguei na vida e não me arrependo em nada. Outro jogo de plataforma super divertido, com mecânica que funciona bem e os desafios também na medida. Foi outra experiência no ano que valeu a pena e é outra recomendação que faço numa boa aos leitores.

South Park: Fractured But Whole (Playstation 4)

Gênero: RPG / Tactical RPG
O que é: Praticamente um episódio gigante de South Park jogável, com tudo o que a série pode nos oferecer (palavrões, coisas sem noção e politicamente incorretas, etc). Risadas garantidas!
Jogado quando: Junho
O que achei: ultra divertido!

Meus caros, South Park é South Park e vice-versa! Não tem muito o que falar aqui. Todo o humor politicamente incorreto, os palavrões e mais toda aquela maluquice que ocorre nos desenhos também ocorre aqui. O mais divertido é que melhoraram muito a mecânica de combate em relação ao jogo anterior (Stick of Truth). Eu particularmente gosto mais da temática de heróis do que a medieval de South Park, então isso foi outro ponto que me fez gostar tanto do jogo. Além disso, outra coisa que me fez pirar foram as dublagens em português. Pra mim conta muito. Nada contra a original, sei que tem muita gente que prefere. É que eu estou acostumado a assistir em português. Aí acontece o mesmo que com Simpsons, as vozses originais em inglês soam estranhas. Questão de costume. Enfim, se quiserem dar umas boas risadas ou reclamar muito de questões polêmicas, este jogo vale demais a pena! Joguem sem medo!

Ayrton Senna’s Super Monaco GP II (Master System)

Gênero: Corrida
O que é: Disputa virtual entre o jogador e o Ayrton Senna dentro de um campeonato difícil.
Jogado quando: De Junho até Julho
O que achei: muito bom!

Achei que ela tinha terminado, mas saga dos jogos de corrida termináveis do Master System tem mais um capítulo. A disputa virtual ferrenha entre o jogador e o lendário Ayrton Senna. Só no videogame mesmo pra ganhar dele. Ainda assim, é difícil. Jogar no nível Profissional é complicado. No modo de transmissão de marchas manual também. Eu que tenho costume de jogar no automático todos os jogos de corrida tive que me adaptar. O legal é que funciona super bem o esquema de transmissão manual dele, é fácil de acostumar e dá uma diferença absurda. No fim das contas, precisei de duas temporadas para vencer o grandioso Senna, e foi um treinamento super bacana de fazer, mesmo quando estava atrás amargurando o segundo lugar ou outra posição pior. Dureza era os momentos (da vida real) em que chegava a estação do metrô que eu tinha que descer e a corrida ainda tava na metade. Eu me forçava a terminar a corrida antes de sair da estação, porque senão eu esquecia o formato da pista e acabava me dando mal em uma curva ou outra. Depois pra alcançar o rival era praticamente impossível. Desafio além da jogatina, divertido! Recomendadíssimo também!

Hollow Knight (Switch)

Gênero: Metroidvania
O que é: Aquele tipo de jogo com um mundo 2D misterioso para ser explorado, segredos para serem revelados, habilidades para serem desbloqueadas, pouco diálogo, um mapa e boas doses de desafio puxado. Ou seja, diversão pura para quem curte um bom Metroidvania!
Jogado quando: De Julho até Agosto
O que achei: sensacional!

Sem sombra de dúvidas um dos melhores jogos que eu joguei no ano. Talvez dos últimos anos. Desafio aqui é puxado, a princípio parece um jogo fácil, mas ao longo dele você vai encontrando umas pedreiras para gamer que curte desafios não botar defeito. Para alguns até se torna bastante difícil, pelo que andei conversando. Definitivamente tudo neste jogo é interessante. Todo o mistério por de trás do plot do jogo, os segredos, os personagens, os mapas escuros e tudo mais. Eu até vou me poupar aqui pra não dar nenhum spoiler sem querer, é preferível que vocês experimentem assim que puderem, mas passem boas horas no jogo antes de tirarem qualquer conclusão. O começo dele é um pouco lento, ou pelo menos foi a sensação que eu tive. Depois que a coisa começou a andar, aí eu me apeguei fortemente. Deu até tristeza quando consegui fazer o último dos finais que não tinha feito, eu realmente não queria largar o osso. Só que a fila anda, né? Importante ter experiências novas sempre. Seja ela com jogos novos, seja ela com jogos do passado. Joguem Hollow Knight! Joguem mesmo!


Acho que vale mencionar que neste ponto do ano eu interrompi a mini maratona de jogos de Master System e parti para o meu console favorito da vida, o Mega Drive. Cheguei à conclusão que tem muito jogo que não joguei pra ele e que seria legal aumentar a quantidade de jogos terminados da plataforma, ainda mais que o Genesis Mini estava para ser lançado. Tudo isso começou com…


Phantasy Star IV (Mega Drive)

Gênero: RPG
O que é: Encerramento das clássicas aventuras ocorridas no sistema solar Algol, iniciadas no Master System com Alis e seus companheiros. Não, eu não estou nem aí pra parte online da coisa.
Jogado quando: Agosto
O que achei: incrível!

Um dos maiores Pecados Gamísticos que eu considerava ter do Mega Drive e talvez de todas as plataformas. Isso porque eu sou muito fã do primeiro Phantasy Star do Master System, curti pra caramba o II no Megã0 e depois simplesmente parei de jogar, pois tentei o III e não curti. Aí veio aquele bloqueio mental terrível que me obriga a jogar as coisas na ordem, mesmo sabendo que o IV é praticamente a continuação do II em história. Enfim, joguei e curti muito! Achei o jogo fácil demais pra ser sincero, eu só tive dificuldade na última dungeon e no último chefe, que por acaso eu derrotei naquele tipo de situação que estamos meio que sem esperanças, com apenas um personagem de pé, achando que ia ser derrotado. Selecionei ataque resmungando, já esperando ter que jogar novamente a última dungeon mais uma vez (já tinha jogado umas três ou quatro vezes e falhado). O chefe caiu antes! Ri alto e até postei o fato em redes sociais de tão empolgado que fiquei. Valeu muito a experiência e é outro RPG que eu recomendo para fãs do gênero. Mas recomendo jogar os outros dois (I e II) antes para um melhor entendimento das coisas. Todos eles valem a pena!

Full Throttle Remastered (Playstation 4)

Gênero: Point-and-Click
O que é: Um dos maiores clássicos dos jogos point-and-click dos anos 90, remasterizado e adaptado para consoles atuais e PC.
Jogado quando: Agosto
O que achei: bacana.

Uma das frustrações relacionadas à videogames que eu tinha de moleque era ter enroscado no Full Throttle original, numa mesma parte por duas vezes. Mal sabia eu que estava tão próximo do fim. Um certo dia vi o Remaster em promoção e resolvi recomendar para um amigo que é fã do jogo e até me emprestou durante infância, na saudosa (ou não) época do Kit Multimídia. Acabei jogando, passando a parte e terminando o jogo, tudo em três dias. Foi legal a experiência, tenho um baita respeito por este jogo, mas a minha paciência com point-and-clicks já foi pro brejo há bastante tempo. Pra quem gosta, é um clássico e deve sim ser jogado. Pra quem não gosta, é só mais um jogo do gênero. Com todo respeito. Valeu sim a pena por vencer mais uma frustração, mas é isso. O jogo tem muito cara de anos 90 no plot e personagens, impressionante! Foi outra coisa legal de ver, eu acho. É isso.

Super Mario Maker 2 (Switch)

Gênero: Plataforma 2D / Criador de Fases
O que é: Famoso construtor oficial de fases 2D de Super Mario Bros. de volta no Switch cheio de novidades em relação ao primeiro título, que até teve review por aqui.
Jogado quando: De Julho até Agosto (offline – modo história)
O que achei: divertidíssimo!

Já tinha curtido muito o primeiro Super Mario Maker de Wii U, fiquei completamente alucinado quando soube do lançamento do segundo e não sosseguei enquanto não juntei dinheiro e não apareceu uma “promoção” (bota aspas aí) para comprá-lo. Ao mesmo tempo que foi uma ideia ótima, foi também péssima. O cabeçudo aqui até hoje não assinou o online do Switch, o que faz muito sentido porque eu não jogo nada online. Só que aí também não jogo Super Mario Maker 2 aproveitando tudo o que ele tem disponível. A parte legal é que eles disponibilizaram um modo história para jogar offline e ele é bem divertido, cheio de fases criativas e meio “fora da caixa” em comparação à jogos tradicionais da franquia. Mostra bastante o que o título tem disponível para os level designers wannabe soltarem a imaginação. Eu até teria jogado online, mas justamente quando terminei o modo história, começou um novo desafio na minha vida que acabou com o meu tempo livre. Vai ficar evidente no restante da lista de 2019, que quase não possui jogos modernos. Mais para o fim de 2020 eu talvez tenha mais tempo, assino o online e conto pra vocês como foi. Legal que a base de fases vai estar bem consolidada! Já mandem os códigos de amigo e fases de vocês pra eu jogar quando este dia chegar!

ToeJam & Earl: Back to the Groove (Switch)

Gênero: Aventura
O que é: Remake do clássico de Mega Drive desenvolvido por um estúdio independente, com toda alma do jogo antigo e alguns adendos que só melhoraram a experiência.
Jogado quando: Setembro
O que achei: ótimo!

Rapaz, que dificuldade eu passei com este jogo, mas no “extra-game” mesmo. Nem quero contar toda história toda aqui, mas envolve um banco e uma operadora de cartões de crédito totalmente atrapalhados, eu sem paciência e uma loja gringa bem brava comigo, porque achava que eu tinha estornado a compra na maldade. Eu queria a edição física do jogo, que foi lançada por uma loja especialista no assunto (lançar edições físicas de jogos menores, que só saíram como digitais). No fim, o que importa é que tudo se resolveu, eu recebi o jogo e o joguei. E como valeu a pena!
Este jogo tem a cara do clássico do Mega Drive com força total, mas ainda consegue colocar algumas coisas modernas que não são intrusivas e que só melhoram a jogatina. O Modo Hard dele é bem desafiador, tomei Game Over (definitivo) três vezes antes de conseguir chegar no fim de fato, mas consegui completar todos os modos. Um dia eu ainda tento focar nos achievements, mesmo que no Switch isso não tenha tanta relevância. É mais pela experiência mesmo. Ah, a trilha sonora totalmente groove aqui merece destaque. Dá ainda mais sabor ao jogo. Joguem sem medo, mesmo que seja a edição digital do jogo. Não sejam paranóicos que nem eu. E tomem cuidado com as operadoras de cartão de crédito confusas.

Valis: The Fantasm Soldier (Mega Drive)

Gênero: Plataforma 2D / Ação
O que é: Jogo de ação com sutis diferenciais em relação a outros jogos da época, com desafio interessante e cutscenes bem bacanas, contando a história meio que nos moldes de animes/mangás.
Jogado quando: Setembro
O que achei: muito bacana!

Continuando a maratona de Mega Drive, um jogo que passei a ter curiosidade com o surgimento da Internet foi Valis. Eu estranhei muito o jogo no começo, mas logo entendi que aquele comecinho era somente uma introdução do que realmente era o jogo, até a aquisição da espada Valis. Aí foi só alegria! Não que o jogo seja perfeito, mas ele é bom o suficiente pra te empolgar a ir até o fim, usando e abusando dos Continues infinitos até conseguir ver os créditos. A história é bem interessante, algo eu não esperava. Com certeza Valis vale a pena pra quem estiver procurando algo diferente no universo de 16 Bits.

Streets of Rage 3 / Bare Knuckle III (Mega Drive)

Gênero: Beat’em Up
O que é: Clássico de porradaria do Mega Drive, com trilha sonora bem peculiar que gera opiniões controversas, dificuldade acima da média na versão americana, gráficos estupendos e diversas novidades em relação aos títulos anteriores.
Jogado quando: Setembro
O que achei: bom demais!

Olha, Streets of Rage 3 tem lá seus problemas. Muita gente diz que a música é ruim, o que eu não concordo. Eu gosto de música eletrônica como meu, digamos, “gênero principal”. Então esses sons que muitos acham esquisitos para mim são bem legais. Nem todos, é verdade.
Muita gente acha o jogo difícil. E de fato ele é! Tentei por algumas vezes jogar a versão americana e a progressão a cada Game Over foi bem curta. Então discutindo o assunto com alguns amigos fiquei sabendo que a versão japonesa era melhor. Eu tinha um preconceito gigante com esta versão, a começar pelo nome dele: Baré Cola com gelo Bare Knuckle III. Eu me incomodo profundamente com este nome, desde moleque me dá a impressão que é versão pirata do jogo e eu não sei dizer porque, ainda mais que é o nome original no fim das contas. Acho que eram aqueles cartuchos paralelos que normalmente eram a versão japonesa dos três jogos da série.
Enfim, peguei uma ROM traduzida e foi só alegria. O jogo é de fato mais balanceado. Tem sim uma boa camada de desafio, mas não é ridiculamente difícil como o americano. Então fui pesquisar à respeito disso e descobri que na verdade os americanos fizeram uma série de modificaçoes no jogo, inclusive a do nível. Cada nível na americana é o equivalente a um nível mais alto na japonesa. Por exemplo, o Normal na versão ocidental é o Hard da versão oriental. Tudo fez sentido a partir de então. Só que a história também foi cortada, roupas mudadas, entre outras coisas que foram alteradas na versão ocidental. Ou seja, se um dia vocês se frustraram porque jogaram Streets of Rage 3, experimentem jogar Bare Knuckle III no lugar. Procurem a versão traduzida. Esta foi a dica que eu recebi e ela é de fato muito válida! O jogo em si é bem bom, não vale a pena deixar ele passar por causa de um detalhe ou outro.

Rambo III (Mega Drive)

Gênero: Run’n Gun (visto de cima) / Ação
O que é: Outro clássico do Mega Drive, este parecido com Mercs e outros jogos de tiro vistos de cima que eram populares em Arcades e nos sistemas de 8 e 16 bits. Jogo curtinho e com desafio na medida.
Jogado quando: Setembro
O que achei: interessante!

Acabei fazendo para o Mega Drive a mesma pesquisa infeliz que eu fiz sobre jogos curtos de Master System e Game Gear. Nos resultados, Rambo III era um dos jogos mais mencionados. De fato ele é curto, só esqueceram de mencionar que ele tem um detalhe bem filho da mãe. Joguei a primeira vez e cheguei na última fase, onde tomei Game Over definitivo. Comecei de novo e tomei o maior cuidado para poupar Continues, cheguei na última fase gastando bem menos que na primeira tentativa e acabei perdendo a última vida. O que aconteceu? Game Over definitivo. Aí que eu me liguei, este jogo tem Continues infinitos até a última fase, onde não é permitido dar Continue algum. Sacanagem da grande. Tudo bem, eu consigo lidar com este tipo de coisa. Sendo assim, fui mais preparado pra chegar na última fase com pelo menos duas vidas e no final das contas terminei sem morrer nenhuma vez na última fase, já tava bem esperto com toda ela. Isto já na terceira tentativa. Deu uns vinte e poucos minutos de jogo por tentativa, então realmente foi curto. E foi bem divertido, garanto. Pra quem gosta de shooters top-down, é um prato cheio! Joguem e sejam felizes!

The Flintstones (Mega Drive)

Gênero: Plataforma 2D
O que é: Jogo de plataforma com o Fred Flintstone e todo aquele universo pré-histórico relacionado ao desenho animado da Hanna Barbera.
Jogado quando: Setembro
O que achei: divertidinho.

Mais um dos jogos “curtos” do Mega Drive. Na verdade, eu lembrei de ter conversado com algumas pessoas a respeito deste jogo no passado. Isso tudo porque eu detesto com todas as minhas forças o Flintstones de Master System, pra mim é de longe o pior jogo do console e eu tenho um trauma enorme de ter alugado ele um dia. Isso me manteve afastado de qualquer outro jogo que envolva os personagens do desenho animado em qualquer plataforma.
Em um certo fim de semana do ano acabei me vendo numa situação onde eu ficaria estava fora de casa por um bom tempo e só tinha o PSP e o celular na mão pra fazer alguma coisa. Resolvi então conhecer o jogo. Valeu a pena! Ele é divertido, embora seja outro jogo que tenha alguns detalhes que eu não gostei tanto. No geral, a experiência foi sim boa e em pouco tempo eu consegui ver os créditos. Ele é curtinho mesmo, dá para jogar se você estiver de bobeira ou numa situação parecida com a que eu estava. Ah, o jogo te convida a tentar o nível mais difícil quando você o termina no Normal, mas eu ignorei isso completamente e no mesmo dia já comecei o próximo game da lista, que foi…

Mega Bomberman (Mega Drive)

Gênero: Bomberman (não tem como dizer outra coisa)
O que é: Versão de Mega Drive do grande clássico do passado, com batalhas contra chefes e outros desafios divertidos, apesar da reta final ser totalmente desbalanceada.
Jogado quando: Setembro
O que achei: muito bom!

No mesmo dia que terminei o Flintstones resolvi começar a jogar Mega Bomberman, baseado em memórias que eu tinha de conversas que rolaram há muito tempo (mais de ano) com o pessoal do Retroplayers. Achei o jogo sensacional, Bomberman é um tipo de jogo que sempre é divertido, não tem como não ser. Agora se tem uma coisa que me incomodou profundamente foi a fase final e o último chefe do jogo. Imaginem só, o game inteiro é relativamente tranquilo, divertido, aquela coisa toda. Mas quando chega na última fase, você percebe que ela foi programada pelo Capiroto em pessoa. Ela é desbalanceada demais em relação ao resto do jogo. Você com certeza vai berrar de ódio enquanto tenta vencer a última das três formas do último chefe, com certeza vai. Até eu que sou calminho (cof cof cof) berrei. Pelo menos você vai comemorar feito um louco quando o derrotar e ver os créditos. Ou seja, diversão pura. Ódio, mas diversão pura! Joguem e a gente conversa sobre, vocês vão me agradecer pela dica.

Sonic Pocket Adventure (Neo Geo Pocket Color)

Gênero: Plataforma 2D
O que é: Surpreendente jogo de Neo Geo Pocket Color, totalmente inspirado por Sonic 2, com trilha sonora inspirada em Sonic 3 & Knuckles e diversos elementos desses e outros jogos da franquia que já existiam no final dos anos 90.
Jogado quando: Outubro
O que achei: espetacular!

Interrompemos nossa programação de jogos de Mega Drive para jogar o excelentíssimo Sonic Pocket Adventure e satisfazer a Maratona Sonic no ponto da linha do tempo onde ela se encontrava. Gente, que jogo fantástico! Eu recomendo que todos joguem pelo menos uma vez pra ver que delícia de jogo! É sério! E, se quiserem mais informações sobre a minha experiência, leiam o post dedicado a ele.

Pulseman (Mega Drive)

Gênero: Plataforma 2D / Aventura
O que é: Uma das maiores pedras preciosas do Mega Drive, daquelas que pouca gente conheceu na época e que muitos descobriram com o surgimento de emuladores. Jogo de ação que mistura bons desafios de plataforma e batalhas interessantes contra chefes.
Jogado quando: Outubro
O que achei: sensacional!

Já contei que este jogo se tornou um Pecado Gamístico meu assim que eu comecei a acompanhar blogs na Internet. E estes blogs estavam cobertos de razão: o jogo é sensacional! Confesso que no princípio eu estranhei ele bastante, porque imaginava um jogo parecido com Mega Man (alguns dos sites faziam algumas comparações entre os jogos), e no fim descobri que não tem quase nada a ver. Pelo menos no meu entendimento. Quando eu entendi as mecânicas e o objetivo do jogo, aí fiquei jogando com sorriso no rosto até chegar no fim. Gostei de tudo: mecânica, gráficos, trilha sonora, desafio, etc. Tudo mesmo! Quem é fã dos 16 Bits deveria dar uma chance a ele, ainda mais se curtir uns bons desafios de plataforma. Jogaço da Game Freak! Mil vezes melhor que todos os Pokémon. Palavras de um hater assumido.

Magical Taruruuto-Kun (Mega Drive)

Gênero: Plataforma 2D / Aventura
O que é: Game curtinho de aventura e plataforma que parece fácil, mas tem suas surpresas e momentos que proporcionam umas bufadas dos jogadores.
Jogado quando: Outubro
O que achei: muito divertido!

Dentro da maratona de jogos de Mega eu primeiro lembrei de uma conversa com a galera do Retroplayers (Mega Bomberman); depois de posts de outros sites (Pulseman); e, logo na sequência, lembrei de novo do Retroplayers. Uma vez vi o Sabat jogando Magical Taruruuto-kun e parecia um jogo divertido. De fato é, acabei escolhendo ele logo depois de terminar Pulseman e adorei tudo nele também, mesmo sendo um jogo meio, como é que eu posso dizer, japonês demais! Embora seja fácil de um modo geral, ele tem uma parte ou outra que dá uma dorzinha de cabeça, principalmente a fase das nuvens. De fato ele é bastante divertido. Enquanto eu via os créditos, me dei conta de que escolhi outro jogo da Game Freak, ou seja, foram dois na sequência! Nem tinha me dado conta antes. Aliás, este jogo tem o mesmo compositor do Pulseman. Podem ir na fé que vocês vão se divertir sim. Nem preciso falar que também é melhor que Pokémon, né?

Shadow Blasters (Mega Drive)

Gênero: Plataforma 2D / Ação
O que é: O jogo que tem os personagens mais pesados e lentos de todos os tempos, mistura personagens alternáveis, ação, chefes, plataformas, gráficos que se confundem e física esquisita. É curto e sem graça.
Jogado quando: Outubro
O que achei: tosco.

Adivinhem só? Mais um jogo que estava na lista dos jogos que são curtos. O que eu achei dele? Bem meia boca, pra ser sincero. Pensem num jogo onde temos quatro personagens, quando um morre ele não pode mais ser usado. Até aí, tranquilo. Todos eles começam pesado aproximadamente 16 toneladas, e cai meia tonelada a cada item de velocidade que você pega com ele. Tipo, quase não faz diferença. Pensa também que o ataque de cada um deles dá aproximadamente 0,000000001 de dano e vai aumentando bem pouco conforme você vai pegando itens de ataque. Lembrando que são atributos que aumentam por personagem, não de maneira geral. Daí você foca em um só dos caras, aumenta a coisa toda pra deixar ele melhor (ou menos ruim) e ele morre. Dá vontade de explodir o planeta Terra inteiro. Os cenários confundem muito, tem plataforma que não parece plataforma, tem piso que parece plataforma e não é, e por aí vai. Uma bagunça enorme. Pior que as fases não são nada de mais, os chefes não são nada de mais, o jogo inteiro não é nada de mais. Sabem de uma coisa? Pulem este jogo! Não recomendo. Achei bem safado. Felizmente ele é curto, de fato! Pelo menos isso!

Sonic Shuffle (Dreamcast)

Gênero: “Mario Party clone” / Tabuleiro + Mini Games
O que é: O Mario Party do Sonic, que tinha tudo para dar certo e infelizmente acabou frustrando por ter uma IA inteligente demais.
Jogado quando: Outubro
O que achei: esperava mais…

Talvez a minha maior decepção de 2019. Esperava um jogo bacana e acabei me deparando com algo que foi quase completamente estragado por algumas decisões ruins, sendo uma delas especialmente irritante (IA super inteligente em todos os níveis de dificuldade). Não vou me prolongar, vou convidar vocês a lerem o post sobre o jogo e sentirem o tamanho do ódio que eu fiquei ao longo do pouco que joguei Sonic Shuffle.

Valkyria Chronicles 4 (Switch)

Gênero: Tactical RPG
O que é: Meio RPG tático por turnos, meio jogo de ação (durante a movimentação dos personagens). Um jogo bem único, com gráficos bem elaborados, história muito bacana, personagens marcantes e desafio ótimo.
Jogado quando: De Setembro até Novembro
O que achei: espetacular!

Em 2015 eu tive o imenso prazer de conhecer Valkyria Chronicles do Playstation 3. Um dos melhores jogos que joguei do console com toda certeza. O esquema de jogo me surpreendeu muito, eu nunca imaginaria que gostaria de um jogo que meio que mistura tática por turnos com alguma coisa próxima (com muitas ressalvas) de um jogo de ação. Desde então já ensaiei jogar os outros jogos da série, mas nunca fui atrás de verdade. Fiquei feliz da vida quando anunciaram Valkyria Chronicles 4 e mais feliz ainda quando anunciaram o port dele para o Switch, no segundo semestre de 2018. Fiquei desde então monitorando o preço dele quase que semanalmente, até que encontrei a promoção perfeita em um site gringo vendendo o jogo usado. Mal ele chegou em casa e eu já botei ele na fila com prioridade máxima. Valeu demais a pena, que baita jogo! É divertido, a história é legal, personagens são bacanas, desafio é na medida e jogar num portátil que liga na TV é simplesmente perfeito! Que jogo lindo! Se vocês curtem jogos nessa linha, experimentem quando puderem! Ah, o de Playstation 3 saiu para as plataformas atuais numa versão remasterizada, recomendo também!

Valis III (Mega Drive)

Gênero: Plataforma 2D / Ação
O que é: Continuação do primeiro Valis no mesmo formato de jogo, com sutis diferenças.
Jogado quando: De Outubro até Novembro
O que achei: muito bom!

Depois de conhecer o primeiro Valis, percebi que haviam mais dois jogos da série no Mega Drive: o Syd of Valis, que eu tentei jogar e quase tive um treco de tanta raiva da física daquele jogo e de como ele é apelativo pra te matar; e o Valis III, que num primeiro momento eu cheguei a estranhar, mas logo me apeguei e comecei a jogar sempre que podia, tentando chegar no fim. Até agora eu não sei ao certo como consegui derrotar os dois últimos chefes, penei bastante neles, usei vários Continues. Mas confesso que foi meio na sorte, especialmente o penúltimo que parece que eu consegui parar no lugar certo e atacar no ritmo certo também. Contra o último chefe eu ainda sabia o que estava fazendo. Enfim, eu adorei o jogo, mesmo. Talvez até mais do que o primeiro, que eu já tinha gostado. O lance de troca de personagens é um baita adicional, muito embora eu tenha ficado uns 90% do tempo controlando a Valis Yuko mesmo. Enfim, quem estiver na pegada de um bom desafio em 16 Bits, fica aí mais uma dica.

Sonic Adventure 2: Battle (Playstation 3)

Gênero: Plataforma 3D / Adventure Aventura
O que é: Continuação da saga Adventure da franquia Sonic the Hedgehog e último jogo lançado para o Dreamcast (pelo menos oficialmente).
Jogado quando: De Outubro até Novembro
O que achei: bem bacana!

Sinceramente, este jogo me surpreendeu! Eu tinha um certo preconceito dele, fora que eu evitava jogá-lo também por causa da Motion Sickness que ele me proporciona, principalmente nas fases do Knuckles/Rouge. Achei um pouco chato o lance de ficar alternando personagens, embora faça mais sentido jogar assim com a história contínua do que jogar a história de cada personagem e elas ficarem se cruzando. Ou seja, os prós e contras de algumas decisões que tiveram em relação ao primeiro Adventure. Mais considerações podem ser lidas no post da Maratona Sonic que eu fiz para o jogo.

Sunset Riders (Mega Drive)

Gênero: Run’n Gun
O que é: Grande clássico de tiro da Capcom para o Mega Drive tematizado no faroeste. Aquele jogo que alguns de vocês devem estar pensando “ain, lixu, no supey nitendu é meliór” e nem pararam pra pensar no quanto é bom as versões serem tão diferentes.
Jogado quando: Novembro
O que achei: espetacular!

Por alguma razão mística me deu um estalo na cabeça e eu lembrei que já tinha ouvido falar bastante deste jogo. Não sei o porque de eu nunca ter jogado ele. Nunca mesmo, nem pra experimentar. Aí resolvi colocar pra ver. E que jogaço! Como é que eu nunca tinha considerado colocar ele na minha lista de Pecados Gamísticos? Onde é que eu tava com a minha cabeça?
Passei quase um mês jogando ele. Cheguei ao ponto de decorar várias partes e fazer as coisas quase no modo automático, bem parecido com o que aconteceu durante as jogatinas de Battletoads (e antes dele Contra, Castlevania e Ninja Gaiden 2, tudo do NES). A trilha sonora deste jogo é um caso a parte! Sensacional! O legal é que eu treinei no PSP o tempo todo, mas sempre perdia umas vidas a toa. Pensei que podia ter a ver com o tamanho da tela e os tiros pequenos me acertando porque eu não os via a tempo. Então resolvi numa noite qualquer tentar jogar ele no Raspberry Pi. O que aconteceu é que eu terminei o jogo naquela noite, na primeira tentativa. Foi mágico! Uma das melhores experiências que tive no ano, com toda certeza. E, claro, pra evitar que venha gente buzinar na minha orelha (ou nos olhos, porque ainda não tem comentário em áudio, felizmente), logo em seguida fui jogar a versão de Super Nintendo só pra ver como era e percebi que ela é completamente diferente. Li a respeito, sei que ela é um port do Arcade, etc. Tentei me perguntar: qual é melhor? Não sei, não dá pra comparar. Como falei, são jogos bem diferentes. Que ótimo que fizeram isso, agora tenho mais um jogão pra conhecer no console fresco que tem botão de Eject pra cartucho da Nintendo. Recomendo que os nintendistas façam o mesmo com a versão do Mega, garanto que vão se divertir. Abram a cabeça, quem se limita não se diverte. E é isso!
Ufa, que textão! Tudo bem, o jogo merece.

Shinobi III: Return of the Ninja Master (Mega Drive)

Gênero: Plataforma 2D / Ação
O que é: Fechamento das aventuras de Joe Musashi no Mega Drive, com o mesmo esquema de jogo do The Revenge of Shinobi, mas com muitas coisas a mais.
Jogado quando: Novembro (no dia 20)
O que achei: sensacional!

Depois de 20 anos, mais uma vez eu ganhei de presente um console de videogame da minha mãe. Ela me deu um Genesis Mini, fiquei feliz pacas. Tudo bem que ela falou pra eu escolher o presente, o que é ainda mais nostálgico, porque foi exatamente igual no Natal de 1999 com o Playstation. E mesmo que eu tenha ficado quase que completamente sem tempo a partir de Setembro deste ano, aproveitei um dos feriados de Novembro que tivemos em São Paulo pra ligar o consolinho pequeno console e jogar um dos meus maiores Pecados Gamísticos: Shinobi III. Vou falar que este jogo merecia mesmo estar na lista de pecados, porque é outro baita jogo do Mega Drive. O legal é que eu pude jogar com toda calma do mundo, estava literalmente sozinho em casa (nem o cachorro estava), então tiveram os momentos que eu pausei pra fazer outras coisas e relaxar um pouco. Porque, ao contrário do que duas pessoas me disseram, este jogo não é tão fácil assim. Claro, Continues infinitos ajudam. A verdade é que até a fase das pedras caindo é tudo bem tranquilo, mas a partir dela o caldo engrossa um pouco e dá vontade de xingar o jogo por muitas vezes. Tive dificuldade tremenda com dois chefes e sofri um bocado no último também, perdi as contas de quantos Continues gastei nele. O engraçado é que eu tava jogando todo cadenciado contra ele, mantendo a distância, desviando dos ataques, acertando o máximo de shurikens que podia e mesmo assim perdia. Aí eu fiquei putaço bem irritado e resolvi ir pra cima dele no famoso modo “vaca louca”. Comecei a dar ataques de espada mesmo e tomando dano sem ligar muito. Deu certo! O chefe caiu antes de mim! Eu comecei a rir feito um louco! Nunca imaginaria que uma atitude insana dessas daria certo. Acho que agora entendo o que significa Berzerker, na prática. Mas a impressão que ficou é que o ataque de espada dá mais dano, e isso ajudou a vencer a luta. Curti os créditos e guardei o Genesis Mini, pra não conseguir mais ligar ele em 2019. Uma pena! Alguém tem tempo aí pra emprestar? Enfim, joguem Shinobi III. Jogaço!

ESWAT: City Under Siege (Mega Drive)

Gênero: Run’n Gun / Ação
O que é: O Robocop da SEGA, jogo com ótimo desafio e grande diversão do início ao fim.
Jogado quando: De Novembro até Dezembro
O que achei: ótimo!

Um dos meus maiores Algozes Gamísticos no Mega Drive, ESWAT era um dos jogos que eu tinha na mira para terminar durante a maratona de jogos do console. Lembro até hoje o dia que consegui alugar este jogo pela primeira vez. Estava muito feliz, pois as revistas falavam bem do jogo e Robocop tava em alta na época. Ou seja, tinha tudo pra me divertir. O resultado final foi um pequeno Cadu frustrado com a dificuldade do jogo. No entanto, o Caduco de 2019 até apanhou um pouco, mas pegou o jeito facilmente conforme foi jogando. O jogo não é tão difícil quanto parecia, recomeçar o jogo inúmeras vezes depois de gastar os três Continues disponíveis me fez aprender ele todo, tanto que terminei ele duas vezes: uma no PSP e outra no Raspberry Pi alguns dias depois (eu queria os Retroachievements). E dá vontade de jogar mais vezes, talvez tentar até no Hard. Só não faço isso porque a lista de jogos que eu quero conhecer na vida ainda é gigantesca. Recomendo para todos que gostam de um bom jogo de ação com tiro em 2D.

Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars (Super NES)

Gênero: RPG
O que é: Primeiro RPG envolvendo a franquia Super Mario Bros., desenvolvido numa parceria entre a Nintendo e a Square, trazendo uma aventura totalmente diferente para o encanador e sua turma.
Jogado quando: Dezembro
O que achei: espetacular!

Eu sabia que este jogo era um grande Pecado Gamístico meu. Conheço pessoas que dizem que este é o melhor RPG que elas jogaram na vida. Outras que dizem que foi o melhor do Super Nintendo. Embora eu não pense igual, eu entendo estas pessoas perfeitamente. Super Mario RPG é espetacular, muito divertido porque não fica somente ligado a mapa, conversa e batalhas aleatórias. Ele é cheio de mini games e surpresas, além de possuir uma dose excelente de bom humor. Já entrou no mínimo para o meu top 5 de RPGs que joguei na vida, só não sei direito em qual posição. Quando descobrir, conto pra vocês. De qualquer forma, recomendo que joguem algum dia! Vale demais a pena!

Mario Kart Tour (Android)

Gênero: Corrida
O que é: Mais um jogo da pioneira e mais famosa franquia de jogos de Kart ou corrida de mascotes, Mario Kart. Versão para mobiles cheia de artimanhas para te prender no jogo por muitos e muitos meses.
Jogado quando: Desde Setembro, continuo jogando.
O que achei: muito divertido!

Se tem um jogo que eu investi muito tempo no segundo semestre, este foi Mario Kart Tour. Pudera, como disse antes, estou com pouco tempo sobrando desde Setembro. Por escolha minha, não estou reclamando, apenas constatando. Pelo contrário, posso afirmar com toda certeza que estou adorando estar sem tempo!
Enfim, poder sacar o celular e jogar um Mario Kart de forma totalmente descompromissada foi muito atrativo no segundo semestre de 2019. Mario Kart Tour é super divertido mesmo, seja nas tentativas de aumentar o score para ficar bem posicionado no Tier e/ou entre os amigos pra esfregar na cara deles que você ganhou deles na temporada, seja melhorando os pontos das corridas, tentando novas estrelas, etc. Claro, é um jogo para mobile, não é tão profundo ou preciso quanto um jogo de console. Ainda assim, é muito mais interessante que outros jogos lançados para celular e que fazem sucesso por aí. Mais uma vez a Nintendo me pegou de jeito, lembrando que passei mais de ano jogando Fire Emblem Heroes nos anos anteriores. Provavelmente Mario Kart Tour vai bater este recorde.
E vocês? Estão jogando? Me avisem pra adicionar vocês por lá e a gente competir por scores! Não estão jogando? Experimentem que vocês vão curtir. É de graça! Podem apagar se não gostar, eu deixo.


Ainda deu tempo de tentar três jogos que eu acabei largando sem terminar, todos eles de Mega Drive: Zero Wing, Arrow Flash e The Punisher. Os dois primeiros eu ainda vou voltar a jogar um dia, só não estava com paciência na época. Já The Punisher eu não pretendo jogar novamente, não gostei do jogo.

Meus caros, é isso!

Agora fiquem também com a lista de outros participantes do Meme:

Arquivos Do Woo : Diogo Batista
A TV Vai Estragar : Eduardo Farnezi
Blog Desocupado : Paulo Victor
Gamer Caduco : Cadu (você está aqui)
Jogatinas Saudáveis : Vigia
Locadora Resident Ivo : Ivo Ornelas
MarvoxBrasil : Marvox
Vão Jogar! : SucodelarAngela
Vão Jogar! : Tchulanguero
Vão Jogar! : Somari
Videogames com Cerveja : Felipe B. Barbosa

Ah, se quiserem participar da brincadeira e não tiverem onde publicar, conversem comigo (ou pelos comentários ou pela seção Contato do blog). Posso colocar aqui para vocês também participarem, se quiserem. Lembram da seção Caduconvida? Ela está bem largada, né? Se quiserem me ajudar com isso e de cara divulgar a lista de vocês, receber e responder comentário sobre ela e etc, será um imenso prazer!

Galera, excelente 2020 para todos e vamos nos falando ao longo do ano!

Novamente agradeço a todos por acompanhar este espaço aqui! Se o blog continua existindo, é por causa de vocês! Só tenho a agradecer e elogiar!

Abraços a todos e até o próximo post!

Sobre Gamer Caduco

Menino novo, com mais de 30 anos de idade, fanático por games de todas as gerações.
Esse post foi publicado em Arcade, Dreamcast, Game Gear, Jogos, Master System, Mega Drive, Memes, Mobile, Neo Geo Pocket Color, NES, PC, Playstation 3, Playstation 4, Saturn, SNES, Sonic, Super Mario, Switch e marcado , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

5 respostas para Meme – O Que Você Jogou em 2019? #OQVJ2019

  1. aki é rock disse:

    Bela lista Caduco só jogo maneiro kra vou postar a minha aqui espero que curta minha lista kra..

    MSX – Ashgine 2 Citadel in the Void , Kiki Kaikai
    GameGear – Phantasy Star Gaiden , Cutthroat Island , Coca Cola Kid
    Game Boy Color – Bionoc Commando Elite Force , Tomb Raider Curse of the Sword
    Wonderswan – Sakura Card Captor , Rockman e Bass Mirai Kano , Ghost in Globins
    Wonderswan Color – Golden Axe , Inuyasha Fuun Emaki
    Super Nintendo – Magic Sword
    Mega Drive – Contra Hard Corps , Revenge of Shinobi
    NeoGeo – Andro Dunes
    Game Boy Advanced – Dragon Ball Advanced Adventure , Shaman King Master of Spirits , Rockman e Bass , Shonen Jump’s One Piece
    32X – Blackthorne , Space Herrier
    Sega Cd – 3 Ninjas Kick Back , Android Assault the Revenge Bari Arm
    3DO – Doctor Hauzer
    PlayStation – Pitfall 3D Beyong of Jungle , Alien Trilogy , Armored Core , Akuji the Heartless
    Nintendo 64 – Aero Fighters Assault , Chameleon Twist
    Playstation 2 – Blood Rayne , Klonoa 2 Lunatea Veil , Bleach Yabo Hanata
    Nintendo DS – Prince of Persia the Forgotten Sands , Kirby Squeak Squad , Metal Slug 7 , Nanostray , Lunar Knights , Dragon Quest 4 Chapter of the Chosen
    Android – Strange Things , Archilion Saga , Dragon Sinker Descendent Legend
    Xbox 360 – Final Fantasy XIII , Metal Gear Rising Revengeance
    PlayStation 3 – Diablo 3

  2. Pingback: Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2019? [9ª Edição] – Blog MarvoxBrasil

  3. Marvox disse:

    Como sempre sua lista traz humor em cada momento, os comentários do que achou foram os melhores kkk

    – Curse of the Moon foi lindo D+, poxa mas tem muito final, qual final você fez?
    – Battletoads (NES) – tá se preparando pro novo?
    – R.C. Grand Prix – é aquele que você curte, chega longe mas não termina.
    – Battle OutRun – gosto D+ desse jogo, o estilo dele, aquela coisa meio Mad Max perseguindo os “donos” das rodovias. Cheguei até a montar um detonado dele no blog, mal o jabá XD e recomendo jogar (se não jogou) Taito Chase H.Q do Game Gear, o que eles fizeram lá foi impecável.
    – Fractured But Whole quero muito jogar!
    – Esse Ayrton Senna’s é marcante hein, é difícil D+ mesmo, o carea tá sempre em primeiro, não pode errar nada, realmente colocaram a alma do piloto nesse jogo, também né foi ele que supervisionou tudo.

    – Desafio você a jogar e terminar todos os jogos dos Flintstones do NES ao SNES, pode riscar aquele do Master se quiser ninguém merece sofrer tanto.

    – Magical Taruruuto-Kun – o menino da linguinha XD, esse personagem é legal, tem uns jogos interessantes dele pra Nes.

    Valeu mesmo Cadu, que 2020 nos traga novas experiências gamísticas!

  4. Pingback: O que eu joguei em 2019?

  5. Mister Cadu, hora de minha presença aqui na sua listagem!
    Vou me apropriar de uma das características que decidiu abandonar em seu comentário na minha pequenina listagem: darei nomes piadistas para os jogos que comentarei.
    E não, não irei falar sobre todos os jogos. Isso vai continuar sendo uma coisa só sua nesses Memes anuais. Kkkkkk!

    Marvel´s Cabeça de teia Man: O review desse jogo foi literalmente meu último trabalho enquanto free-lancer do Game Hall. Como não podia deixar de ser, foi mais um review “controverso”. Não achei o game o “último pacote da bolacha” que geral achou. É um bom e belo jogo, mas é repetitivo, com side-quests pouco variadas e fracas, trechos de jogo sem o teioso tediosas e… Enfim, entendeu a controvérsia né?

    Castlestained Symphony of the Moon: Adoro Symphony of the Night. Adoro o trabalho do Iga. Possivelmente vou adorar o esse jogo. Infelizmente por falta de tempo não consegui jogá-lo em 2019. Espero que em 2020 eu o faça.

    Goku FighterZ: Eu adorei esse jogo com todas as minhas forças em seu lançamento. Sabe, naquele período em que o online não funcionava nem por reza braba. Atualmente o hype caiu muito, os DLCs não ajudaram nada (chega de Goku, carai!) e o ambiente online dele é bem vazio.Infelizmente será um jogo que eu vou ficar sempre na vontade de jogar, mas sem ter com quem. Espera ai, veja aquilo! Mais um Goku de DLC?! Puta que pariu!

    Sapões: Eu adoro e odeio esse jogo ao mesmo tempo. Dito isso, o defenderei até a morte, mas não coloco a mão no controle para jogá-lo nem fodendo.

    Sonic o Porradeiro: Ao contrário do jogo dos Sapões, esse aqui eu só odeio mesmo. Já fiz de tudo para gostar, mas não consegui. Ele fica perto de “Sonic 360” e “Shadow o Espinhudo negão” na minha lista de jogos ruins do mascote supremo da Sega.

    Sonic Maratonista: Everybody’s Super Sonic Racing. Try to keep your feet right on the ground. When you’re Super Sonic Racing. There’s no time to look around. Adoro saporra!

    Juntas Nuas 3: Esqueça que o americano existe. BK3 é o jogo que deve ser jogado. Nada de censura. Nada de aumentar o jogo artificialmente com dificuldade extrema. Nada de mudar design e vozes de personagens. Aliás, eu também gosto bastante da OST desse jogo, o problema dela para mim são as OSTs dos jogos anteriores. A comparação é inevitável e SoR1 e 2 possuem trilhas muito melhores.

    As Aventuras do Espinhudo Azul 2: Eu adoro esse jogo. Possui um lugar especial dentre os jogos de Sonic no meu coração. A sensação de velocidade, o visual, Shadow, a história, não ter Big the Cat… Saudades de meu Dreamcast.

    Mega Homem Bomba: Sabe aquele jogo que você sempre quis jogar, mas que passa a vida inteira “se esquecendo” dele? Pois bem, esse danado é um deles. Agora que estou com meu Mega Drive boladão aqui em casa, vou dar um jeito jogá-lo como se deve, no console. Isso se eu não esquecer né?

    Give me Money Kart: Eu bem que tentei jogar esse Mário Kart, mas não deu. Esse ano realmente tentei jogar games mobile, mas eles não me convencem, não adianta. Esse Mário Kart joguei tão pouco que eu nem o coloquei na minha lista. Descobri que quando o jogo brinca de cosplay de meus credores eu não curto.

    Essa sua lista me alertou de algo importante no geral: tenho de dar a devida atenção ao Master System. Há muito, muito tempo, não jogo nada desse console e mesmo no período em que ele estava na “onda da crista” eu nunca lhe dei a devida atenção.
    Quem sabe esse ano eu não comece a dar um jeito nesse gap gamer meu…

    Novamente uma boa e grande lista, mister Cadu.
    É sempre um prazer passar por aqui!

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